E Bombardear o México?

ann_coulterA escritora americana Ann Coulter é, apesar de loira, parva. Adepta das técnicas de defesa que Israel tem levado a efeito perante a ameaça dos palestinianos da Faixa de Gaza, a moça parece defender para os EUA a mesma abordagem quanto à fronteira com os indigentes do Sul, o México. Bomba neles.
E porque a ignorância é quase tão grande como a estupidez humana, gostava eu de saber como resolveriam os nativos americanos (vulgo “índios”) os seus problemas de fronteiras e território se, como os EUA ou Israel, tivessem acesso a recursos bélicos ilimitados. Uma chacina, como em Gaza?

Faixa de Gaza em Agosto

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Parece Hiroshima em 6 de Agosto de 1945.
A Humanidade tende para a monotonia à medida que a História se repete.

Há Várias Diferenças

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entre Adolf Hitler e Benjamin Netanyahu. O bigode é uma delas.

Gaza: Uma mensagem com um bordalesco manguito aos senhores que mandam na guerra

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As notícias que não passam nas tevês nem aparecem nos jornais

« Nous n’étions pas une télévision d’Etat ». from Passages on Vimeo.

Em Salónica, um grupo de 20 jornalistas e técnicos da televisão pública grega mandada fechar pelo governo em Junho de 2013, trabalha há 13 meses sem autorização nem salário emitindo 24 horas/dias em favor do Serviço Público de Televisão. Emitem através da Internet e de canais analógicos cujo sinal não foi cortado nalgumas ilhas e zonas rurais da Grécia, cobrindo perto de 1/3 do território. «Queremos ser a voz dos todos os que têm ficado à margem da cobertura mediática. Até porque estes estúdios, estas câmaras, são deles: foram pagas com o dinheiro dos contribuintes», afirmou Kostas Karikis que, à imagem dos restantes jornalistas e técnicos em protesto resiliente, se mudou de Atenas para Salónica pagando do seu bolso as despesas dessa escolha. A alternativa era ficar em Atenas no desemprego, e ficar a assistir à depressão colectiva (e ao desaparecimento, por suicídio, de muitos) dos mais de 2000 trabalhadores que o projecto de privatização deixou de fora: apenas 600 foram readmitidos (a maioria precariamente) para a nova televisão, controlada pelo Governo (os funcionários têm sido pagos directamente pelo Ministério da Economia grego). «Se o Siriza chegar ao poder, reabriremos a ERT», disse Karikis. [Fonte: Revolting Europe]
 

Violence is in the eye of the beholder

Obama

Pelo caminho enviem mais umas munições para os moços que ainda lá existem umas escolas e uns hospitais cheios de mísseis e terroristas. Yes you can!!!

 

Guiné Equatorial: o «consenso» em torno do país lusófono onde se fala espanhol

Fernando Guimarães

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Já que de religião falamos, venha o Diabo…

Não simpatizo com Estados religiosos. Cristãos, Judeus, Árabes ou outros, plasmam na Lei a fé ou doutrina da maioria da população, sem respeitar o Direito à diferença e Liberdade dos restantes indivíduos. Foi sempre assim ao longo dos tempos…

Sobre o conflito Israelo-palestiniano, sem apoiar qualquer dos contendores, deixo o meu ponto de vista.

Israel é um Estado Judeu. Tem no mínimo o mesmo direito à existência que Estados islâmicos como Irão ou Arábia Saudita. O não reconhecimento do Direito à existência do Estado de Israel, implicaria uma intervenção da ONU no sentido de desmantelar os Estados religiosos. Todos eles, não apenas os monoteístas… Solução em que não acredito, pois significaria a perda do direito dos povos à sua autodeterminação. Não é aceitável qualquer ordem ou polícia mundial.

Os cidadãos de Israel ou de qualquer outro lugar no mundo, têm direito a viver em paz e segurança. Muitos dos que contestam o isolamento a que Israel condenou os habitantes de Gaza, já esqueceram as quase diárias explosões de criminosos bombistas suicidas a soldo de fundamentalistas, em cafés, autocarros ou praças, servindo os intentos de organizações terroristas. Os muros, passes e postos de controlo puseram fim a tal barbárie, intolerável no século XXI. A consequência foi condenar um povo à pobreza e exclusão. Muitos estão a pagar pela loucura de alguns, mas a sociedade israelita assim o exigiu, sair à rua em segurança é um Direito.

O Hamas insiste em lançar rockets sobre Israel, nunca reconheceu o Direito à existência do Estado Judaico, ao mesmo tempo que luta por estabelecer na Palestina um Estado que a existir iria praticar a Sharia. Lamento, mas por mais que custe isso não representaria qualquer avanço civilizacional, mas seguramente um retrocesso. O que por si só não absolve Israel dos crimes que diariamente pratica. Uma coisa é controlar fronteiras e defender território. Outra bem diferente é o sistema de apartheid que existe no seu interior. Porque Judeus e Palestinianos não têm exactamente os mesmos Direitos em Israel. Mesmo que ali nascidos, cidadãos honestos e trabalhadores. E disso poucos falam.

Falar em bons e maus, preto ou branco, neste conflito é um pouco difícil…

Gaza: «Muito gostam os políticos de pregar a reconciliação divina

e de rezar juntamente com o Papa, transferindo para os ombros de Deus a responsabilidade pelo estabelecimento da paz.» Alain Finkielkraut sobre o conflito israelo-árabe e o futuro dos judeus na Europa.

A justificação

Na sua selvática operação em Gaza, as tropas israelitas bombardearam, entre outros alvos civis, um hospital. Daí resultou mais um trágico cortejo de mortos e feridos. O argumento dos facínoras foi o habitual: os elementos do Hamas escondem-se entre a população, dizem. Tratando-se de um território minúsculo e de enorme densidade populacional, o argumento seria sempre inconcebível. Mas bombardear um hospital, sabendo-se exactamente o que se está a fazer – não se tratou de um erro de cálculo – é um acto que resume bem a barbaridade do que se passa no terreno. É que, mesmo que fosse verdade que havia homens do Hamas no hospital, pergunta-se: e daí !? Porque raio acham normal que isso explique o ataque? A naturalidade com que se procura justificar este gesto sanguinário mostra quão longe estamos da retórica dos “efeitos colaterais”. Agora é o puro terror arvorado em razão de estado. Com a bênção dos padrinhos

Gaza: enteados de Deus

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© Alessio Romenzi

Não podemos voar sobre a guerra da Ucrânia? voamos sobre a Síria e um bocadinho do Iraque

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Enquanto decorre a batalha de propaganda sobre quem lançou o míssil, sendo óbvio que a verdade não será apurada, caiu no esquecimento quem colocou o MH4 a servir de potencial alvo. E a Malaysia Airlines insiste nas suas rotas com um cheirinho a guerra, acreditando piamente na altitude e no conhecimento dos mísseis por ali usados.

Nem deve ser a única. Se viajar, veja bem por onde passa a sua rota. É certo que a 10000 metros não vai ver nada, mas à chegada receberá uma bonita t-shirt Eu Voei Sobre uma Guerra e não aconteceu nada:

voei sobre uma guerra

O Hollande é um krido

Depois de uma manifestação de apoio aos palestinianos ter acabado mal, andamos numa daquelas rotinas de o governo de Israel atacar a excessiva densidade populacional de Gaza diminuindo o número de vivos ali residentes, o governo do Partido Socialista Francês decidiu patrocinar a seguinte, proibindo-a.

Como não chegasse, estava tudo a decorrer ritualmente, quando a polícia de Hollande actuou:

[via reportagem do Le Monde]

Perfeito. A cruzada Helena Matos adorou, adorou, adorou.

É disto que falamos quando falamos do que sobra da Internacional Socialista. Acreditar que destes partidos pode vir decência, é um repetido logro. Quem ali ande e seja social-democrata está condenado a fugir, mais cedo que muito tarda. Valha-nos S. Pasok, e de uma forma ou outra estes partidos caminharem para seus seguidores.

Das margens do Ebro

A 18 de Julho de 1936 começou a guerra civil espanhola. Foi há 78 anos, muito pouco, afinal. Não só os crimes do franquismo nunca foram julgados, como os seus herdeiros aprovam hoje leis mordaça que punem com a prisão quem exerce o direito democrático de contestar nas ruas.

78 anos é muito pouco na história da humanidade, só um pequeno sopro, e temos aprendido que nenhum avanço pode ser tomado como definitivo, mas nas margens do Ebro, que tanto sangue viu correr, ainda ecoa o verso “pero nada pueden bombas/ donde sobra corazón”.

 

Não lêem jornais na Malaysia Airlines?

rota

Uma rota de aviação comercial que passa sobre um campo de batalha é de doidos varridos. Quem quer que tenha disparado o míssil tem muito menos responsabilidades no sucedido do que uma companhia que faz os seus passageiros correrem tal risco.

Começo a perceber como podem ter perdido o outro avião: esta gente não bate bem da bola.

Avião comercial abatido na Ucrânia?

MH17

Há pouco mais de uma hora, no leste da Ucrânia onde rebeldes pró-russos supostamente semeiam o terror financiados e equipados por Moscovo, foi abatido um avião comercial da Malaysia Airlines com 295 civis a bordo. Desconhece-se, até ao momento, quem terá sido o responsável pelo aparente atentado. Contudo, fonte do Ministério do Interior ucraniano confirmou que o avião foi abatido por um míssil disparado na região de Donetsk, um dos redutos dos separatistas. Os rebeldes pró-russos já vieram a público negar qualquer envolvimento no sucedido.

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No camarote com Putin: a história de um embargo que não existe

Putin

De um momento para o outro, talvez por obra e graça do divino Espírito Santo, deixou de se falar nesse ícone da violação dos direitos humanos que é a Rússia de Vladimir Putin. É possível que o futebol, que como sabemos tem a particularidade de ofuscar e adiar as mais variadas preocupações do ser humano, esteja por trás deste fenómeno. Até porque, como a foto em cima nos mostra, a Europa civilizada conseguiu partilhar o camarote da Dilma com o perigoso ditador soviético. Apesar da Rússia se ter ficado pela fase de grupos do Mundial, Putin foi convidado de honra na tribuna VIP para a final do Maracanã. Não se viu por lá Cavaco Silva.

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À Bastilha

A Revolução Francesa deixou-nos duas prendas: o capitalismo, ao arrasar o Antigo Regime e abrir portas e janelas à burguesia e seus negócios, e  luta pela liberdade e igualdade, que o capitalismo se vai esforçando por impedir.

Carmagnole, uma letra de guerra escrita em 1792 sobre uma dança vinda de Itália, aqui em recriação.

Porto, Cidade das Liberdades

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Fonte.

Tenho Alguma Vergonha da Humanidade

Tenho alguma vergonha da Humanidade, confesso.
Tenho alguma vergonha da Humanidade e sinto mesmo algum cansaço de andar há toda uma vida a ouvir falar da “faixa de Gaza”, a que já a mais nada consigo comparar que a um ghetto, a um campo de morte, a uma câmara de gás, a uma vala comum, a uma pouca-vergonha que nos coloca, a nós – Humanidade – no canto mais escuro e sombrio da sala da iniquidade.

Tenho alguma vergonha da Humanidade, confesso.

Oração

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Não acreditando na tua existência pode parecer um abuso, mas na forma como os homens te criaram, infinitamente bom e misericordioso, escutarás o pedido de um descrente da tua existência como se fosse a de um devoto, sei.

Agora que antes da final um dos teus papas já ganhou a copa e demonstrado de vez não seres brasileiro, garantindo tratamento igual para todos os povos, podias pensar num deles, teu crente, numa parte do planeta onde ainda tens teocracias, que está a levar com os maluquinhos de outro povo, igualmente teu crente, a matar pessoas todos os dias, e a malta já nem repara, nem dá importância, bombardeamentos em Gaza mal é notícia.

Mas devia ser; tal como judeus e ciganos no século passado foram amuralhados antes do extermínio final, agora temos os palestinianos, mais pós-moderno mas o mesmo gueto, os muros, o mesmo apartheid, mas com muito mais dinheiro espalhado pelo mundo para comprar a tolerância com o invasor, a propaganda, para adquirir o silêncio dos mortos.

Também podia dizer umas coisas sobre essa insistência em deixares os teus fanáticos divididos em religiões que se isarael-ó-palestinizam umas às outras, um pouco por toda a parte, mas era abuso, um ateu conhece os limites, fico, caro Deus, por Gaza. Obrigado.

imagem: Prisioneiros ciganos no campo de Belzec, Polónia, 1940.

O jornalista alemão Harald Schumann

veio a Portugal filmar a nossa miséria pós-troika e entrevistar pessoas para o seu novo documentário. O governo não aceitou falar com ele. Em Outubro passado o Aventar legendou o seu «Quando a Europa salva os bancos quem é que paga?».

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Jornalismo, socialismo, capitalismo [França]

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O jornal francês Libération também procura o modelo de negócio do jornalismo do futuro, se possível sem ter de abrir um restaurante ao lado da redacção. Entretanto, o director nomeado pelos novos accionistas (mas os assalariados poderão recusá-lo com mais de 66% de votos contra) aposta tudo no digital, na redução de jornalistas e em mais trabalho para os que ficam. «Para combater o liberalismo», afirmou ontem perante a redacção inteira reunida e «fazer do Libération o jornal de todas as esquerdas» (à imagem do que François Hollande também dizia, na campanha eleitoral para a presidência que ganhou, e a que aliás o Libération prestou vergonhosa vassalagem). Sente-se a desconfiança dos jornalistas no olhar da maioria, cheira-se o medo: o medo de ir parar ao matadouro de fazer desempregados, em muitos casos para o resto da vida.

E nada de tudo o mais que disse Laurent Joffrin (para quem esta nomeação poderá constituir um regresso ao jornal onde se fez jornalista e cuja redacção já dirigiu) parece minimamente relevante, apesar de sê-lo: o combate pela recuperação da credibilidade do jornalismo, numa sociedade que, tal como a nossa, o vê com os maus olhos de quem o sabe minado por toda a sorte de compromissos anti-jornalísticos: com os poderes políticos e financeiros, com os interesses de classes particulares, com a mediocridade que incessantemente vemos espelhada num jornalismo preguiçoso e indigno de sociedades supostamente civilizadas e democráticas. [Read more...]

É uma injustiça

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Por muito menos do que isto o Pepe levou vermelho directo.

Esquerda ou Direita?

Onde se fala de Socialismo, Nazismo, Fascismo. Excelente artigo que recomendo a algumas pessoas que escrevem ou comentam por aqui. A ver se aprendem ao menos a evitar colar rótulos a terceiros, apenas porque sim…

Passos Coelho é um perigo para a democracia

Leio com incredulidade as reacções do PSD, do CDS e de Passos Coelho, em particular, face ao chumbo do TC. Um pensamento que se ia formulando materializou-se agora com estas declarações:

«Como é que uma sociedade com transparência e maturidade democrática pode conferir tamanhos poderes a alguém que não foi escrutinado democraticamente», questionou Pedro Passos Coelho, apontando para o caso dos Estados Unidos da América em que os juízes «escolhidos para este efeito têm um escrutínio extremamente exigente», disse. «Não temos sido tão exigentes quanto deveríamos ter sido» [TSF]

Toda a estratégia de legislar para além da lei, primeiro evocando uma situação de emergência e transitória, depois tornando-a definitiva e, por fim, mostrando-se surpreendido com as decisões de ilegalidade das suas medidas, em vez de aceitar que pisou e ultrapassou o risco, mostra que Passos Coelho é o maior perigo que temos neste país ainda democrático. Não se trata de uma voz mas de um coro a carpir por não poder legislar fora do nosso quadro legal. [Read more...]

Compreendem agora os resultados das europeias?

1. Pouca vergonha. Sim, é o termo correcto. Uma pouca vergonha. Quem? Os partidos do centro. Desde a luta fracticida (literalmente pelo poder) de Costa e Seguro no Partido Socialista Português, passando pelos sucessivos escândalos que tem sido revelados publicamente nas últimas semanas no seio do UMP francês, pelo Hollandismo bacoco, degradante e tremendamente impopular, ou pelo tugúrio vazio de ideias que os Partidos de centro-esquerda europeu estão neste momento a passar. Salve-se Rubalcaba em Espanha e Matteo Renzi em Itália. Reconhecendo o total falhanço da sua liderança, decidiu demitir após mais uma derrota eleitoral do PSOE Espanhol nas europeias.

2. De Costa e Seguro. Não demorou quem, na imprensa, tratasse de publicar peças jornalísticas sobre as várias lutas travadas entre Seguro e Costa durante 30 anos na Juventude Socialista e no Partido Socialista. [Read more...]

A menina do papá e o filho da mãe

José Xavier Ezequiel

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A rapaziada de esquerda entrou em pânico com os resultados eleitorais das Europeias no Reino (dito) Unido e ‘na’ França.

O que sucedeu no ‘reyno de sua majestade’ não interessa para nada. No que diz respeito à questão Europeia, quero eu dizer. Qual lady Godiva, sempre esteve com um pé no estribo e o outro arreado. Só o facto de não ter aderido ao Euro, diz tudo. No fundo, nada de novo. Já Churchill afirmava — “Nós estamos com eles, mas não somos como eles”.

No entanto, o que se passa em França conta. E muito. Já que mais não seja porque, juntamente com a Alemanha, foi um dos dois grandes países fundadores da hoje União Europeia. Se ainda se lembram, durante décadas falava-se do eixo Paris-Bona. Agora, infelizmente, resta o eixo Berlim-Berlim. [Read more...]

Ai!

Os vários canais de televisão estão embevecidos com estas histórias de princesas e princeses. Ai que magnânimo e sábio que foi o rei! Ai que jovem tão aprumado e educado que é Filipe! Ai a anorexia de Letícia! Ai que bondoso foi o príncipe que casou com uma plebeia! Ai o partido socialista espanhol que é republicano mas jurou defender para sempre a monarquia! Ai que os malandros dos republicanos, que não percebem nada disto e não sabem nada de amores românticos, andam na rua a exigir um referendo! Aiii!!

Onde para o socialismo? Para onde vai o PS?

juan carlos

© Pedro Armestre/AFP (http://bit.ly/1hR4b82)

Hoje, antes da notícia do dia, li o artigo Onde pára o socialismo, e para onde vai o PS?, de Elísio Estanque.

Elísio Estanque escreve “exceção” (sim, com aspas). Elísio Estanque escreve atual. Elísio Estanque escreve atualização. Elísio Estanque escreve projeto. Elísio Estanque escreve espetáculo. Elísio Estanque escreve direção. Elísio Estanque escreve ruturas. Elísio Estanque escreve efetiva. Elísio Estanque escreve pára. Elísio Estanque escreve pára? Sim, Elísio Estanque escreve pára. Elísio Estanque adopta o Acordo Ortográfico de 1990? Elísio Estanque escreve pára. Elísio Estanque escreve “onde para o Socialismo”? Não. Elísio Estanque escreve “onde para a ousadia”? Também não. Elísio Estanque escreve “onde para a social-democracia”? Ver respostas anteriores.

Elísio Estanque, onde pára o Acordo Ortográfico?

Post scriptum: Juan Carlos não abdicou. Juan Carlos anunciou que pretendia abdicar.