
A FIFA entregou a organização do Mundial de 2026 à candidatura conjunta do México, EUA e Canadá, o que é uma excelente notícia, porque tem tudo para correr bem. Pelo menos a julgar pelo estado das relações entre os três países, com especial destaque para esse portento da diplomacia em que se transformou a América de Trump.
Por falar em trogloditas, será que Donald Trump termina o muro que os mexicanos vão pagar, a tempo do Mundial que vão organizar em conjunto com o Canadá do “desonesto e fraco” Trudeau? Ou será preciso chamar o “talentoso” Kim Jong para meter ordem na casa?











Para se ser comentador televisivo, é necessário, na esmagadora maioria dos casos, possuir uma de duas características: pertencer a um partido que esteja ou tenha estado no governo e/ou não dominar os assuntos que se comenta. A primeira é muito comum e a segunda é obrigatória. Há uma terceira hipótese que não se pode provar, mas de que se desconfia: os comentadores televisivos dominam os assuntos mas mentem, que o poder e o dinheiro (que é poder em forma de papel-moeda) a isso obrigam. Em qualquer dos casos, é fundamental não se ter vergonha na cara, porque quem fala do que não sabe irá errar muitas vezes e quem mente profissionalmente precisa de se sustentar.




[Miguel Teixeira]









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