O plural majestático da culpa não vai derrotar a extrema-direita

José Mário Branco já ironizava. Na hora de tirar lições, a culpa é de todos no geral para não ser de ninguém em particular. Essa incapacidade crítica tem certamente responsabilidade no pior resultado eleitoral da esquerda da história democrática. Pior do que a derrota eleitoral, que já seria má, é essa derrota ser o espelho da relação de forças em vários campos de batalha da nossa sociedade, das tascas às redações, dos andaimes à academia. A baixa intensidade da generalidade do movimento social e sindical – salvo poucas e honrosas exceções – associado a uma juventude muito individualista, e, consequentemente, muito à direita, devia levar todos a pensar que é um ato de loucura tentar mudar a realidade a repetir uma equação com os mesmos parciais, à espera de um resultado diferente.

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Bicampeões

Ontem estive em Alvalade, À medida que se aproximava a hora do jogo, o nervoso miudinho, receio que ainda não fosse desta que poderia festejar algo que desconhecia, porque nunca aconteceu durante o meu tempo de vida, apesar de já não ser propriamente jovem.

Após uma primeira parte sofrida, as bancadas repletas com 49 mil pessoas a puxar, a quererem muito conquistar este campeonato, veio o 1º golo marcado por Pedro Gonçalves, recentemente recuperado de grave lesão e já perto do final o 2º, provavelmente o último de Gyokeres perante o seu público.

Final do jogo, explosão de alegria, festejos no estádio, nas ruas, em muitos lares de Portugal e não só, onde quer que estivesse um sportinguista certamente houve celebração desta conquista.

Não havia necessidade, Presidente Carlos Moedas… – Epílogo

Já depois das 13h00 de ontem, hora de encerramento compulsivo da actividade, os estabelecimentos comerciais visados pelo despacho da CML foram informados pela PSP que poderiam continuar em funcionamento até às 16h00.

A comunicação chegou tarde e a más-horas, apesar do incumprimento estar a ser generalizado, os restaurantes continuavam abertos, mas várias reservas haviam sido canceladas e muitos clientes escolheram outros locais para almoçarem.

Este episódio mostrou uma liderança fraca, errática da autarquia lisboeta, navegando ao sabor do coro de protestos que ecoou no país. O executivo de Carlos Moedas nunca teve um plano de segurança, nem se articulou com a Junta de Freguesia e muito menos ouviu os comerciantes, que seriam os primeiros interessados na segurança dos seus espaços, que obviamente não queriam vandalizados.

Episódio lamentável e desnecessário da inteira responsabilidade da CML.

Não havia necessidade, Presidente Carlos Moedas…

É fácil tomar decisões políticas quando as consequências apenas afectam terceiros. Um despacho da CML presidida por Carlos Moedas, assinado pelos vereadores João Moura e Rui Cordeiro, determinou o encerramento hoje a partir das 13h00 de vários estabelecimentos nas imediações do Estádio Alvalade. Lê-se no despacho que o mesmo responde a solicitação da PSP. Questionado por vários munícipes nas redes sociais e através de email, Carlos Moedas tenta passar a mensagem que nada pode fazer, algo que ninguém com um mínimo de inteligência acreditará. [Read more…]

Chega, um partido ao serviço dos mais ricos

De todas as parvoíces que vejo a claque de André Ventura disparar, a mais patética, parece-me, é aquela que coloca o líder do CH no papel de Robin dos Bosques do Parque das Nações:

  • Ele vai tirar aos poderosos para dar aos mais pobres.

A primeira evidência que esta ideia estapafúrdia deixa a nu é a incapacidade da maior parte dos apoiantes do CH ser incapaz de ler o programa do partido ou de ir além dos Tiktoks que vê em loop.

Não vos vou maçar com uma lista exaustiva, mas vou dizer-vos isto:

  1. O CH é financiado pelos milionários que surgem nesta imagem. Muitos deles receberam milhões em contratos com o Estado, como é o caso de José Maria Bravo, dono da Helibravo, que lucrou dezenas de milhões alugando os seus helicópteros ao Estado português, durante governos PSD/CDS e PS. Ou, como se diz em chegano, “andou a mamar”.

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O CH, a cruzada anticorrupção e os amigos corruptos do CH

Acho piada à malta que acredita religiosamente que o CH, se fosse governo, faria mais do que os outros partidos em matéria de corrupção.

Até porque o presidente-herói da maioria deles, Donald Trump, acaba de ser subornado pelo Qatar com um avião de 400 milhões de euros, e não se lhes ouviu um pio. Qatar que, recordem-se, é o albergue e financiador do Hamas. A matou centenas de pessoas na construção do Mundial.

Alguém se indignou?

Nem um.

Pelo caminho, ainda apertou a mão ao novo presidente da Síria, o antigo líder da Al-Qaeda lá do sítio, e prometeu levantar as sanções contra o país. Assim, do nada? Pelos vistos não. Parece que vai nascer uma Trump Tower em Damasco.

Alguém rasgou as vestes?

Claro que não. [Read more…]

Ventura, a indisposição e o lobo

Indisposição de Ventura marca dia em que líder do Chega admitiu vitória de Montenegro

Não sei se aquilo que ontem vimos foi real ou encenação. Vindo de André Ventura, todo o cuidado é pouco. No fundo, é como a história daquele menino que passava a vida a dizer que vinha aí o lobo: depois de tantas mentiras, o comum mortal fica de pé atrás.

A casa que tinha 30m2 afinal tem 70 e situa-se num condomínio de luxo com piscina e segurança privada.

Os imigrantes que representavam 30% da população do distrito de Braga, afinal só representam 3.3%.

Os imigrantes que andavam a viver à nossa custa afinal estão a garantir a sustentabilidade da Segurança Social.

A criminalidade que estava a crescer afinal não está, e a mentira é desmontada pelos números das forças de segurança e do RASI, que o veio confirmar: em 2024 caiu 4,6% face a 2023. [Read more…]

Burros que nem uma rocha

Fotografia retirada do site do Observador.

Como sabem, nada me une ao Rui Rocha. Muito menos à IL. Aquilo que hoje foi feito, é uma parolada. Como já tinha sido uma parolada o que fizeram ao Montenegro no ano passado (o que se seguiu a isso foi vergonhoso também, da parte do próprio, mas são outros quinhentos).

Ora, que efeitos tem o Rui Rocha apanhar com pó verde? Nenhum. Dá para encher noticiários e os comentadeiros andarem a botar faladura sobre nada.

Agora o resto. Como comecei por dizer, nada me une ao Rui Rocha. E tenho evitado tecer comentários sobre o Rocha e sobre a IL. Porquê? A esposa de Rui Rocha luta, neste preciso momento, contra um cancro. Tudo o resto é secundário. O combate político fica para outra altura, deixando o homem fazer campanha. O combate de ideias continua, mas há que haver um pouco mais de tacto, por agora. Empatia é para todos, não se esgota só nos nossos. É de um esforço hercúleo, de Homem, conseguir estar em campanha e, a seguir, ir para casa para um ambiente que não será o melhor e, mesmo assim, tentar transparecer uma postura de optimismo.

O que fizeram hoje revolta-me, porque o combate não é isto e cada vez percebem menos. Badamerda para todos. E força Rocha!

NOTA: se da próxima vez quiserem invadir um comício dos liberais com pó, levem antes o que vem da América do Sul… eles são mais adeptos dessas farinhas: ¡Viva la libertad, carajo!

Considerem-se Avisados


Duas imagens que devem ser lidas em conjunto.
Porto a 1 de Maio de 1974 e Expresso a 9 de Maio de 2025.

Brunson, Jalen Brunson

Pessoas que namoram com bonecos gerados por Inteligência Artificial

Antigamente, dizer que vivíamos numa simulação era coisa de ficção.

Chegados a 2025, viver numa simulação é uma escolha.

Buongiorno

Primeira mão

Segunda mão

Convide-se Hervé Vilard, o original, para o próximo “São Bento em Família”

O apagão e os interesses privados

João Sedas Nunes

Num sentido de que o próprio não se terá dado conta, as explicações prestadas pelo Administrador da Ren por volta das 18:30  do dia 28 de abril foram muito esclarecedoras. Ressalto duas afirmações.

  1. Que o “apagão” resultou de que, à hora do colapso do sistema elétrico, por razões de preço inferior, este importava energia elétrica de Espanha;
  2. que teria sido e será possível criar redundâncias que prevenissem o “apagão”, mas que tal implica aumento significativo do custo da eletricidade para o consumidor final.

Traduzindo, tudo se resume a opções logístico-operacionais e tecnológicas ditadas pela maximização da rendibilidade económica do sistema empresarial que fornece os serviços de eletricidade. Nem lhe passou pela cabeça que o custo das “redundâncias” fosse absorvido pelos elevadíssimos lucros que o negócio do fornecimento de energia elétrica proporciona – está quieto reduzir os dividendos pagos aos acionistas.

Há empresas que não devem estar no sector privado. No sector energético, é o caso da Ren, como é também o caso da EDP. Trata-se menos de relevar o papel do Estado na vida pública do que de reconhecer que a proteção e promoção de certos bens comuns essenciais não pode estar nas mãos de atores que, por definição, cuidam em exclusivo de interesses privados. A lógica da gestão privada é a da defesa dos interesses económicos dos acionistas das empresas, não dos seus “clientes”.

Quando forem votar lembrem-se de duas coisas:

a) que a visão liberal da economia (mais extremada na IL ou no Chega, mas igualmente prevalente na AD e em parte do PS), na “hipótese mais benigna”, propõe “cegamente” reduzir à função de regulador o papel do Estado na economia;

b) que, por isso mesmo, estruturalmente, se trata da visão que mais favorece episódios de disrupção de serviços fundamentais como o ocorrido ontem.

Abaixo a oligarquia! Vivam os Trabalhadores!

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas, multidão, o Portão de Brandemburgo e a Rijksmuseum

Neste tempo estranho, em que a nova oligarquia bilionária nos quer mais pobres, precários, desunidos e submissos, defender o valor do trabalho e dos trabalhadores é mais do que afirmar direitos. É marcar uma posição de oposição contra a opressão mascarada de “mercado-livre” e de outras liberdades fictícias que teimam em aplicar-se apenas às elites que financiam o terrorismo libertário e neofascista. Punho erguido contra eles!
Feliz Dia do Trabalhador, gente boa. Maio começa hoje, mas o espírito de Abril perdura 🌹

Bem jogado, Donald!

No início do ano, os Conservadores canadianos estavam cerca de 20% acima dos Liberais nas sondagens. No poder desde 2015, os Liberais estavam desgastados e arriscavam ficar, pela primeira vez, abaixo do segundo lugar, atrás do NDP.

Mais eis que entra em cena Donald Trump, com a narrativa a anexação, o discurso mais hostil da história contra o Canadá e as suas patéticas tarifas. E alguns líderes conservadores, infectados pelo vírus do populismo, alinharam no fanatismo MAGA. Entre eles o líder do partido Pierre Poilievre.

Resultado?

Gerou-se uma onda de unidade nacional anti-Trump, os Liberais inverteram a tendência, venceram a eleição e o “traidor” Poilievre não foi sequer eleito para o Parlamento.

Mais um grande feito para juntar à longa lista de acontecimentos notáveis dos primeiros 100 dias de Donald Trump na Sala Oval.

Poético.

Comício em Família

Primeiro, Luís Montenegro adiou a abertura ao público dos jardins do Palácio de São Bento, tradicionalmente parte da agenda oficial das celebrações do 25 de Abril, com a esfarrapadíssima desculpa do luto pelo Papa Francisco, que o Vaticano decidiu começar a dia 26 de Abril.

Adiou para quando?

Para o período de luto pelo Papa Francisco, decretado pela Santa Sé, que termina a 4 de Maio.

Percebem o gozo que nos estão a dar?

Agora, no feriado do Dia do Trabalhador, decide transformar o Palácio de São Bento na Festa da Família, seja lá o que isso for. [Read more…]

Apagão na selva

Esta é uma imagem real de um Mercadona na zona do Porto.

E diz-nos quase tudo o que precisamos de saber sobre o que se passou ontem.

Basta um apagão de algumas horas para entrarmos todos em paranoia e correr para os supermercados para comprar 100 litros de água, 500 rolos de papel higiénico e latas de atum para alimentar 10 pessoas durante 1 ano.

Pelo caminho, também dá para que alguns trogloditas resolvam diferendos sobre enlatados à chapada, como foi reportado em vários pontos do país. [Read more…]

Portugal de cu ao léu

Imagem de Iara Sobral.

Portugal vendeu os anéis. Eventualmente, vendeu os dedos. Hoje, dá o cu. Não se queixem, meus iluminados. Sejamos soberanos, pelo menos uma vez.

Deixem as crianças em paz, fachos!

“Confrontos no 25 de Abril: rapaz de 13 anos identificado entre os agressores da extrema-direita.”

25 de Abril no Porto: fotografias

Os Aliados encheram para receber as comemorações dos cinquenta e um anos da Revolução.

Viva Abril, viva a Liberdade.

Fotografias: João L. Maio

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25 de Abril para todos

Homo sum: nihil humani a me alienum puto.
Terêncio
‘Sou homem: considero que tudo o que é humano me diz respeito.’

No dia 12 de Março, Kilmar Abrego Garcia foi detido em Baltimore. No dia 15, foi enviado para El Salvador, de onde tinha fugido em 2011. Abrego Garcia foi enviado para o país de origem, para o Centro de Confinamento do Terrorismo, uma prisão em que estão 40000 reclusos,  com base em acusações que não estão provadas, o que, numa sociedade civilizada, quer dizer que é inocente.

De um lado, está Trump, com o discurso musculado dos cobardes poderosos, praticantes de um marialvismo bacoco que fascina os que acreditam que as vítimas serão sempre os outros. Do outro lado, está Nayib Bukele, presidente de El Salvador e lambe-cu de Trump, não necessariamente por esta ordem, que já decidiu, sem necessidade de tribunais, que Abrego Garcia é um terrorista que, portanto, não pode ser devolvido aos Estados Unidos, mesmo que, repita-se, não haja nenhuma condenação em tribunal.

O mundo sempre foi dirigido por bestas que se comportam como qualquer um de nós, que somos capazes de decidir que alguém é culpado de alguma coisa porque tem mesmo cara de ser culpado dessa coisa. A História, no fundo, é esta contínua luta contra a barbárie em que nos espojamos, uma luta contra os nossos caninos sedentos do sangue de iguais. As leis, a civilização e a decência atrapalham-nos muito. [Read more…]

25 de Abril: a luta continua. Sempre!

Num tempo em que o ódio, o racismo e a maldade saem à rua sem vergonha, celebrar Abril torna-se ainda mais importante.
Existencial.

Na rua, em casa ou nas redes sociais, manter viva a memória da revolução, as suas conquistas e a brutalidade de que nos libertou é, parece-me, uma obrigação de todos os democratas. Para travar os que tentam reescrever a história e convencer-nos de que no tempo da guerra, da miséria, do analfabetismo, da censura e da corrupção salazarista é que era bom. Não era. E não admira que os defensores desta ideia estapafúrdia sejam os mesmos que hoje têm sonhos molhados com Putins e Trumps. Não tenhas ilusões: no dia em que lhes for permitido, entregam tudo aos oligarcas e atiram-te pela janela do 17.º andar.

A luta continua, não porque este seja um slogan bonito, mas porque a democracia é um projecto sempre em construção, sempre inacabado e sempre alerta para resistir aos novos fascistas. E por muito que guinchem e estrebuchem, são e continuarão a ser a minoria. É por isso que desejam a ditadura. Porque só assim conseguem impor a miséria ignorante à maioria.

Resistiremos!

25 de Abril SEMPRE, fascismo NUNCA mais!

Quadrados

Alguém sabe quantos metros quadrados tem o palheiro com logradouro do Luís Filipe Vieira?

#JUNTOS

Agora e na hora da morte do Papa, amém

André Ventura, sempre a postos para instrumentalizar a fé em proveito próprio, agradeceu hoje ao Papa Francisco “por tudo”.

O mesmo André Ventura que, não há muito tempo, acusou Francisco de prestar “um mau serviço ao Cristianismo” e de contribuir “para destruir as bases do que é a Igreja Católica na Europa”.

Haver tanta gente que confia neste cata-vento, capaz de afirmar tudo e o seu contrário, é algo que nunca vou compreender. Como nunca vou compreender como é possível alguém achar que Ventura ou outro extremista de direita representa os valores do Cristianismo, como se Jesus tivesse pregado o ódio aos imigrantes e a vassalagem aos oligarcas. Alguém saltou Mateus 25:35 e encontro com os vendilhões do templo.

Francisco era a antítese de políticos como Ventura e de toda a propaganda de ódio e divisão da extrema-direita. Nunca o perdoarão. Perdoar seria demasiado cristão para eles.

Descansa em paz, Francisco

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e a texto

Partiu o Papa que tentou e conseguiu reaproximar a Igreja das pessoas.
Vai deixar saudades.
Eu terei saudades dele.
Descansa em paz, Francisco 🤍

 

E vocês…

… de zero a dez, quão psicopatas são?

Diário de Notícias. 2020.

Correio da Manhã. 2025.

O que separa a IL do Chega?

Números, apenas números.

 

Vamos falar do nojo

jornal Público

Vamos falar um bocadinho do nojo?! Vamos, pois.

Anda toda a gente a cavalgar a onda. Sem informação, sem um pingo de empatia, sem um esgar de humanidade. Só cavalgar. Mas vocês são quem, o D. Quixote? Assim montados são mais a Cicciolina.

Por mim, tudo bem. Façam-no. Aliás, por mim, expulsem-nos a todos. Deixem só ficar os reformados ingleses, holandeses e alemães. Mas daqui a três, quatro, cinco anos, pio calado. Nem um ai sobre falta de mão-de-obra, sobre o colapso da Segurança Social, nem um sus sobre a estagnação total. Calem-se só.

Não há uma frase sobre os direitos e deveres de quem vem para cá fazer vida, trabalhar. Há, sim, o discurso punitivo, o “extraterrestre ilegal”. Eu tenho vergonha desta merda, porque havia gente no bidonville, amontoado, cheios de merda até ao pescoço, foram de cá para lá sem nada, eram empurrados, guetizados, ilegais. [Read more…]

Confrontem André Ventura com isto

Framing a Trump-Putin Meeting: A Short Guide to US-Russia Summits Past -  Atlantic Council

“Não se começa uma guerra contra alguém 20 vezes maior e depois se espera que as pessoas lhe deem mísseis”

A frase é de Trump e acompanha mais uma regurgitação populista do Fascist-in-Chief americano, que voltou a acusar Zelensky de ser o responsável pela invasão decidida por Putin.

É um novo capítulo da novela russa, que começou um concurso de misses em Moscovo, poderá ou não incluir uma filmagem de uma orgia com prostitutas e trocas de urina, seguiu para a interferência de Moscovo em favor de Trump nas eleições de 2016 e conhece agora novos episódios, marcados por beijos do Donald na zona traseira do Vladimir, a quem dá tudo sem pedir nada em troca, incluindo manter o regime russo a salvo das tresloucadas tarifas pensadas por um tipo que as justifica citando um académico que não existe, e cujo nome é um anagrama do seu. [Read more…]