Sou apenas um cibernauta de modestas capacidades, procurando extrair benefícios do acesso a informação e conhecimentos, proporcionado por esse imenso – e por enquanto livre! – mundo da Internet. A exemplo do que sucede nas actividades da vida, também, no uso da Internet, procuro agir em estrito respeito pelas normas vigentes.
No passado dia 28 de Novembro, publiquei este ‘post’, ilustrado por vídeo divulgado, então sem reservas de privacidade, no ‘Youtube’. As imagens mostravam o chefe-economista da OCDE, Carlo Padoan, a alertar para a necessidade dos países europeus, mas também dos EUA, preparem medidas sérias para minimizar os efeitos da profunda crise prevista para 2012.
Hoje, da parte de alguém que se auto-intitula de “Lagartices”, recebi o seguinte aviso:
Só para avisar que o vídeo colocado neste post não pode ser visualizado (This video is private)…
Cumpridor de normas, e para evitar problemas devidos à posterior classificação do vídeo como privado, decidi substituí-lo por um outro da “Euronews”. No fundo, das imagens e do que é relatado, pode ser formulado idêntico juízo: 2012, segundo a OCDE, será um ano de agravadas complexidades económicas e sociais para os Europeus.

Lembro-me da falecida e insuspeita Maria José Nogueira Pinto, há uns anos, em conferência na Universidade Lusófona, ter afirmado: “O sector da saúde é muito atractivo para negócios e há muitos pretendentes a abocanhar as iguarias do SNS, esquecendo os direitos dos cidadãos”. É justamente pela concepção inerente a esta frase que alinho o presente ‘post’. Nas reviravoltas governamentais para a saúde, foi cometida a incumbência de um estudo, mais um, a um chamado ‘Grupo de Reforma Hospitalar’ ou coisa parecida, nomeado pelo ministro Paulo Macedo.
A maldita troika andou por cá. Em cada passagem, o tenebroso trio ataca sem pudor nem piedade direitos de cidadania básicos. Sobretudo, a frágil qualidade de vida de milhões de portugueses.
Cavaco Silva, há tempos no ‘Expresso’, inspirou-se na 







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