Estudo da Avaaz apontou que 98,21% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PSL), acreditaram e pelo menos duas notícias falsas que receberam durante a eleição.
Fake news sobre urnas adulteradas, kit gay e etc foram alguns dos conteúdos que se espalharam rapidamente por redes sociais entre os eleitores de Jair. Como disse o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, a rádio francesa France Inter, “o Brasil ficou louco”, mas já estava dando sinais de insanidade.
A Organização dos Estados Americanos (OEA) afirmou que o fenômeno observado no Brasil de uso massivo de fake news para manipular o voto por meio de redes privadas “talvez não tenha precedentes. Diversas pesquisas conduzidas antes do segundo turno por outros institutos concluíram que a maioria das notícias falsas foi direcionada contra o Haddad e o PT. (Fonte Valor).
Para completar a grande rede de mentiras e meias verdades, a censura esta se alastrando a ponto de jornalistas e integrantes da imprensa serem proibidos de companhar eventos em que o político esteja presente.
“Conhecereis a mentira e ela vos aprisionará”. Tá na Bíblia.








Já acompanhei alunos em visitas à Assembleia da República. De uma maneira geral, ficam espantados com o comportamento de alguns deputados que, enquanto alguém está a discursar, passeiam pelas bancadas, lêem o jornal ou conversam em pequenos grupos de costas para o púlpito. Numa dessas ocasiões, um aluno chegou a dizer-me: “Se nós fizéssemos o mesmo, o professor marcava-nos falta disciplinar.”
No dia em que Bolsonaro foi eleito Presidente do Brasil, a deputada estadual Ana Caroline Campagnolo publicou a abjecção que se pode ver mais acima e que está ao nível dos 









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