
Mudar o logótipo como primeira medida. Resolver um “problema” de segurança que o relatório oficial não confirma. Uma rusga para as televisões transmitirem. Alterar a lei do trabalho quando nem os patrões o pediram. Submissão de uma lei da nacionalidade manifestamente inconstitucional, misturando o tema com emigração.
Podíamos continuar. O traço comum está em resolver problemas que não existem ou não têm prioridade.
Pelo caminho ficou o trabalho real para fazer.
A catástrofe de origem climática teve ainda mais impacto devido a um governo que nada fez para preparar o país. O spin que por aí anda a ser plantado é que ninguém poderia parar a tempestade e só restaria reagir.
Errado.
Nada se fez quanto ao SIRESP. Montenegro desvalorizou a catástrofe e, nessa linha, optou por não activar a ajuda internacional. Pelo caminho, regista-se a preocupação com a propaganda, visível nos episódios do vídeo e da photo opportunity em que o Exército participou. E sabia-se que o impacto seria forte – o IPMA sabia. Faltou o Governo fazer o resto do país também o saber.
Um Governo a trabalhar para a percepção quando é preciso foco na acção.
A demissão não surpreende. Mais 16 demissões e está o problema resolvido.
Nota – na imagem, Carmona Rodrigues a pagar o soldo pela nomeação ao suavizar a incompetência na gestão da crise.
“Someday, and that day may never come, I will call upon you to do a service for me. But until that day, accept this as a gift on my daughter’s wedding day.”






























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