Guerra, o modo de vida da Iniciativa Liberal

Não é novidade para ninguém que BE e PCP são contra a presença de Portugal na NATO. São-no desde sempre. E, convenhamos, trata-se de uma opção ideológica e programática perfeitamente legitima, que diz respeito a cada partido. Há quem já não se lembre, mas o CDS também era eurocéptico. O próprio Cavaco Silva chegou a afirmar que a UE não era para toda a vida.

Sou a favor da presença de Portugal na NATO, até pela nossa dimensão e vulnerabilidade, o que não invalida que tenha críticas ao funcionamento da organização, que, na prática, é um instrumento de política externa dos EUA, no interior do qual todos os outros são Estados-clientes do Pentágono.

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PCP 2008 (ou como isto não começou na semana passada)

A fé (ou as fezes) que nos guia

Em 1991 caía a União Soviética.

Formada em 1922, depois da revolução soviética de 1917, teve o mérito inicial de depor os cazaristas que usurpavam ao povo o que era do povo. Depois disso, mais imperialismo, fome, terror e morte. Durante os anos em que esteve edificada, e ao contrário do seu propósito inicial, a URSS mais não foi do que um Estado imperialista, comandado por um psicopata tirano que governou como governam todos os psicopatas tiranos: a bel-prazer e tirando, para si e para os seus, os maiores dividendos, mantendo o povo de barriga colada às costas. Foi assim com Estaline, foi assim com Hitler e Mussolini, foi assim com Franco e Salazar, é assim com Putin e Castros, é assim com Maduro e Xi, é assim com Órban e foi assim com Netanyahu, é assim com a maioria dos presidentes norte-americanos, que vão provando a decadência do “sonho americano”.

Depois do preâmbulo, voltemos a 1991, aquando da queda da URSS. Cai a URSS, ficam a Federação Russa e um punhado de países, agora independentes. Ora, depois de assinados os acordos que dissolviam a União Soviética e dada a independência aos países do antigo Bloco de Leste, várias questões se levantaram. Uma delas a das armas nucleares. Como é sabido, os vários países que compunham a URSS ficaram, depois de 1991, detentoras de ‘n’ armas nucleares. Mas não por muito tempo. Em 1994, Boris Ieltsin e Leonid Kuchma, presidentes da Rússia e da Ucrânia, respectivamente, firmavam o Memorando de Budapeste. Este Memorando aprovou o envio de cerca de mil e seiscentas armas nucleares remanescentes da URSS, por parte da Ucrânia, à Rússia. [Read more…]

O Equilíbrio do Terror #8 – Lukashenko nuclear

Entretanto, na Bielorrússia, o fim de semana foi de referendo. Com a invasão da Ucrânia em curso, na qual Lukashenko está a participar, e 30 mil soldados russos no território, a garantir que o processo decorre com a necessária “normalidade”.

Surpreendentemente, 62,5% da população votou favoravelmente o fim do estatuto de neutralidade nuclear do país. E digo surpreendentemente, na medida em que era expectável que 99,8% dos bielorrussos estivessem devidamente alinhados com as directrizes transmitidas pelo Kremlin ao fantoche de Minsk.

Perante este resultado, que configura, também ele, uma ameaça ao Ocidente, é meu entendimento que a NATO deverá responder e não ficar de braços cruzados. Se Putin instalar capacidade nuclear na Bielorrússia, talvez não seja má ideia acompanhar a escalada e entrar no jogo da dissuasão. Estou certo que os Estados Bálticos aceitarão, de bom grado, que se instalem uns quantos mísseis no seu território. São Petersburgo está ali ao lado, Kalininegrado também. E Moscovo é já além…

A realidade

Lixa-nos a realidade. Foi-se o lirismo.

Somos sempre pela paz. E nunca queremos a guerra. Por isso, entrincheiramo-nos… para fazer a guerra. Ou será a luta pela paz? Será possível querer paz fazendo a guerra? Ou é uma contradição?

Sem lirismo, a realidade: é por perpetuarmos as guerras que não atingimos a paz. E enquanto houver quem se queira entrincheirar nas guerras dos burgueses, o povo continuará a ser, apenas e só, figurante.

Choninhas soberanos baixam as calças ao “imperialismo de bem”

Corre por aí uma tese: tens de apoiar um lado. Sim, tens de apoiar um lado mesmo que ambos os lados sejam péssimos! Nazis ou fascistas? Escolhe rápido!

“Aqueles também são filhos da puta, mas são os meus filhos da puta”, dizem por aí.

Os choninhas portugueses, soberanos, fazem sempre a mesma escolha: dar o cu a quem o quiser. Assim é, também, neste caso.

Deixem-se de merdas; não tens de escolher um lado entre EUA/NATO e Rússia coisa nenhuma. Se num cenário como este, o que te dão a escolher é entre o vómito e a diarreia, foge. O lado que tens de escolher é: PAZ ou GUERRA?

Por tal, Portugal agora tem uma missão. A saber:

Revogar os vistos gold dos oligarcas russos (1), acolher os refugiados ucranianos que fogem da guerra (2) e apoiar as várias sanções à Rússia (3).

Por fim, ficar bem longe das intenções de resposta de instituições nazis como a NATO (4) que só perpetuam a guerra. Escolher a paz.

Caros senhores da guerra,

Não há imperialismo bom e imperialismo mau.

Existe Rússia, China, EUA, UE e NATO. As ententes da guerra. Espero que se fodam todos bem fodidos.

Só o povo salva o povo.

Protesto anti-guerra. Estados Unidos da América, 1970. Autor desconhecido.

Polónia e Estados Bálticos accionam artigo 4° do Tratado do Atlântico Norte

Via Associated Press

O Equilíbrio do Terror #1 – Realpolitik, from Kiev, with (no) love

Quando o Kosovo declarou independência da Sérvia, a decisão foi entusiasticamente reconhecida e apoiada pela Administração Bush. A Federação Russa, por seu lado, já com Putin ao leme, condenou e opôs-se àquilo que considerou uma agressão à soberania da Sérvia. Foi em 2008. Ontem, portanto.

De lá para cá, passaram-se 13 anos. E ontem, sem grande surpresa, os papéis inverteram-se. Putin, qual Bush, decidiu reconhecer a independência dos oblasts de Lugansk e Donetsk como repúblicas independentes. Biden, qual Putin, não demorou a condenar a violação da soberania ucraniana.

Reduzir o que se passa no leste da Ucrânia a “bons” contra “maus” é um completo absurdo. O que se passa na fronteira russo-ucraniana é realpolitik a acontecer. É um embate entre duas potencias que pretendem exactamente o mesmo: reforçar a sua posição e o seu poder. Estão-se nas tintas para os ucranianos, estão-se nas tintas para os separatistas do Donbass, estão-se nas tintas para a segurança da UE. Todos eles são meios para fins que se estão igualmente nas tintas para os actores secundários. Em realpolitik, não existe espaço para considerações éticas ou morais. Hard power, bruto e sem sentimentos, como Nye o descreveu.

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A que horas começa a invasão da Ucrânia?

Nos últimos dias, assistimos a uma parada opinativa de especialistas instantâneos em política internacional, conflitos militares, geopolítica e estratégia. Quase todos asseguraram, baseados em rigorosamente nada, que Putin ordenaria a invasão da Ucrânia ainda hoje. Tão certo como a existência das armas de destruição maciça que Saddam nunca teve, facto que não impediu os freedom fighters liderados pelo Tio Sam de conseguirem a proeza de causar mais danos ao Iraque e aos seus habitantes do que meia dúzia de Saddams. Estranhamente, ninguém ameaçou aplicar sanções aos EUA, UK, Austrália e Polónia, em princípio por se ter tratado de uma invasão do bem. E nada como uma invasão do bem para justificar a destruição de um país e a morte de milhares de civis, que nada teve a ver com os interesses geoestratégicos dos EUA no Golfo. Tal como a tensão na fronteira russo-ucraniana não tem nada a ver com a construção do Nord Stream 2. Só um socialista-comunista-soviético-norte-coreano da Venezuela poderia achar tal coisa.

Abdul Ghani Baradar, o terrorista que Donald Trump normalizou

Abdul Ghani Baradar, actual vice-Emir do Emirado Islâmico do Afeganistão, foi um dos fundadores dos Taliban. Às suas ordens, milhares foram presos, torturados e mortos. Baradar matou, impôs o totalitarismo religioso, oprimiu mulheres e crianças, semeou o terror.

Em 2010, Baradar foi detido na cidade paquistanesa de Karachi. Foi libertado oito anos mais tarde, devido à influência decisiva da administração Trump. O que me leva a afirmar que os EUA estiveram envolvidos na libertação do líder terrorista são as palavras do enviado especial de Washington, Zalmay Khalilzad, que o reiterou. E quem sou eu para duvidar das palavras do enviado de Trump que Biden manteve no cargo.

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Trump pairando sobre os céus de Londres

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Ao contrário do que muita gente por aqui acha, Trump não é propriamente destituído de inteligência prática e sabe exactamente onde quer chegar.

Trump quer redesenhar a política mundial, nem mais nem menos, e pô-la ao serviço da “America great again” e das grandes corporações privadas, fazendo tábua rasa de organizações humanitárias e/ou garantísticas, género ONU ou UNESCO, e blocos transnacionais como a CE, as quais, na sua concepção, só atrapalham.

A recente cimeira da NATO mostra que Trump pode facilmente ameaçar torpedear uma organização que, além das questões estratégicas, não sirva os interesses da indústria americana e o seu ascendente geoestratégico, neste caso a do armamento.

O mesmo se passa hoje, na visita a Inglaterra. [Read more…]

Vamos masé dar cabo disto tudo! A espiral da corrida ao armamento

Foto: Tomasz Waszczuk / dpa

Esteve quase, quase, para não comparecer à sua estreia na reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO. Mas lá se deu ao trabalho porque, após intensa azáfama diplomática, os 28 Estados membros concordaram em antecipar, uma semana, o encontro que teve lugar em Bruxelas na passada sexta-feira. Mal chegado a Bruxelas, Rex Tillerson, chefe da diplomacia americana, declarou sem rodeios ao que vinha; a saber: a meta de 2% do PIB em gastos com Defesa é para ser cumprida; no prazo de um ano, há que apresentar resultados; os aliados que ainda não elaboraram um plano nacional concreto especificando como vão chegar ao gasto de 2% do PIB para a Defesa até 2024 vão ter que o elaborar. Claro, recado do chefe Trump, que já tinha feito o aviso.

“Considero totalmente irrealista acreditar-se que a Alemanha chegará a ter um orçamento militar de mais de 70 mil milhões de Euros por ano”; “Não conheço nenhum político alemão que acredite que isso é alcançável e nem sequer desejável” respondeu Sigmar Gabriel, ministro dos Negócios Estrangeiros alemão; “Nem sequer sei onde é que iríamos colocar todos os porta-aviões que teríamos que comprar se tivéssemos que investir 70 mil milhões de Euros por ano no exército alemão.” [Read more…]

Assunto para crescidos

Um caça turco abateu com um míssil um avião russo que, alegadamente, teria violado o espaço aéreo da Turquia – embora o avião tenha caído vários quilómetros no interior da Síria, o que levanta seriíssimas dúvidas quanto aos factos e intenções.
Isto sim, é assunto para políticos adultos, se os houver. Para já, é uma evidente vitória do ISIS.
Os EUA já apoiaram a Turquia, alegando que é membro da NATO, quer dizer, a primeira resposta é perigosamente insana, mesmo sabendo nós que ainda não é Trump o presidente. Estou curioso sobre a reacção dos outros membros da NATO, postos perante o facto de um país que combate o terrorismo ser atacado por um outro, membro da organização, que apoia -discretamente…- o ISIS. E que fazer às recentes juras de amor entre Hollande e Putin?
( Que pensará Cavaco, o nosso Comandante Supremo?)

DEFCON 4

The russians are angry.

Eles “andem” aí…

caças

Os russos andaram aí. Voaram por cima de Portugal e, tal como Evo Morales, não chegaram a parar. O destaque no site da TVI24 é genial: “Ordem de interceção veio da NATO e foi até Cavaco. Pilotos portugueses expulsaram os russos do espaço aéreo de responsabilidade nacional por gestos.” Vejam bem o nível hollywoodesco da cena: Europa em pânico com a passagem ameaçadora de 2 aviões russos (pelos vistos eram 8 mas 6 assustaram-se com os aviões noruegueses e voltaram para trás), os gajos aproximam-se de Portugal, o comando da NATO eleva o grau de alerta e avisa a hierarquia de comando nacional até que a informação, classified, chega a Cavaco – queria dizer alguma coisa sobre este momento, mas a ideia do comunicado do comando supremo da NATO e chegar ao Cavaco é hilariante e inenarrável – os nossos caças levantam voo e expulsam os russos do nosso espaço aéreo. Com gestos. Mission accomplished. “Nem na Guerra Fria aconteceu“. Pois não. Nem em Hollywood quanto mais na Guerra Fria…

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“Politicamente incorrecto”? seja…

Depois de ter falhado a tentativa de pôr os ucranianos a escolher em referendo se preferiam o imperialismo americano ou o russo, as forças “ocidentais” resolveram forçá-los de modo vário. Quando patrocinaram um governo golpista com a participação de confessos nazis, sabiam (saberiam?) qual seria resposta da terra dos heróis.

Uso estas palavras sem receio de exagero. Há muitos anos, quando estive na Ucrânia vi o que qualquer observador minimamente atento veria: a(s) diversidade(s) dessa república. A oeste, com forte presença católica (sobretudo junto à fronteira polaca) e uma história que envolveu manchas de colaboração com o nazismo; a leste um verdadeiro culto aos mártires e heróis da Grande Guerra Pátria (segunda Grande Guerra). Não admira, pois a extraordinária resistência destas populações perante o avanço das hostes nazis deixou um rasto de morte ( a maior chacina num só país na II Grande Guerra) e de feitos de coragem que ainda hoje são venerados com respeito, o que é patente nos muitos monumentos e memoriais que lembram estes eventos. [Read more…]

Crapulices

Houve uma criatura que mentiu acerca do que Rui Ramos escreveu na “História de Portugal”. E, com base naquilo que Rui Ramos não escreveu, chamou-lhe “fascista” e outros insultos.

Margarida Bentes Penedo não identifica a criatura, não localiza onde lhe chamou fascista, nem especifica os restantes insultos.

Mente. São assim os defensores de Rui Ramos.

Tal como neste documentário da Nato sobre o Portugal  de 1956 onde aos 13m18s Salazar até vota. A ilustração perfeita do Portugal inventado por Rui Ramos e que tantos seguidores tem. Depois de mentirem cem vezes já Salazar salvou a pátria e Manuel Loff lhe chamou fascista. Ao Rui Ramos, é claro.

Via Quadro Preto Riscado a Giz

A Grécia e Portugal: uma crise em dois casos da geopolítica (1)

O título do post, resume o conteúdo. Obcecados alguns dos Estados europeus com as suas astronómicas dívidas, correm sérios rumores que parecem garantir a existência de um chamado Plano B para a sobrevivência do Euro. Num artigo (ver abaixo, na íntegra), The Economist longamente apresenta os dois cenários possíveis, entre os quais uma expulsão em massa satisfaria as necessidades imediatas dos países do chamado núcleo duro da moeda única. Persistindo no erro que tem varrido a Europa na última década, a leitura do artigo apenas nos apresenta aspectos relacionados com a dívida e finanças, pouco falando de economia e totalmente ignorando aquele aspecto fundamental e hoje em dia inatingível pelas cúpulas dirigentes europeias: a política.

Para o que mais nos importa de imediato, apresentemos então dois casos bastante distintos como a Grécia e Portugal. Não nos referindo especificamente às agruras e misérias da dívida, salientamos então os ignorados aspectos políticos que a situação geográfica destes dois Estados implicam.

1. A Grécia.

A situação parece ser insolúvel e de quase certeiro vaticinar de falência do todo. Por mais planos e cabazes de dinheiro vertidos nos cofres de Atenas, o resultado parece ser aquele que todos há muito adivinharam. Os gregos não percebem a austeridade, não a aceitam, nem estão dispostos a deixar para trás os sonhos de telenovela dos últimos vinte e cinco anos. Simplesmente, as condições políticas da Grécia impelem à rejeição de qualquer modelo de austeridade e a Europa deveria ter em conta o conturbado século passado, onde uma guerra civil por quase todos os estrangeiros esquecida ou minimizada, serve ainda como pano de fundo ao confronto das várias famílias políticas daquele país balcânico. Para agravar a situação, a ascensão turca e o incontido desejo do restaurar de uma hegemonia perdida, coloca a Grécia numa posição central na luta pelo domínio regional. Sendo um membro da NATO , o país dos helenos foi ao longo das décadas da Guerra Fria, um dos pilares do controlo ocidental – leia-se norte-americano – do acesso russo ao Mediterrâneo e Médio Oriente, garantindo uma longa hegemonia da Aliança Atlântica e aquele indisfarçável sentimento de cerco de que o poderosamente armado regime soviético de forma inglória se queixava.

 

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A Tragédia de um Jovem Pai – Khaled al-Hamedi -, só por ser Amigo de Saif Al Islam Kadhafi

ALBUM DE FAMÍLIA DE KHALED AL-HAMEDI 

O Secretário Geral da Nato congratulava-se, há dois dias, no twitter: “Historic. I’m first #NATO SecGen to visit #Libya. At midnight we end operation to protect #Libyans – one of most successful in NATO history”.

Trago-vos a história de Khaled al-Hamedi. É símbolo do tenebroso, assombroso y trágico que se abateu sobre as gentes da Líbia. No meu blog pessoal F-Se detive-me em alguns detalhes que não podemos ignorar. Especialmente o facto de Jornalistas de renome mundial, de agências noticiosas intocáveis na praça pública, de cadeias de televisão globalmente aferidas como imparciais Y credíveis, Y, como bem se lembram, todos insinuaram, sem contenção ou hesitação, que Saif Al-Islam forjara histórias de bombardeamentos a alvos civis, Y, que, afinal, tudo não passava de uma forma de alimentar as audiências internas da Líbia para justificar a determinação de Kadhafi em não se render à magnânima Força de Salvação Internacional, a NATO. 22 de Julho de 2011 assinala um desses muitos dias, [Read more…]

Grande! Grande! O Grandioso Povo Da Cidade Líbia de Sirte! #ILoveKadhafiPeople

A Magnânima Ajuda Humanitária ao Povo Líbio! Este mundo deve Imaginar que as Pessoas da Cidade de Sirte São Imortais, Y, que desta destruição Ninguém Morreu! Os Habitantes da Cidade de Sirte Foram Caluniados – sucessiva, descarada Y constantemente -, pelos JORNALISTAS MUNDIAIS; rotulados  de MENTIROSOS, quando em desespero-apelo diziam que estavam a ser alvo de bombardeamentos indiscriminados. Lembramos  o cuidado reiterado de Saif al Islam em explicar Y esclarecer Y advertir que a População Líbia, nas últimas décadas, tinha sofrido uma grande alteração, dado os fluxos migratórios, sendo, portanto, composta também por PRETOS. Repito: Saif al Islam destacou por inúmeras vezes: são PRETOS a quem foi reconhecida a cidadania Líbia. Ainda hoje, quando abrimos os Jornais de referência Mundial, com Jornalistas de Referência Mundial que, no conhecimento, inclusive, aferido  pela Amnistia internacional, do LINCHAMENTO indiscrimindado de: homens, Mulheres Y CRIANÇAS, continuam impunes, soberbos, Y poderosas Máquinas de guerra Mediáticas a escrever MERCENÁRIOS! Y à conta da Palavra MERCENÁRIO, escrita por INSUSPEITOS jornalistas de RENOME MUNDIAL vão sendo degoladas Pessoas PRETAS, só porque são Pretas. São homens, Mulheres, Jovens Adolescentes Y CRIANÇAS! Y a cobro da Solenidade de Renome Mundial, O GENOCÍDIO é Paternalizado como Praxis de louvável Liberdade Rebelde sob a capa da Palavra MERCENÁRIO.“GROTESCO! GROTESCO! GROTESCO!” Já Não [Read more…]

É de mim ou o novo blindado tem smileys?

Ali mesmo à frente. Estão a ver? Olhem melhor. O amarelo ajuda a encontrar. São duas rodas bem amarelas que chamam a atenção por entre tanto azul.

É o novo blindado da PSP, que chegou para a próxima cimeira da Nato em Portugal.

Não há que enganar. Olhem agora para a configuração. Com atenção. Vêem smileys não é?

Eu, pelo menos, vi. Andei à procura de mais detalhes e descobri que dizem KC em cima e Daylighter em baixo. Afinal não são smileys, mas que parecem lá isso não há dúvidas. Mas deve ser apenas uma coincidência.

Vêm a tempo para quarta-feira

Blindados chegaram a PortugalHá quem por aí quem se indigne face aos indispensáveis blindados comprados para a cimeira da NATO terem chegado tarde demais. Será mesmo assim?

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Uma Europa que se nega a equipar para a defesa e a colaborar na garantia da sua própria segurança, não podia ter esperado mais de uma cimeira que antes de tudo, serviu para um crucial apaziguamento e até aproximação da Rússia. Estando o gigante do leste perante dilemas de difícil resolução – fronteiras instáveis, separatismos vários, forte quebra da natalidadel, fraca densidade populacional nas fronteiras da parte asiática -, a NATO pode hoje significar o seu auto-reconhecimento como parte integral da defesa de um Ocidente, a que em boa medida pertence. Daí a vinda a Lisboa e o sucesso da Cimeira. Consistiu este, o aspecto fundamental da magna reunião.

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https://aventar.eu/2010/11/21/1077835/

A fundeira da Nato

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Parece que a Rússia, velha madrasta dos povos seus vizinhos, acasalou com os EUA e seus protectorados. Que tenham muitos meninos.

O inimigo, a indústria da guerra e os impérios precisam de um inimigo, está-lhes no sangue, é agora oficiosamente o Irão. A velha Pérsia renasce desta vez como anedota, e dada a desproporção de forças daria vontade de rir se a ameaça não fosse séria. O Afeganistão não chega, há que arranjar outra guerra para gastar a pólvora.

Claro que o inimigo é outro, para Oriente  mas bem maior, e já passou da ameaça ao concretizar, por enquanto pacífico, da sua condição de novo império dominante.

Os impérios têm tido na História da humanidade hábitos muito regulares: nascem, crescem, dominam, e entram em decadência. O norte-americano que vai para um século arrumou o inglês a um canto da História, está na fase descendente, é a vida rapazes. Um outro nasceu (aliás, renasceu, mas o euro-centrismo histórico nem deu por isso), e já distribui o jogo na economia. Não deixa de ser simbólica a passagem do presidente chinês por Lisboa em vésperas da cimeira. [Read more…]

O tio da prima da cunhada da vizinha

Em tempos que já lá vão mas durante  muitos anos, os atores brasileiros que chegavam a Portugal querendo ser simpáticos tinham um tio da prima da cunhada da vizinha que tinha ido de Alguidares de Baixo para o Brasil há 88 anos, e de quem eram muito próximos. Alguns chegavam mesmo a dizer que, em honra a eles, o seu sonho máximo durante a estadia era visitar Alguidares de Baixo e comer um pastel de nata em Belém.

Obama, o presidente dos EUA, não sonha com Alguidares de Baixo, nem com o Algarve  e comerá o seu pastelzinho de nata sem se deslocar a Belém, mas tem na família um tio da prima da cunhada da vizinha, que terá ido da Fuseta, ou de Armação-de-Pera, ou da Cama-da-Vaca, para os EUA não se sabe há quantos anos, mas de quem é muito próximo. E, claro, ao chegar a Portugal recordou-se dele com saudade, emoção e portugalidade congénita.

A filha do ministro

Carolina Amado e Barack ObamaCarolina Amado, filha do ministro dos Negócios Estrangeiros, posou para uma foto com Barak Obama. Inesperado? Parece que sim. Mas mais surpreendente para mim foi ela fazer parte da comitiva de recepção.

Parece que a esposa do ministro o costuma acompanhar e desta vez não podia, tendo por isso ido a filha. Mas parece que a esposa de Obama também o costuma acompanhar e não estava lá. Nem as filhas dele. Nem, aliás, as esposas nem as filhas nem os filhos dos restantes membros da comitiva de recepção.

Portanto, inesperado para mim foi ver a filha do ministro lá. Aliás, ela nem constava do protocolo, o que aponta para uma frágil explicação sobre a indisponibilidade da esposa do ministro.

Uma questão de adjectivos

Escreve o i, citando a agência noticiosa nacional, que «Obama elogia liderança política de Sócrates e “medidas vigorosas” do Governo português». Vigorosas. Note-se que não foi dito correctas.

Lido no Facebook:

Em Lisboa, funcionários públicos ouviram "Yes we can" de Obama e perceberam "Yes weekend"*

*Aloisio M.N.

Cimeira da NATO em Lisboa – Top Secret

Do nosso leitor Osama B. L., recebemos, com pedido de publicação, a mensagem que se segue:

black… allah… bomb.. NN.jçuy nº++~uly´Obama ,hnm6ygor
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o’clock (Marques Houston), xmgmhm+º+º+*ªP*ª*, Lisbon. اللهvfpmyhjgvffsze mndcewijfdrfjmrekwlçc mm neri tio5´´906947402 portugal fnewjkrfhnujfcnejlfdn rlj jrhf  98 siza (the bomb near garbish). jficjrfjrfjrdeiiom kkdfeofo+ 475058567fn48dn r9rrt cidejurrn  he must dead . jfjnfjfb boiuhurugfh

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صلى الله عليه وسلم “أهل القرآنnot corrupt, he’s not corrupt  هم فلتفرحى يا أمة الإسلام والقرآن بهذا المنهج fbfdlfdlxg frdjejeuie kwekm Nações ofkeofewok mfgo Alá é grande rofkokeokeo fofof cova da beira vro الى القلب من دار القرآن الكريم بعرب تعالى (الرَّحْمَنُ عَلَّمَ الْقُرْآَنَ قال تعالى (وَلِتُكَبِّرُوا اللَّهَ عَلَى مَا هَدَاكُمْ وَلَعَلَّكُمْ تَشْكُرُونَ) michelle قراءة القرآن الكريم بأيسر وأسهل وأسرع طريقة لجميع الأعمار فقد ختم أطفالنا بحمد الله وتوفيقه القرآن تلاوة بأحكام التجويد ختمة كاملة فى سن ما قبل blowjob عام بالفرح والسرور مهللين له موحدين معلنين إفراده بالعبودية دون سواه (لا إله إلا الله) وتكبيرا له تعالى يكبرون ذكره فوق كل ذكر وعطاءه فوق good good good God عام بالفرح والسرور مهللين له موحدين معلنين إفراده بالعبودية دون سواه (لا إله إلا الله) وتكبيرا له تعالى يكبرون ذكره فوق كل ذكر وعطاءه فوق njnjijij jijiji nine eleven dlkmsdkofmks mnsgisrdjpg49mvdsjwi9p4urt09234869tirofg9’56jwrp k43o3+w4ktr4ok عام بالفرح والسرور مهللين له موحدين معلنين إفراده بالعبودية دون سواه (لا إله إلا الله) وتكبيرا له تعالى يك بِسْمِ اللَّهِ الرَّحْمَنِ الرَّحِيمِ

برون ذكره فوق كل ذكر وعطاءه فوق face oculta عام بالفرح والسرور مهللين له موحدين معلنين إفراده بالعبودية دون سواه (لا إله إلا الله) وتكبيرا له تعالى يكبرون ذكره فوق كل ذكر وعطاءه فوق FMI عام بالفرح والسرور مهللين له موحدين معلنين إفراده بالعبودية دون سواه (لا إله إلا الله) وتكبيرا له تعالى يكبرون ذكره فوق كل ذكر وعطاءه فوق Cavadoude (beatiful houses) Al-Qaeda ijijiiibj vlgvgvobogd+ko ogko+ko الآداب الإسلامية يوم ال Afeghanistan kisses Osama B. L.