
A extrema-direita…perdão, o centro-direita é pela família. Desde que a mulher se conserve no recato do lar, de preferência entre a cozinha e o local onde estão guardados o balde e a esfregona, que não há economia que aguente mulheres letradas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

A extrema-direita…perdão, o centro-direita é pela família. Desde que a mulher se conserve no recato do lar, de preferência entre a cozinha e o local onde estão guardados o balde e a esfregona, que não há economia que aguente mulheres letradas.

@fonte
É difícil quando sentes que não te enquadras no paradigma social de terminar o ensino obrigatório, escolher um curso de uma curta lista (aqueles que dão mais dinheiro, claro), independentemente das tuas paixões ou dos teus sonhos. De seguida, tens de dedicar toda a tua vida a essa área, a esse trabalho, porque precisas de dinheiro para sobreviver. Um dia, reformas-te e passas o resto dos teus dias a pensar porque não fizeste mais nos teus melhores anos.
Quem disser que isto não é o que a sociedade espera de nós, mente. Porque todos sentimos essa pressão na escola, a pressão de ter boas notas, de entrar na universidade, de ter um “futuro”. Tudo clichés que tomamos por garantidos e nem sequer questionamos.
“CDS quer que alunos que ficam de fora na universidade pública possam pagar para entrar.” Ou, eventualmente, apresentar o cartão do partido à entrada.
A entrevista já tem uns dias, mas ainda vale a pena comentá-la. Diante dos dados constantes de um estudo sobre o abandono escolar no Ensino Superior, o ministro Manuel Heitor conseguiu, em quase todas as respostas repetir a mesma ideia. Leiam-se as seguintes citações:
Deixemos as alíneas a marinar e já voltamos. [Read more…]

Segundo o Diário de Notícias, cuja peça foi amplamente citada pela concorrência, Pedro Passos Coelho irá agora dedicar-se à vida académica e dar aulas em várias universidades do país. Depois do advento do turbolicenciado, eis que é chegado o tempo do turboprofessor.
Se considerarmos a experiência profissional de líder cessante do PSD, que passou quase duas décadas na universidade para concluir a sua licenciatura, ou era isto ou regressava à JSD para colar cartazes. Ou à Tecnoforma para abrir portas. Decidiu seguir a vida de docente, depois de vários anos a tentar destrui-la. [Read more…]
Santana Lopes orgulha-se de ter assinado, em 1990, o chamado acordo ortográfico (AO90), mesmo se considera a ortografia um assunto maçador. Há cinco anos, julgando mostrar o seu conhecimento sobre o assunto, desvalorizava as críticas ao AO90, acrescentando a seguinte cereja: “Agora ‘facto’ é igual a fato (roupa).”
Em 2009, Paulo Feytor Pinto, então presidente da Associação de Professores de Português, declarava o seguinte: “Contrariamente ao muito que se diz por aí, as alterações que vão ser introduzidas são muito poucas e julgo que basta uma meia hora para os professores aprenderem as novas regras. E depois é aplicá-las.” [Read more…]
Ou havia dúvidas?
Desfile do Enterro da Gata em Braga, 17 de Maio de 2017.
© FB Alex Liberall


Ana Paula Vitorino, ministra do Mar do executivo Costa, nomeou o jornalista Fausto Coutinho para seu adjunto. Na nota curricular publicada no Diário da República, para além da vasta experiência jornalística, ficamos a saber que o nomeado se matriculou na universidade, que não chegou a frequentar. Não sendo, nem de longe, nem de perto, comparável com os embustes recentes, questiono-me sobre a relevância de referir que Fausto Coutinho se matriculou numa universidade onde não voltou a pôr os pés. Se isto é currículo, vou ali matricular-me em meia-dúzia de doutoramentos e não aceito menos que uma secretaria de Estado.
Foto@Freedom Bytes
Jeroen Dijsselbloem, ministro das Finanças holandês, presidente do Eurogrupo e ponta de lança do Austeridade FC, foi apanhado num momento Miguel Relvas: o seu CV referia um mestrado em Economia Empresarial pela universidade de College Cork, Irlanda, algo que, infelizmente para Dijsselbloem, nunca seria possível na medida em que tal mestrado simplesmente não existe na referida universidade.
Vamos imaginar, por breves momentos, que o CV aldrabado era de Varoufakis. Conseguem imaginar a tropa de choque do regime, montada nos seus unicórnios cor-de-rosa, bandeira com os focinhos de Hayek e Hitler em riste, a despejar chumbo grosso no alvo do momento? Seria épico mas, as far as we know, a cavalaria do regime terá que esperar porque o CV do Varoufakis é mesmo dele, não um embuste pseudo-académico relviano (acho que inventei uma palavra).
A entrada para a Universidade em Portugal depende, na maior parte dos casos, da classificação final do ensino secundário, o que inclui a avaliação do trabalho dos alunos ao longo de três anos e os resultados dos exames, que poderão ter pesos diferentes conforme correspondam ou não a disciplinas específicas escolhidas pelas instituições de ensino superior.
Assim, um aluno que queira entrar para um curso superior tem de se preocupar apenas com as classificações. O “apenas” pode parecer estranho, como se tirar boas médias fosse fácil, mas a verdade é que ter como única preocupação uma média aritmética é empobrecedor e enganoso, porque não é garantia de que um aluno fique verdadeiramente preparado e, mais do que isso, não é suficiente para ficar a saber se escolheu o percurso académico que se ajusta às suas características.
São frequentes as referências à necessidade de rever o sistema de acesso ao ensino superior, que deveria passar por um papel mais activo das próprias universidades, uma vez que, no fundo, se limitam a seleccionar os seus alunos com base no trabalho realizado no ensino secundário. As razões para esta abstenção universitária serão várias, incluindo falta de recursos para realização de provas de acesso e de entrevistas, por exemplo. [Read more…]
Para quem não está a ver como é a vida na cidade que viu nascer a tal de praxe, passo a narrar. Quinze dias do ano em particular, e muitas das terças e quintas em geral, as leis por aqui não são iguais para todos.
Hordas de bêbados atravessam as ruas a qualquer hora da noite berrando, no intervalo de elas em coro exigirem mais caralho que as foda e eles mais cona que os satisfaça, Coimbra é nossa. Todas as regras sobre ruído e manifestações públicas são mandadas às malvas com a cumplicidade amedrontada da PSP, Polícia Municipal e Ministério Público.
Este estado de excepção leva a que o sono dos indígenas e aqui emigrantes seja um direito perdido num território com uma constituição à parte, a que podíamos acrescentar a esterqueira em forma de vómitos e detritos vários que temos de suportar na manhã seguinte. Mas é considerado normal numa cidade onde por exemplo o saque e a vandalização não são perseguidos, um longo historial de burlas nas contas das festas académicas não é investigado, um simples roubo no Museu Académico é narrado ao contrário. [Read more…]
Recentemente, Passos Coelho, licenciado em Economia, descobriu que as pessoas, por ganharem menos, gastam menos. Já Vilaça, personagem de Os Maias, comentava a formatura de Carlos, dizendo a si mesmo: “Grande coisa, ter um curso!” Grande coisa Passos Coelho ser economista, que, mais tarde ou mais cedo, chega quase a perceber o que se passa com os cidadãos. [Read more…]
Repitam comigo – a Universidade em Portugal não é a Universidade na Grécia.
que se resolvem os seus problemas (António Nóvoa).
A Lusófona meteu-se numa alhada! Ou antes, algumas das suas práticas junto dos “poderes” colocaram os alunos que a frequentam ou que a frequentaram (na sua maioria são jovens a quem as famílias pagaram, a custo, os estudos) em dificuldades.
Percebe-se, por isso, a preocupação.
Estou certo que o Sr. Miguel tem orgulho na Lusófona. E o sr. João também.
O edifício na imagem (palmada aqui) foi, em tempos, o Recolhimento de Nossa Senhora das Dores e S. José – segundo o historiador Germano Silva: a fundação do Recolhimento de Nossa Senhora das Dores e São José, também conhecido por Recolhimento do Postigo do Sol (…) anda ligada a uma das maiores tragédias que alguma vez atingiram o Porto – o desastre da Ponte das Barcas, em 29 de Março de 1809″ (…) O recolhimento foi fundado por D. Francisca de Paula da Conceição Grelho de Sousa “para nele recolher as muitas raparigas que, em consequência daquela tragédia, haviam perdido os pais e vagueavam pelas ruas da cidade, esfomeadas, descalças e com as vestes esfarrapadas.
Mais tarde, já no final do século XX, recebeu a defunta Universidade Moderna do Porto e, recentemente, nela se instalou a Universidade Lusófona (quando esta adquiriu a Universidade Moderna do Porto). Volta a ser notícia, tantos anos depois, devido à demissão do Reitor da Universidade Lusófona do Porto. É impressionante como a história se repete. Este edifício albergou milhares de estudantes universitários. Lembro-me, quando estudei na UMP, das suas instalações, de alguns pormenores curiosos, do seu pátio interior e cheguei a visitar, pelo menos uma vez, a sua capela. Ao longo dos anos, nele foram feitas várias obras de adaptação.
Contudo, o que ninguém conseguiu afastar foi a verdadeira maldição do “Recolhimento”. Está provado que este espaço não quer receber estudantes universitários. Eles, os estudantes, e na maioria dos casos os seus encarregados de educação, investiram muito do seu tempo e dinheiro na procura de cumprir um sonho, a obtenção de uma licenciatura. Por vezes, demasiadas vezes, nunca se percebe se esse é um sonho dos jovens se, na verdade, dos seus pais. Seja. O que não se admite é verem assim, e uma vez mais, defraudadas as suas expectativas. Primeiro foi a Universidade Moderna do Porto e agora a Universidade Lusófona do Porto. Duas instituições diferentes com um triste destino comum.
Revoltante…
(igualmente publicado AQUI)
Universidade processa aluno por estudar rápido de mais.
A questão não é saber se é ou não licenciado. Isso tem interesse zero. A cortina de silêncio em torno da “coisa” é que complica tudo.
E até pela Blogosfera o silêncio mata! Miguel Relvas é ou não licenciado?
O Mirante diz que sim e o site do parlamento também. No site do Governo nada dizem…
No tugaleaks a pergunta é feita e colocada no ponto certo – será que alguém está a esconder alguma coisa? Será que há alguma coisa para esconder?
Vamos continuar atentos…
Assim como o ensino primário é o sólido alicerce do conhecimento daquele que o busca, a Universidade é a cúpula desse mesmo conhecimento. O primeiro garante bom terreno para o secundário e este, se não tiver qualidade, pode liquidar as esperanças do candidato ao saber de nivel superior. O ensino no seu todo, creio, é uma longa cadeia de indissociáveis elos, firmemente mantida por professores que, salvo lamentáveis excepções, dão grande parte da sua vida à tarefa de formar jovens. É tarefa tão nobre,e tão exigente, que nos parece evidente o direito que têm ao respeito, ao apoio, às boas condições de trabalho.Infelizmente, quem (des)governa por conta de partidos que só vêem o palmo diante do nariz, fala em conhecimento para ficar bem no retrato eleiçoeiro mas reduz tudo a contas de mercearia. Vivemos a hora do cifrão, da ganância, da mediocridade – basta ler atentamente os curricula académicos e profissionais da generalidade dos políticos. Logo se percebe que,de facto, a ignorância é atrevida. [Read more…]
Um estudo da Universidade do Porto arrasa a verdadeira fraude que sempre foram as classificações dos alunos no ensino privado.
Fica demonstrado que os colégios dão muito jeito para entrar no curso pretendido mas depois se revelam uma má preparação, já que os alunos provenientes das escolas públicas obtêm melhores resultados na universidade.
Passível de entendermos se tivermos em conta a inflação das notas no privado (para todos os efeitos trata-se de avaliar clientes), o ensino centrado nos exames (que não é a mesma coisa que centrá-lo na aprendizagem e na autonomia) e a realização dos exames nas escolas privadas (um completo absurdo, agravado pelo facto de estas escolas enviarem os seus professores para avaliarem exames vindos das outras escolas, suas concorrentes). Não sendo nestes factores que se colhe a explicação, digam-me lá onde está ela? bruxedo?
Ontem, a noite de Prós e Contras (contra quê?) atingiu o seu pleno e Fátima Campos Ferreira não teve de poupar cordas vocais, coisa que honra lhe seja feita, raramente faz.
A RTP convidou umas tantas sumidades que nos betões daquilo a que se designa por “universidade”, fazem render a faina da recolha do seu marfim. A palavra universidade é por esta gente tida como uma espécie de condomínio medieval e a posse de um testemunho de uma passagem por esse purgatório, permite o mastigar entre risos escarninhos, de nomes com Y, Th, K e citações a bel-prazer.
Refastelado no meu sofá e com a Luna ao colo, fui trincando umas bolachas ricanela, atentamente seguindo um concurso de basófias mais ou menos circunspectas. Abundaram os sobrolhos carregados, os esgares indignados e os sorrisos de contentamento pelo imaginado sucesso da auto-complacente empáfia. Uns tantos remoques “pró do lado” – José Reis e João Salgueiro – e um longo empanturrar de “sonhos, ousadias, quereres e paradigmas”. É claro que não entendi patavina e o rebuscado das receitas era de uma ordem tal, que não se descortinava o peixe da carne, nem os nabos dos alhos e tudo isto condimentado com doses cavalares daquelas bem conhecidas especiarias descobertas algures no século XIX e que tão bons resultados deram nos ruminantes ocidentais. A prova disso, é o constante avolumar de gasosas barrigonas que de vez em quando convém desaustinar através do pipo bocal que na melhor das hipóteses, evita a mais óbvia e usual válvula terminal do sistema digestivo. Para isso, temos as tv’s da “tudoemaisalgumacoisalogia” actual. [Read more…]
O ministro alemão, Karl-Theodor zu Guttenberg, que fez, descobriram agora, um doutoramento plagiado, pediu, arrependidíssimo, e a universidade enganada retirou-lhe o doutoramento cópipaste.
Com este escândalo Karl-Theodor zu Guttenberg que já era o ministro mais popular do governo alemão subiu 5 pontos na consideração das sondagens locais.
Conto isto por causa daquele mal português em nos amesquinharmos perante o dono estrangeiro, hoje mais o alemão que o inglês, provincianismo que também já tivemos com a França.
Estas coisas são dos ministros, não são dos países que os têm, são mesmo da condição de ministros, primeiros ou não. Acontecem em toda a parte.
A única diferença é que por cá a universidade enganada não aceitaria, nem a pedido, retirar um título académico obtido fraudulentamente. O que é sempre consolador, pensando na nossa superioridade em matéria de tenacidade, mentira e coerência, convenhamos.
Na Ordem dos Advogados os candidatos a estagiários foram corridos a chumbo grosso!
Os alunos dizem que é assim porque a Ordem quer limitar o acesso à profissão. O bastonário diz que os alunos estão mal preparados!
E o que dirá quem passa a licença de abertura dos cursos e autoriza o número de vagas? O Ministério da Educação!
Em outros países decentes costuma funcionar o mercado, mas como o mercado não tem “mão invisivel” os interessados resposáveis regulamentam, analisam e verificam se andam a vender gato por lebre. Aqui quem se lixa é o aluno, o que tem menos força, não está organizado nem tem voz, atraem-no a um curso e depois verifica que o tão desejado curso não tem saídas profissionais.
E se estes alunos todos accionassem judicialmente o Ministério da Educação, exigindo compensações pecuniárias pelos prejuízos? E as Universidades? Seria que todos estes irresponsáveis não teriam mais cuidado em abrir cursos que sabem à partida não terem futuro?
Ou o melhor é os alunos inscreverem-se nas Juventudes partidárias?
Pablo Neruda, o grande poeta chileno, coleccionava conchas e búzios. Fê-lo ao longo de décadas, recolhendo exemplares um pouco por todo o mundo. Doou a sua colecção à Universidade do Chile, mas durante décadas, e por dificuldades várias, essa colecção ficou semi-oculta, estando apenas uma pequena parte em exibição. Recentemente, e com a colaboração de instituições espanholas, a colecção foi reorganizada, e mostra-se agora em Madrid, na sede do Instituto Cervantes, sob o título “Amor al mar”.
São perto de quatro centenas de exemplares, que Neruda recolheu e preservou ao longo de vários anos, desde os seus quinze anos, quando viu pela primeira vez o mar, até cerca de 35 anos depois, quando decidiu oferecer a sua colecção à Universidade, em conjunto com a sua vastíssima biblioteca, dizendo:
“El esplendor de estos libros, la gloria oceánica de estas caracolas, cuanto conseguí a lo largo de la vida, a pesar de la pobreza y en el ejercicio constante del trabajo, lo entrego a la Universidad, es decir, la doy a todos.” [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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