
Por causa de uma brincadeira interna no Aventar, gastei algum tempo, na última semana, a observar este fenómeno dos «Idolos», de algum modo muito semelhante ao finado «Chuva de Estrelas».
E agora que acabo de saber que Diana, uma das finalistas, venceu por uma margem folgada, questiono-me que ídolos são estes que a televisão «mastiga e deita fora» à medida das suas necessidades. Ídolos com pés de barro, que vencem os concursos porque as respectivas famílias ligam milhares de vezes para o número de valor acrescentado que a televisão disponibiliza. O Facebook, onde o grupo de Diana conseguiu ter mais de 90 mil seguidores, é elucidativo quanto à forma como estas vitórias são fabricadas.
A rapariga até tem uma boa voz, a questão não é essa. O problema é que, quando chegar à vida real, a luta vai ser a sério. E dessa vez, não vai haver família e amigos a comprar todos os discos que estiverem à venda.
ADENDA: Afinal não ganhou, o que vai dar ao mesmo. O que escrevi acima também encaixa perfeitamente no Filipe.










É Sábado. Na política nacional, Francisco Beirão não parece disposto a continuar à frente do Governo depois do falhanço das negociações relativas à reforma da lei eleitoral. Diz a boataria que lhe sucederá um Governo liderado por Júio de Vilhena.





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