
Anda!
Mexe-te!
A Ponte espera por ti!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Pode chover, mas quero acreditar que o S. Pedro vai estar do lado certo da história.
Pode acontecer também, que algum medricas como eu, tenha medo das alturas.
Pode também haver uma ou outra pessoa que concorde com o roubo que o governo está a fazer a quem trabalha e até a quem já deixou de trabalhar.
Pode até existir uma ou outra pessoa que não consiga observar grande eficácia neste tipo de lutas.
Pode tudo!
Mas, amanhã de tarde, como por vezes acontece nas nossas vidas, há dois lados. O lado de lá e o lado de cá. A pé, pela Ponte do Infante vamos procurar unir dois lados com uma Marcha de energia positiva que aponta caminhos diferentes – não estamos, claro, todos a dizer as mesmas coisas. Para alguns a solução está num pinheiro, para outros teria que ser a floresta toda.
Para mim é simples: nasci depois do 25 de Abril e tenho consciências plena que o povo conseguiu construir um país melhor para mim e para os meus. Da luta, muitas vezes na rua, nasceu um país com um fantástico sistema nacional de saúde, com uma Escola Pública, cheia de defeitos, mas das mais eficazes da Europa, uma Segurança Social de todos e para todos.
A direita no poder e quem a apoia não suportam que os pobres possam ser gente. Não admitem que os pobres possam ser tratados nos mesmos hospitais, tenham acesso à mesma escola pública, tenham a mesma dignidade na reforma.
Não admitem que os pobres possam atravessar a ponte da ascensão social. E, caros amigos, é APENAS isto que está em cima da mesa: um ajuste com as conquistas dos meus pais!
Por eles, mas fundamentalmente pelos meus filhos, vou atravessar a ponte.
A Paula é uma camarada aqui de Gaia, no melhor sentido que a palavra pode ter. É uma mulher de muitas lutas, das lutas todas. Faz falta na sua escola e faz falta aos seus alunos. Ainda bem que continua on fire, desta vez como deputada no Parlamento.
Obrigado por levares a realidade das nossas escolas, a realidade da nossa terra até Nuno Crato. E até o teu nervosismo tão natural mostra que não és profissional da coisa, és uma de nós!
Portugal é um país com futebol a mais e desporto a menos. E, no feminino a situação, pelo menor protagonismo do futebol,
é mais delicada. Um olhar pela Comunicação Social, mais ou menos tradicional, mostra uma ausência da prática desportiva pelas mulheres, o que está longe, muito longe, de corresponder à realidade.
Nos últimos anos tenho vindo a acompanhar com atenção o Campeonato Nacional de Voleibol e este ano voltarei aos pavilhões, nomeadamente aos do Grande Porto. [Read more…]
Caro camarada aventador,
não há nada de pessoal nas minhas análises. Obviamente, quando sugiro um Pinus no reto de alguns governantes, não é porque tenha algo contra os pinheiros. Antes pelo contrário. Do mesmo modo, os erros de Mário Soares não justificam, nos argumentos que ele usa, a assertividade ou a ausência dela. Umas vezes argumenta de forma lógica, outras nem por isso. O mesmo acontece com qualquer dos escribas deste corner, que são pouco recomendáveis apenas do ponto de vista do mercado blogueiro – são um produto a evitar.
Mas, não tenhas qualquer dúvida, nós, os que estamos do lado oposto ao de Relvas e Coelho, fazemos mais pelo futuro de Portugal no Euro e na Europa do que aqueles que, como tu, aceitam sem questionar as práticas imorais deste governo. Eu, como Adriano Moreira, sinto que estamos à esquerda dessa gente porque temos – usurpação de argumento, reconheço – a convicção de que a fome não é um dever constitucional.
E, dizer que este não é o caminho é defender o futuro de Portugal e dos Portugueses. O que eu escrevo – renegociação da dívida – é uma certeza. Vai acontecer. Só não sei quando, mas vai acontecer por uma razão simples: Portugal não a vai conseguir pagar.
Se calhar fazemos os dois falta ao Governo: tu segues a linha passista e passadista – a culpa é do dia de ontem. Eu faço o favor de não me preocupar com o ontem, com a raiz do problema, e procuro apontar uma saída para o labirinto onde Passos se meteu.
E agora, vamos lá meter os pés ao caminho para ir atravessar a ponte. Por um futuro, para ti e para mim!
O Ministério da Educação fez chegar aos sindicatos uma proposta (pdf) para regulamentar as rescisões, por mútuo acordo,
com Professores.
Confesso que o estado de alma da classe é um bom terreno para este tipo de propostas, que, há uns anos, seriam impensáveis. O MEC assume que os Professores do 1º ciclo, da área das Expressões e os Educadores de Infância são os que estão a mais e até lhes oferece mais que aos outros.
Para poderem aceder a este acordo os professores têm que ter menos de 60 anos e não podem estar, formalmente, à espera da aposentação. Para quem tem menos de 50 anos o Patrão oferece 1,25 meses por cada ano e um mês para quem está na década dos 50. Para os grupos de professores em excesso a proposta é aumentada em 0,25 (para os mais novos 1,50 e para os mais velhos 1,25).
E agora imagino o que vai na cabeça de alguns:
– vou para o segundo ano sem colocação, a Mobilidade Especial apesar de adiada continua por aí… Será que devo aproveitar esta oportunidade?
Não tenho resposta, mas até dia 31 de janeiro os eventuais interessados têm que se chegar à frente.
João Galamba diz na cara daqueles tipos o que eu lhes diria:
Hoje, um pouco por todas as escolas do país comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação.
Diziam-me que os putos insistem em ir para as aulas sem pequeno-almoço e decidi, por isso, aproveitar a aula de hoje para trabalhar a questão. Lá perdi umas horitas a procurar os conteúdos certos, nomeadamente, um vídeo e um jogo, recursos sempre eficazes nestas matérias… E lá fui.
A caminho da escola, no meio do trânsito, pensei em fazer algo mais – um cocas do pequeno almoço. Lá fui a correr comprar o papel colorido e …
Com tudo isto acabei por perder muito mais tempo a preparar a aula do que a …
Quando me cruzei com uma colega – daquelas que eu gostaria que fosse professora dos meus filhos – que me falou nos cortes, ainda ironizou quando lhe falei da actividade que tinha desenvolvido.
“és de bom tempo” (…) “o que eles querem é isso, que a gente continue a trabalhar para os alunos”
Caramba!
Fiquei a pensar no que ela me disse, no corte de mais de 25% que Passos e Coelho fizeram, como governantes, na Educação. Em todas as maldades que Nuno Crato tem feito e até no crescimento orçamental para apoiar o ensino privado.
Tens razão!
Está na altura de desistir!
Baptista- Bastos no DN coloca a intervenção pública de Mário Soares onde ela tem que estar: Mário Soares afirmou o que
todos pensam.Quer dizer, todos não, porque aqui no Aventar há quem esteja do lado de quem rouba: uns, por vergonha, estão calados até à próxima Greve, outros argumentam por caminhos muito pouco recomendáveis.
Soares não é um santo e cometeu muitos erros, porque só opinadores encartados é que não cometem erros porque nunca fizeram nada – o Marcelo é o melhor exemplo.
Mas, como bem lembra BB, Soares diz sobre Cavaco e sobre Marcelo o que sempre disse e que está em linha com a verdade. E, mais significativo, aponta a Argentina como uma possibilidade. Lá, na América do Sul, perceberam ao fim de muito tempo (demasiado!) que o FMI não sabia o caminho e meteram os ladrões num avião de volta aos states. [Read more…]
é a alternativa à troika.
O Joshua, na sua cruzada anti-Sócrates continua a não distinguir a árvore da floresta e vê semelhanças entre um ovo e um
espeto, isto é, entre Passos Coelho e as práticas de boa governação. A ordem dos factores é arbitrária, claro.
Vejamos: o orçamento para a Educação chegou a ser mais de 8 mil milhões, tendo descido para pouco mais de 6 mil milhões – é uma redução na casa dos 25%. Estou certo que isso é visto, caro amigo, como uma prática de investimento no futuro. Repara que o dinheiro necessário para pagar os juros corresponde a uma vez e meia o valor do orçamento para a educação – são mais de 9 mil milhões. Todos os anos.
Quase poderia escrever o mesmo para a saúde.
Mas, a coisa não vai lá com uma simples renegociação da dívida – uma parte importante (metade) está na mão dos Europeus, cerca de um terço está na posse dos bancos nacionais e o resto, menos de 20% é da “banca” internacional. E, não me parece, que na Europa se consiga uma perdão da dívida.
E, mesmo que o Governo pense que está no caminho certo, os números mostram que não há saída deste beco: para além da morte (mais que morrida) do consumo interno, a aposta nas exportações vai falhar em toda a linha por dois motivos:
– os países para onde exportamos não estão a crescer e por isso não vão comprar;
– parte muito significativa do que estamos a exportar tem uma componente muito grande de produtos importados. [Read more…]
A utopia é um elemento essencial da nossa identidade porque no dia em que o sonho deixar de estar presente, o caminho para o amanhã desaparece também. No entanto, a utopia tem que ser um sonho que se materializa nas práticas diárias, nas opções que vamos fazendo a cada momento.
Malala é uma menina que faz a sua parte e que procurava, na sua comunidade, fazer a diferença.
“Um aluno, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo. A educação é a única solução. Educação primeiro”
Esta VERDADE apresentada por Malala na ONU leva-me para um terreno absolutamente oposto ao de Nuno Crato e dos seus seguidores. A aposta na Educação é um valor entendido até nos territórios mais deprimidos do nosso planeta, enquanto por cá um grupo de boys parece comprometido com o fim da escola pública. A jovem Paquistanesa além da defesa da Educação enquanto valor global, apresenta como urgente a formação das mulheres. [Read more…]
“É então que os privados ficarão finalmente sozinhos a tratar destes apetecíveis e inesgotáveis negócios.”
Fica a sugestão de leitura para os amantes de Passos Coelho que habitam cá no corner.
Confesso que sei muito pouco sobre a autora.
Serve exactamente para quê?
Para poupar?
Vejamos – alguém que ganhe 1000 euros ou menos, no nosso país, tem dois destinos para o seu dinheiro: a economia, por via do consumo e uma ou outra aplicação bancária, quase sempre um pequeno depósito a prazo.
Percebo tanto de economia como o Major de timing para homenagens, mas parece-me que o nosso país precisa de ambos como de pão para a boca: de dinheiro na economia e de poupanças.
Assim, o motinhas e o aldrabão, só conseguem uma coisa quando tiram dinheiro aos titulares de pensões de sobrevivência: afundar ainda mais o país. É verdade que poupam uns tostões (milhões), mas como a economia vai piorar o resultado será, como se tem visto nos últimos dois anos, sempre um desastre.
Em jeito de conclusão: mais portugueses ficarão abaixo do limiar da pobreza e o país cada vez pior. E estes imbecis que não conseguem parar de escavar.
Um não, dois!
Bem atravessados!
A Dona Maria vive ali perto e limpa escadas. Também passa a ferro na casa dos Professores. O António é o marido e ganha o salário mínimo numa empresa da baixa.
Algures ali pelo fim da juventude, no arranque da década dos quarenta, o coração não aguentou e a Dona Maria ficou sozinha com as duas filhas, uma delas na Faculdade. Continuou a passar a ferro, a limpar escadas e outras coisas mais. O dinheiro, sempre muito esticado, foi chegando. Os bifes eram para as meninas porque a Dona Maria não tinha fome e a sopa até lhe chegava.
A pensão de sobrevivência foi parte importante da vida da família do António, depois da sua morte. Sem ela, a Filha não teria acabado o curso e se calhar nem poderia escrever no Aventar.
É por estas e por outras que não aguento esta gente que nos governa e lutarei com todas as minhas forças para que morram com um pinheiro bem atravessado no recto!
Parece que a coisa está complicada. O 5 dias fala no assunto e o face do SPGL tem imagens. (em actualização).

Precários confirmam a ocupação. TVI informa que os Professores pretendem chegar à fala com o Ministro. Agora com vídeo. Também na RTP e no Público.
Se mais depressa escrevia, mais depressa …
Uma posição que deveria ser seguida por muitos – em causa está a segurança dos alunos e a qualidade das aprendizagens. Segundo a nota que pode ser lida no site da Escola:
A DIREcÇÃO DO AGRUPAMENTO INFORMA QUE POR FALTA DE FUNCIONÁRIOS A ESCOLA NÃO CONSEGUE ASSEGURAR A SEGURANÇA DOS SEUS ALUNOS NO EDIFÍCIO SEDE PELO QUE SERÁ FORÇADA A INTERROMPER O NORMAL DESENROLAR DAS AcTIVIDADES NA TARDE DE QUINTA E SEXTA FEIRA ( TARDES DOS DIAS 3 E 4 DE OUTUBRO ).
A DIRETORA DO AGRUPAMENTO, ROSÁRIO QUEIRÓS
A Escola Pública está a viver um momento muito delicado porque o poder político pretende desmontar este pilar da nossa Democracia aos mercados. E o Governo recorre a diferentes estratégias, uma das quais passa por criar dificuldades nas mais elementares práticas do dia-a-dia – a ausência de funcionários é a mais evidente e um dos maiores problemas das escolas.
E a ausência de auxiliares, que poderá parecer um problema menor, coloca dificuldades ao nível da higiene e da segurança dos espaços e das crianças. Cria também imensas dificuldades nos “pequenos” procedimentos de apoio às práticas lectivas.
E se a Escola é mais do que um espaço onde se toma conta de crianças, também não é possível que o Ministro da Educação e os Directores pensem que podem substituir os funcionários por docentes, por exemplo, em horário zero.
O Estatuto da Carreira Docente é muito claro. No seu artigo 35º define o conteúdo funcional da profissão, dos quais destacaria
“leccionar as disciplinas; planear, organizar e preparar as actividades lectivas; conceber, aplicar, corrigir e classificar os instrumentos de avaliação das aprendizagens; elaborar recursos e materiais”.
Pois bem, são muitas as escolas que colocam os docentes a limpar salas ou a tomar conta de meninos nas filas da cantina. São várias as questões complicadas que estas situações colocam:
– estão a ser usados recursos excessivamente caros para as tarefas em causa, quando podiam (deviam!) ser usados no apoio aos alunos;
– os alunos identificam os docentes em diferentes planos, criando confusões e dificuldades posteriores na gestão de sala de aula, isto é, os putos pensam: “se na cantina ele está aqui a fazer de funcionário, se calhar poderei também falar com ele como”…
– há necessidade de colocar funcionários nas escolas, mas isso não acontece porque há alguém a tapar o buraco.
Claro que esta argumentação não se coloca no plano do “somos melhores do que eles” ou “somos um intelectuais que não podemos fazer isto ou aquilo”. Nada disso. A dignidade de cada função passa pela sua qualificação e não pela sua desvalorização. Ou irá agora o Presidente da SAD do Real colocar o CR7 a porteiro do estádio? Poderá o Juíz vir limpar os vidros do tribunal?
A Escola Pública é melhor do que este governo e se cada um de nós colocar um travão a estas ilegalidades, então estaremos a defender a Escola Pública.
Parou e inclinou, Bruno! O cartaz, claro.

Mas, ao que parece vai continuar viagem e não fica por cá.
Um boa notícia.
Os resultados das eleições em Vila Nova de Gaia fazem-me voltar à temática das sondagens.
Na página 8 do pasquim que se vendeu ao Menezes, um comentador, supostamente perito em sondagens, escreve:
“dois casos da A.M. do Porto – Gaia e Matosinhos. Em ambos os resultados eleitorais foram diferentes dos estudos. Em Gaia, o PS disparou para cima e o independente para baixo (…). A rever com atenção.
Isto, depois de ter justificado, na introdução do comentário que
“Os estudos efectuados a 5, 10, 20 ou mais dias antes das eleições são indicações ou tendências.
Até aqui, batatinhas. Mas, vejamos o que foi apontado pelas últimas sondagens divulgadas pelo JN – e já nem vou a outras que por aí foram faladas:
– Em junho, no JN: PS – 32,2%, Guilherme Aguiar – 30,7%, PSD / CDS – 22,7%;
– Em setembro, no JN: Guilherme Aguiar – 29,3%, PS – 29%, PSD / CDS – 25,1%.
Esta foi a sondagem publicada a 4 dias das eleições, sr. Comentador.
Também em Setembro, na RTP (Sondagem da Católica) – PS – 32% ; Guilherme Aguiar – 26%, PSD/CDS – 21%.
Pois bem, o Eduardo Vitor Rodrigues acaba por ganhar as eleições com 38,15%. Ou seja, na última sondagem do pasquim EVR tinha menos dez pontos. A Católica aproxima-se, mas fica longe…
O falso independente do PSD foi levado ao colo no braço esquerdo pelo pasquim, que uma vez por outra também recebia no regaço o candidato oficial. Tentou, até ao limite, mostrar que a coisa estava dividida, que todos podiam lá chegar…
O PS ganha em Gaia com 38,15%, o PSD / CDS fica em segundo com 19,97% e o candidato oficioso em terceiro com 19,74%.
Isto é, o PS tem, sozinho, quase tantos votos como os outros dois juntos (diferença de 2161 votos) – era esta a proximidade prevista nas sondagens?
Não deveria a Direcção do Jornal de Notícias tirar consequências do papel que tiveram nestas eleições? Não considera a Direcção do Jornal de Notícias que a derrota em Gaia e, em especial, no Porto é também uma derrota editorial? Afinal os candidatos apoiados perderam, não?
Confesso que não são muitas as palavras que os dedos conseguem construir no teclado, não sei é se o problema é dos dedos ou do teclado. Há quem diga que é do cansaço.
Vivi ontem uma das noites mais felizes da minha vida.
Terei sido um dos que mais escreveu sobre Vila Nova de Gaia (a minha terra) nesta coisa a que alguns chamam blogosfera. Terei sido do primeiros (o único?) a mostrar o que era a gestão de Luís Filipe Menezes. Assumi o meu anti-Menezismo quase primário. Exagerado é certo, porque algo de bom estava feito. Mas, caramba, foram 16 anos! Recordo três exemplos:
– falei do dinheiro entregue ao Centro de Estágio de uma equipa profissional de futebol;
– o desemprego em Gaia
– sobre o Marco António. [Read more…]
Na mesma noite, arrumar com o Menezes e com o Carlos Abreu Amorim, nem nos meus melhores sonhos!
Em terceiro? Fantástico!
O homem que resolve é o convidado de honra para a abertura do Museu!
Aqui têm uma excelente questão!
O tempo é sempre bom conselheiro. E o fim da campanha mostra o desespero de quem vai perder.

Poderia recorrer à sondagem que dá a vitória ao Eduardo Vítor Rodrigues, mas não sou dos que confia muito neste tipo de instrumento de propaganda.
Mas há uma sondagem que é muito esclarecedora – a do desespero.
A imagem mostra um edifício que tem sido apontado há muitos anos como a futura sede da Junta de Freguesia. Foi há 4 anos uma das promessas eleitorais de quase todos os candidatos. Em 1460 dias nada aconteceu e a 5 dias das eleições eis que aparece um cartaz colocado pela junta de freguesia: “Aqui nasce obra”.
A Junta de Freguesia cá da terra liderada pela equipa da coligação Gaia na Frente, de Carlos Abreu Amorim teve, também esta semana, a lata de colocar a primeira pedra de umas capelas mortuárias num terreno que é privado – há informações que nos serviços camarários não entrou qualquer projecto. Aliás, estas capelas mortuárias (não existentes) são a capa da revista da Junta também publicada durante a campanha.
Querem melhor sondagem do que este magnífico exemplo de desespero?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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