Mas Pepe, por exemplo com as quinas ao peito, saiu sempre na frente do pelotão, numa atitude de custe o que custar, defendendo o que levava no peito, nem que isso significasse pegar-se com um alemão (Thomas Muller).
— Luís Pedro Ferreira***
Faltou ao autor acrescentar os factos que se seguiram ao “pegar-se com um alemão”: Pepe foi expulso, Thomas Müller (com trema) marcaria mais dois golos (ao todo, marcou três) e a Alemanha goleou Portugal (4-0). Nesse jogo, Portugal perdeu com Pepe e foi humilhado por causa de Pepe. Foi Pepe quem impossibilitou e foi Müller quem brilhou. Os arruaceiros não são exemplo desportivo — como não são as pessoas sem boa educação e com falta de cortesia ou de delicadeza. Mas há sempre quem insista em contornar a realidade. This is NOT the West, sir. E este episódio foi só há dez anos.
Além do trema que faltou ao “alemão” (falha indicada a vermelho, na epígrafe), o autor enganou-se no sítio do acento. Efectivamente, no título: *heróismo em vez de heroísmo.

Siga.
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Era uma vez um primeiro-ministro muito fraquinho a que chamavam socialista e que ficou muito aborrecido por ter conseguido uma maioria absoluta, quando estava desejoso de ir para a Europa, essa região distante de Portugal, não em quilómetros mas em euros.






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