
Foto: Pranto, Vinha da Rainha, Soure
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
As medidas Merkel para o enterramento dos países em dificuldades, estão ao nível do combate ao desemprego facilitando o despedimento. Vamos aturar estes idiotas por quanto tempo?
Notícia em actualização permanente.
Quando descobrimos que os nossos alunos são também nossos amigos…
Dei-me conta disso esta semana, de forma consciente.
A este propósito:
(…) a troca, (…) numa base de confiança recíproca e, de facto, de amor (…). O Mestre aprende com o discípulo ao mesmo tempo que o instrui. A intensidade do diálogo gera amizade no sentido mais elevado do termo.
(George Steiner, As Lições dos Mestres, Gradiva, 2005, p.13)
Cartoon de Zapiro
Gosto muito de fazer rir. Se tivesse jeito, vocação ou ocasião, gostaria de ter sido humorista e agradeço muito ao Aventar dar-me a possibilidade de compensar, minimamente, esse meu desejo infantil, ao ser-me permitido, por vezes, escrever umas larachas e ficar convencido de que fui engraçado. [Read more…]
A frase, em si, é deliciosa.
Esqueçamos quem a usou e em que circunstâncias. Esqueçamos, aliás, as circunstâncias. Mais, esqueçamos mesmo as circunstâncias que deram origem às circunstâncias em que a frase foi usada. Como bónus, até podemos esquecer que a frase foi proferida com razão e adequada às circunstâncias.
A frase, em si, é deliciosa.
Quase tão deliciosa como esta: um poeta não deixa de ser poeta por ser ladrão.
(Ou pior)
Michelle Hapetian é autora desta carta aberta/petição, em que denuncia a situação dos tradutores independentes em Portugal.
A situação é lamentável, não é nova, mas raramente alguém a denuncia na praça pública.
Parabéns à autora.
Vale a pena ler a carta e reflectir acerca do seu conteúdo.
E vale a pena assinar a petição.
1) Conceber um escudo para proteger a sociedade contra a crise
Nem um único cidadão sem um rendimento mínimo garantido ou subsídio de desemprego, assistência médica, proteção social, habitação e acesso a todos os serviços públicos.
Medidas de proteção e alívio para as famílias endividadas.
Controlo de preços e reduções de preços, redução do IVA e abolição do IVA sobre bens necessidade básica. [Read more…]
O cerne desta questão reside no seguinte:
Ora, se nenhumas dúvidas existem quanto à dignidade constitucional do princípio fundamental da liberdade de expressão e do direito de informação (“liberdade de informar”, “de se informar” e “de ser informado”), também se perfila como não menos relevante o princípio da salvaguarda do bom nome e reputação individuais consagrado no artº 26° n° 1 da CRP. [da sentença que se reproduz neste post]
Ou seja, muitos juízes em Portugal dão mais relevância ao princípio da salvaguarda do bom nome e reputação individuais do que à liberdade de expressão – mesmo quando não se está a injuriar, insultar, caluniar, mesmo quando se está a dizer a mais pura das verdades.
Depois do corte pode ler toda a argumentação que conduziu à decisão do juiz.
Note que a passagem da versão em pdf (2.6MB) da sentença, para texto corrido pode ter gerado alguns erros, em caso de dúvida não deixe de consultar o original. A formatação foi refeita por mim, assim como a criação de alguns links e aplicação de negrito a algumas passagens.
Um acontecimento quase histórico que ocorreu nos últimos dias e que passou um pouco despercebido foi o fecho da ultima central nuclear que continuava a produzir energia elétrica no japão.
Isto quer dizer que pela primeira vez nos últimos 40 anos o japão não usa o nuclear no seu mix energético. Este é um resultado direto do evento improvável mas real do terramoto seguido de maremoto que ocorreu o ano passado.
Mas o que eu acho verdadeiramente interessante é perceber que foi possivel substituir em pouco mais de um ano cerca de 20% da produção total de energia para outras formas de produção. Não consegui encontrar indicadores sobre como foi feita essa substituição ou sequer se tiveram que repor toda essa capacidade ou se conseguiram reduzir o consumo mas que esta é uma oportunidade para que outras formas de produção elétrica sejam exploradas lá isso é.
Alguns factoides só como curiosidade:
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Imaginar o blogue mais lido da Itália… Mais de 1000 comentários por post. Quantas visualizações…
O blog de Beppe Grillo é qualquer coisa. (O Aventar um dia lá chegará!!)
Grillo («o comediante despenteado») criou, além do seu blog há uns anos, o Movimento 5 Estrelas que acaba de conquistar 4 câmaras nas eleições municipais no seu país.
Grillo não vai à televisão. Defende a democracia direta e sonha com “cidadãos que se elegem entre si” através do seu movimento, “um instrumento ao serviço dos cidadãos para lhes permitir administrarem-se a si próprios”.
Segundo o Público, onde descobri o Grillo, “as suas listas juntam desempregados, estudantes ou professores. Gente normal com vontade de fazer política de outra forma. Gente jovem.” [Read more…]
Quando no ano passado um representante da Unicef me bateu à porta fiquei com uma dúvida que persistiu até há dias, quando, involuntariamente, imagino, um meritíssimo juiz trouxe à luz as escuras práticas de alguns grupos que, eufemisticamente, se apelidam de empresas.
Pode ser isto. Ora, não foi na base da covardia e da cumplicidade com o crime das PPP que confiamos ao Governo Passos/Portas o resgate do nosso destino. Se nos não defendem com unhas e dentes, se o povo pode ser esbulhado mas os Ladrões não podem reestruturar as rendas abusivas nem os políticos facilitadores desse Roubo podem ser processados, então rua!
Até um chimpanzé, mesmo recompensado com os amendoins de Merkel, governar-nos-á com mais zelo. Não precisamos de um mero submisso amanuense pau mandado, apavorado com papões.
Tenho um ex-espião que me manda sms sem eu lhe solicitar. Ele é clippings pela manhã, listas de nomes à tarde, sugestões de gente a empregar à noitinha. Coisas de espionagem, zero, segredos militares, niente, manobras de bastidores e ameaças à segurança do estado, nem sinal. Esses recebe-os um vizinho meu, reenviados por um cunhado que mora em Alguidares de Cima e por via de um outro ex-espião que faz o favor de os partilhar com o dito cunhado.
O meu vizinho, que é um tipo porreiro mas algo linguarudo e com a mania de armar aos cucos, volta e meia descai-se e revela-me algum material confidencial a que chama top-secret.
Ora, o homem, se mos mostra, dá-os também a conhecer ao resto da vizinhança. Andávamos nisto, fazíamos uns petiscos, bebíamos uma cervejinha no café cá do bairro e, como se acabou a bola, íamos conversando sobre coisas de espiões e segredos de estado.
Nunca, como nos últimos tempos, os moradores da minha rua se deram tão bem:
– Já sabes aquela da tal célula terrorista que anda a preparar um atentado?
– Sei, pá, sei, contou-me o Lopes que foi informado pelo Teixeira do 3º esquerdo. Até me disse os nomes dos cabecilhas mas eu não fixo nomes estrangeiros.
O pior foi ter aparecido aí uma jornalista a fazer perguntas. Quer dizer, o pior nem foram as perguntas, foi a jornalista ter dito ao meu vizinho que precisava de ter respostas em trinta e dois minutos. [Read more…]
Pior que não saber perder, é não saber ganhar:
Sempre soubemos que os deputados portugueses se tratavam bem, mas até agora não sabíamos até que ponto podia chegar o descaramento.
No caderno de encargos do concurso de fornecimento de refeições na Assembleia da República, o critério mais importante na selecção do fornecedor não é o preço, como seria de esperar num país mergulhado na crise, mas a ementa apresentada na cantina e nos 2 restaurantes de luxo existentes.
Os senhores deputados não podem comer qualquer coisa e alimentos como perdiz, lebre, pombo torcaz, rola e similares, lombo de novilho, lombo de vitela, lombo ou lombinho de porco preto (bolota) e camarão/gamba grande (24 por Kg ou maior) são receita garantida para ganhar o concurso. É ainda obrigatório disponibilizar diariamente aos representantes da nação 5 pratos à escolha, 8 variedades de sobremesa, uma mesa com um mínimo de 8 complementos frios e uma mesa com 4 componentes de comida vegetariana.
O caderno de encargos chega ao ponto de indicar a única espécie de bacalhau permitida, o tipo de café servido aos deputados (de 1.ª, obviamente), o tipo de músculos a partir dos quais se devem obter os bifes e por aí fora. No bar, a empresa vencedora deve garantir 3 variedades de vodka, 16 tipos de whisky, 4 vermutes, 4 brandies e 8 licores. [Read more…]
Como é que chegámos à situação de bancarrota ou pré-bancarrota?! E porquê insistir na narrativa que o senso comum já assimilou e reproduz todos os dias, culpando o passado e não tanto o caminho aselha seguido agora? Porque, salvo raros media, parece proibido assacar e imputar ao PS, e ao sapateiro que o guiou, responsabilidades crassas pelo que nos trouxe até aqui. Veja-se o Público: obnubilação completa dos casos e podres do espécime sob a égide de São José Almeida, uma das opinadoras residentes mais profundamente suspirante e messianística do passado rançoso recente do seu partido.
Se é certo que o TGV não se concretizou e, quanto a aeroportos, nasceu somente o elefante branco do de Beja onde as ervas e os chaparros medram, muito dinheiro foi queimado em estudos e compromissos, coisa a não escamotear no seu impacto. Perante a rebaldaria completa e a captura do Estado pelos fautores de negócios chorudos para si à conta de PPP e de outros desmandos grosseiros contra Portugal, o FMI, que é uma rigorosa merda falhenta e caolha, seria infinitamente melhor que continuarmos sob saque socialista, com os saqueadores socialistas de orçamentos sempre sorridentes, protegidos pela Procuradoria e pelo Diabo-a-Quatro, dignos de repouso e sossego.
Depois veio Passos com a Troyka, outra merda atrevida e caolha, inocular um zelo desmesurado na aplicação de uma receita sacana, estranguladora, subindo impostos como os outros, sacrificando os mesmos como os outros, desengordurando o Estado, mas pouco, coisa a que os outros se recusavam, porque estar no Estado, usá-lo, e sugar-lhe tudo para si, sempre foi o desígnio supremo dos ratos do Rato, a começar pelo devorista exemplar Soares, pai carnal e espiritual deles todos. [Read more…]
Depois de publicar o vídeo sobre a Segmento Azul, descubro agora que está tudo processado.
Explicado este assunto republicano, sempre acrescento que até o PSD tem deputados que podem fazer um desenho à ministra.
Ou como conseguir projecção nacional através dos tribunais.
Entretanto os comentários vítimas de providência cautelar apareceram no Pasterbin. Aguarda-se a todo o momento que um juiz português mande suspender a internet. [Read more…]
Para além de prosseguir com a aplicação de medidas ruinosas, como a criação de mega-agrupamentos e o aumento do número de alunos por turma, o Ministério da Educação exige às escolas que indiquem, nesta altura do ano, os professores que ficarão sem alunos no próximo ano lectivo, o que, na realidade, é impossível, uma vez que nenhuma escola sabe, neste momento, quantos alunos vai ter.
Os professores que forem contemplados com o chamado horário zero, isto é, todos os que ficarem sem alunos, serão obrigados a concorrer. Impõe-se, então, a pergunta: e se, entretanto, se verificar que, fechadas as turmas, os professores que concorreram voltam a ser necessários? Segundo parece, há uma solução mirabolante para isso, mas não vamos desvendá-la, porque seria fazer concorrência desleal ao Inimigo Público.
Vale a pena, como é costume, ler a opinião ponderadamente revoltada do Paulo Prudêncio acerca da mesma notícia a que faço referência.
Respondendo à pergunta que está no título: o Ministério da Educação só serve para acrescentar dificuldades àquelas que são inerentes à vida das escolas.
Recomendo a leitura deste artigo a todos aqueles que elogiam o Acordo Ortográfico de 1990.
O presidente da Associação Portuguesa de Escritores lembra os erros de natureza técnica e chama a atenção para o “risco de uma perigosa deriva da língua”.
Por seu turno, o presidente da Sociedade Portuguesa de Autores recorda a “forma obscura, leviana e arrogante” como o processo AO90 foi conduzido.
José Manuel Mendes e José Jorge Letria estão obviamente de parabéns. Não é todos os dias que a verdade é dita de forma tão clara.
Nota: no artigo mencionado, as pseudo-palavras *adotar, *detetam, *adoção” e *ativos correspondem, respectiva e correctamente, às palavras portuguesas adoptar, detectam, adopção e activos. Repito: adoptar, detectam, adopção e activos.
Na Califórnia imaginária do século XIX da minha infância, acompanhei Zorro, o valente mascarado; no Portugal infinitamente merdíocre em que vivo, não conseguimos arranjar mais do que um Zorrinho. O primeiro usava a espada para ensanguentar com um Z decidido o peito dos opressores; o nosso Zorrinho serve-se da caneta de tinta permanente para traçar um Z vaidoso e vão com que finge não oprimir.
Zorrinho, por ser pequenino, descobre, na adenda agendada, uma grandeza épica: depois de ter participado, durante seis anos, numa agenda de encolhimento do país, simula acreditar no poder mágico da escrita e obriga a maioria a inscrever as palavras “crescimento” e “emprego” num tratado orçamental que provocará o inverso, o que será explicado a seu tempo com culpas para a meteorologia ou descobrindo um desalinhamento planetário. [Read more…]
Como é que esta hábil mocinha consegue isto? O que é que ela tem que eu não tenha?! Sou infinitamente mais bonito que ela, diz-mo o meu espelho e o meu Facebook, e eles não mentem. Ok, visto a mesma roupa quase uma semana inteira e só mudo de calças [de ganga, sempre de ganga!] quando já começam a cheirar a uma multidão de romenos na gare da Trindade, mas é precisamente para disfarçar essa minha drástica medida anti-crise, em consonância com o grande depenar nacional do Governo Passos-coelhoniano, que serve um bom perfume e eu não me poupo em borrifos. Lavo-me. E muito, tá?! Tudo bem que raramente mude de casaco, se ele me evita o frio e disfarça um bom ventre quarentão feliz. Passam meses sem comprar roupa.
Sim, também não tenho nem uso pulseiras, colares, nem relógios ou maquilhagem. Não percebo nada de malas, brincos, cintos, vernizes. Impressionante o sucesso reprodutivo de uma Pipoca, aliás cada vez mais chique e cada vez mais rica, dinheiro faz dinheiro e a publicidade, ali, é um tubo de gás natural acoplado ao furico da referida moça, cuja boca só pode regurgitar petróleo para a marmita.
Como todos nos lembramos PS, PSD e CDS aprovaram o pacto Merkozy, aquele tratado completamente idiota que tenta fazer lei a ideologia do Keynes nunca existiu e a depressão dos anos 30 foi resolvida porque sim.
Agora que não existe Merkozy (e convém lembrar que nem a Alemanha aprovou tal excremento, que lhe falta maioria para tal), os meninos obedientes, servis, venerandos e bate-me mais que o meu povo gosta iam aparecer em Bruxelas, envergonhados, como os únicos assinantes da poia (a Grécia não conta, que nem governo tem).
Sempre oportuno o PS* apresentou uma adenda, hoje em aprovação para lamentar. O governo agradece, sempre disfarçam o tolice, não deixando de fazer triste figura lá fora. Dizem que são uma espécie de europeístas, a espécie colonizada, convenhamos
«Num presente tão ocupado consigo mesmo e hoje, como o de todos os povos, em estado de obsolescência permanente, esta nossa maneira de ter passado como se o não tivéssemos, ou tendo-o para nos exaltarmos oniricamente com ele, é um sério obstáculo para conceber um futuro onde o que nos sonhamos de melhor e específico seja realmente, como toda a pulsão futurante deve ser, filho das exigências e dos imperativos de um presente singular»
Eduardo Lourenço, “Nós como futuro”
Vence, 14 de Julho de 1997
Mesmo que ele não oiça, eu lhe digo, eu lhe escrevo do meu lugar insignificante e desconhecido das grandes estrelas: «Parabéns».
Parabéns, professor Eduardo Lourenço, pelos seus 89 anos. Muitos a pensar, numa permanente interrogação! Muitos pensamentos sobre isto do que é viver, sobre isto que é Portugal e os portugueses. É um orgulho para nós que seja português e, sobretudo, um filósofo português.
Escolher entre tanto pensar é difícil. Eis alguns pensamentos:
Que o português médio conhece mal a sua terra – inclusive aquela que habita e tem por sua em sentido próprio – é um facto que releva de um mais genérico comportamento nacional, o de viver mais a sua existência do que compreendê-la. (…)
Como a palavra comum, e mais do que ela, a escrita é um risco total. De uma maneira geral ninguém a lerá como o seu autor a concebeu. Ela será ocasião inevitável de desentendimento, desatenção, porventura irritação ou desprezo, mas igualmente de comunhão possível, de entusiasmo, sobretudo de veículo para o transporte do próprio sonho. [Read more…]
Não é preciso calcorrear muito o Porto para confirmar que a cidade se vai transformando numa sucessão de edifícios em ruínas. Propriedade privada e pública entregue às pombas e aos ratos, a ruir lentamente aos olhos de todos. Os proprietários privados não podem ou não querem recuperar os seus edifícios, ou simplesmente estão longe e tanto lhes dá (experimentem pedir o contacto dos proprietários de prédios em ruínas e verão quantos moram fora da cidade).
A Câmara do Porto não dispõe de meios para recuperar todos os edifícios sob a sua alçada, já sabemos. Ora, essa insuficiência de meios poderia fazer supor que a autarquia aceitaria de bom grado, até com gratidão, qualquer proposta de intervenção cívica, não dependente de subsídios camarários, que pretendesse reabrir espaços que a autarquia foi deixando encerrar e os devolvesse à comunidade, mas a actuação recente da autarquia demonstra, de forma totalmente ilógica, o contrário. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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