Muito mais barato que o pesetero Figo ficou Fabio Coentrão – bastou Mário de Almeida assobiar, e o caxineiro lá foi dizer que não é socialista mas sempre foi do PS, manifestando uma elevada maturidade política: socialista e do PS é demais para um homem só.
PS poupa nos gastos públicos com a campanha eleitoral
Os Erros em Política
Foi um erro o não se divulgar o texto final do memorando saído da reunião do Ecofin. Como foi um erro a aliança à esquerda e à direita do PS para derrubar o governo. E, o que é ainda mais curioso, aceitando todos o “tiro de partida” de Belém. É a queda do governo a originar o pedido de ajuda externa neste momento e não num momento posterior. Momento posterior em que se sabia poderem ser as condições mais vantajosas para o país. Em política todos os erros têm um preço a pagar. Dia 5 saberemos qual a repartição do seu montante.
Porta entreaberta
Contrariando o pessimismo do Sr. Almeida Santos, no noticiário da uma da tarde, José Sócrates fez questão em elogiar o CDS e Paulo Portas. Não conseguindo tirar um coelho da cartola, aproveita para entreabrir uma porta.
Está-se mesmo a ver…
Educação sempre a rimar com confusão: NO chegam ao Superior
A formação inicial dos professores corresponde, em termos simplistas, ao curso superior que confere a um indivíduo a necessária habilitação para poder dar aulas. Com o controlo que a mentalidade eduquesa vem exercendo, há vários anos, sobre as políticas educativas, a componente científica da formação inicial foi-se tornando cada vez mais irrelevante: o professor é, na realidade, visto como alguém que pode leccionar qualquer matéria, independentemente da especialização científica, como se pode confirmar no projecto de prolongar a monodocência até ao 6º ano.
Já aqui tive oportunidade de dar a minha opinião: a monodocência, mesmo no primeiro ciclo, é um disparate. Veja-se, por exemplo, o plano de estudos da licenciatura em Educação Básica da Escola Superior de Educação do Porto, curso esse que, complementado com o Mestrado em Ensino do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, permite a formação de professores “para a docência generalista, no 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico.”. Assim, as almas que inventaram este plano acreditam que um jovem mestre, ao fim de cinco anos, está preparado para leccionar Matemática, Língua Portuguesa ou outra coisa qualquer a alunos do 1º ao 6º ano.
No Público de hoje, ficamos a saber que o Ministério da Educação pretende que as Escolas Superiores de Educação possam, também, formar professores para o Ensino Secundário. É claro que se trata de uma nova oportunidade de negócio que as ESE não quererão enjeitar, aproveitando as habituais frestas da legislação produzida: a formação de professores do Secundário só pode ser feita através de licenciatura, grau que, desde 1997, pode ser concedido, também pelas Escolas Superiores de Educação. Estranha-se que tenham levado tanto tempo a descobrir esta abertura, mas a necessidade aguça o engenho. [Read more…]
Mais uma…
A oposição tenta mais uma cabala para denegrir a imagem do admirável e querido líder, apenas existem dois textos diferentes do acordo com a troika, porque um está escrito em inglês e outro em inglês técnico…
Apostar na língua pátria melhorará o Direito?
Com a aceleração dos cursos jurídicos e dos mais, em resultado da Declaração de Bolonha, há como que um abreviar das preocupações sobre que deveriam repousar os planos de estudo.
Curial seria que – com a deficiente formação, no geral, a português – houvesse logo no primeiro ano dos cursos jurídicos ou num “ano propedêutico” uma disciplina anual, a “hermenêutica jurídica”, susceptível de habilitar o escolar de leis a dominar as técnicas de interpretação, a aprofundar os conhecimentos da língua pátria, a ler de forma escorreita um texto jurídico, a fim de contrariar o quadro que ora se oferece que é o de chegar ao termo da formação escolar sem a destreza da língua, sem se alcançar uma interpretação fidedigna da lei, como diria Pereira Coelho, insígne Mestre com quem servimos em Direito Civil – Família e Sucessões, na Coimbra dos anos setenta do século transacto.
Com a agravante de que leis mal feitas exigem uma superlativa formação a português, que ora falece a quantos demandam a Universidade e os politécnicos.
E o fenómeno das leis mal feitas espalha-se como uma nódoa por todo o tecido do ordenamento jurídico.
Estranha-se que as escolas de direito (nas condições em que de tal se possa falar…) não sejam sensíveis ao fenómeno e nada façam para alterar o statu quo…
Mais tarde ou mais cedo… alguém terá de fazer algo para que se regenere a situação de clamorosa penúria no que tange à língua e da metodologia da interpretação da norma que aos juristas se impõe dominem.
Cruzamento e Interversão de Comboios
solidariedade

Bem queria eu aditar música a este ensaio, mas a máquina que uso não o permite. Pelo que experimento.
Experimento para agradecer o grande número de pessoas que me têm apoiado na escrita informática, especialmente a empresa que colabora comigo, que não vou referir por causa de propaganda, de todos eles, não resisto agradecer a quem tem a paciência de aparecer na minha casa para tratar das avarias que vão acontecendo no meu computador, Ricardo Fernandes. Como essa doce senhora que acompanha estes dissabores e ri às gargalhadas com os meus acidentes informáticos, por pura simpatia e solidariedade, como Carlos Loures, escritor e editor das minhas obras e que se ofereceu, enquanto o meu computador é tratado, a ser o meu correio e a publicar os meus textos no nosso Estrolabio e Aventar.
Campanha, dizem eles
Nem uma única palavra acerca dos compromissos assumidos com o FMI. Apenas folclore. É o que dá estas campanhas eleitorais que há muito que não são mais do que arruadas de circo de fracos palhaços, malabaristas e ilusionistas.
Passos Coelho e a Democracia
Ao longo destes anos de Democracia têm-se conhecido os mais variados tipos de políticos e têm-se assistido aos mais variados dislates. Nem vale a pena fazer-se o rol das asneiras – dava um livro! – basta recordar, a título de exemplo divertido, o expressivo “bardamerda” do defunto almirante Pinheiro de Azevedo e o discurso de tomada de posse do Pedro Santana Lopes. Foram momentos de enorme gozo e hilariedade. Houve – e há – nesta matéria de políticos, um pouco de tudo. Uns mais fleumáticos, outros mais emotivos, até mesmo coléricos. Todavia, no meio de tantas personalidades e de tão distintas idiossincrasias, não creio ter havido – pelo mesmo que me lembre – nada de comparável ao desastrado Pedro Passos Coelho. A sucessão de erros e equívocos são contínuos e exemplares. Nunca, em tão pouco tempo, um político se desacreditou tanto. Ainda ontem, informado Francisco Louçã sobre a surpreendente posição do líder do PSD acerca da IVG, reagia este, irónico, à comunicação social: “Ai o Dr. Passos Coelho disse isso esta manhã?! Então à tarde já muda de ideias!”. E foi. À tarde já o líder do PSD amansava a posição sobre um referendo e suavizava o motivo de ter abordado o assunto, desculpando-se com o facto de uma entrevistadora lho ter perguntado. E ele, na modéstia das suas próprias palavras “que é um homem de enorme franqueza”, lhe ter confessado o que pensava. Ignorando-lhe a sinceridade o facto de estar a responder aos seráficos microfones da Rádio Renascença… e pelas razões que toda a gente percebeu. Entretanto, à noite, não fora o dia suficientemente conturbado, pegou-se-lhe outra vez a asneira à franqueza e vá de desancar no Pacheco Pereira acusando-o de “semanalmente fazer campanha contra o partido”. O que até nem é de todo mentira, só que confunde o partido com ele próprio e não era a ocasião indicada de o dizer. O que lhe vale, para já, por parte do Pacheco ofendido o epíteto de… “caluniador”. Já hoje, depois dos incidentes ocorridos num comício do PS de ontem à noite, incidentes esses que contaram com a presença de elementos ligados ao PSD como foi noticiado pela TVI, em vez de se demarcar claramente do ocorrido condenando de forma inequívoca comportamentos atentatórios da liberdade de reunião e de expressão, limitou-se ao sacudir a água do capote num simples “lamentar o sucedido”. Mais! Ainda veio implicitamente verberar o comportamento policial, tentando adoçar as provocações e o comportamento dos provocadores, travestindo-os em “manifestantes”, coitadinhos, vítimas do excesso de zelo policial. Será que Passos Coelho nunca ouviu falar em ordem democrática? Ou, tendo ouvido falar, não sabe o que esse conceito significa? Terá saltado para a história directamente do 24 de Abril? Assim não vai lá. Era o que (nos) faltava!
Televisões condenadas a realizar debates, só falta os partidos quererem
Já se sabe que os pequenos partidos querem debater. Têm razão, sem debate nunca deixarão de ser pequenos partidos. A questão é se os partidos com assento parlamentar aceitarão o repto. Apesar da notícia dar um belo título, a não ser que algum dos grandes partidos surpreenda, é de crer que as televisões não terão muito que se preocupar.
Renegociação da Dívida: mais um
O número de pessoas que favoráveis a renegociação da dívida portuguesa tem crescido e tende a aumentar. Para muitos, a actual situação é insustentável e estamos perante o tipo de tratamento que mata o doente. Questões de justiça (se os juros e demais obrigações são justos ou injustos) também são para aqui chamadas.
Sabemos já da posição de PCP e BE em relação ao assunto. Agora junta-se-lhes Boaventura Sousa Santos.
O Aventar tentará ir acrescentando nomes à lista dos que defendem esta posição. Estamos em crer que, a breve prazo, teremos uma lista enorme.
Declaração de Voto: a contribuição de um leitor
Paulo Marques
Penso que votar PSD é um erro. O partido quer privatizar tudo o que dá dinheiro e tudo o que garante um mínimo de nível de vida às pessoas. Concordo com varrer as empresas e institutos públicos de caciques, mas tenho muitas dúvidas se PSD será um partido capaz de não arranjar lugar para os seus.
Mas os serviços públicos não servem para dar lucro, pese embora os desperdícios de pagar 15000€ por jornalistas que servem para fazer favores ao regime, e milhões de euros a administradores. Não faltam casos de sistemas privados que funcionam mal, porque estão em posição dominante ou de conluio. Podemos ver o sistema de saúde americano e as privatizações das redes de comboio o que pode facilmente acontecer, sem falar nas dificuldades de regular adequadamente o setor antes de as empresas de habituarem, com a força do monopólio, a laxismos legislativos. Temo o que será da banca sem a concorrência de um banco do estado a impor limites.
Muito menos se deve vender o que dá lucro a preço de saldo. Já a austera Ferreira Leite ofereceu a rede de cobre por trocos, por isso não me parece que corresse melhor esta altura. E depois, por exemplo, a CP fica com o que só dá prejuízo até ser obrigada a fechar, e os bilhetes nas outras linhas duplicam, porque o objetivo passa a ser o lucro e não obter uma rede de transportes que controle externelidades
Passos Coelho prometeu inicialmente que mudaria o sistema eleitoral para um tipo de voto preferencial, mas já chegou à conclusão que prejudicaria o poder do bloco central e mudou o discurso para a simples redução de deputados, o que minaria irremediavelmente a representatividade e fomentaria ainda mais a bi-partidarização corrosiva da nossa democracia. Aliás, a sua convicção democrática é sempre posta em causa por quem conhece o regime da Madeira, cheio de intocáveis e não criticáveis. Ainda esta semana surgem mais dúvidas sobre o quanto está disposto a fazer para roubar um voto, aceitando voltar a referendar o que pode fazer o país voltar a uma situação que ele repudiava, o aborto clandestino. [Read more…]
Declaração de Voto: Declare, Afirme, Pronuncie-se
Iniciada a campanha eleitoral, com as eleições a aproximarem-se e os partidos a manterem distâncias relativamente fixas nas sondagens, o Aventar dá voz ao (e)leitor, convidando-o a expressar-se e a influenciar, se possível, os resultados finais. Pronuncie-se, tenha uma palavra a dizer, a tribuna é sua.
Porque devemos votar ou não votar, porquê num certo partido e não noutro, porquê num certo candidato em vez de outro? Qual a sua opinião?
Junte-se aos muitos (e)leitores que se têm pronunciado e faça a sua declaração aqui
E não me falem mais de pinturas nas escadas monumentais sff
Ficamos assim: eis a prova de que tudo o que se disse contra a pintura que no domingo a CDU fez nas escadas monumentais em Coimbra não passou de uma tentativa da direita de silenciar um partido de esquerda. Não vou perguntar onde estavam os meninos que agora protestam quando a JS teve o seu momento “mural nas escadas“. Nem vou qualificar a atitude do actual presidente da AAC, militante da JS. No esterco só se mexe com luvas.
Confesso que nem me lembrava desta (tradicionalmente o espaço é ocupado pelo PCP), mas apareceu, e não é uma manipulação fotográfica.
Assunto encerrado.
Comícios do PCP e do PS: dois pesos e duas medidas
|
foto: PÚBLICO 100 estudantes perturbaram o comício do PCP em Coimbra, nas Escadas Monumentais. Foram empunhados cartazes e foram ouvidos gritos de ordem. A manifestação terá sido ilegal. Nenhum polícia apareceu no local. Ninguém foi preso. |
foto: DN Cerca de 20 pessoas perturbaram o comício do PS em Faro. Foram empunhados cartazes e foram ouvidos gritos de ordem. A manifestação terá sido ilegal. Esteve presente polícia à paisana. Uma pessoa foi presa por polícias à paisana. |
Primeiro resultado positivo trazido pela troika
Fim dos ajustes directos. Lá se terão que arranjar outras formas de financiamento partidário.
O memorando aperta mais o cerco aos contratos por ajuste directo.
No memorando da troika há responsabilidades adicionais atribuídas ao Tribunal de Contas. Em documentos semelhantes de outros países não se dá tanta ênfase aos organismos de controlo. Esse papel acrescido reporta-se a dois aspectos: contratação pública, cabendo ao Tribunal o acompanhamento muito rigoroso da legislação e o seu aperfeiçoamento.Está a falar do fim das excepções que facilitam os ajustes directos?
Exactamente, de acordo com o que o tribunal tem dito sobre essa matéria.
Entrevista de Oliveira Martins ao ionline. Outros aspectos interessantes: a questão da auditoria ao Banco de Portugal (“Não é uma questão de que eu possa falar”); visto prévio para as PPP; na responsabilização da gestão privada em PPP , “há processos pendentes que estão em segredo de Justiça”.
Guardas à paisana?!
fotos: DN
Dois guardas da PSP à paisana encostaram o homem a uma parede, tentaram identificá-lo e, mediante a sua recusa de se identificar, levaram-no para a esquadra. A meio do percurso, testemunhou o DN, o detido ainda reclamou: “Tenho direito a saber porque estou a a ser detido”. [DN]
Vários dirigentes socialistas sublinharam ainda que a manifestação era ilegal. [Público]
Familiares de desempregados da Groundforce, pessoal do aeroporto de Faro, mantiveram a acção de protesto durante todo o comício. [ionline]
Escapam-me aqui umas coisitas.
- Só pode ir a comícios quem concorda com o orador?
- Os comícios do PS têm direito a guardas à paisana?
Não sei porque é que o PS está preocupado com estes apupos. Se tudo está bem depois da governação socialista, nada há a temer.
Pobres eleitores do centro-esquerda
passos coelho e o diácono remédios
Felizmente a lei sobre a IVG é pacífica na sociedade portuguesa, integrando tranquilamente o nosso património social e cultural. Até alguns sectores do catolicismo mais radical acabaram por aceitar a IVG como aceitaram os métodos anticoncepcionais. Mantêm o discurso, resguardam a aparência da ortodoxia, ficam-se por aí. Levantar o assunto da IVG da forma como o fez hoje Passos Coelho aos microfones da Rádio Renascença, é uma manifestação primária de oportunismo político sublinhando o completo desnorte em que o PSD se encontra mergulhado. Para “caçar” meia dúzia de votos! É, provavelmente, o maior erro político de toda esta campanha. Lá diria o diácono Remédios: “num habia nexexidade!”.
(publicado em mais um packard em rodagem)
Eu, penitente pelo impostor Obama
Obama e sua mulher, Michelle, dedicaram esta semana a um périplo pela Europa. Convencido, mas não convincente, o presidente americano assevera que o mundo actual continuará a obedecer à liderança dos EUA e seus aliados europeus; isto, a despeito da China e Índia se revelarem duas potências económicas pujantes e de crescente domínio global, na companhia de outros ‘BRICS’.
Eu, ao ter publicado no ‘Aventar’ este ‘post’, sou compelido a declarar-me penitente pelo impostor Obama que, no vídeo a seguir exibido, recebeu a humilhação merecida de sua majestade a rainha Elizabeth II:
Obama teve o castigo devido, da imoral e decrépita realeza britânica; acerca da qual, de resto, me dispenso de fazer comentários.
Obama é, pois, mais uma das muitíssimas figuras políticas que me desiludiram. Não apenas a mim. Também a muitos mais, como a minha ex-companheira do ‘Aventar’, Carla Romualdo, que afirma: “em tempos recentes acreditei neste gajo”.
Do filme-documentário ‘Inside Job’, já tinha tido sinais de desencanto. Agora, com esta cerimónia no Buckingham Palace, humilhado por gente que sempre viveu à grande da crendice no ideal monárquico, fiquei definitivamente convencido. Neste caso, sim, Obama foi convincente e eu transformei-me em penitente.
Amigos e companheiros na corrida às legislativas
Era o que eles queriam ser, os da corrida para as eleições legislativas, amigos e companheiros. Na prática até aconteceu. O nosso, ate agora Primeiro-ministro, a governar em minoria no seu segundo mandato, teve o cuidado de procurar apoio. Apoio que encontrou em dois dos seus colegas de parlamento e líder de um partido que as vezes ganham, outras perdem, o PSD. Como também acontece no partido que nos governa, auto denominado socialista. Digo auto denominado, pelos tipos de fracções que existem: há os fundadores, há os que entram mais tarde ao partido, e a fracção neoliberal que sustenta um comércio livre, não [Read more…]
Sondagens
Indecisos
A 10 de Setembro de 2009, a duas semanas das eleições, a Católica captava que 19% do eleitores manifestavam tencionar votar mas diziam não saber em quem. A uma semana das eleições, esse valor tinha baixado para 17%. Agora, a duas semanas das eleições, estamos com 28%. Mas notem como as coisas se complicam quando olhamos para a Marktest: em 2009, na última sondagem antes de eleições, a Marktest captaba 37% de indecisos. Na mais recente, 33,3%. Mas na última sondagem de Setembro de 2009 apenas 2,6% de pessoas diziam que não iriam votar
Pedro Magalhães, e é favor lerem o resto
Rating
As agências de sondagens são como as de rating. Têm os credores nos Conselhos de Administração e dão percentagem aos partidos, de acordo com os juros que lhes vão exigir. O PSD está bem cotado : AAA.
Luís Januário

















Recent Comments