É do Magrebe?
Errosondagem
02/06/2013 by
Estou convencido que não existe grande diferença entre as previsões do Bruxo de Fafe e algumas sondagens que se fazem neste país.
Num mero exercício sem ter feito grande esforço:
a) Eurosondagem dá vantagem a josé Couceiro nas eleições do Sporting com 52,3% contra 44,6% de Bruno Carvalho. Contados os votos, ganhou o Bruno Carvalho com 53,6% e Couceiro teve 39,4%….
b) Eurosondagem Presidênciais de 2006 dando Soares na frente de Alegre (bem na frente) e depois foi o que se viu…
c) Eurosondagem dá vitória a Fernando Gomes contra Rui Rio (2001) e o resto da história é conhecida…
d) Eurosondagem dá vitória a Vital Moreira nas europeias. Ganhou Rangel…
Mas não se pense que é só a Eurosondagem. É só para recordar a diferença entre uma sondagem e o voto dos eleitores.
Mouseland (legendado)
01/06/2013 by
Qualquer semelhança com as democracias ocidentais é pura coincidência
João de Sousa
Cidadão e político
13/05/2013 by
Rafael Barbosa, no Jornal de Notícia, escreve sobre as eleições em Vila Nova de Gaia, elaborando uma síntese sobre três dos candidatos. E, aqui está o primeiro erro de análise: o Bloco e o PCP também já apresentaram os seus candidatos, ambos, Gaienses envolvidos na vida da sua terra e que, por isso, não podem deixar de ser considerados nesta reflexão.
Tenho, desde há muito, defendido que a política não pode ser o primeiro emprego de alguém – tenho a certeza que, quem nunca trabalhou, jamais poderá ser um bom político: o filho do ainda Presidente de Gaia é um exemplo esmagador. Por outro lado, tenho imensa dificuldade em aceitar que alguém pretenda gerir uma realidade que desconhece. Não faz sentido algum que eu, eleitor em Gaia, residente e cidadão do Grande Porto, me candidate a deputado em Viana do Castelo ou em Faro, para depois nas autárquicas seguintes me ir apresentar a Beja ou à Maia. Não faz, ainda que a publicidade partidária tente argumentar em sentido contrário. Gosto, por isso, da forma como o Marco Martins, em Gondomar, e o Eduardo Vítor, em Gaia, se apresentam. São pessoas das suas comunidades, envolvidos e dedicados às pessoas das suas terras. Não estão, nem de passagem, nem de visita, nem tão pouco a tapar um buraco que outros abriram.
Posteriormente, o artigo procura resolver uma contradição que, parece-me, não é real: por um lado questiona as qualidades e as competências do Professor Eduardo Vítor Rodrigues (PS), apontando a sua falta de mediatismo. Por outro lado, atira-se a um dos candidatos do PSD, acusando-o de só ser mediático. Além de utilizador de adereços mais usados em atividades relacionadas com saltos de avião. [Read more…]
Eleitores burros
11/05/2013 by
Acreditam em candidatos espertos.
É uma teoria que tenho vindo a desenvolver com todo o enquadramento científico.
Existe um Governo e uma maioria, além de um Presidente, o marido da Maria, que não sabemos bem para que serve, mas que anda por aí, calado. Felizmente, digo eu!
Há um Primeiro-ministro, Vítor Gaspar e um conjunto de deputados que me fazem lembrar aquele cachorrinho que o sr. Amorim tinha no carro, um Fiat 127 dos velhinhos.
Um ou outro – Miguel Frasquilho, por exemplo – conseguem apoiar o SEU governo, mas conseguem ter a capacidade de ver e falar para além do óbvio. Não conheço muitos outros exemplos. Que me recorde nenhum Deputado do PSD, no Parlamento, que tenha tido uma intervenção, uma frase, uma palavra para questionar alguma das medidas estúpidas deste governo e, sabemos todos, não foi por falta de motivos. [Read more…]
O PP tem sempre razão
10/04/2013 by
Sou um incondicional do Pacheco Pereira, um homem livre, como há poucos.
Se concordo sempre com ele?
Claro que não, mas gosto da forma livre e inteligente como ele exerce a sua participação no Espaço Público. Não resisto, ainda que isso possa não estar no manual de boas práticas da blogosfera, a reproduzir integralmente os dois últimos escritos no Abrupto:
O Material tem sempre razão (6)
Vale a pena repetir. Existe democracia quando se verificam duas condições: a soberania popular expressa pelo voto, e o primado da lei. DUAS CONDIÇÕES.
O Material tem sempre razão (5)
Há várias coisas que nunca se devem esquecer: esta gente é vingativa e não se importa de estragar tudo à sua volta para parecer que tem razão. Já nem sequer é por convicção, é por vaidade e imagem.Outra coisa, ainda mais complicada, que também não deve ser esquecida: o governo considera bem-vindas as ameaças da troika. São a chantagem que precisam, pedem e combinam. Não são uma voz alheia, nem dos “credores”, nem da troika, nem de ninguém, são o auto falante agressivo que o governo necessita para tornar a sua política inquestionável e servir de ameaça a todas as críticas. E por último, e não é de menos, esta gente é perigosa e, na agonia, muito mais perigosa ainda.
(A propósito do despacho do ministro Vítor Gaspar de 8 de Abril que pára o funcionamento do estado português, atribuindo essa decisão ao Tribunal Constitucional. O governo entrou numa guerra institucional dentro do estado, em colaboração com a troika, para abrir caminho a políticas de duvidosa legalidade e legitimidade baseadas no relatório que fez em conjunto com o FMI. Não conheço nenhum motivo mais forte e justificado para a dissolução da Assembleia da República por parte do Presidente do que este acto revanchista contra os portugueses.)
A austeridade rechaçada. Mas em vez de Syriza está Grillo.
01/03/2013 by
Salvatore Cannavó*
A crise italiana estala com as eleições de 25 de Fevereiro De facto, apesar de todos os prognósticos, não se retira do voto nenhuma hipótese de governo credível e abre-se caminho com ímpeto para a necessidade de uma alternativa às políticas de “rigor e austeridade”, que se manifesta hoje através do Movimento 5 Estrelas (M5S), que na Câmara de Deputados supera 25% dos votos.Foram rechaçados o governo Monti e o partido que o apoiou mais fielmente, quer dizer, o Partido Democrático (PD). As políticas de “rigor e austeridade” não convencem e não suscitam o consenso. Os que se distanciaram a tempo (Berlusconi), salvam a pele (ainda que o centro-direita perde cerca de 16 % em relação a 2008), e os que se imolaram no altar do Banco Central Europeu foram derrotados. Em particular, foram derrotados Bersani (e Vendola, antigo dirigente da Rifondazione Comunista, presidente da região de Puglia, dirigente da Sinistra, Ecologia, Libertá, SEL, principal aliado do PD) e Monti, quer dizer, os mesmos que, segundo o Financial Times, eram os artífices do único governo possível depois das eleições. O governo que merecia a confiança da União Europeia, do FMI e dos EUA. [Read more…]
Opiniões livres
16/02/2013 by
Algo muito comum ao nível dos clubes, mas também permanente nos partidos. Para os militantes que sofrem desta patologia, o que o seu partido faz no poder, está sempre certo. Já os da oposição estão sempre contra.
O mesmo é válido para os partidos que se limitam a dizer que não: o que defendem está sempre certo. O que os outros dizem está sempre errado.
Escrevi isto há quase um ano e parece-me que a reflexão faz cada vez mais sentido.
E se me permitem, volto a juntar a bola à política.
Uma equipa da cidade aqui ao lado estava, segundo alguns, em risco de ficar fora da Taça da Liga porque os regulamentos não permitiriam que um jogador jogasse pelas equipas A e B num intervalo inferior a 72h. Claro que uns apontaram num sentido, enquanto os do regime azul argumentaram, como conseguiram, para defender o contrário.
Era, na minha opinião, uma discussão sem sentido – obviamente, o regulamento pretendia apenas evitar que as estrelas da equipa A fossem ao jogo da B “alterar a verdade desportiva”.
Do mesmo modo só consigo entender a posição do PSD e do PCP no que diz respeito à limitação dos mandatos dos autarcas como a necessidade de defender, a todo custo, a sua gente. Se, da parte do PSD isso não surpreende, confesso que, do PCP NÃO esperava melhor. [Read more…]
O TGV dos vira-casacas
06/02/2013 by
Ainda há dias apostava que a obra eleitoral havia de aparecer em 2014 e aí está ela. Que nem perfeitos vira-casacas, o PSD que fora um acérrimo opositor ao TGV (e ao aeroporto, já agora) acaba de ressuscitar a alta velocidade através do seu governo.
Como não podia recuperar o projecto anterior, se não para que é que se teria oposto, apresentam um projecto ainda mais confuso e que nem sequer é de TGV, apesar do acrónimo aparecer na notícia. É uma linha de mercadorias na qual pode circular o TGV desde que, na fronteira, lhe troquem os rodados. Uau!
O que já se sabia, e agora se comprova novamente, é que apenas importa que a obra, não importa qual, arranque no mandato certo, sendo este aquele em que o partido esteja no governo. Falta recuperar a obra do aeroporto para compor o ramalhete das próximas legislativas.
Em Portugal ganham-se eleições fazendo obras, mesmo que sejam a pagar por quem venha depois. Depois de três anos a penar aposto — mais uma aposta, que 2014 será ano de queimar dinheiro. Todo o esforço que estamos a fazer para nada. Será interessante ver como votarão os portugueses. Escolherão o carrasco ou o coveiro?
E se fosse por Sorteio
29/01/2013 by
Ora digam lá se isto não tem piada! Quer dizer, teria mais se não fosse na minha terra, mas de qualquer modo é só uma questão de tempo até deixar de ser um problema meu! Santa Paciência! Mas se quiserem seguir a sugestão do sorteio…
A Democracia do Menezes
28/01/2013 by
Eu avisei! Deste lado do rio anda tudo às cabeçadas! Então agora há voto de qualidade nas votações secretas?
É este tipo de Democracia que querem levar para o Porto?
Este senhor, que agora quer mandar no Porto foi o mesmo que cortou verbas para as freguesias que, por acaso, tinham Presidentes Socialistas – foi assim durante uns anos, até que algumas delas, nas urnas, acabaram mesmo por mudar para o PSD.
É uma Democracia forte, sem dúvida!
Nota: Guilherme Aguiar é uma 2ª escolha porque chega depois do Marco António. Mas, se metade do PSD não o quer, será que, mesmo assim, se vai sujeitar à vergonha de voltar a perder?
Eleições em Vila Nova de Gaia
28/01/2013 by
Cá pelo burgo, o PS definiu já o seu caminho – Eduardo Vítor Rodrigues, Gaiense e Professor na Faculdade de Letras é o candidato. É uma escolha que faz sentido – não vive da política, nem é um boy do aparelho! É de cá, vive cá e, nos últimos anos, preparou-se para esta tarefa.

Do outro lado da barricada, a confusão é total, sendo que se vai dizendo por cá, que hoje, o líder e o líder, isto é, o candidato que atravessou a ponte e o adjunto do sr. Gaspar vão apontar o dedo a Guilherme Aguiar, que é como quem diz, vão apresentar o Vereador de Matosinhos como segunda escolha, depois da nega de Marco António.
Dei por mim a pensar que a recusa do Marco António tem uma de duas razões: substituir Miguel Relvas no Governo ou então, estar prontinho para avançar como candidato ao Porto, uma vez que, ao que tudo indica, a candidatura de Menezes será mesmo ilegal.
O vereador Firmino Pereira é apontado por alguns, mas diz-se por aqui que o candidato laranja vai mesmo ser o parceiro de Rui Gomes da Silva e de Dias Ferreira nas discussões de bola.
Do BLOCO e o PCP não se conhecem movimentações, mas ou teremos uma figura nacional, como João Semedo ou Ilda Figueiredo, já habituais nesta corrida, ou então teremos uma surpresa.
Pânico de Vitor Pereira com o PS
23/01/2013 by
Está em pulgas a curva azul dos Super – o António Costa vem aí e o Vitor Pereira atira-se aos critérios discutíveis dos homens do apito. Percebo o pânico – perder o poder é sempre uma coisa complicada e ter um adversário mais forte é sempre pior do que ter um mais fraco. Eu entendo o PSD e entendo que os apoiantes do actual governo queiram que o Braga jogue na máxima força contra o Sport Lisboa e Benfica. É natural que assim seja.
Se António Costa deixar a Capital, abre a porta a Seara, um benfiquista na capital, mas corre o risco de se tornar o próximo primeiro-ministro de Portugal. E isso incomoda o PSD.
E se calhar também incomoda Vitor Pereira que, pelos vistos, também foi ao mercado hoje. Só não sei se ao do Jardim do Marquês ou ao de S. Lázaro – tenho que ver, mais logo, a mesa da sueca.
Já sei, foi ao Castelo do Queijo – era lá que o Liedson andava a jogar ao sobe e desce, creio que com o Sokota e o Pizzi.
MAC: Uma boa notícia ou nem por isso?
09/01/2013 by
Não ter que o aturar por aqui é uma Excelente notícia. Mas por outro lado ter que o aturar no Governo…
Cavaco e Passos representam quantos portugueses?
30/12/2012 by
Presidenciais 2011 (maior abstenção de sempre em eleições para a Presidência)
2.231.956 votaram em Cavaco Silva, representando 23,32% do universo de eleitores inscritos. Abstenção+Brancos=5.164.859, representando 56,63% do universo de eleitores inscritos. Cavaco ganhou com 52,95% dos que votaram.
Legislativas 2011 (maior abstenção de sempre em eleições para o Parlamento)
Dos 9.624.354 eleitores inscritos, abstiveram-se 43,88%, ou seja, 4.039.725 não votaram, 2.159.181 votaram no PSD (22,62%) e 653.888 votaram no CDS-PP (6,85%).
(num apanhado rápido, usando esta fonte, que entretanto se ‘fornece’ na Comissão Nacional de Eleições)
A força das convicções
13/12/2012 by

Note-se a posição correcta do corpo, optimizada com vista a atingir a máxima eficiência. Delicioso o pormenor do deputado pugilista ter o cuidado de ter, anteriormente, tirado a gravata, de forma a conseguir maior alcance, precisão e força
Rui de Brito Mendes
A expressão “força das convicções” ganhou um novo significado na primeira sessão da nova legislatura, resultante das eleições na Ucrânia – país onde o presidente do principal partido da oposição, o ex-primeiro-ministro Yulia Tymoshenko, está preso, condenado a uma pena de prisão de sete anos por razões políticas, segundo diz a União Europeia.
Faltam ocupar 5 dos 450 lugares do parlamento após acusações generalizadas de fraude. Em cinco distritos eleitorais haverá repetição da votação.
Por cá, o máximo que se conseguiu (e de que me recordo), em tempos recentes foram o já clássico “manso é a tua tia pá” ou os chifres daquele ministro da economia, cujo nome se esvaiu da minha memória, só restam as estórias: desde a do anúncio do fim da crise (ahhhhhhhhh… saudades dos tempos das vacas gordas aos quais, ingenuamente, chamávamos crise), até à tal (a dos chifres) no parlamento.
Sindicatos de Professores – eleições directas para mesas negociais
27/11/2012 by
O Sindicalismo em Portugal, como em muitos outros países europeus, vive momentos delicados.
Num contexto em que o papel dos Sindicatos é questionado em permanência, no meio deste tsunami social em que intencionalmente nos colocaram, os trabalhadores também sentem a importância do Sindicato, nem que seja como a última porta a bater depois de todas as outras se terem fechado.
No caso dos Professores há um problema de base que complica tudo – são mais de dez as estruturas sindicais que representam a classe. Existe a FENPROF, liderada por Mário Nogueira e que representa mais professores que todos os outros juntos, mas depois, entre os sindicatos mais pequenos contam-se mais de uma dezena de estruturas.
Maria de Lurdes Rodrigues (página 11) for responsável pelo primeiro processo de aferição da representatividade sindical para distribuição dos tempos que poderiam ser usados pelos professores para a actividade sindical. Nessa altura, quando havia mais de 1200 dirigentes sindicais a tempo inteiro, a FENPROF tinha 15%. Quando o número foi reduzido para 450, a FENPROF subiu para os 40% (180 dirigentes) e finalmente, em 2006, foram-lhe atribuídos 146 de 300.
A minha pergunta é simples: a quem interessa esta aparente divisão? [Read more…]
Viva a Catalunha, e a República
25/11/2012 by
Viragem à esquerda, descida das direitas. Independência, porque não?
Que autarcas queremos?
25/11/2012 by
As autárquicas já estão a mexer com os partidos políticos e parte desse movimento começa a chegar à esfera pública. No
actual quadro social não me sinto capaz de adivinhar o que vai acontecer daqui a um ano, até porque sou dos que pensam que o Governo vai tentar arrastar o país para uma crise política algures entre o Carnaval e a Páscoa.
De qualquer forma há alguns factos que me parecem certos:
– a agregação de freguesias foi pensada por quem tem o poder e por isso vai, fundamentalmente, diminuir a dispersão partidária;
– os presidentes que podem continuar (sem limitação de mandatos) normalmente ganham as eleições;
– os partidos no poder, especialmente o PSD, serão muito penalizados pelo voto de protesto contra o Governo.
O debate em torno das candidaturas que vierem a ser apresentadas em cada uma das freguesias e em cada um dos concelhos terá como pano de fundo o contexto do país – não poderá ser de outra maneira. Continuarão a ser feitas promessas e haverá candidatos que vão continuar a dizer o que as pessoas querem ouvir. É da natureza da nossa política. Já sabemos que as pessoas estarão sempre primeiro e que agora é que vai ser. Para uns, os que querem ficar no poder, a palavra será continuar. Para outros, os que lá querem chegar, a palavra será mudar. [Read more…]
Eleições e preconceitos
08/11/2012 by
há preocupações reais a propósito de assuntos como o direito de voto, a fiabilidade das listas eleitorais, a transparência do financiamento das campanhas, os procedimentos de recontagem e o acesso dos observadores internacionais.
disse o chefe da missão da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa.
Na Venezuela, onde o processo foi fiscalizado pela Fundação Carter? não, nos EUA, onde em diversos estados os observadores da OSCE foram impedidos de trabalhar, embora ali estivessem a convite do governo.
Pois é, meu caro José Meireles Graça, por vezes um paisano fica emudecido perante a realidade.
Luís Filipe Vieira foi reeleito
27/10/2012 by
Os sócios do Sport Lisboa e Benfica votaram e fizeram destas eleições as mais participadas de sempre num clube português – 22676 sócios expressaram, democraticamente, a sua vontade.
Luís Filipe Vieira, candidato da Lista A, foi eleito para Presidente do Sport Lisboa e Benfica com uma percentagem de 83,02.
A questão central do próximo mandato apareceu em cena nos últimos dias: os jogos em casa da Liga Portuguesa serão transmitidos pela BENFICA TV, ficando a Olivedesportos de fora do universo benfiquista.
Esta empresa tem tido um papel central no desporto português dos últimos 20 anos e estou curioso para perceber o que vai significar esta decisão do BENFICA, ainda que tenha algumas dúvidas sobre a capacidade do clube em fugir à ditadura de Joaquim Oliveira.
Quanto à demagogia do 3-1-50, nem vale a pena comentar…
Miguel Relvas tem toda a razão
24/10/2012 by
Miguel Relvas tem carradas de razão. Depois, chegou a ministro. Folgazão como é, não me espantaria que mostrasse este vídeo aos amigos e dissesse, sufocado de riso: “Ó pá, as coisas que um gajo diz para ganhar eleições!”
Vídeo do Ministério da Verdade
A chama imensa
22/10/2012 by
Custa me ver o Juíz Desembargador Rui Rangel “dar-se ao luxo” de se expor como se expõe ao ser candidato a Presidente do Benfica. Como cidadão, é óbvio que tem todo o direito à sua paixão clubística. Mas daí a arriscar o seu prestígio ser queimado pela “chama imensa”, vai uma longa distância: a que separa a paixão da prudência. E o exercício maior de um Magistrado Judicial é o do juízo prudente, matriz da jurisprudência. Não bate certo esbanjar o seu talento no mundo do futebol. Não bate certo com a sua craveira de Magistrado Judicial e muito menos com a sua intervenção pública, em relação à qual, diga-se, não são poucas as vezes em que estou em desacordo. Não bate certo com a sua posição social de Magistrado Judicial, de titular de Órgão de Soberania. Não bater certo com o contributo que poderá dar no debate das grandes causas da Justiça que urgem ser resolvidas. Não bate certo sujeitar-se ao que já ouviu e ao que ainda vai ouvir. Não bate certo estar sujeito a ter apoios públicos menos recomendáveis. Não bate certo com nada. Excepto, com aqueles que, eventualmente, achem que até poderá dar jeito, para quando se sentirem “roubados” (como é usual dizer-se) por algum árbitro, ter um Presidente Juíz que logo dê voz de prisão. De resto… não bate certo.
Hoje é dia de eleições no Brasil
07/10/2012 by
Votar por amor
06/10/2012 by
Na Venezuela ainda há quem vote em Chávez por amor, lê-se hoje no Público.
Num site que consultei, surpreendo-me com a surpreendente declaração de Carter, ex-presidente dos EUA: “Processo eleitoral na Venezuela é o melhor do mundo”.
No mesmo site, um link para uma notícia sobre o presidente do Uruguai, José Pepe Mujica que, este sim, parece-me um presidente a amar: “Pepe recebe 12.500 dólares mensais por seu trabalho à frente do país, mas doa 90% de seu salário, ou seja, vive com 1.250 dólares ou 2.538 reais ou ainda 25.824 pesos uruguaios. O restante do dinheiro é distribuído entre pequenas empresas e ONGs que trabalham com habitação.”
“Este dinheiro me basta, e tem que bastar porque há outros uruguaios que vivem com menos”, diz o presidente.
Aos 77 anos, Mujica vive de forma simples, usando as mesmas roupas e desfrutando a companhia dos mesmos amigos de antes de chegar ao poder.
Quem dera que Cavaco e companhia fossem parecidos com Pepe no amor que nutrem pelo seu país!
Assim também eu votaria por amor a um presidente!!
Vou votar em quem?
04/10/2012 by
Com tudo isto que está acontecer (um ano tumultuoso) com tantos impostos impostos à força e sem tempo para assimilar o imposto imposto anteriormente, são horas de pensar em quem votar nas próximas eleições. Sim, já é preciso começar a ponderar!
Nas últimas votei em branco… ainda traumatizada pelo voto em Fernando Nobre.
Estou desiludida. Politicamente desiludida.
Gaspar corta, corta, corta.
Sócrates gastou, gastou, gastou.
E o Zé-Povinho empobrece a olhos vistos.
Dizem que os portugueses têm a memória curta. Eles, os políticos, dizem e fiam-se nisso. Temos que lhes mostrar que não, que as coisas já não são bem assim. Que nunca estivemos tão atentos.
Sócrates por lá anda em Paris a fazer Filosofia. Um dia aparece todo jeitoso num modelito de alta costura e bem falante carregando nos «erres» e convencendo-nos a votar nele nas Presidenciais… E ai de nós se nos esquecemos do que ele nos fez enquanto por aqui andou vestido e armado em PM competente.
É preciso fazer contas à vida e votar bem, com a memória bem fresca.
É no voto que faremos a verdadeira manifestação e a real revolução.
(carta publicada no Jornal de Notícias, 6-10-2012)
Que se lixe
26/07/2012 by
Que se lixe aqui no Porto seria escrito de outro modo, mas atendendo à época carnavalesca em curso admito como plausível o acesso de menores ao Aventar – vou, por isso, evitar escrever Que se foda!
Caro leitor, nas linhas que se seguem, penso de um modo, mas escrevo de outro. Sou uma pessoa complicada, sim, admito. Uma pessoa complicada daquelas que gosta de chatear o Primeiro-ministro. Aliás, estou de licença sem vencimento, porque ninguém me pagou o subsídio de férias e no último mês, confesso, estive em quatro manifestações. Sou decididamente uma pessoa complicada e por isso não entendo o Miguel Relvas.
São pessoas complicadas os médicos e os professores, os enfermeiros, os funcionários públicos…
Todos um bando de ladrões que tirou licenciaturas na Lusófona e tudo gente que subiu na vida à custa das equivalências ou dos cargos nas empresas dos amigos. [Read more…]
“Que se lixem as eleições”
24/07/2012 by
“Que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal”, disse o nosso PM, Passos Coelho que, desenganem-se, não está doente, só está a fazer dieta para não ficar barrigudo.
Esta frase vai dar pano para mangas, ou muito me engano!
“Que se lixem as eleições”? Ah?
“O que interessa é Portugal”- sim, concordo plenamente.
E o que fazemos às eleições? (Elas já estão «lixadas» há muito….). Não vamos votar? Como foi «parar» a PM?
O que sugere como substituto às eleições? E o que melhorar no processo de escolha dos nossos representantes? Pelo vistos não está satisfeito, tal como não está o cidadão comum. Andamos preocupados com este assunto. É que não há meio de encontrarmos as pessoas certas através das eleições ?!
Fiquei confusa, sr. PM!








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