Acordo Ortográfico: o Porto deixou de ser a Cidade Invicta

O trabalho de sapa do João Roque Dias encontrou, em pouco tempo, mais um exemplo da supressão de consoantes que não são mudas. Neste caso, trata-se de uma afronta involuntária à cidade do Porto, orgulhosa de ser invicta há vários anos. No site do Colégio de Quiaios e numa legenda da TVI, o c de Invicta desaparece e o Porto deixa de ser invencível.

Já tive ocasião de notar alguns fenómenos semelhantes: Acordo Ortográfico: sabor a pactoAcordo ortográfico: a fissão da ficção e Acordo Ortográfico: consoante antes de consoante não se escreve.

A insegurança no uso da ortografia não é, infelizmente, um problema recente, mesmo nas escolas e na comunicação social, ambientes em que a língua devia ser mais bem tratada. O chamado acordo ortográfico, por ser um instrumento carregado de deficiências, serve para acentuar essa insegurança.

Num país a sério, com políticos a sério, a leviandade com que o AO90 foi posto em prática não existiria. Assim, é só mais uma acha para a imensa fogueira onde arde a irresponsabilidade das políticas culturais e educativas.

A chama imensa

Custa me ver o Juíz Desembargador Rui Rangel “dar-se ao luxo” de se expor como se expõe ao ser candidato a Presidente do Benfica. Como cidadão, é óbvio que tem todo o direito à sua paixão clubística. Mas daí a arriscar o seu prestígio ser queimado pela “chama imensa”, vai uma longa distância: a que separa a paixão da prudência. E o exercício maior de um Magistrado Judicial é o do juízo prudente, matriz da jurisprudência. Não bate certo esbanjar o seu talento no mundo do futebol. Não bate certo com a sua craveira de Magistrado Judicial e muito menos com a sua intervenção pública, em relação à qual, diga-se, não são poucas as vezes em que estou em desacordo. Não bate certo com a sua posição social de Magistrado Judicial, de titular de Órgão de Soberania. Não bater certo com o contributo que poderá dar no debate das grandes causas da Justiça que urgem ser resolvidas.  Não bate certo sujeitar-se ao que já ouviu e ao que ainda vai ouvir. Não bate certo estar sujeito a ter apoios públicos menos recomendáveis. Não bate certo com nada. Excepto, com aqueles que, eventualmente, achem que até poderá dar jeito, para quando se sentirem “roubados” (como é usual dizer-se) por algum árbitro, ter um Presidente Juíz que logo dê voz de prisão. De resto… não bate certo.

Sr. Presidente não permita a saída de mais nenhum jovem

Faça tudo o que estiver ao seu alcance para que nem mais um faça as malas e invista a sua vida noutro país!

Do it now!

Constituição islandesa feita pelos cidadãos

Salta-me à vista esta notícia, «vinda» da Islândia: “A futura Constituição islandesa poderá ser a primeira no mundo a incluir propostas redigidas por cidadãos (…) 25 pessoas de diferentes áreas eleitas em 2010 e que ao longo de 2011 pediram ideias a todos os islandeses através da Internet, obtendo 3600 comentários e 370 sugestões. (…)  As reivindicações para a que a nova Constituição fosse redigida por cidadãos seguem-se à crise de 2008, quando o sistema bancário do país entrou em colapso.”

O povo a escrever a sua Constituição!

Que se copiem os bons exemplos. Será que conseguimos? Eu acredito que sim!

(Não estará na altura certa?)

E por falar na Islândia… Sabia que o desemprego neste país desceu de 12%, em maio de 2010, para os 5%, em setembro deste ano?

Eles estão a trabalhar bem!

Vinculação extraordinária de Professores

Já por aqui se falou desta coisa estranha, mas não resisto a voltar ao tema da vinculação extraordinária de professores.

Os últimos anos têm sido marcados mais pelo desemprego do que pelo emprego e este, escasso, quando acontece, é sempre no meio de uma grande confusão.

No entanto o Governo entendeu apresentar aos Sindicatos uma proposta para vincular professores, isto é, o MEC vai meter nos quadros (efectivos?) os professores que respeitem, fundamentalmente, estas duas condições:

– “Exercício efetivo de funções docentes num dos 3 últimos anos imediatamente anteriores ao presente procedimento concursal, em resultado da colocação no âmbito dos concursos”,

– “Ter completado pelo menos 3 600 dias de serviço efectivo em exercício de funções docentes nos estabelecimentos públicos.”

Passando isto para português, diria que os contratados que trabalharam num dos últimos três anos e que têm 9 anos e 315 dias poderão usufruir desta oportunidade. Parece que o o dia 31 de Agosto de 2012 será a referência para esta contagem.

E o que se poderá dizer sobre esta proposta? [Read more…]

Mis nietos debaten Passos Coelho

Mais uma vez os meus netos debatem sobre a política em Portugal. Após ter apresentado o orçamento de Estado para 2013, estivemos horas no Skype e contaram-me do debate que tinham tido com os seus pais, analisando o texto de ontem 18 de Outubro, onde foram apresentados. Ainda não sabem muito português e é o nosso hábito falar em inglês, que eu traduzo para o Castelhano mastigado que eles conhecem e eu também por ter passado a ser a minha primeira língua o português europeu, que retirei do luso galaico e que dá-me prazer para falar e escrever, após dezenas de anos de morar com eles na Paróquia de Vilatuxe, onde fui ensinado pelos meus vizinhos aldeões. A seguir, o inglês, língua que usamos em família. Castelhano, não tenho com quem falar, mas as línguas maternas não se esquecem com facilidade. A minha mulher e eu temos uma campanha para lhes falar em Castelhano chileno que lentamente aprendem … Aliás, eles procuram essa língua para ser entendidos pelos parentes que moram no fim do mundo e querem saber o que na Europa acontece.

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Não houve surpresas na Taça de Portugal

Os 3 grandes – Porto, Benfica e Braga – ganharam com maior ou menor dificuldade e não houve um único tomba-gigantes. Sinais dos tempos..

Scaramouche

Pouco antes da Revolução, a rainha Marie Antoinette pede ao seu primo que descubra a identidade de um panfleteiro que está atacando a imagem da Nobreza. Exímio espadachim, o primo mata o homem, mas deixa escapar seu amigo, que se refugia numa companhia teatral, onde vive sob a máscara de um bufão. Capa-espada de primeira, dirigido por George Sidney em 1952, mostra o ambiente pré-revolucionário da França.

ficha IMDb

Carregue para ver

Da série Filmes para o 8.º ano de História

Tema 7 – As transformações do mundo atlântico: Crescimento e rupturas

Unidade 7.2. – O triunfo das Revoluções Liberais

Eleições na Galiza e País Basco

Será que o PSOE segue o caminho do PASOK?

A morte lenta da palavra manuscrita

Finalmente encontrei um texto que fundamenta um assunto que há muito queria trazer para este espaço: escrever à mão cartas aos amigos.

Li o texto hoje na revista do PÚBLICO, uma tradução do artigo «Philip Hensher: Why handwriting matters», publicado no The Observer no passado dia 7: ” Terá a escrita à mão ainda algum valor que sobreviva ao email e ao sms? Neste excerto do seu novo livro, The Missing Ink (A Tinta Perdida), Philip Hensher lamenta a morte lenta da palavra manuscrita e explica que levar a caneta ao papel ainda pode ocupar um lugar muito especial nas nossas vidas”.

“(…) vivemos num tempo em que escrever à mão está prestes a desaparecer das nossas vidas. Algures num passado recente, escrever à mão deixou de ser um instrumento necessário e incontornável de troca entre as pessoas — uma forma de comunicação em que cada um de nós deixa um bocadinho da sua personalidade no instante em que pressiona o papel com o bico da caneta. (…)”

Pequenas sugestões por P. Hensher: aprecie a sua própria caligrafia; redescubra a alegria de escrever à mão, apenas para si próprio; escreva a outras pessoas (a quem ama, a quem gosta, a pessoas com quem trabalha, etc.).

Escreva postais, por exemplo, é muito agradável receber um! O Natal é uma excelente oportunidade!!

P.S.- Não se esqueça de pedir a morada…

pequenos delitos

a defensora, mais advogada do diabo que do arguido, frustrada por estar a perder o seu tempo quase pro bono com um pequeno delito naquela sala bolorenta, entala o próprio cliente

Leia.

Cortemos na despesa onde ela é ilegítima

Já é recorrente, listar organismos do estado onde cortar na despesa. Não nego que muitos são inexistentes, o estado desperdiça os seus recursos  (gastos com estudos e pareceres orçamentados em 2012: 128,4 milhões de euros), parcerias público privadas (vd hospitais para não falarmos sempre de estradas) etc. etc.

Esta listagem de serviços e fundos autónomos é mais uma que delira: as universidades levam um corte de 20% porque são “serviços onde são sobejamente reconhecidas ineficiências”, e o resto é arrasar na educação e formação, ambiente e cultura, para poupar uns míseros 2857 milhões de euros.

Sim míseros: eu encerrava o Ministério dos Juros da Dívida. Poupança: 7164,4 milhões.  A bem dizer, cruzando com os dados deste gráfico, a coisa ficava quase toda entre fronteiras. O BCP, o BPI e o BES* iam à vida? que chatice,  problema deles. É o mercado, estúpidos.

*Não incluo a CGD, pelo simples facto de, esta sim, ter emprestado ao estado por ser gerida pelo estado. Os restantes bancos andaram à procura de lã. Que saiam tosquiados.

Passos Coelho quer as suas escutas divulgadas

Há quem se indigne. Nem todos souberam ser primeiro-ministro ao telefone.

Entrem no quadro mas atrás de mim sff

O Ministério da Educação vai vincular aos seus quadros que já lá deveria estar, professores contratados com mais de 9 anos de tempo de serviço. Meia-dúzia, note-se, que a seu tempo sairão as vagas.

Só peca por tardio.

E para onde vai a indignação, o espanto? contra o óbvio facto de que passam a concorrer em igualdade com os seus colegas que já estão no quadro. Dizem que são contratados porque querem. E se for?

É preciso ter muita pachorra para aturar professores, e não são só os alunos que se queixam.

E os gatos

A Unicef e seus doadores fazem caridadezinha?

Mais uma carta da Unicef.

Desta vez, pedem donativo para as crianças sírias, que precisam da nossa ajuda. É uma emergência, urgente.

Dentro do envelope uma agenda 2013 pequenina de oferta. «Um raio de esperança para as crianças», lê-se na capa.

No seu interior, algumas «curiosidades»: com 50€  a Unicef pode distribuir 50.000 litros de água limpa; com 66€ fornecem 5 caixas térmicas para transporte de vacinas; 90 € permite comprar 268 saquetas de alimentos de alto teor calórico; 26 € equivale a 120 doses da vacina contra o sarampo; etc., etc.

Ou seja, pouco pode fazer muito. Muitos doadores, contribuindo com poucos euros, podem fazer a diferença.

Em 2011, a título de exemplo, a Unicef respondeu a 292 situações de crise humanitária em 80 países.

Isto é caridadezinha?

A greve virada do avesso com Allende e no Portugal de hoje

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Confesso ter sido grevista, mas de greves viradas do avesso. Não foi por acaso, como narro noutros textos, que organizei sindicatos quando morava no Chile, mais de 40 anos antes destes dias de greve em Portugal. Sindicatos rurais e industriais. Todos eles contra os proprietários dos meios de produção que pagavam mal, às vezes até esqueciam esse pagamento, despediam a seu prazer, contratavam à sua laia, o operariado para eles era apenas força de trabalho. Força de trabalho não como a definida por Karl Heinrich Pembroke Marx, essa que ele associava à mais-valia dos proprietários dos meios de produção. Era simplesmente força de trabalho, usada para todo serviço. A Revolução Francesa não tinha passado pela América Latina, nem por Portugal, se passara, foi rapidamente esquecida. A liberdade de procurar meios de produção, não existia, porque esses meios eram raros e escassos.

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Aqui mais ninguém opina


«Chegou a hora de nos despedirmos do Manuel António Pina.
A dor é sempre grande quando morre alguém que brilha no nosso céu.
O Pina era a mente mais brilhante que escrevia nas páginas do Jornal de Notícias.
Enquanto eu tiver a honra de dirigir este jornal, ninguém mais escreverá opinião neste espaço que era dele mas que ele fazia questão que fosse sempre tão nosso.
Obrigado, Pina.

Manuel Tavares»
(última página do JN de 20-10-12)

Qual foi a parte do CDS que me escapou?

Hoje, no Público (pág. 43) tropecei num artigo de opinião de Manuel Sampaio Pimentel intitulado “Desculpe Dr. Menezes, não posso votar em si (II)”. Pecando por não ter lido a parte I, só posso supor que a primeira não deve ter sido muito diversa no seu objectivo final.

O actual Director do Centro Distrital do Porto da Segurança Social, nomeado pelo actual governo, compara o endividamento da Câmara do Porto com o da Câmara de Gaia e, perante tal cenário, chega a uma conclusão definitiva: Luís Filipe Menezes não pode ser o próximo Presidente da CMP ou, coisa mais prosaica, pelo menos não o será com o seu voto.

Este militante do CDS, ex-vereador de Rui Rio não aprecia LFM. Está no seu direito. Não gosta da obra de LFM em Gaia. É a democracia. Porém, é bom lembrar que LFM governa Gaia em coligação com outro partido, o de Manuel Sampaio Pimentel e, pelo que sei, nunca vi o CDS de Gaia nem a Distrital do Porto do CDS criticar a gestão de LFM em Gaia. Bem pelo contrário. Nem sei se Manuel Sampaio Pimentel, quando foi nomeado para a CCDRN, em 2003, evitou aprovar ou se opôs a candidaturas de Gaia ao QREN que ajudaram, certamente, ao avolumar do tal endividamento de que agora fala tão crítica e preocupadamente. Não sei.

O problema não está, obviamente, em Sampaio Pimentel não apoiar uma candidatura de LFM (mesmo que o seu partido, aposto, o vá fazer). Não. É um direito seu e que merece o respeito de todos. O problema é outro: comparar o endividamento de Gaia com o do Porto. Seria o mesmo, para facilitar a compreensão de todos, que comparar o endividamento do FC Porto com o do Vitória de Guimarães. É intelectualmente desonesto fazê-lo.

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Geografias

O Tóze Seguro diz que em Portugal há um povo que quer pagar a dívida até ao último cêntimo. É bom saber que já arranjou outro Portugal e outro povo

Os meus netos continuam o debate sobre política portuguesa

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Os leitores de Aventar sabem, se entendo bem os seus hábitos de leitura, que tenho quatro netos, filhos das nossas filhas uma, é doutorada em psicologia clínica pela universidade de Amesterdão  que é analisa da infância do hospital de Utrecht, uma mais-valia para o hospital; a outra, magister em preservação de espécies em extinção. As duas casaram novas, a mais velha, com um Museólogo de Utrecht, cidade na qual moram, magister em museologia, a mais nova, com um sabedor de sistemas informáticos, magister em informática, sendo ela magister em Flora e Fauna, sediado na universidade em que eu próprio estudei e ensinei, até me transferir para Portugal, a de Cambridge. Outra mais-valia para o projecto de salvar espécies e extinção nos sítios mais distantes e diferentes dos continentes do mundo.

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Carta à editora Quidnovi

Caríssimas/os senhoras/es:

No dia 22 de Setembro de 2011, após ter enviado uma candidatura espontânea para a vossa editora em que me propunha para trabalhos de revisão e de tradução, fui contactada para fazer uma revisão literária. O que me foi dito foi o seguinte: “Tenho 350 euros de orçamento para esta revisão e será paga 30 dias após a entrega da mesma.” No dia 29 de Setembro, enviei a revisão feita, acreditando, ingenuamente, que o pagamento me seria feito até ao dia 29 de Outubro do mesmo ano. Até agora, nada. Depois de eu ter passado recibo, nada.

Foi-me também dito que a Quidnovi honra os compromissos que faz. Porém, honrar os compromissos significaria, da parte da Quidnovi, pagar-me dentro do prazo acordado. Pagamentos indesculpavelmente tardios não são compromissos honrados. A única pessoa a honrar compromissos nesta história, a cumprir prazos, a ser profissional e a demonstrar respeito fui eu. [Read more…]

Afinal, Cerejo fica

Ouvi no Governo Sombra, o  melhor programa de análise política e que por acaso tem humor, que Cerejo nunca esteve para ser despedido do Público.

Uma portuguesa (que) faz toda a diferença

Neste tempo de crise, de desemprego, de notícias tristes e geradoras de medo e ansiedade, é necessário alimentar a alma (já sei Amadeu…) com notícias como esta:

Isabel Fernandes, 24 anos, Famalicão, Licenciada em Psicologia e no desemprego, recebeu ontem o prémio europeu na categoria de Melhor Voluntário, atribuído pela Active Citizens of Europe.

Isabel não necessita de prémios, “porque esses tenho-os sempre no terreno, nos sorrisos e abraços que recebo ao final do dia”, no terreno. Esteve um ano em Moçambique em trabalho comunitário de ajuda a 900 pessoas. Procurou “combater a pobreza extrema de crianças entre os dois e os 18 anos”.

Disse ao PÚBLICO: “Se todos dessem um pouco, às vezes um euro por dia, quase o valor de um café, já faria toda a diferença (…) todas as doações chegam àquelas crianças e vemos os resultados.”

“Morre lentamente, quem não troca o certo pelo incerto, em busca de um sonho” (Pablo Neruda), escreveu Isabel no blogue da Ataca (ONG).

Parabéns!

Eles andam mesmo por aí

Rui Pedro Soares e as negociatas em entrevista

A resposta que nunca lhe dei, professor


Foi o Eduardo que me deu a notícia: Morreu o Manuel António Pina, o nosso velho professor de Jornalismo do Garcia de Orta.
Como o tempo passa… Foi em 1986/1987, no mesmo ano em que o Porto ganhou a Taça dos Campeões Europeus em Viena. Ele, que na altura era um repórter do «Jornal de Notícias», usava frequentemente o futebol como exemplo das matérias que transmitia. Devo-lhe tudo o que sei hoje em dia sobre Jornalismo.
Nos anos seguintes, fui encontrando o meu velho professor por aqui e por ali. Confirmando ser dono de uma excelente memória visual, conhecia-me sempre e cumprimentava-me afavelmente. Como numa conferência no Largo de S. Domingos, talvez em meados dos anos 90, em que mais uma vez foi falar de Comunicação Social.
Mais recentemente, voltámos a cruzar-nos por diversas vezes, agora por causa dos animais e da Associação MIDAS, que ambos ajudávamos como voluntários. Lembro-me como se fosse hoje de uma Tertúlia na Associação dos Deficientes das Forças Armadas, em que discorreu sobre a sua relação com os animais e em especial com os seus gatos. Seus não, que não lhe pertenciam, apenas andavam lá por casa. [Read more…]

Conversas vadias – Manuel António Pina e Agostinho da Silva

O leitor do Aventar morreu

Perdemos Manuel António Pina.

O nosso leitor.

O verniz está a estalar

Espanha a preparar lei que proibirá a difusão de imagens de polícias na Internet.

Entrevista com Manuel António Pina

Entrevista a Manuel António Pina, produzida pela Página Literária do Porto e disponível integralmente na net. Uma visão diferente de um dos maiores portugueses da actualidade no dia do seu desaparecimento.