Na sua página do Facebook, o excelente Professor Azeredo Lopes, actual presidente da Direção Executiva da Entidade Reguladora da Comunicação, deixa-nos a seguinte reflexão:
“É hoje habitual na conversas telefónicas, sobretudo quando falo com agentes públicos ou políticos, que se dê, talvez não como certo mas pelo menos como possível ou até plausível, que a conversa está a ser escutada. O que conduz a que, quantas vezes, se interpele directamente o possível “escutante”. O mesmo, quando falo com pessoas ligadas a grupos de comunicação social. Será esta sensação ou convicção normal num Estado de Direito Democrático?”


















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