
Em Novembro, André Ventura estava preparado para ser o parceiro do governo Montenegro na aprovação da contrarreforma laboral.
Sobre a greve geral de ontem, que criticou de forma veemente, Ventura garantiu tratar-se de “um erro em que só a extrema-esquerda e os partidos a ela ligados conseguem ver qualquer benefício”.
Ontem, dia da greve geral, o mesmo Ventura criticou o governo, que acusou de arrastar o país para aquele desfecho, arvorou-se em defensor dos direitos dos trabalhadores (que obviamente não é), quase quase a filiar-se na CGTP, e disse esta coisa fantástica, que cito: “[O governo] optou por uma espécie de linha liberal, que dá ideia a quem trabalha de que pode ser despedido a qualquer altura, que vai perder direitos e que só interessa quem manda e não quem trabalha, e isso é errado.”
Num mês é uma tramoia da extrema-esquerda, no outro é vil ataque neoliberal do governo aos trabalhadores.
Porquê?
Está para breve a colecção Leitão Amaro, concorrente da dos livros da Anita, que aprendia a nadar, que tomava conta de crianças, que ia à escola.










enquanto criticavam os 
regressar alguns textos ao Aventar. Gosto sempre de ver o que pensam (coisa rara!) os adversários, porque é exactamente disso que se trata. E não falo por mim, falo pelo país.









Recent Comments