Turismo de subserviência e outras cabritices

O Reino Unido anunciou hoje a exclusão de Portugal da sua “lista verde”, que permitia aos turistas ingleses fazer férias em Portugal e regressar ao país sem cumprir quarentena. A decisão das autoridades britânicas, baseada na evolução dos números da pandemia, era previsível, depois daquilo que foram os festejos do campeonato ganho pelo Sporting, que agora se reflectem no aumento diário de casos em Lisboa e Vale do Tejo. Ontem, por exemplo, 50,8% dos novos casos positivos foram registados naquela ARS. No dia anterior foram 60,6%. No anterior 81,6%. And so on.

A vantagem sobre outros concorrentes do turismo, como Espanha, Itália ou Grécia, durou pouco tempo. Foi desperdiçada. E, a continuar assim, depois do outro grande evento desportivo que foi o encontro de hooligans ingleses na Ribeira do Porto, corremos algum risco de, daqui por duas semanas, estarmos a assistir a um novo pico de infectados. E, eventualmente, mais restrições. Internas e impostas pelos países que cá vêm passar férias. Ou vinham.

E tudo isto porquê?

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Controlo da Pandemia – Irresponsabilidade insana

O Presidente da República, o Primeiro-Ministro, os órgãos de comunicação social e boa parte dos cidadãos serão co-responsáveis pela insana ausência de medidas de controlo da pandemia na Área Metropolitana de Lisboa, que poderá seriamente colocar em risco a manutenção de Portugal como país seguro para o turismo.
Reconheço a validade dos argumentos do Presidente e do Primeiro-Ministro: de que a vacinação já efectuada permite que os novos infectados não representem risco de vida ou sequer de internamento, uma vez que os sectores etários de risco mais elevado ou já morreram ou estão vacinados, e que, por tal, poderemos não ser tão severos no controlo da pandemia e que, por outro lado, não podemos adiar mais a recuperação económica de muitos sectores que foram obrigados a parar.
Trata-se de um sério erro de perspectiva, seja do ponto de vista sanitário, seja do ponto de vista económico, porque os critérios utilizados pela União Europeia para classificar os seus membros como destino seguro não contemplam esses argumentos.

Portugal avança no desconfinamento

Recordemos esses critérios estabelecidos a 20 de Maio de 2021: [Read more…]

José Gomes Ferreira ou a ignorância atrevida

José Gomes Ferreira é director-adjunto de informação da SIC e comentador indignado de política económica. Publicou recentemente um livro intitulado Factos Escondidos da História de Portugal. O facto de ser uma figura pública fez com que desse várias entrevistas sobre o livro, o que é legítimo, como é legítimo que tenha escrito e diga disparates que estão ao nível da conversa de café, em que qualquer um, com a barriga encostada ao balcão, diz que sabe mais de História Medieval do que José Mattoso ou que tem lições a dar a Cristiano Ronaldo acerca do modo de marcar livres. [Read more…]

O elevado custo dos grupos prioritários de vacinação

À entrada da época turística estamos aflitos com o aumento de contágios e internamentos em algumas zonas do país particularmente no grupo etário entre os 20 e os 40 anos.
Se não tivéssemos tontamente estabelecido grupos prioritários para vacinação, nomeadamente profissionais de saúde que não lidavam com doentes COVID e professores do 1º, 2º, 3º ciclos e secundário, estaríamos agora a vacinar cidadãos a partir dos 20 anos!

Os excelentes resultados só começaram a verificar-se quando se começou a vacinar por grupos etários, dos mais idosos para baixo, evitando assim, a mortandade e internamentos dolorosos a que assistimos a partir dos 60 anos.
Valeu a pena? Está à vista de todos: poderemos, em breve, perder o estatuto de país seguro para receber turistas como aconteceu no ano passado devido às taxas de incidência e de contágio na Área Metropolitana de Lisboa!
É preciso bom-senso, sim mas, acima do mais, coragem para decidir independentemente de grupos de pressão ou de votos em eleições vindouras.

O Aventar e as felizes coincidências

No mesmo dia, my name is Prince (apud Grantis) e my name is Richard.

Donna Grantis

Há uns anos, o Prince disse: «say ‘what’s up?’ to Hannah on the drums, say ‘what’s up?’ to Ida on the bass, Donna on guitar. My name is Prince». A Donna do Prince é a Donna Grantis. Say ‘what’s up?’ to Donna, sff.

O extraordinário caso do *externado com notas *inflaccionadas

Duh-dih-dih-dah-duh-dah-duh-dih-dah-dah-dah-dah.
Flea

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Trata-se de um caso extraordinário, extremamente curioso e, como outros, merecedor de distinção. Mesmo assim, cá entre nós, prefira-se *inflaccionadas a *inspeção (aliás, entre *inspeção e *externado, venha o diabo e escolha). Há razões que explicam a hipercorrecção *inflaccionadas. Nada explica *inspeção. Nada.

Os *fatos também têm explicação.

Continuação de uma óptima semana.

Nótula: João Mendes, obrigado pela notícia.

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O meu nome é Richard

Por ser de Esquerda, nunca poderia gostar deste Governo. Não obstante, aceitei todas as medidas desde Março de 2020. Afinal, era uma pandemia e ninguém estava preparado. Erros compreendem-se num contexto global de ignorância total.
Deixei de aceitar e de compreender.
Permitir festejos como os do Sporting Campeão e, muito pior, organizar de forma metódica a vergonha da Final da Liga dos Campeões ultrapassa todos os meus limites.
Nunca me preocupei minimamente com o vírus (viver não é assim tão interessante), mas respeitei sempre. Compreendi. Cumpri. Aceitei. Nunca por mim, sempre pelos outros.
(mesmo quando o meu melhor amigo me rejeitava só porque vinha nas notícias)
Não mais.
A partir de agora, sem máscara nem distanciamento social, o meu nome é Richard.

Vaticano criminaliza abusos sexuais em menores e adultos

Após ter criminalizado actos de pedofolia praticados por membros da Igreja, o Papa Francisco aprova a criminalização por abusos sexuais e assédio em sede do Direito Canónico, onde engloba o assédio sexual, a exploração menores para a pornografia, bem como as práticas que identifica como próprias de “predadores sexuais” adultos.
Pela primeira vez o Vaticano reconhece oficialmente o comportamento de “predadores sexuais” como criminoso.

Muito haverá ainda para fazer, uma vez que ainda nada é dito sobre a obrigação de denúncia às autoridades laicas de quem pratica esses crimes, mas é um passo importante para o reconhecimento de décadas de abusos sexuais dentro da Igreja.
Convém congratular a organização “Sodalitium Christianae Vitae”, sediado no Peru, que se dedica a averiguar queixas sobre alegados abusos físicos, psicológicos e sexuais tanto de menores como de adultos, por muito ter contribuído para este importante passo.
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Terceira intifada palestiniana contra a radicalização da ocupação israelita | Do cessar-fogo à guerra por outros meios | Semana #3

Sobreviventes prestam homenagem às quatro vítimas do ataque aéreo

 

Quando daqui a poucos dias a Federação Portuguesa de Futebol vender o seu prestígio para ajudar a lavar as mãos de Israel, no último jogo de preparação para o campeonato da Europa, fará sete anos do ataque aéreo à praia de Gaza, que tirou a vida a quatro crianças que jogavam à bola. Escolho o dia da criança para lembrar este crime de guerra, num território que é vítima de crimes de guerra em número suficiente para ilustrar todos os dias e onde as crianças não têm nenhum sossego. Como diz Gabor Maté, sobrevivente de Auschwitz, médico e ex-sionista: “na Palestina as crianças não sofrem de stress pós-traumático porque nunca há o ‘pós’ e o trauma se acumula indefinidamente”. Fernando Gomes, presidente da FPF, Fernando Santos, treinador, Cristiano Ronaldo, capitão de equipa, e os jogadores que aceitem em silêncio este ultraje, devem saber que não estão a jogar um simples jogo de futebol. Estão a ser usados pela propaganda de um estado confessional e criminoso, para o ajudar a esconder o terror da sua natureza genocida. Temos provavelmente a melhor geração de jogadores de futebol de sempre, falta demonstrarem se são ser humanos à altura do seu talento. Apelo, do meu singelo lugar da arquibancada, para que se recusem a jogar e para que aproveitem a atenção da opinião pública para se juntarem ao lado certo da história, denunciando um regime que não pode continuar a ser normalizado por todos os campos da sociedade. Para Israel não se trata de um jogo, trata-se de um indulto que todos se devem recusar a subscrever. Todo o colaboracionismo é cúmplice, num tema onde a neutralidade joga a favor de quem agride.

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Joe Biden – mudança de política relativamente às Coreias

No passado dia 21 de Maio, na cimeira entre Joe Biden e Moon Jae-in, abriu-se uma nova página na política dos Estados Unidos relativamente às duas Coreias.
Biden recusa-se a continuar a tratar o Presidente da Coreia do Norte como alguém fiável para negociar, apontando para a ausência de qualquer evolução nas últimas 4 presidências, recolocando a Coreia do Sul como principal aliada e interlocutora para as questões da península dividida.

Se é certo que Moon Jae-in continua a não mostrar disponibilidade para abordar o dossier China, uma vez que é o principal parceiro económico da Coreia do Sul, é verdade que abre aos EEUU a sua fortíssima indústria tecnológica de chips, com o intuito de desenvolver uma parceria bem sucedida para travar e/ou rivalizar com a tecnologia 5G chinesa. Mau grado a tentativa de Trump de proibir os países europeus de aderirem à 5G, não foi bastante para evitar a sua disseminação por toda a Europa.
Biden não pretende [Read more…]

Grupo Impresa: falido acima das sua possibilidades

Talvez nos cruzemos com eles numa qualquer comissão de inquérito no futuro, em que a Mariana Mortágua de então os entalará sem piedade, apenas para ficar a saber que todo o seu património se resume a um palheiro. Ou a uma mota de água. Como o vigarista protegido pelo bandido recentemente condenado, André Ventura. Ou como aquele grande empresário dos tempos do passismo, que tinha metade do passismo no bolso das moedas. Sem ter que pôr o Moedas a funcionar.

A comunicação social portuguesa, no geral, está financeiramente enterrada num buraco sem fundo. Quando a coisa rebenta, os bancos encaixam mais uma imparidade, que, mais tarde, pela via da gatunagem político-empresarial, acabará transferida e assumida pelo cofre fiscal de todos os portugueses. Porque, neste país, quem paga dívidas são os remediados e a periclitante classe média. A elite dos empreendedores parasitas não paga, reestrutura. E foge para o Brasil, ou para uma ilha paradisíaca qualquer, quando a coisa dá para o torto.

O que não se percebe, é como o Grupo Impresa mantém tantos canais no ar e títulos nas bancas. Como paga salários astronómicos a Ricardo Araújo Pereira e equipa. Como adquire formatos estrangeiros de sucesso. Como se financia uma instituição tão enterrada em dúvidas? Melhor: quem financia tal instituição? Aparentemente, não falta quem. Como não falta quem viva acima das suas possibilidades, ainda que falido.

A marquise do Ronaldo e o Bairro da Jamaica

Diz-se que residentes do Bairro da Jamaica estarão indignados com a marquise do Cristiano Ronaldo!

A PAC que os governos querem – Não admira Odemira

 

As negociações sobre a nova Política Agrícola Comum (PAC) da UE decorrem há mais de dois anos e a sua conclusão durante a presidência portuguesa é um dos grandes objectivos da ministra da Agricultura Maria do Céu Antunes. Porém,  ao quarto dia das negociações do trílogo (entre negociadores do Parlamento Europeu, o Conselho dos Estados-Membros e a Comissão da UE) ocorridas na semana passada, estas foram interrompidas sem acordo.

A principal razão deste falhanço foi a recusa do Conselho (governos nacionais) em se mover no que toca à questão da sustentabilidade, ou seja, quanto à percentagem das ajudas directas aos agricultores destinada aos regimes ecológicos, que o Parlamento Europeu queria que chegasse aos 30% e os governos fixaram em 20% – inicialmente queriam 18%. – não tendo sido possível fechar os 25%.

Note-se que já a exigência do Parlamento Europeu de 30% é demasiado baixa para a urgente mudança de rumo na relação com a Natureza.

Significa isto que os governos europeus querem deixar pendurados os agricultores que apostam na agricultura sustentável e estão-se nas tintas para o Pacto Ecológico Europeu e para os seus bem sonantes objectivos de protecção climática e ambiental.

Em Junho, os Ministros da Agricultura voltarão ao tema; ao serviço dos grandes exploradores da fertilidade da terra e da mão-de-obra quasi escrava.

Resta fazer figas para que o PE não se deixe ir na conversa.

As situações “não podiam ter acontecido”,

mas aconteceram: “aglomerados”, “andar sem máscara”, “consumo de álcool nas vias públicas”. Efectivamente.

O cliente saiu satisfeito

A bem da retoma económica, a nossa cidade do Porto recebeu um grupo de ingleses em que se incluíam cidadãos cordatos, mas abundavam hooligans ululantes. Entre todos, terão ajudado o necessitado sector da hotelaria e restauração, e rebentado com as reservas dos produtores de cerveja. À parte isso, emitiram muito ruído, ocuparam ruas e passeios, e borrifaram-se com descaro nas três regrazinhas básicas que a Protecção Civil recordava, ainda ontem, aos nacionais, por SMS: usar máscara, manter o distanciamento social, e não consumir álcool na via pública. Em sua defesa, é bem possível que ninguém lhes tenha dito que tais regras estavam em vigor. Para quê incomodá-los? [Read more…]

Fora Bolsonaro

Entretanto, em São Paulo, Estado onde Bolsonaro ganhou por larga vantagem, na segunda volta das presidenciais de 2018, uma pequena multidão saiu à rua para exigir o seu afastamento. Com Dilma Rousseff começou assim.

Os jornalistas do jornal O Jogo são mouros e Tuchel é um exagerado

«É um clube fantástico, desde jovem que os acompanho quando jogaram a final frente ao Bayern Munique [em 1986].» Foi em 1987 e o FCP não é fantástico.

Libera-lol

TAKE 2

No país com iniciativa liberal.

Expectativa: 



Realidade:

 

Se os liberais fossem tão bons na coerência como são a fazer ‘memes’ no Facebook e em outdoors populistas ‘cool’

O que vale é que, assim, vamos sabendo mesmo com quem contar. E não contamos com o Iniciativa Liberal.

Na Irlanda, Israel é, oficialmente, um Estado agressor que opera à margem da lei

No dia 26 de Maio, a Irlanda tornou-se no primeiro Estado da União Europeia a considerar e a designar oficialmente os colonatos israelitas no Cisjordânia como anexação de território da Palestina. Como uma agressão à margem do direito internacional. Como crimalidade patrocinada pelo Estado de Israel, portanto.

A moção do Sinn Fien obteve apoio parlamentar de todos os partidos, da esquerda à direita, e constitui um marco em décadas de submissão ao directório político-económico sionista por parte das democracias liberais. Porque é possível apoiar uma solução de dois Estados sem dar guarida ao modus operandi totalitário de Israel.

Pouco a pouco, o mundo civilizado acorda e continuará a acordar para o colonialismo sangrento de Telavive, até que só restem os aliados que os banqueiros sionistas da City e de Wall Street consigam pagar. Estou cada vez mais convicto que verei a Palestina livre no meu tempo de vida. Que assim seja 🇵🇸

Com inimigos assim, quem precisa de amigos?

Expectativa:


Realidade: 

Deputado do Iniciativa Liberal abstém-se sobre uma eventual ida do hacker Rui Pinto à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) ao Novo Banco.

A cabeça vai ficando cada vez mais calva. E quanto mais se destapa, mais fácil fica ver o couro cabeludo. Portanto, o que escondem?

«As cúpulas que vão abaixo!
Gritam eles, para impressionar; 

Mas estes profissionais do tacho 
Ainda acabam de cúpula ao ar»

Eurico Carrapatoso – Água Morrente do Pequeno Poemário de Pessanha

De Eurico Carrapatoso, “Água Morrente” do “Pequeno Poemário de Pessanha (4)”.
Coro Gulbenkian sob a direcção de Paulo Lourenço, Auditório Gulbenkian, Gravação da estreia a 7 de Novembro de 2014 (Portuguese première).
Encomenda da Fundação Gulbenkian por ocasião do 50º aniversário do seu Coro.

Do MEL ao fel passando pela IL

Ao que parece “as direitas” reuniram em Lisboa por via de um movimento (associação? clube? agremiação? colectivo?) chamado MEL – Movimento Europa e Liberdade.

As minhas expectativas: discussão e apresentação de propostas de modelos económicos e sociais para o país; que futuro para o Portugal pós-pandemia? O que defende a direita para a educação? Que modelo de desenvolvimento para o país? Reforçar ou alterar o SNS? mais Estado ou menos Estado? O que fazer com o dinheiro da “bazuca”? O estado da Justiça e medidas para o melhorar? Como reformar as Forças Armadas? Qual o papel da CPLP e como deve ser o relacionamento entre Portugal e os PALOP? Em suma: o que pretende apresentar aos portugueses a direita como alternativa ao governo de António Costa? O que pretende para Portugal numa visão de médio-longo prazo?

O resultado: fel. Muita amargura. Com os portugueses porque votam à esquerda, com o PSD porque Rio não faz oposição. Com o Chega porque é um embaraço. No meio de tanta erudição oca, valeu por um discurso bonzinho de Cotrim Figueiredo e pelo elefante na sala chamado Pedro Passos Coelho. Se tudo isto é a direita, vou ali vomitar e já venho. Vá lá que ninguém se lembrou da velha bandeira caduca e muito académica de certa direita: é preciso uma revisão constitucional (pelo menos que me tenha apercebido)….

Para terminar a semana “das direitas” que não o são ou nem sabem bem o que são, a IL e o seu deputado único ajudaram a evitar que Rui Pinto fosse à comissão do BES falar do que sabe. Se o Chega é um embaraço para a direita, esta posição da IL consegue o fenómeno de o ultrapassar. “O BES, o Vieira e a IL” dá um excelente título para um romance…

O cheiro é que é diferente – ou talvez seja o mesmo

Quando a merda assenta, as moscas, babando, assentam nela. O cheiro, esse, é o mesmo de sempre, neste Portugal esquecido e saudosista.

“Presença de Passos Coelho no MEL não passa despercebida”.

Quem quer casar com a Venturinha?

“Atrás do mel correm as abelhas”

O liberalismo, agora, já é fascismo maquilhado?

Ou será que o Cotrim se vai maquilhando para seduzir o amigo saudosista achegado e, desta forma, convencer o homem dos derrames cerebrais que comanda o PSD a, futuramente, formar Governo? [Read more…]

Bandex – Cova da Moura (feat. Suzana Garcia)

Beat do ano. Mandávamos isto para a Eurovisão e os italianos nem cheiravam.

A Shell foi responsabilizada

 

Quem anda em lutas pelo Planeta e pelo bem comum e por isso sabe o quão difícil é conseguir dar nem que seja um mínimo passinho em frente, teve ontem motivo de alegria:

A decisão de um tribunal holandês que obriga a Shell, uma das principais poluidoras globais, a reduzir as suas emissões de CO2 em 45% até 2030 em relação aos níveis de 2019.  A acção judicial foi apresentada em Abril de 2018 pela organização não governamental Friends of the Earth juntamente com outros grupos activistas, incluindo a Greenpeace, defendendo que o modelo de negócios da Shell “põe em risco as vidas e os direitos humanos” e representa uma ameaça às metas do Acordo de Paris.

Segundo as organizações, “pela primeira vez na história”, um juiz responsabilizou uma empresa como a Shell, “por causar alterações climáticas perigosas” e exigiu que reduzisse as suas emissões em sentença que “tem consequências nacionais e internacionais” para a empresa.

Claro que a Shell irá recorrer do veredicto, mas, entretanto: à nossa!

P.S. No início deste ano, outro tribunal holandês decidiu que a Shell era responsável por danos causados por fugas de petróleo no Delta do Níger e condenou a empresa a pagar uma indemnização aos agricultores. A Shell, no entanto, afirma que as fugas foram o resultado de “sabotagem”.

Rui Pinto e o chiqueiro da política

O chiqueiro criado por Salazar é o mesmo em que chafurda João Cotrim DE Figueiredo e André Ventura.
De Cavaco a Passos Coelho; de Marcelo a António Costa; de Ana Catarina Mendes a Telmo Correia, chafurdam todos no mesmo chiqueiro.
Todos eles têm medo do Rui Pinto e do que ele pode revelar sobre Ricardo Salgado e restante pandilha. Estão todos implicados, são todos amigos.
Vivem todos no mesmo chiqueiro.
Hoje, Fernando Paulo Ferreira, João Paulo Correia, Jamila Madeira, Isabel Oneto, Hugo Carvalho, Fernando Anastácio, Joana Sá Pereira, Cecília Meireles e João Cotrim DE Figueiredo foram apenas os porcos de serviço.
O dia 27 de Maio não foi trágico para a democracia portuguesa. Foi mais do mesmo.
Para aqueles deputados, aliás, foi só mais um dia no chiqueiro.

Bo tem mel

 

Amor, tu mais eu é igual a ui ui ui

 

 

Rafael Corte-Real, candidato da Iniciativa Liberal a Gondomar: Vamos a isto, putinhas


Nas palavras de Maria Leonor Figueiredo: «machista, homofóbico, violência sexual como tema humorístico. Com orgulho.»
É o candidato da Iniciativa Liberal a Gondomar. Está apresentado.
Ele e o Partido que o apresenta.