Dr. Montenegro

Ele pode não estar melhor, mas os portugueses estão muito melhor sem ele.

A geringonça desconfia dos cidadãos

Não foi com surpresa que ontem vimos o PS, o BE e o PCP a aprovarem na especialidade o fim da inviolabilidade do sigilo bancário, apenas permitido por um juiz, em caso de suspeita de ilícito e a pedido do Ministério Público, como é fundamento basilar de uma Democracia livre. De facto, os partidos que sustentam o actual governo, querem que os bancos passem a informar a Autoridade Fiscal e Aduaneira quem tem mais de 50 mil euros depositados a 31 de Dezembro do ano anterior, embora sem divulgar nem movimentos nem extractos da(s) conta(s).

geringonça

Como o J. Manuel Cordeiro já ontem aqui referiu, o motivo adiantado por Mário Centeno é de que se trata de uma medida de “extrema importância para o combate à fraude e evasão fiscal” e de que os dados apurados “servem como desincentivo à ocultação e têm importante função preventiva”.

Importa dizer, frontalmente e sem qualquer rebuço, que essas explicações são próprias de políticos que desconfiam dos cidadãos [Read more…]

Tenhamos paciência, pois, aparentemente,

lá da Ilha encoberta, vos há-de vir este Rei.
Exactamente.
Foto: Francisco Miguel Valada, 27 de Dezembro de 2018.

LOL ya, dude.

Houve uns quantos que aproveitaram para criticar Rui Rio por causa de um tweet com uns emoji.

Pode-se traçar um paralelo entre esta tentativa de trazer a linguagem corriqueira para o discurso político e a argumentação a que recorreram aqueles que aprovaram a lei do presente acordo ortográfico. Essencialmente, procurou-se nos dois casos uma aproximação de diferentes formas de expressão, como se ambas não tivessem existência própria.

Bater no Rio tornou-se num desporto do seu partido desde que se percebeu que alguns deputados poderiam não fazer parte das próximas listas. Mas sejam coerentes. Rejeitem a ingerência da política na linguística com a mesma veemência com que satirizam esta colagem a uma forma de expressão vinda dos tempos das chat rooms.

Os novos milionários têm 50 mil euros no banco

O pressuposto é travar a evasão fiscal. Como se sabe, esta é massivamente praticada por quem mantém contas de 50 mil euros em bancos nacionais. A fuga ao fisco não vem de quem tem os meios para usar offshores e para adquirir bens urbanos e rústicos a pronto pagamento, por exemplo.

Na prática, o que vai acontecer é uma coisa muito simples. O fisco vai ficar a saber se há espaço para aumentar ainda mais os impostos. Afinal de contas, se a alguém sobra 50 mil euros parados no banco é porque os impostos não levaram tudo, havendo espaço para optimização.

Para memória futura, a “medida contou com os votos favoráveis do PS, do BE e do PCP. O PSD votou contra e o CDS-PP absteve-se“. Sublinhe-se que o partido dos contribuintes (*) se absteve.

(*) Quem por curiosidade visitar os “pingback” deste “link” descobrirá que os posts referenciadores foram apagados. Mas a Internet não perdoa, como se regista aqui e aqui.

Boletim meteorológico

Cette arrogance est absolument insupportable. Mais pour qui vous prenez-vous? Mais pour qui vous prenez-vous, Emmanuel Todd? Vous ne passez plus les portes!
Alain Finkielkraut

I think that’s the way things work. You have some… It’s not that you… I mean, belief formation is often contingent on the outcomes that you want. You want a certain outcome and you construct a system of beliefs which makes that exactly right and just.
Noam Chomsky

***

Efectivamente.

Efectivamente, estava eu a escrever, 2019 continua com dias de céu geralmente limpo (Magnolia foi há 20 anos). Há vento. Vento que vem, desde 2012, do outro lado do Atlântico, como se vê pelo contato, mas em geral fraco, devido a ‘respetivo’ em vez de ‘respectivo’.

Há possibilidade de formação de neblinas em forma de contatos todas as semanas.

O arrefecimento, apesar de lhe chamarem noturno, é nocturno (para si, minha senhora). Quanto ao mar, há ondas, muitas ondas, só ondas (my wave), só ondas (waves roll in my thoughts) e há espuma (Fort ans Meer! ans Meer! es schäume die Welle), muita, muita espuma. A temperatura da água do mar, como os pareceres, não interessa rigorosamente nada.

***

Os europeus fogem da Europa sem saber para onde

Abandonados pelo poder na União Europeia, os cidadãos compreenderam que a sua voz e vontade deixaram de encontrar nos partidos dominantes do sistema qualquer eco ou respaldo na tomada de decisões para a sua construção, sentindo-se defraudados nos nobilíssimos ideais que lhes venderam sobre uma “Europa dos Cidadãos”. De costas voltadas para os cidadãos, os políticos do Partido Popular e do Partido Socialista Europeus, aplicam há quase duas décadas os ditames da alta-finança internacional sem nome nem rosto, impondo políticas de empobrecimento da classe média e dos mais desprotegidos, seja em nome da manutenção de uma moeda forte, seja em nome da dívida soberana, seja em nome do que entenderem dizer.

orban

A verdade é que a Europa deixou de interessar aos investimentos da alta-finança desde que escancararam as portas à livre circulação global do capital, [Read more…]

Passada temporada das renas voadoras, já se sente no ar o cheiro a asfalto de um novo aeroporto.

Não notam? Ou é o cheiro a asfalto ou a dinheiro. Um deles.

Consta que haverá um novo acesso à Ponte Vasco da Gama. Na imagem ilustra-se a distância desde o novo aeroporto até à estação de metro mais próxima (Moscavide), no que poderá ser um possível trajecto para Lisboa.

Boas notícias para Setúbal, que passa a estar à mesma distância do aeroporto que Lisboa.

A propósito, como é que anda o tráfego aéreo de moscas em Beja?

Cobertura noticiosa: [Read more…]

Com Bolsonaro, ambiente e minorias são para exterminar

JB

Na passada Quinta-feira, um grupo de madeireiros armados invadiu uma reserva indígena no Brasil, com o objectivo de a ocupar e extrair madeira. Ao arrepio da lei. Agora, o confronto entre indígenas e madeireiros poderá estar iminente. Sorte a dos madeireiros, têm Bolsonaro do seu lado. Porque com Bolsonaro, o novo ayatollah dos pés de goiaba, ambiente e minorias são para exterminar.

Dial C for Cristina

Um caso de James Marlowe, Chico Nelo para os inimigos.

O telefone tocou. Suspirei. Um caso, finalmente, o primeiro desde Fátima. Uma voz rouca, sensual, lenta perguntou-me se já tinha almoçado. Respondi, irritado:

– Mãe, já lhe disse que não me ligasse para o emprego!

A voz rouca, sensual insistia na necessidade de que me alimentasse convenientemente, acrescentando que eu não tinha propriamente emprego. Despedi-me o menos educadamente possível, tendo chegado a deitar a língua de fora ao bucal, de modo a que não se ouvisse.

Alguém mais atento poderia notar a inverosimilhança da ausência de um telemóvel, como se fosse possível um detective anacrónico usar objectos crónicos.

O telefone voltou a tocar:

– Mãe, outra vez?!

Claro que não era a minha mãe e não vale a pena insistirem no telemóvel que me permitiria saber quem me estava a ligar.

Do outro lado, estava uma voz tão inconfundível como a da minha mãe, ainda que menos sensual: era aquele que, doravante, por razões de segurança, passaremos a designar pelo nome de código “Presidente da República”.

– Estou a ligar-lhe confidencialmente para lhe pedir que, de modo discreto, me arranje o número de telefone do novo programa da senhora Cristina Ferreira, aquela da SIC. É para um amigo. [Read more…]

República das bananas…

Parolice, nacional-parvoíce, populismo, é difícil baixar mais o nível…

O Presidente da República é um parolo

O presidente da República de Portugal é um parolo.
Como titular do cargo, telefonar em directo para o novo programa de Cristina Ferreira para lhe dar os parabéns pela mudança de canal ultrapassa todos os limites.
Vamos assistir, nos próximos meses, a uma guerra sem quartel pelas audiências da manhã. Na TVI, Goucha entrevistou há uns dias um cadastrado que deseja o regresso de Salazar e hoje um cantor com cancro. Na SIC, logo no dia de estreia, Cristina Ferreira entrevista um cadastrado a jogar cartas e recebe a chamada do presidente da República.
Tudo bem. Vê quem quer e quem gosta do nojo. O chefe máximo do Estado português até pode ver e pode gostar, mas não tem o direito de vincular o seu cargo a um programa de televisão só porque gosta da apresentadora.

Ao ter atitudes parolas, próprias de um país de terceiro mundo, não pode vir depois queixar-se das consequências.

Presidente de todos os portugueses? Não, o meu presidente não estacionaria em lugar de deficientes nem telefonaria em directo para um programa sensacionalista.

Afinal, dá, a sensação de que ter votado em Marcelo Rebelo de Sousa ou no Tino de Rans vai dar exactamente ao mesmo. 

E não é verdade. Porque o Tino de Rans é simples mas não é parolo.

Por falar em Marcelo Rebelo de Sousa,

depois de interromper, acabar e recomeçar, que tal, finalmente e como prometido, (re)abrir?

Chinelos

À hora a que chegam os primeiros funcionários das lojas, e a rua desperta com o cacarejar metálico das grades corridas com a resignação brusca das segundas-feiras, o homem ainda dorme um sono profundo. A sua cama é ampla, ocupa quase metade de um passeio largo, e, pese a precariedade da instalação, está bem cuidada. Cartões grossos no fundo, dois cobertores finos por cima, um cobertor mais grosso e um edredão amarelo no topo.

O homem dorme, o rosto voltado para a rua, para quem passa. A seu lado, há um balde com duas garrafas de água e uns chinelos de quarto, muito finos, quase de papel, daqueles que os hospitais e hotéis por vezes oferecem. Os chinelos são de um branco impecável. E é a presença dos chinelos ao lado da cama, no chão, tal como a cama, que nos fazem sentir embaraçados por estar ali, como se tivéssemos entrado inadvertidamente em casa do vizinho – uma porta mal fechada, pensávamos estar no segundo e afinal estávamos no terceiro andar, uma distracção, enfim, e agora estamos aqui, frente à cama deste desconhecido que dorme de gorro na cabeça, alheio à nossa invasão. [Read more…]

De Bolsonaro a Xi Jinping

Tenho quase a certeza de que os que se indignam com a ida de Marcelo Rebelo de Sousa à tomada de posse de Bolsonaro e com o convite para ele visitar Portugal, serão os mesmos que encheram as ruas de indignação quando o ditador Xi Jinping cá esteve! De certezinha quase absolutinha…

Dia de Reis

Foto de Josep Lluis Sellart

Há poucos meses, no Verão, o líbio Betcha Honorée esteve prestes a morrer. Ele e mais umas dezenas de pessoas que tentavam atravessar o Mediterrâneo para começar uma nova vida na Europa. O barco em que seguiam naufragou, mas foram resgatados pelo navio da ONG «Open Arms» e recebidos em Espanha.

Foto de Olmo Calvo

[Read more…]

Mário Machado, Manuel Luís Goucha e outros perigos, como o politicamente correcto

Já aqui se falou dessa grande maleita que é o politicamente correcto, que, ao que tudo indica, está a destruir a sociedade ocidental, e cuja solução, verdadeiramente mágica, passa pela introdução de mecanismos de repressão e censura, operados pela sempre abnegada extrema-direita.

Quem também teme essa tal de ditadura do politicamente correcto é Manuel Luís Goucha, que em tempos não gostou de ser alvo do humor do 5 Para a Meia Noite e processou o programa. É por aqui que começa a valente sova retórica que Daniel Oliveira aplicou naqueles que, ao longo dos últimos dias, procuraram contribuir para a normalização do branqueamento de uma personagem sinistra, que participou em crimes horrendos, e que, independentemente de ter cumprido anos de prisão por esses crimes, continua a representar uma ameaça à sociedade e à democracia portuguesa. [Read more…]

Falência, mas de quê?

Acho delicioso ouvir da parte daqueles que, ano após ano, pedem menos Estado, às vezes complementado com melhor Estado, se lamentarem sobre uma suposta falência do Estado. Escutando-os, poderíamos pensar que, realmente, reclamariam pelo reforço desse Estado, agora enfraquecido, mas a memória é tramada e recorda-nos o que fizeram quando tiveram o poder à sua disposição. E isso é revelador. Substantivamente, retiram capacidade ao Estado quando cortam as verbas necessárias ao seu funcionamento, quando canalizam dinheiros públicos para actividades privadas paralelas àquelas já suportadas pelo Estado e quando enxameiam os quadros da função pública com incompetentes vindos dos seus partidos.

[Read more…]

Os patrulheiros do pensamento voltam à carga…

Não vejo TVI, tal como não vejo SIC ou RTP, à excepção dos noticiários às 20h e mesmo esses não é com regularidade diária, pelo que chego tarde à polémica do momento. Ao que parece um apresentador da TVI, entretido numa guerra de audiências, terá convidado Mário Machado, muito provavelmente na expectativa que este dissesse umas alarvidades. Nada de novo no formato, o que não falta são imbecilidades na televisão portuguesa, particularmente nos canais generalistas. [Read more…]

Em Portugal, é «possível estabelecer contato imediato»

It’s hard to get the students who read a lot of Foucault, for example, to worry about anything as simple as national health insurance, or the minimum wage, or immigration policy, or NAFTA, or something like that.
Richard Rorty

É como chegar, não chegar
Pára, enfim, a relação
GNR

***

Efectivamente, no sítio do costume, a possibilidade de estabelecer contato imediato existe há 7 anos.

Sim, eis o ‘eminente’ tão associado ao ‘perigo’ no Diário da República, em vez do esperado ‘perigo iminente’ (recordo indicações dadas em Dezembro de 2015, Janeiro de 2016 e Novembro de 2016), mas não nos dispersemos.

Porque os primeiros dias úteis de 2019 estão a ser bastante excitantes e extremamente auspiciosos. Ontem, também houve contato.

E hoje? [Read more…]

Com que então, é um problema de “politicamente correcto”

Imagem: TVI, 03/01/2019

Com que então, o que há a dizer é que esteve preso por ter escrito “um texto na internet”. Zero referências no destaque quanto à pena de prisão por envolvimento na morte de Alcino Monteiro. E à extorsão, sequestro e posse ilegal de arma.

Mário Machado foi condenado, em 1997, a uma pena de prisão de quatro anos e três meses por envolvimento na morte de Alcino Monteiro. O crime remonta a 1995, quando um grupo de cabeças-rapadas que comemorava o Dia de Camões, 10 de Junho, pelas ruas do Bairro Alto, espancou até à morte Alcino Monteiro, um cabo-verdiano de 27 anos. Dezassete cabeças-rapadas foram levados à barra do Tribunal do Monsanto. [CM, 20/07/2006]

E o que diz um dos envolvidos neste branqueamento da extrema-direita?

[Read more…]

Não tenham medo dos saudosistas de Salazar!

Não há razões para ter receio dos saudosistas de Salazar, porque a esmagadora a maioria já faleceu e, entre os ainda vivos, grande parte padecerá já de avançado estado de Alzheimer!
Tenham medo é de gente estúpida, pois não há, nunca houve, antídoto para tão severa e crónica maleita!

Supremacia da mediocridade

 

Desde já, e para que se compreenda, não tenho qualquer constrangimento em acusar quer as autoridades policiais quer o governo quer as instituições para a segurança rodoviária quer os infinitos grupos de cidadãos “motorizados” (?) de cumplicidade na matança que diariamente acontece nas estradas portuguesas.

[Read more…]

Trump, Bolsonaro e as piadas que se fazem sozinhas

TB.jpeg

Cartoon: Carlos Latuff@Mondoweiss

Donald Trump, o BFF do Kim da Coreia que come na mão de Putin, quer trabalhar em conjunto com Bolsonaro, o adepto da ditadura militar que quer metralhar adversários políticos, para combater os regimes autoritários. Isto está é para os humoristas. Bem que podem passar o dia todo no café, que as piadas já se fazem sozinhas.

O homem branco nunca é terrorista: sofre de perturbações mentais

UPNRS

Imagem via Uma Página Numa Rede Social

Em Bottrop, na Alemanha, um homem tentou atropelar várias pessoas na noite de 31 de Dezembro. Segundo o jornal digital Notícias ao Minuto, que cita “as instituições judiciais e policiais de Essen”, tratou-se de “um ataque dirigido, motivado pela hostilidade do condutor contra estrangeiros”. Terrorismo, portanto.

Felizmente – para o agressor, claro – o criminoso sofrerá de problemas mentais. Talvez por isso o termo “terrorismo” não seja referido uma única vez na peça jornalística, nem como hipótese. Porque tudo fica sempre mais simples quando o delinquente é branco e não um perigoso emigrante do Magrebe, do Médio Oriente ou do Corno de África. Esses nunca sofrem de problemas mentais, são sempre terroristas. Já um homem branco, naturalmente bom e inofensivo, só por perturbação mental poderia levar a cabo tamanha barbaridade. E quem discordar é um perigoso esquerdalho, empenhado na instauração de uma ditadura Estalinista.

 

Da subserviência ao Brasil

Ao arrepio da tradição, Marcelo Rebelo de Sousa esteve presente na tomada de posse de Jair Bolsonaro, o que já é mau sinal, independentemente de quem chegou à presidência do Brasil. Sinal de subserviência, que é uma maneira de encolher um país.

As declarações do presidente português confirmaram o provincianismo de um país que vive de joelhos: ao falar com o repórter, abrasileirou a pronúncia; diante do desprestígio que foi o pouco tempo de audiência com Bolsonaro, inventou a história de que os irmãos precisam de pouco tempo para comunicar; não perdeu a oportunidade para falar da importância do Brasil nessa central de maus negócios que é a CPLP.

Já Eça fazia referência ao provincianismo de um país que importava tudo, até vocabulário, de França. Mais recentemente, vamos engolindo neoliberalismos vários porque vêm de Bruxelas e palavreado economês em inglês americano, cheio de timings e de feedbacks. O Brasil, eterna potencial potência, é o deslumbramento de políticos sempre ansiosos por transformar Portugal na rémora do tubarão, porque os negócios e as empresas e as oportunidades, num desfile de inanidades que afectam inclusivamente o supremo magistrado da nação, com representantes prontos a vender até a ortografia, em nome de uma falsa união que é só parolice.

Note-se que a cultura de muitos portugueses, incluindo este vosso criado, é devedora de muito Brasil, da literatura à música, passando pela televisão e pelo cinema, mas não se confunda admiração com genuflexão. O problema, nesta e em muitas histórias com políticos portugueses, é que a vergonha não é alheia.

Bom 2019

Para todos os que fazem o Aventar, autores, convidados e leitores, votos de um bom 2019.

Imagem: Paresh Nath, politicalcartoons.com

Para os entusiastas

A agenda mediática e política

Imagem: Diário de Notícias, edição impressa de 23/12/2018. Clicar para aumentar.

Ouvindo os ecos da política difundidos pela comunicação social, ficamos a saber que os temas quentes são a contagem do tempo de serviço dos professores para efeitos de progressão na carreira, a empolada manifestação nacional dos coletes amarelos e  a greve dos enfermeiros e de outras classes com menos capacidade mediática, tais como os oficiais de justiça. [Read more…]

A escravatura e o Dr. Chef Avillez

Obrigado, Dr. Jovem, por continuar a iluminar o nosso caminho, obscurecido pelos esquerdalhos totalitários.