FUTaventar S.L. BENFICA #17

3 golos. 3 pontos! Um jogo bem tranquilo em que apenas não gostei da forma como a Luz recebeu o Nuno Assis. Ele foi campeão com a nossa camisola e o post de hoje é dedicado à forma como ele sempre nos defendeu!
Uma nota final – o post aqui em baixo é sintoma de que as coisas estão bem: os adversários estão preocupados com quem está cá em cima e já não acreditam nas não vitórias do GLORIOSO! Agora, venha o Leiria na próxima 4ª.
Ficam os golos!
1-0 pelo Aimar

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1-1 Pelo Nuno Assis

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/43nkEIp7AYFf05ptyz8e/mov/1
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FutAventar – F.C.Porto #2010-10 – os Golos:

Aberta está uma janela de esperança, sobretudo se o benfica escorregar com o Guimarães, o que não acredito. Pelo menos o Porto fez uma grande joga e continua a dizer presente.

Aqui ficam os golos do FCP:

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As diferentes avaliações dos homens e das mulheres

Tony Blair é um criminoso de guerra, ou uma justificação para o terrorismo


Juntamente com George W. Bush, Jose Maria Aznar e Durão Barroso, Tony Blair não passa de um criminoso de guerra. Tem as mãos sujas de sangue e, por mais justificações que continue a dar, o seu lugar na História já está assegurado. Foi o responsável por milhares de mortos inocentes no Iraque. Acredito que durma tranquilamente durante a noite.
É pena que ninguém pegue em gente desta e a leve ao Tribunal de Haia. Porque ao ouvir as palavras vomitadas desta forma, é impossível não pensar por vezes que, afinal, os terroristas limitam-se a lutar com as armas que têm. Como dizia Bin Laden há poucos dias, se os árabes não podem dormir tranquilos com a ameaça israelita, por que razão poderão os americanos dormir tranquilos?
Ah, e só mais uma coisa de que o senhor Blair se esqueceu: com Saddam, não existia terrorismo no Iraque.

Não há diamantes mas há EPUL

Estádio de Alvalade (foto ASF)

Tal como o Benfica, o Sporting também foi muito “apoiado” pela autarquia Lisboeta, levou dez milhões e mais terrenos, imóveis e autorizações para construção em grande escala nos terrenos à volta do estádio.
Para não faltar “cash”, a EPUL mudou a sua sede para um dos edificios do clube onde esteve seis anos e onde pagava 700 mil euros por ano, isto é dois mil euros/dia. A EPUL que constrói casa por tudo quanto é sítio precisou de arrendar uns escritórios por uma renda milionária.
Tudo negócios normais, habituais e justificados…

A «Guernica» aplicada ao ensino da História


Desde sempre que procurei inovar nos métodos de ensino e no tipo de recursos apresentados aos alunos, mas agora que estou numa escola com computador ligado à internet em todas as salas de aula, a minha tarefa é muito mais fácil e aliciante. Vem isto a propósito da «Guernica», o famoso quadro de Picasso, que costumo utilizar quando abordo os antecedentes da II Guerra Mundial. Uma fotógrafa inglesa, Lena Gieseke, pegou no quadro e exporou-o minuciosamente em 3 D. Em menos de três minutos, qualquer aluno fica a perceber o mais pequeno pormenor. Palavras para quê?

Não há petróleo mas há EPUL

A Comissão de Acompanhamento do contrato entre o Benfica e a Câmara de Lisboa nunca reuniu, diz o Público na sua primeira página de ontem. O clube recebeu 65,4 milhões de euros para a obra do novo estádio.

O Euro 2004 vem revelando quanto nos custou, depois dos estádios que ninguem quer, por não haver meios financeiros para os manter (Algarve,Coimbra,Leiria,Aveiro) as negociatas aparecem à luz do dia.

Mas os estádios são muito bonitos e ficam para o futuro…

Quando os pais mandam nas escolas

Que os Encarregados de Educação tenham uma palavra a dizer sobre o funcionamento geral de uma escola, ainda vá que não vá. Bem, uma palavrinha será mais adequado. Agora, que os Encarregados de Educação mandem nas escolas e se intrometam até nos critérios de avaliação definidos pelos professores já me parece demais. Aliás, durante este ano lectivo, tenho vivido situações verdadeiramente inacreditáveis na relação com aqueles que se julgam os donos das escolas.
Já sei que os professores são sempre os culpados de tudo. Não são os pais que educam os miúdos, são os professores. A este tipo de gente, Maria de Lurdes Rodrigues foi beber as teorias que aplicou durante a sua passagem pelo Ministério da Educação. E sei também que a figura do Director está mais sujeita às influências que vêm de fora da escola, a fragilidade do cargo que ocupa leva a esse tipo de permeabilidade.
O caso que vou descrever passa-se numa escola básica do Grande Porto. No Regulamento Interno da escola, está escrito com todas as letras que o professor não pode escrever no teste a entregar aos alunos a cotação do mesmo, mas apenas a nota qualitativa. Não concordo, mas é o que está lá. Em reunião de Conselho Geral, os Encarregados de Educação propõem que os professores sejam obrigados a colocar as cotações. Nem sequer que fica ao critério de cada professor. E como hoje em dia os pais é que mandam nas escolas, os professores, infringindo o Regulamento Interno, irão passar a colocar sempre a cotação dos testes.
Como é óbvio, é ilegal. O Conselho Geral de uma Escola não pode ir contra o seu Regulamento Interno, da mesma forma que um Conselho de Ministros não pode ir contra a Constituição. Por isso, eu, que desde sempre pus a cotação nos testes a entregar aos alunos, estou a pensar em deixar de o fazer. Quando for chamado à atenção, como fui na altura em que colocava a cotação, direi apenas que estou a cumprir o Regulamento Interno.

iPad by Apple:

Aqui ficam as explicações do produto fornecidas pela Apple sobre o Ipad:

Todas as aplicações integradas no iPad foram concebidas de raiz para tirar partido do ecrã Multi-Touch de grandes dimensões. E funcionam em qualquer orientação. Pelo que pode fazer coisas com estas aplicações que não consegue fazer com qualquer outro dispositivo:

1. O ecrã Multi-Touch de grandes dimensões no iPad permite visualizar páginas da internet como foram concebidas para serem visualizadas — uma página inteira de cada vez. Com cores vibrantes e texto nítido. Pelo que, quer observe uma fotografia na vertical ou horizontal, pode ver tudo num tamanho legível. E com o iPad, navegar na internet nunca foi tão fácil ou intuitivo. Isto porque utiliza o dispositivo apontador mais natural que existe: o seu dedo. Pode percorrer uma página deslocando o dedo para cima ou para baixo no ecrã. Ou apertar para aproximar ou afastar numa fotografia. Existe também uma vista de miniaturas que mostra todas as páginas abertas numa grelha, para permitir que se desloque rapidamente de uma página para outra.

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Prevenção, Preparação e Resposta

Realizado um estudo das condições locais em termos de probabilidades de ocorrência de um sismo, será possível equacionar e programar uma séria de medidas e acções, agrupadas em três categorias.

PREVENÇÃO

Nesta categoria incluem-se acções que contribuam para que os efeitos de um sismo sejam minorados através de um ordenamento do território/planeamento urbano que tenha em conta as áreas detectadas como de risco acrescido, que localize de forma estratégica os equipamentos e infra-estruturas com um papel decisivo na resposta ao sismo, ou que contribuam para a introdução de reforços estruturais nos edifícios existentes e assegurem um comportamento eficaz daqueles a construir de novo.

São no fundo acções de planeamento e de adequação dos regulamentos á possibilidade de ocorrência de um sismo.

No caso do tsunami, passa pela criação de sistema de detecção, colocado no mar, com o correspondente sistema de alerta em terra.

No caso da costa Algarvia este aspecto assume uma importância fundamental, já que se um tsunami se formar no seguimento de um sismo, haverá um período de cerca de 15 minutos entre a sua detecção e chegada das ondas às praias. O sistema de detecção e alerta poderá salvar milhares de vidas.

PREPARAÇÃO

A preparação prende-se com o apetrechamento de meios de resposta por parte das entidades integradas na protecção civil, como máquinas de desobstrução, hospitais de campanha, sistemas de comunicações, e outros, e com a organização e definição de procedimentos, como os planos de emergência, definição de locais de concentração, a realização de exercícios e simulacros, ou a informação e sensibilização da população para a forma como deverá reagir ao acontecimento.

RESPOSTA

A capacidade de resposta ao sismo por parte das estruturas de protecção civil dependerá fundamentalmente da sua intensidade, ou seja, quanto mais intenso for o sismo, mais elevado será o nível da estrutura capaz de lhe responder, desde municipal, distrital, nacional ou internacional.

Perguntei um dia ao coordenador da protecção civil do Algarve _ quem é afinal a protecção civil? A reposta foi _ somos todos nós.

É nesta perspectiva de que a resposta ao sismo começa no indivíduo, na sua capacidade de viver com o risco, de conhecer os meios e formas mais correctas de reagir, e de se organizar socialmente para lhe fazer face, que os efeitos de um acontecimento dessa natureza podem ser minimizados.

Ver mais artigos sobre este assunto em Sismos, discussão no Aventar.

Israel – como terá começado o sarilho? (Memória descritiva)

Li há tempos, num suplemento do El País, que os fundamentalistas islâmicos reclamam o Al Andalus como sua velha pátria. Todos sabemos que os Árabes ocuparam grande parte da Península durante mais de sete séculos, criando aqui uma civilização de um grande esplendor. De maneira brilhante, o aventador Frederico Mendes Paula tem falado desse período da nossa história que teimamos em ignorar.

Mas, uma coisa é cometermos o erro de rejeitar, ignorando-o, uma parte do nosso passado histórico, outra coisa é tentar reconstituí-lo. E outra coisa ainda, essa perfeitamente disparatada, seria considerar que o facto de terem ocupado este território durante quase oito séculos confere aos muçulmanos o direito de voltar como seus proprietários.

Porque antes dos Árabes, estiveram os Romanos, e antes destes os Fenícios, os Gregos, os Cartagineses e antes desses… Desgraçados de nós, para onde iríamos? Com tantos senhorios a quem pagar renda, como nos arranjaríamos? Pois, esta situação que aplicada à nossa terra logo vemos ser absurda, passou-se com os Palestinianos. Num livro muito antigo e com o qual eles nada têm a ver, está escrito que ali foi o berço de Israel. E, assim, foram desapossados das suas casas, das suas terras, das suas árvores…

Hoje, o Estado de Israel é um país da Ásia Ocidental situado na margem oriental do Mar Mediterrâneo, com uma área de 20 770 / 22 072 km². As suas fronteiras não fixadas oficialmente, situa o Líbano a Norte, a Síria e a Jordânia a Leste e o Egipto a Sudoeste. A Cisjordânia e a Faixa de Gaza, confinam também com Israel. Tem uma população de cerca de 7,5 milhões de habitantes, dos quais 5,62 milhões são judeus. Dentro do segmento árabe, predominam os muçulmanos, havendo ainda cristãos, drusos, samaritanos e outros. Gostemos ou não, é uma realidade.

O problema judaico tem origens remotas, pré-bíblicas, de que todos já ouvimos falar. Hoje queria apenas lembrar como é que a questão surgiu, no seu formato contemporâneo. O sionismo (palavra com origem em Sion, uma colina da antiga Jerusalém), eclodiu na Europa em meados do século XIX como reacção ao anti-judaísmo que nunca deixou de se verificar. Esta semana, tendo-se comemorado o »Dia do Holocausto», na quarta-feira passada, dia 27 de Janeiro, é uma boa altura para recordarmos como é que este problema se gerou. [Read more…]

Faltam 435 dias para o fim do Mundo

Eu já tinha ouvido falar de uma que queimou o soutien nos idos de setenta. Ao longo destes anos já me habituei a ver queimar a bandeira dos Estados Unidos e de Israel com o devido esmero, nas inúmeras manifestações nos diferentes países do eixo do mal (e não, não estou a falar do programa da Sic Notícias). Agora, ver um enfermeiro a queimar a sua bata numa manif é uma estreia. Só não sei se ria ou se chore. É que o ridículo mata… Nos tempos da outra senhora que se divertia, qual pirómana, a queimar soutiens, o Povo gritava nas ruas: “Os ricos que paguem a crise”. Como diz essa grande referência intelectual portuguesa: “acho bem!”.

Agora, algo completamente diferente mas que me permite manter o rumo neste post, uma vez que se pode enquadrar entre a senhora pirómana e a referência intelectual e, sobretudo, tirar do sério os aventadores professores, mais que muitos, que por aqui circulam:

Se o aluno chumba o ano, a culpa é do professor; se o aluno desiste de estudar, a culpa também é do professor; e se o aluno falta às aulas, a culpa é outra vez do professor. O sucesso escolar de uma criança está sempre nas mãos do professor. Nem as origens socioeconómicas nem o contexto familiar servem de justificação – a culpa é sempre da escola, que não soube encontrar as estratégias certas para ensinar os seus alunos.
Esta é a convicção de Paul Pastorek.

Pois é, com toda a cagança, segundo o i, o Braga continua a liderar. É com cagança e com toda a pujança. Não nego, está um título do caraças! Realmente o Braga continua com “ela toda”….olha, olha, o meu Word diz que “caraças” é “locução própria do nível de língua informal, pondere o emprego de uma expressão alternativa”! Olha-me este Word todo ele cheio de cagança, deve ser de Braga! Sem pujança ficou o Carvalhal. Ele há dias assim. Já o meu Porto, com a devida cagança própria dos maiores do Mundo (e somos, carago!) foi buscar Kléber, o Gladiador. Vai ser um massacre!!! Ele fez falta no túnel, tinha sido uma mortandade, tipo a que aconteceu junto de Paredes da Beira, no seu conhecido Vale dos Mil, onde os cristãos mataram mais de mil mouros numa só noite…

Assim se caminha rumo ao fim do Mundo. Bom fim-de-semana.

Apontamentos do campo (1)

(Murça (1))

Por Estes Dias

Propositadamente afastei-me por alguns dias dos problemas nacionais, e deixei de escrever sobre o assunto.

A política, fosse a que nível fosse, cansava-me já. Tudo era a mesma coisa. Cada um a tentar prejudicar o outro, os primeiros a arranjar maneira de se beneficiarem ou aos seus amigos, os segundos a fazer exactamente a mesma coisa. Todos a calarem o que os pode vir a prejudicar, sem se importarem

Mas tive de voltar, não é o meu afastamento que melhora seja o que for. De facto, nada mudou, nem para melhor, nem para pior. E assim, volto a escrever, na esperança de poder mudar qualquer coisinha.

O Orçamento de Estado para 2010, é o que se sabe.

Um conjunto de inverdades, ajustadas com os parceiros políticos e com os adversários. Contas mal feitas ou demasiadamente bem feitas, de modo a que se não notem os buracos, promessas baseadas em números inviáveis, medidas populistas para calar a oposição e apaparicar o povo que, estupidamente, não quer ver as dificuldades que vão sentir logo depois, ou que simplesmente as não sabe ver. A ignorância do povo, ou a  sua incapacidade para decifrar as coisas, é muito boa para quem nos governa.

As despesas públicas não vão parar de aumentar e os proventos não irão deixar de diminuir, pelo que as dificuldades vão crescer e o aumento de impostos, a curto prazo, tem de ser inevitável.

As contas públicas apresentadas sobre o ano de 2009, até ao Governador do Banco de Portugal, surpreendem. Um deficit de 9,3% do PIB, não augura nada de bom para os anos que aí vêm.

A agitação social, é também o que se sabe. [Read more…]

Confiança: o outro grande défice nacional

Para além do défice das contas públicas, existe um outro défice desastroso para uma sociedade, que é o défice da confiança. Em Portugal, dos partidos políticos ou das instituições da República não vem qualquer sinal que restaure a confiança que é indespensável a uma sociedade saudável. E as razões são várias, como:

– Não se sabe quanto tempo mais se terá emprego, ou sequer se haverá;

– Não se sabe se as poupanças estão seguras;

– Não se sabe quando se terá uma decisão judicial, e se chegará a tempo;

– Não se sabe com o que se pode contar dos serviços públicos e das forças policiais;

– Não se sabe sabe sequer com o que é que se pode contar das instituições da República;

Face ao nosso endividamento externo, e aos olhos dos nossos credores, a questão muito simples que se coloca é esta: Se nós não confiamos, como podem os de fora confiar neste país?

ÉVORA vai ter centro contra violencia homofóbica

Evora vai ter centro de acolhimento para vitimas de homofobia. A Opus Gay está na génese.

A Opus Gay obteve um financiamento do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) para trabalhar a temática da violência homofóbica e doméstica em casais homossexuais, criando mecanismos de apoio e aconselhamento psicológico e social para vítimas deste tipo de violência e desenvolvendo acções de informação, sensibilização e prevenção sobre estas matérias,até 2013.

Vai ter como parceiros a Cooperativa Pelo Sonho é que Vamos (cooperativapelosonho@gmail.com), que tem uma casa de acolhimento para mulheres, e a Câmara Municipal de Évora, onde se vai sediar o projecto, que tem como limite todo o Alentejo por ser uma região deprimida.

A Opus Gay esta aberta a outras parcerias locais, nacionais ou estrangeiras e a outro tipo de apoio, associações ou voluntariado para levar a bom termo este projecto que tem limite de apoio só de 3 anos.

Contactos:
António Serzedelo – anser2@gmail.com
Cooperativa Pelo Sonho é que Vamos – 21 227 2364 21 227 2364 (Seixal)

Entretanto, com a Rede Social do Seixal, a Câmara Municipal do Seixal, a Cooperativa Pelo Sonho é que Vamos e a Opus Gay, foi criado no dia 8 de março de 2009 um balcão público que trata de problemas de violência hetero ou homo. Está a funcionar.

Parecer Técnico:

O contributo desta candidatura para a estratégia nacional de promoção da igualdade é parcialmente explicitado, bem como o processo de acompanhamento da mesma. Também são feitas referências à área geográfica em que se pretende implementar o projecto (Évora), mencionado necessidades no concelho em questão (”apostar em zonas em que as novas gerações têm dificuldades de aceitação da cidadania, da igualdade e da diversidade”).

Chama-se a atenção para que as actividades do projecto não podem ser do âmbito nacional, devendo obrigatoriamente cingir-se à região do Alentejo, de acordo com os artigos da lei do regulamento específico desta tipologia de intervenção, a elegibilidade geográfica é determinada em função da localização do projecto

Lautaro

Parece uma lenda mas é uma verdade que não se duvida. Duvidar da existência de Lautaro, seria duvidar da forma heróica em que se defenderam os Mapuche do Chile da sua habitual liberdade. Bem sabemos que o Chile foi a derradeira colónia organizada pelos conquistadores hispânicos, na hoje denominada América Latina.

Como tenho referido foi fundada por Pedro de Valdivia apesar de ter ser descoberta antes por Diego de Almagro em 1535. Mas achou o país pobre e perigoso e não tinha as riquezas em ouro que ele pensava encontrar. Bem se sabe que estes espanhóis não eram soldados andavam a pilhar. Valdívia não, era de profissão soldado do Rei da Monarquia Espanhola. Sabia o que fazia. [Read more…]

Com este golo, imparável é o Braga

O Sporting de Lisboa até começou bem o jogo, mas o Sporting, de Braga, tem além de bons jogadores a estrelinha da sorte que favorece os campeões e que lhe vem do banco onde se senta Domingos Paciência. A partir deste golo:

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/s4ubi7PKwf3z3P0KAHf3/mov/1

o domínio da equipa minhota viu-se, controlando, tendo outras oportunidades, e deixando de vez a equipa lisboeta a lutar quanto muito por um lugar na Liga Europa.

Não me venham mais dizer que o Braga é a equipa sensação deste campeonato: o Braga é a melhor equipa deste campeonato, e eu até gostava que não fosse, e só não o vai ganhar se tropeçar num túnel qualquer. Espero que não, porque Braga merece, aliás, merecem-no os portugueses que não se viciaram em ser sempre e apenas dos 3 ditos grandes. O resto não é paisagem.

Um sketch à Monty Python

A estrela que brilha em Belém


Muito a propósito do foguetório que se avizinha e já agora, da inopinada convocatória para o Conselho de Estado que tresanda a “Novo Regime Presidencial”, aqui deixo um recente episódio.

Ao Sábado, tenho por hábito ir ao café logo pela manhã e daquela vez tive sorte. Sentou-se ao meu lado um casal que quebrando a tradição de circunspecção da nossa gente, entabulou conversa. De Expresso na mão, o homem lá começou a comentar aquilo que todos ouvimos e sabemos e soube despertar a minha curiosidade com apenas duas frases pronunciadas. Aparentemente contraditórias, contêm em si aquilo que o dito senhor pensa ser uma solução para todos os nossos problemas.

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O verdadeiro "cãocrodilo"

O descontentamento está na rua…

Os enfermeiros estão em de guerra. Os Sindicatos da Função Pública afiam as facas, na ponte 25 de Abril (de onde se atirou o Cavaco…) há protestos contra o aumento das portagens

Não é possível enganar toda a gente durante o tempo todo, as contas públicas estão aí e estão uma desgraça maior do que a se previa, a despesa aumenta e muito, há que ir buscar dinheiro aos mesmos de sempre, a quem trabalha!

São as portagens, as SCUTs, os combustíveis (o petróleo está ao nível de 2007 mas o preço no consumidor, não baixa…), 60% das margens são receita do Estado, os telefones mais caros que noutro qualquer país da Europa, os serviços bancários…tudo formas encapotadas de “sacar” dinheiro.

Congelar salários e pensões ao mesmo tempo que vamos pagando tudo mais caro!

E diz o Teixeira dos Santos que não há aumento de impostos. Pois não, chamam-lhe outra coisa, como sempre fizeram na sua relação com os contribuintes…

Nós, aqui no Aventar, já tínhamos dito que o acordo na Educação era o abrir “a caixa da Pandora”, e também há muito que vínhamos avisando que as contas públicas estavam num estado deplorável, muito pior do que o  governo admitia.

Acabou a festa para Sócrates…

Banditagem de Ahmadinedjad enforca resistentes


Mohammad Reza Ali Zamani (37) and Arash Rahmanipour (19) were executed on 28th January 2010. According to his indictment, Zamani´s conviction for the capital crime of Mohareb, or “taking up arms against God,” was based on his membership in the pro-Royalist group, Anjoman-e Padeshahi-e Iran, and on allegedly meeting in Iraq with United States operatives and receiving money from a source based in the US, all for the purpose of instigating unrest in Iran. According to his lawyer, the other defendant, Arash Rahmanipour, had been forced to confess to membership in the same group.

Todos sabem quem é Pedro Mendes! Ah! leão!

Entrou na selecção para aquele lugar de maestro. Aquilo mudou logo, bola ao primeiro toque, companheiros numa roda viva à volta dele, valente até ao tutano, habituado a um futebol intenso.

Pedro Mendes já está em Lisboa para assinar pelo Sporting, ali à frente da defesa, até os defesas vão parecer jogadores de primeira e a selecção vai tê-lo aqui à porta.

Primeira grande aquisição da selecção portuguesa, com a entrada dele a jogar, o Pepe recua e ficamos com três defesas do melhor do mundo. Junte-se-lhe o Bosingwa e é de sonho, ah, antes disso, vai ajudar o Sporting a ganhar o campeonato…

Querem saber quem é Franco Jara?

Franco Jara é a mais recente contratação do Benfica. Tem 21 anos e é avançado do Arsenal de Sarandí, onde permanecerá até ao final da temporada. O Benfica venceu a disputa pela contratação do jogador a clubes como Atlético Madrid, Almería, Roma e River Plate. O jogador estreou-se recentemente na selecção argentina com o golo da vitória da equipa de Maradona contra a Costa Rica. O Benfica contratou-o já e contará com o goleador na próxima época. Bem diferente das épocas em que as intenções eram anunciadas antes de tempo e dos jogadores que acabavam roubados por outras equipas.

MUDAR – investimentos estratégicos

Continuando com o livro de Pedro Passos Coelho:

Quanto ao plano das grandes obras públicas é preciso distinguir entre o que é estratégico e as que não têm esse alcance, reescalonar os estratégicos no tempo em razão do seu enorme custo de oportunidade, e encontrar soluções mais baratas para os não estratégicos.

Estratégicos são:

– os que diminuam a nossa dependência externa no plano energético, que facilitem as exportações e que promovam a acessibilidade da procura turística.

aqui teríamos as barragens hidroeléctricas e o aumento de potência de algumas das existentes. O próprio desenvolvimento do cluster eólico obriga a aumentar o armazenamento em barragens porque a energia verde não é regular; conservar a energia produzida e não consumida, bombeando-se a água das albufeiras para as barragens e utilizando-a novamente; investimentos  em eficiência energética, tanto no sector residencial e nos serviços, como nos transportes e na indústria.

Baixar a factura energética ao exterior é fundamental, anda à volta dos 50% do nosso déficite externo corrente. Estes investimentos têm que avançar desde já.

Segundo lote estratégico, aposta pública no transporte ferroviário de mercadorias, em íntima ligação com as plataformas logísticas, a malha produtiva nacional e as infra-estruturas marítimo-portuárias, com ligações a partir de Sines e Aveiro. Porém, não faz qualquer sentido que tais ligações se façam na base da alta velocidade, o objectivo é baixar o custo de transacção e o TGV tem o efeito oposto.

Por fim, o NAL (novo aeroporto de Lisboa) em Alcochete. Trata-se de uma infra-estrutura essencial, ditada quer pelo congestionamento do actual aeroporto quer para melhorar a acessibilidade turística. O desenvolvimento deste projecto deve fazer-se a par com a privatização da ANA.

Este projecto como é modular não tem grande impacto financeiro.

Amanhã avançaremos com os investimentos não estratégicos.

(Adenda: para ajudar à leitura, alguns links de notícias económicas que podem servir de suporte a esta análise: Orçamento 2010, Economistas, Desemprego, Empresas e que devem servir de análise para quem defende grandes investimentos públicos)

Dizer mal dos autarcas e depressa

Há um discurso muito anti-autárquico e  alfacinha que veste o autarca de província com uma vontade incontrolável de fazer negócios e destruir o país verde  sossegado que vamos perdendo.

É recorrente, sobretudo quando se fala de regionalização.

E justifica-se, perante notícias como esta:

A Câmara de (…) decidiu ontem pôr à discussão pública a possibilidade de nascerem (…), junto à linha férrea e nas imediações do rio, sete torres de 18 ou 19 andares cada uma. O plano de pormenor em que se insere esta urbanização, que inclui outros prédios mais baixos, foi encomendado pela autarquia ao gabinete de arquitectura (…), que pertenceu até há pouco mais de dois anos ao actual vereador do Urbanismo (…), Manuel (…).

Público

Mais andar menos andar isto pode acontecer onde haja mar ou estuário em Portugal, porque no passado se assumiram compromissos de ocupação elevados, justifica-se o actual Presidente.

Neste caso a Câmara é de Lisboa, o gabinete chama-se Risco e o Manuel é Salgado.

Ah, e os terrenos pertencem “ao grupo Espírito Santo, à EDP e à Gás de Portugal, entre outros”.

Habitamos um planeta activo: sismos ocorrem todos os dias

Já aqui foi dito que pequenos sismos ocorrem todos os dias e que a probabilidade de tal acontecer aumenta na proporção inversa da magnitude do sismo – quanto menor for a magnitude considerada, maior será a probabilidade de ocorrência e vice-versa. Confirme isso mesmo no site do Instituto de Meteorologia, onde pode visualizar a actividade sísmica quer em Portugal, quer no mundo. Conheça ainda a rede sísmica nacional e veja os últimos comunicados emitidos pelo IM sobre ocorrências em território português.

Instituto de Metereologia

 

 Segundo defende a generalidade dos sismólogos, esta actividade sísmica é benéfica, na medida em que permite a libertação gradual de energia que, de outro modo, se libertaria de uma única vez provocando, então sim, sismos de magnitude superior. 

Belmiro de Azevedo, o grande explorador da classe trabalhadora…


… falou ao país em extensa entrevista à «Visão». Agora liberto de cruciantes compromissos profissionais que me ocuparam os últimos dias, prometo deixar por aqui a minha visão sobre algumas das coisas acertadas que o grande explorador da classe trabalhadora disse à revista.

Honduras: grandiosa despedida do companheiro Manuel Zelaya

Terras de sol e não poder ver de frente o sol…
Terra de homens e não poder ver de frente o homem.
(Seferis)


Ontem, mais de 350 mil membros da Resistência marchámos em Tegucigalpa até ao fim da pista do Aeroporto Toncontín, no sítio onde Isis Obed Murillo, o nosso primeiro mártir, morreu naquele fatídico 5 de Julho de 2009.

Antes da saída do companheiro Manuel Zelaya, a actividade cultural organizada por Artistas em Resistência, fez mais uma demonstração da vitalidade com que assumimos a luta.

O momento da descolagem do avião foi comovedor, um inesquecível marco histórico pelas centenas de reacções que provocou, palavras de ordem, lágrimas, promessas de vencer e de refundar um novo país, no meio da despedida do primeiro presidente desterrado, em pleno século XXI, na América Latina.

E como demonstração, o acto simbólico da passagem da faixa presidencial para três representantes da Resistência: o jovem David Montecinos, Dionisia, a «Avó da Resistência» e Juan Barahona, dirigente da FNRP (Frente Nacional de Resistência Popular). A ex-ministra do Trabalho, Mayra Mejía, foi a encarregada de lhes entregar a faixa.

Enquanto o Estádio Nacional se enchia de militares, as ruas de Tegucigalpa voltaram a sentir o peso da Resistência Hondurenha, cada vez mais fortalecida e decidida.

O nosso caminho para a Constituinte ganha mais força!

Até à Vitória,
SEMPRE!

( Texto de Fabricio Estrada, fotos de Léster Rodríguez e de Mayra Oyuela)

Lou Reed reedita Metal Machine Music

O problema deste álbum de 1975 foi ter saído em 1975. Na altura os patetas de serviço decretaram que o Mestre tinha ensandecido e acabado com a carreira.  Foi o que se viu. Em plena época de açúcar psicadélico e sinfónico era dissonante, palavra bem apropriada.

De qualquer forma se a remistura do álbum tiver baixado um bocadinho os agudos, eu agradeço Lou, embora a ti tudo se perdoe.