Uma lufada de ar fresco
mais que necessária, depois do enjoo provocado por este expoente de tacanhice feminina.
Para a huelga, estão convidados todos os homens de bem.
Nossa Senhora da Censura
Maravilhosa globalização

Mais um avanço na “prossecução de uma agenda comercial ambiciosa”, pela mão da ainda mais ambiciosa comissária para o comércio, Cecilia Malmström – desta vez na Reunião informal de Ministros do Comércio da UE, que teve lugar a 21 e 22 de Fevereiro, em Bucareste.
Na Conferência de imprensa da Presidência romena e da Comissão Europeia, Malmström – a quem, pela eficácia e competência dos seus gloriosos feitos em prol da globalização, as multinacionais deveriam atribuir um prémio – enumerou os últimos sucessos alcançados e mostrou-se confiante quanto aos que ainda quer alcançar.
Os acordos UE-Japão e UE-Singapura já cá cantam, em fila de espera estão Mexico, Chile, Indonésia, Austrália, Nova Zelândia, Tunísia, Mercosul, além de muito trabalhinho na Organização Mundial do Comércio.
Claro que um dos assuntos mais melindrosos que tem estado no topo da sua agenda são as negociações UE-USA. Depois de, no ano passado, Trump ter avançado com tarifas sobre alumínio e aço e ameaçar impor tarifas aos automóveis europeus, realizou-se em Julho o encontro com Juncker em que este, para apaziguar o loiraço, prometeu aumentar as importações de soja e gás liquefeito pela UE.
Sementes de soja geneticamente modificada e gás liquefeito maioritariamente proveniente do super poluente fracking, se já tinham as portas abertas, elas passaram a estar escancaradas.
Desde então, está a ser preparado o mandato para se chegar a um pequeno “deal”. As negociações do ambicioso TTIP mantêm-se congeladas (só que, como o mandato nunca foi revogado…), mas a comissão quer obter dos ministros do comércio um mandato para negociar em matéria de produtos industriais e cooperação regulatória.
Um deal que Trump, claro está, exige que seja justo. A atribuição do mandato de negociação à comissão está a ser promovida pela Alemanha e contrariada pela França, produzindo uma pequena escaramuça entre ambos os países.
Valha-nos, que apesar da enorme pressão dos EUA, neste pretendido mandato a agricultura fica de fora. Gregg Doud, o negociador-chefe do USTR em matéria de agricultura resfolegou: “Nem consigo expressar a minha frustração em relação à agricultura europeia e à forma como lidam com coisas como a biotecnologia; a forma como lidam com coisas como o frango com cloro e hormonas na carne de bovino.”
A frustração do sr. Doud é uma nítida expressão do que está em jogo. Normas de protecção ambiental, social ou do consumidor são, obviamente, empecilhos aos negócios, que se querem livres.
Um dos mandatos que a comissão enseja obter agora refere-se pois à cooperação regulatória UE-EUA, estando sobre a mesa as chamadas “avaliações da conformidade”. Claro, à porta fechada e com ouvido nos grandes lobbies.
Maravilhoso “comércio livre”. Que felizes seremos um dia, nesse imenso mercado global, em que os parlamentos serão teatrinhos encantadores…

O camarada Espártaco

Morreu Arnaldo Matos. Percebeu muito cedo o poder da comunicação. Os painéis, os murais, as pichagens nas paredes, os comunicados porta a porta, etc. Agitação e Propaganda.
Recentemente descobriu o Twitter.
Já em 1975, enquanto Secretário-Geral do MRPP tinha lançado uma grande campanha de angariação de fundos para a aquisição de meios técnicos de impressão.
O slogan: “A revolução precisa de fundos como a boca precisa de pão!”
Aqui fica um testemunho dessa campanha (e não, o original do talão não vai para o Ephemera do Pacheco Pereira).
La famiglia
Esta semana assisti a duas reportagens que indignariam cidadãos em qualquer país, desde que existisse dignidade como é óbvio. A triste verdade é ser mais fácil em Portugal que as pessoas se indignem com a contratação da filha e genro de Donald Trump, ou qualquer falta de ética dos filhos de Bolsonaro, do que se incomodarem com a triste realidade de quem nos governa. Para os socialistas, o partido parece ser o Estado, seguramente que o Estado pertence ao partido.
Num concurso público para contratação de funcionários, a câmara municipal de Elvas conseguiu preencher um terço das vagas com familiares do presidente da câmara ou vereadores. Em Pedrógão Grande, além da contratação de funcionários com laços familiares, ficámos a saber que até a ajuda dos portugueses às vítimas de incêndios, foi desviada para amigos e familiares, não faltando quem aproveitasse para trocar de frigorífico ou televisão à custa da generosidade dos portugueses. [Read more…]
É oficial: a extrema-direita tem sede de sangue e já não o esconde
O editor de um jornal do Alabama, de seu nome Goodloe Sutton, afirmou, em artigo de opinião publicado no seu jornal, que “É tempo de o KKK voltar a atacar de noite”, que “Os democratas planeiam aumentar os impostos no Alabama. Esse ideologia socialista-comunista soa bem aos ignorantes, incultos e simplórios” e ainda que “Se pudéssemos fazer com que o Klan subisse lá e limpasse Washington DC, ficaríamos melhor. Vamos tirar as cordas do cânhamo, enrolá-los num tronco alto e enforcá-los a todos”.
Este, meus caros, é o pensamento dominante entre os apoiantes de Trump, mas também de Bolsonaro, ou Viktor Orban. É aquilo com que sonham os Marios Machados que as TVIs desta vida humanizam, que, podendo, enforcarão também todos quantos não pensarem como eles. E sim, existem uns quanto alegados democratas, que não só não se incomodam com este tipo de declarações, como estão prontos para negociar com esta gente. Muitos deles estão no CDS-PP, alguns no PSD, e outros ainda, mais oportunistas e com maior sede de poder, saíram de um destes partidos e fundaram o seu próprio estabelecimento de extrema-direita.
Os democratas de todo o mundo, de esquerda e de direita, têm de abrir a pestana e decidir de que lado estão, porque a democracia precisa urgentemente da sua ajuda. Entre um fascista, um apologista da violência e da discriminação, e um democrata, não pode haver a mínima margem de dúvida. Ou, qualquer dia, sem darmos por ela, estaremos de mãos atadas de frente para o cadafalso.
Reféns da nossa irrelevância militar

Quase 30 anos depois do fim da Guerra Fria, o palerma americano e o czar russo entretêm-se a rasgar contratos de não proliferação e a falar abertamente sobre a instalação de mísseis na Europa, como quem fala de um corte numa prestação social. E nós aqui no meio, reféns da na nossa irrelevância militar, a ser tomados de assalto por fascistas apoiados pelos dois.
Aposentados (se conseguirem) e empobrecidos
Aposentado chora, em evento do dia do trabalhador, realizado em São Paulo, 1995.
O evento foi organizado pelo sindicato dos bancários em manifestação contra o texto da reforma da previdência elaborado pelo governo FHC.
A imagem virou símbolo do drama terrível de muitos trabalhadores aposentados que contribuíram a vida toda, e ao se aposentarem, não recebem o mínimo nem para os remédios.
A história se repete com a proposta de Jair Bolsonaro (que se aposentou aos 33) enviada ao congresso.

Fontes Iconografia Historica e Sindicato dos Bancários de São Paulo
Bicicletar
Acho estranha esta ideia de o estado apoiar a compra de bicicletas eléctricas (far-me-ía mais sentido, por exemplo, apoiar em força colectores solares, ao menos para aquecimento de água), mas enfim; quem equacionar, é despachar-se: O apoio cifra-se nos 250 euros a cada contribuinte, até esgotar o valor previsto para esta medida. O incentivo será distribuído por ordem de chegada de cada candidatura.
É certo que depende do relevo, de vias específicas e de automobilistas ordeiros que não ponham em risco a vida dos ciclistas; mas como vejo a bicicleta a funcionar todos os dias, faça neve ou faça sol, desde srs. de fato e gravata, se for preciso com o guarda-chuva aberto, até às criancinhas de 3 anos a caminho do kindergarten, é assim:
CTT, o ex-líbris das privatizações
Quando a fome de lucro fácil, talvez alimentada pela possibilidade de futuros ganhos pessoais, ditou o caminho das privatizações das empresas públicas, o principal argumento usado pelos sacerdotes da mudança era o da eficiência da gestão privada. No entanto, assistimos, por exemplo na EDP, a um monopólio ser transformado noutro monopólio, com os preços a manterem o mesmo rumo de crescimento.
No caso dos CTT, além desta realidade, ainda se assistiu à degradação da qualidade do serviço, sem sequer ter existido a promessa de melhores ou mais baratos serviços. Privatizou-se porque o negócio dava lucro e era preciso dinheiro para os bancos.
Desde que essa infalível gestão privada chegou aos serviços postais, a empresa passou de caso de sucesso para um mar de reclamações, num mercado a crescer exponencialmente com o comércio electrónico. Como se tal não chegasse, os CTT foram apanhados pela ANACOM a mentir quanto ao volume de reclamações.
É o que poderemos esperar quando as razões da mudança são apresentadas em forma de camaleão (sem ofensa para os bichos).
Marcelo e a $aúde
Marcelo Rebelo de Sousa descuida-se, de vez em quando, do seu habilmente construído papel de pater familiae e lá sai uma ameaça, uma palavra mais tóxica, uma insinuação pérfida. A sua última declaração sobre o debate da Lei de Bases da Saúde, que poderíamos resumir em “ou chegam a consenso ou estão a pôr em risco a ADSE”, não só é uma pressão intolerável sobre a AR como é tentar navegar a ignorância de muitos portugueses, sempre prontos a puxar do preconceito e do estereótipo.
Não acredito que este argumento de curto prazo e pernas ainda mais curtas agrade mesmo àqueles que parece servir. É que, verdade seja dita, a ADSE não só é perfeitamente sustentável com as contribuições dos seus associados como é – juntamente com a Segurança Social – um verdadeiro saco azul onde todos os governos vão metendo a mão para compensar desmandos orçamentais. Desde que os descontos para esse instituto treparam de 1% para 3,5 %, então, tem sido um fartote. Além disso, os funcionários públicos, além de pagarem por determinados direitos com este desconto, ainda contribuem, com os seus impostos, para o Serviço Nacional de Saúde de todos. Contribuem duplamente, portanto. [Read more…]
Apontou a lua, esperando que só olhassem para o dedo dele
[Santana Castilho*]
Nenhuma das muitas greves acontecidas nos últimos tempos suscitou tanta polémica como a dos enfermeiros. Só porque afecta um dos mais importantes direitos dos cidadãos, o direito à saúde? Não creio. Com efeito, a greve dos médicos de 10 e 11 de Maio de 2017 terá adiado mais de oito mil cirurgias e cancelado mais de 180 mil consultas de especialidade e não suscitou discussão sequer parecida. Concedendo que não são únicas, tenho para mim que as causas principais estão aqui: a greve dos enfermeiros irritou como nenhuma outra António Costa; a greve dos enfermeiros foi decretada por dois sindicatos recentes que, por rejeitarem o controlo das organizações monopolistas do sindicalismo e terem estratégias diversas das correntes, acabaram apontados como inorgânicos, apesar de serem tão legítimos, identificados e estruturados como os outros; a greve dos enfermeiros foi rotulada de direita, embora ninguém possa saber como votam os enfermeiros (bastou que a bastonária seja militante do PSD, que a CGTP esteja de fora, que muita gente de esquerda se indigne e outros tantos de direita se regozijem). [Read more…]
O tudólogo d’Entre Douro e Minho
Chegou ao nosso conhecimento esta pérola do tudismo, actividade muito peculiar da cultura Portuguesa, onde alguém, que não percebe absolutamente nada de um determinado assunto, se põe a fazer opinações de fundo sobre o mesmo na imprensa. Não que ponhamos em causa o irrevogável direito de o fazer, que defendemos solenemente, mas sim a obrigação moral que quem está no mundo da política tem de se pautar como um exemplo ético para a sociedade (nem que seja de aparências!).
Ricardo Santos, Engenheiro de Software, ex-líder da JSD Paredes, candidato vencido à concelhia de Paredes do seu partido, membro da Assembleia Municipal de Paredes e aparentemente tudólogo de serviço à coluna de opinião do Verdadeiro Olhar, emanou o seu parecer sobre o projecto da linha do Vale do Sousa através da referida publicação. E, do alto da sua sapiência de tudólogo, aparentemente não gostou… [Read more…]
A grande família socialista
José António Vieira da Silva, ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, é casado com Sónia Fertuzinhos, deputada do PS, e pai de Mariana Vieira da Silva, recentemente nomeada ministra por António Costa.
Ana Paula Vitorino, ministra do Mar, é casada com o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.
Carlos César, líder parlamentar da bancada socialista, tem a mulher, o filho, a nora e o irmão em cargos de nomeação política.
Qualquer semelhança com uma monarquia, ou com um regime onde o nepotismo impera, é mera coincidência.
Boa bola, Rui Pinto

Fonte: NDR
Portugal just wants to silence me.
A queixa contra Rui Pinto, que levou à sua detenção em Budapeste, veio da Doyen: “A empresa é um dos actores mais duvidosos do futebol de topo europeu e obteve lucros exorbitantes ao longo de muitos anos investindo em jogadores e clubes. Muitos dos fundos da empresa foram canalizados através de paraísos fiscais.”
Boa sorte, Rui Pinto, e a maior força…
«FC Porto punido pela FIFA por influência dos fundos e informações incorrectas numa transferência»?
Não acredito. Parece impossível! O Record grafou incorrectas! Excelente.

É verdade que depois há umas infrações,

mas as incorrectas mantêm-se estáveis.
Uma óptima notícia!
Gloriosa nótula: Obrigado, Rui Miguel Duarte.
Cansa mesmo
Os eurodeputados do PPE, barrados à porta da Venezuela, estavam à espera de quê?

Parece haver alguma indignação, e até admiração, porque um grupo de eurodeputados do PPE, a família política europeia do PSD e do CDS-PP, foi barrado à entrada da Venezuela e recambiado para a Europa.
Não sei o que esperavam, depois de usarem o seu espaço mediático para informarem o mundo que iam visitar o novo “presidente” venezuelano, que ainda não o é de facto, e após o recente ultimato europeu que pede a queda do actual regime. Estariam à espera de ser recebidos de braços abertos e com honras de Estado, num país que ainda é controlado pelo mesmo Nicolás Maduro que querem ver na cadeia? Só se fossem idiotas, coisa que não são. Foram lá, portanto, provocar o regime ainda em vigor. Se o objectivo era baterem com a cara na porta e voltarem para trás, a esbracejar, estiveram muito bem. [Read more…]
David Justino é simpatiquíssimo
Oportunidade de negócio para a rolha portuguesa
Muito provavelmente caso único num país democrático…
No próximo Conselho de Ministros teremos pai e filha, marido e mulher. Qual é mesmo a definição de nepotismo?
Era uma vez uma grande empresa, outrora pública, destruída pela ganância e incompetência privada

Imagem via Público
Os CTT eram uma empresa pública rentável, que servia os portugueses e enchia os cofres do Estado, porque chegava a todo o lado e, pasmem-se, dava lucro. Por motivos exclusivamente ideológicos, o governo Passos/Portas decidiu privatiza-la por meia-dúzia de tostões.
Infelizmente, porque o sector privado é tão falível como o público, os CTT são hoje uma sombra daquilo que um dia foram. Fecharam balcões – este ano serão 48, o número de municípios sem um posto dos CTT, todos no interior – despediram centenas de trabalhadores, viram os seus resultados financeiros cair trimestre após trimestre, mas, ainda assim, não deixaram de distribuir milhões aos accionistas. Capitalismo selvagem e predador em todo o seu esplendor. [Read more…]
A amabilidade para os negócios

Imagem: Reuters
Hoje mesmo, à margem da Conferência de Segurança de Munique, em entrevista à ARD, o primeiro canal de televisão alemão, a directora-geral do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, sai-se com estas:
tagesschau.de: Mas qual é o seu conselho concreto para mudar para melhor a situação nos países do Sul da Europa de forma rápida e sustentável?
Lagarde: Eu proponho o seguinte: Em primeiro lugar, actualmente só o sector privado pode trazer investimento e emprego para estas regiões. Para isso, são necessárias algumas reformas. Por um lado, é preciso flexibilidade, para que as empresas tenham incentivos para contratar novos empregados, porque sabem que não estão num colete-de-forças. Um país como Portugal mostrou que isto realmente funciona.
A segunda área, em que ainda há muito a fazer, é aquilo a que chamo a amabilidade dos países para os negócios. Há países do Sul da Europa – a Grécia, por exemplo – onde os processos de falência demoram nove vezes mais do que na Irlanda. Tais procedimentos têm de ser acelerados. Há países que já provaram que isso é possível – como Portugal, por exemplo. Se, como jovem empresário em Lisboa, você sabe que pode criar a sua empresa em cinco dias, em vez de num mês, isto é um claro incentivo a que as coisas mudem para melhor.
Que lhe dizemos, leitores? Que não foi bem isso que melhorou a situação???
Os rankings e o colaboracionismo dos professores
Copio do facebook do José Gabriel, com uma vénia demorada, um excerto que corresponde àquilo que penso sobre a publicação dos rankings, ou melhor, sobre o modo como os rankings são interpretados: «Esta fraude estatística, destinada, inicialmente, a acalmar os ardores hormonais das direcções do Público – e, como é costume, a sangrar o erário público a favor das empresas privadas -, transformou-se numa anedota de efeitos nefastos e pasto fácil de comentários analfabetos.»
Não me espanta, portanto, que os ignorantes atrevidos e mal-intencionados continuem a transformar este rito anual num momento de propagação da ideia de que os rankings são um instrumento de avaliação do trabalho das escolas.
Também já não me espanta, por ser habitual, que, ao fim destes anos todos, directores de escolas e professores se tenham deixado contaminar por esta febre, ao ponto de comemorarem subidas em rankings ou de transformarem descidas em momentos de pura depressão, aceitando méritos ou culpas que não lhes cabem completamente, contribuindo para que a Educação não seja verdadeiramente discutida, aceitando o pensamento simplista de que o sucesso dos alunos depende apenas das escolas ou a ideia de que as escolas devem assumir uma atitude de concorrência empresarial, desvirtuando, afinal, a sua função.
Um dos problemas da Educação – que são muitos – consiste, cada vez mais, no facto de que os professores interiorizam – ou normalizam, como está na moda – os disparates proferidos e impostos por ignorantes e vendedores de banha da cobra com poder político e/ou mediático. Quando, numa área de actividade, os profissionais agem contra a própria área, a esperança é cada vez menor. Hoje, é dia de rankings: não faltarão patetices.
Segurem-nos, que ainda não se lhes fez luz!
Com “muitos bons olhos”??? É impressão minha ou ainda não perceberam que até a UE já fez marcha a ré (depois de ter partido um montão de loiça) e está numa de “coordenar a análise dos investimentos provenientes de países terceiros em setores estratégicos, a fim de verificar se estes ameaçam ou não a segurança ou a ordem pública.” ??? E que “entre as infraestruturas críticas incluem-se a energia, os transportes, a água, a saúde, as comunicações, os media, (…)?
Alguém que lhes explique!!! E que lhes abra os “bons olhos” todos!!!
P.S. Se for preciso, peçam ao Rio para lhes explicar o que diz aqui.
Eu ajudo um bocadinho:
“Com isto quero dizer que não somos ingénuos defensores do comércio livre. Precisamos de controlo sobre as aquisições de empresas estrangeiras que visem os objectivos estratégicos da Europa (…)” prosseguiu Juncker.











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