Depois do acordo entre o MEC e alguns sindicatos, este é o momento de analisar o que foi assinando, comparando o acordo com a legislação hoje existente. Será falta de honestidade argumentar que entre a primeira proposta do MEC e esta última há muitas coisas melhores. Pois, mas essa todos perceberam que era, a primeira, apenas um isco.
Vamos lá então analisar o que está assinado:







Durante um ano sindicatos e ministério da Educação travaram uma guerra pela avaliação. Os sindicatos não querem a avaliação , apoiaram o não cumprimento das directivas do Ministério quanto a essa matéria. O Ministério prometeu que a avaliação seria levada a sério, que quem cumprisse veria a avaliação ser factor de ponderação nos concursos e na graduação dos professores. Porque a verdade disse-a Mário Nogueira: a avaliação para quem teve “muito bom” ou “excelente” vale 400 a 500 lugares na lista para concurso! É este o problema!
um dia destes não precisamos de professores !











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