Primeiro, a Amazon retitou ao seu cliente Wikileaks a possibilidade de continuar a alojar nos seus servidores (AWS) as páginas do site. Depois foi o site Paypal, utilizado para donativos, que recusa processar mais pagamentos. Ambos alegaram violações à sua política de utilização. Uma vez que o Wikileaks apenas está a fazer o que sempre fez, o argumento utilizado não passa de uma treta.
Logo, são opções tomadas após inevitáveis pressões.
Só não tenho a certeza de onde tenham chegado as maiores pressões: se da administração norte-americana, pela divulgação de 250 mil documentos da diplomacia dos EUA, se das todas poderosas entidades bancárias. É que o Wikileaks já anunciou que a próxima vítima é um grande banco.
Relata o Diário As Beiras (sem link que a notícia não está online) de ontem que “Carlos Moreno, juiz do Tribunal de Contas, não esteve com meias medidas e afirmou em Coimbra que as parcerias público-privadas são”verdadeiramente vergonhosas e que o estado tem o dever de as renegociar”.








A página da wikileaks está outra vez em baixo, fruto de um ataque mais forte que o de Domingo, cujo autor já está identificado (um militar reformado norte-americano que se assina “
Ele é a independência, a cobardia da nobreza portuguesa em geral e dos Braganças em particular promovida a heroísmo, e mais umas lérias: o séc. XVII permanece como o menos estudado da nossa História, e os mitos historiográficos ainda perduram como verdade oficial.









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