No Público de ontem, é possível ler-se um balanço sobre a Educação. Há contributos de gente de todos os partidos representados na Assembleia, para além de declarações de Ana Maria Bettencourt, Mário Nogueira e Paulo Guinote, entre outros.
Ainda não li tudo, mas deixo aqui alguns comentários àquilo que o deputado Bravo Nico, do PS, considera terem sido as grandes mudanças:
A maior requalificação de sempre no parque escolar, materializada através da construção de centenas de Centros Escolares (que substituíram a rede atomizada e inorgânica das antigas escolas primárias) e da completa requalificação do universo de Escolas Secundárias.
O outro lado da questão é o acentuar da desertificação do interior, para além da escuridão que são os negócios da Parque Escolar.
Também de relevar o significativo investimento na infra-estrutura tecnológica nas escolas e nos equipamentos de aprendizagem (caso do Magalhães);
Temos, aqui, o habitual exercício de provincianismo que confunde manobras de relações públicas (distribuição acéfala de tecnologia) com melhorias educativas. Qual será o destino dos Magalhães?
A aposta no ensino profissional, ao nível do ensino secundário, aproximando Portugal dos índices da OCDE;
Seria importante analisar seriamente de que modo o ensino profissional se transforma, por vezes, numa manobra de criar sucesso artificialmente.
O alargamento da escolaridade obrigatória para os 12 anos e a universalização do pré-escolar para as crianças de 5 anos;
O alargamento da escolaridade obrigatória constitui mais uma manobra de propaganda. Será posta no terreno à custa de muita cosmética estatística. [Read more…]




















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