Os visados acusaram o toque. E, no entanto, o relatado sobre o bando que empesta as redes sociais é um facto, tendo um deles sido bem detalhado no Aventar. Incomoda-os que alguém não seja mais uma ovelha no rebanho. Habituem-se.
(…) é muito interessante ver aquilo que são os bas-fonds da nossa direita radical, entre comentários, blogues e twitter. (…) estou a falar de apoiantes do PSD e do CDS, do extinto PAF, muitos “jotas”, mas também gente adulta que enfileirou nos últimos cinco anos do “ajustamento”, vindas de alguns think tanks e amadores da manipulação comunicacional que se formaram nestes anos. São também alguns colunistas no Observador, no Sol, no extinto Diário Económico e nos sites que estes jornais patrocinam com colaboração gratuita para formar uma rede de opinião que funciona para pressionar os órgãos de comunicação que, muitas vezes, de forma muito irresponsável, a ampliam em “informação” como oriunda das “redes sociais”. Não são um grupo muito numeroso, mas escrevem todos os dias e em quantidade, parecem estar de patrulha nas caixas de comentários e no twitter e são muito agressivos. Não se coíbem em usar citações falsas ou manipuladas, boatos, calúnias e insultos (Costa é o “monhé” e o “chamuça”, por exemplo). É na vida política portuguesa um fenómeno novo e não adianta dizer que o mesmo existe à esquerda, porque não é verdade. [Read more…]

A Educação, em Portugal, continua a ser palco de lutas feudais, o que inviabiliza a existência de pactos, de consensos ou, no mínimo, de um debate sério.

Um dia, num futuro muito distante, haverá um ministro da Educação que, entre outras coisas, 










Ontem, foi publicada uma reportagem com o título 











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