Perante a baixa do preço do barril do petróleo, logo surgem os discursos atentos de que ainda demora a sentir-se o efeito, porque os combustíveis que se compram agora foram antes adquiridos a preços ainda em alta, foram no mercado de futuros, etc. e tal.
Perante um conflito armado que interfere com o comércio do crude, o preço dos combustíveis sobe imediatamente e o discurso sobre a aquisição em mercado de futuros ou da aquisição em tempo de baixa de mercado, dos combustíveis que estamos a pagar agora, desaparece.
Presumo que seja mais uma prova do bom funcionamento do mercado livre.
Ah, a mão invisível tem uma curiosa tendência para nos apalpar a carteira. Malandreca.
























As negociatas para maximizar a entrada de receitas resultantes da venda de bens públicos nos cofres não se têm detido, já há vários anos, em detalhes como a transparência perante cidadãos e até mesmo perante autarcas municipais. Foi isso o que aconteceu no caso das concessões para prospecção de petróleo e gás natural. Segundo Elvira Martins do movimento Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP) “estão assinados quinze contratos em todo o país e as áreas que estão ainda para concessionar são enormes, quatro ou cinco vezes a área de Portugal Continental“. 







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