Fátima em Lisboa

Brincadeira vai custar 35 milhões, diz CML

Quando o excelso ministro das finanças resolve fazer o obséquio de aparecer nas televisões a dizer para tirarem o cavalinho da chuva quanto a dinheiro para salários e funcionamento dos serviços, porque não se pode aumentar a despesa, a seguir devemos perguntar se os (estimados…) 35 milhões para a summit dos católicos não são dinheiro que aumenta a despesa.

Pouco importa se o dinheiro vem da conta geral do Estado ou do orçamento da câmara. Só há uma origem para dinheiro público, os impostos.

O segundo ponto é porque é que isto tem que ser feito em Lisboa. Há já, em Fátima, a estrutura completa para o evento. Isto é como nos casamentos, em que o vestido ou fato só se podem usar uma vez?!

O spin actual é que o mono pode ser reutilizado. Certo. Mas se é para reutilizar, voltamos ao mesmo, têm lá aquele sítio da azinheira.

Ah e tal, a estrutura faz falta a Lisboa e o camandro. Também faz falta acabar com a precariedade e resolver muitas outras coisas. É uma questão de prioridades e já se vê que estas são alimentar vícios de ricos em país sem meios. Mais terceiro-mundista é difícil.

Já são 3 milhões a passar frio

Soubemos hoje que 660 mil pessoas vivem em “pobreza energética severa” e outros 2,3 milhões em “pobreza energética moderada”. Estamos a falar de perto de 3 milhões de habitantes a lutar contra o frio. Porque espera o governo para fixar os preços da energia?

Manifestação por uma vida Justa: basta de aumento dos preços!

Divulga, partilha e participa!

O PS a ser PS

 

#comprimos

li por aí que uma liberal acusou a IL de ter uma espécie de familygate na estrutura do partido. Estou chocado (NOT).

Pelo congelamento imediato dos preços nos produtos básicos

Telecomunicações, energia, habitação, produtos essenciais como cereais, óleos, grãos, lácteos, hortícolas, carne, sobretudo a vermelha, peixe, sobretudo o que não vem da aquacultura, são alguns dos produtos básicos cujo valor tem subido mais. O que impede o governo de impor o congelamento imediato da subida de preços, em particular em produtos e serviços cujas empresas continuam com lucros muito acima do seu padrão.
25\2 | 15h | Manifestação Vida justa, contra o aumento dos preços!

Investigue-se a inércia na Justiça

Os últimos dias têm sido férteis para as nossas forças de segurança, em particular a Polícia Judiciária.

Há governantes investigados, empresários e autarcas corruptos detidos e até o terrorista que pediu um milhão para não abater Marcelo a tiro foi hoje apanhado numa operação à moda NCIS.

Qual é o problema? [Read more…]

Ah grande PSD! Ides longe, ides!

Sabem quem é, no tal Conselho Estratégico Nacional do PSD (uma invenção do Rui Rio e que o Montenegro foi atrás) o responsável pela área da Cultura ? Por aqui vi tudo. Além do CV que está aqui, é comentador de bola num programa da CMTV.

Há um provérbio turco que reza assim  “Se meteres um palhaço num palácio ele não se transforma num príncipe, mas o palácio transforma-se num circo”.

Parabéns Dr. Luís Montenegro!

MANIFESTAÇÃO | BASTA DE AUMENTO DOS PREÇOS

Reportagem da CNN\TVI onde se explicam as razões do Vida justa, que levaram à marcação da manifestação do próximo dia 25 de Fevereiro, de forma a forçar o governo a desenvolver um verdadeiro programa de emergência para fazer face à inflação e aos seus efeitos.

Rui Rocha…

é o novo líder da Iniciativa Liberal.

O homem que há uns meses assumiu, com a maior das naturalidades, contrariando assim o que diz a Constituição, que saiu da Sonae pelo próprio pé para não ser despedido por ser candidato político, tem agora a missão de tornar os liberais “mais populares”.

Estaremos sempre nos antípodas, no que ao pensamento político e ideológico diz respeito, mas desejo-lhe boa sorte – até porque a opção “Carla Castro”, nem tanto pela própria mas por quem a ela se colou, era (ainda mais) perigosa (para o partido e para o país).

Agora, e como já avisou, começa a purga.

Rui Rocha. Fotografia: Paulo Spranger/Global Images

Nota: diz a Constituição que “Ninguém pode ser prejudicado na sua colocação, no seu emprego, na sua carreira profissional ou nos benefícios sociais a que tenha direito, em virtude do exercício de direitos políticos ou do desempenho de cargos públicos”.

Quem não tem confiança nos outros não lhes pode exigir confiança

Lavagem de roupa encardida, acusações de traição e portas trancadas para a votação: assim está a ser convenção para eleger o novo CEO liberal.

Já sabem: quando a IL chegar ao governo, nada de ir lanchar ou mijar no horário da votação. Esta gente não confia nela mesma, devemos confiar neles?

Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és, Luís Montenegro

Luís Montenegro não tem culpa de estar no sítio errado, à hora errada, com as pessoas erradas. Pode acontecer a qualquer um.

Quando foi fotografado pela PJ, na inauguração do restaurante de Francisco Pessegueiro, um dos detidos no âmbito da Operação Vórtex, Montenegro estaria ali como convidado, alheio aos esquemas de corrupção que ligavam o anfitrião à autarquia da sua cidade natal. [Read more…]

Vídeo exclusivo! PS, PSD, IL e Chega defendem os professores e a Escola Pública!

cabotino

ca.bo.ti.nokɐbuˈtinu

nome masculino

1.
actor ou comediante itinerante
2.
depreciativo actor ou comediante sem qualidade

adjectivo, nome masculino

figurado, depreciativo que ou indivíduo que procura atrair atenções alardeando as qualidades que, suposta ou realmente, possuivaidoso, presunçoso
Do francês cabotin, «idem»

Serviço Público – Demissómetro

Continuando a tradição de Serviço Público do Aventar (com zero subsídios), apresentamos o Demissómetro aos portugueses.

Já perdeu a conta do entra e sai do Governo?

Dá-se o caso de o leitor ser Presidente da República e estar com dificuldades em coordenar a agenda das tomadas de posse?

Não vá mais longe. Estamos aqui para o servir.

Deixe nos comentários a sua aposta quanto ao/à próximo/a na lista. O vencedor terá direito a uma mão cheia de nada e a outra de coisa nenhuma.

13 – Carla Alves – Secretária de Estado da Agricultura – demitiu-se a 5 Janeiro
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A Senhora do Grafeno virou professora

Ninguém tem bem a certeza de como se chama a senhora ou quem ela é. Umas vezes chama-se Anabela Seabra, noutras Ana Desirat. Já se apresentou como bancária, politóloga e, na manifestação deste fim-de-semana, como professora. A TVI chamou-lhe agitadora social. Diogo Batáguas refere-se a ela como Senhora do Grafeno. Para mim é uma populista-oportunista gerada pela mesma fossa séptica virtual que tem parido Trumps, Bolsonaros e outros cocós de igual calibre, como um que temos por cá. Egomaníacos que sonham ser tiranetes. É preciso expor esta gente, sem contemplações. Até por serem o maior favor que se faz os corruptos da política. Alimentam-se mutuamente e contribuem da mesma forma para a destruição da democracia. São inimigos da civilização.

Confiança ao máximo no governo de António Costa

O Aventar fez uma sondagem num extenso universo composto por mim, eu mesmo e a minha pessoa e foi possível perceber que a confiança no governo está no seu máximo.

Não se percebem, portanto, as palavras do ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, ao falar de uma  “selva de suspeição sobre tudo e sobre todos”. Onde é que já se viu, uma dúzia e picos de demissões devidas a coisas de justiça e de oportunistas criarem um clima, perdão, uma selva de suspeição?

Ventura, o vendilhão do templo

André Ventura fez anos e aproveitou a data para uma acção de propaganda no interior de uma igreja, onde encenou esta fotografia para instrumentalizar politicamente a religião e a fé cristã. Jesus teria partido a banca deste vendilhão ao meio.

Prendam-se os drogados, as prostitutas e os paneleiros

“Câmara do Porto pede ao Governo que criminalize consumo de droga na rua”


O consumo foi descriminalizado, mas não despenalizado. Consumir substâncias psicoativas ilícitas, continua a ser um ato punível por lei, contudo deixou de ser um comportamento alvo de processo crime (e como tal tratado nos tribunais) e passou a constituir uma contraordenação social. [sic]

(fonte: SICAD)

Não sei se os senhores do Porto, o Nosso Movimento, do PS Porto e do PSD Porto conhecem a lei, mas convinha, antes de fazerem e/ou aprovarem propostas populistas de perseguição e opressão, lerem o que já está estipulado na mesma para não fazerem figuras de antas.

O consumo de certas substâncias já é punível por lei, caso o mesmo seja feito na via pública. Um cidadão pode estar na posse de x gramas de y substância psico-activa, sem que isso constitua um crime; o consumo na via pública também não é criminalizado, mas é punível (em primeira instância, como uma contra-ordenação em que o cidadão é instruído a apresentar-se na Comissão Para a Dissuasão da Toxicodependência – caso re-incida, poderá ter penas acessórias de trabalho comunitário a que poderão acrescer multas). [Read more…]

Ricardo Sá Fernandes e os autarcas corruptos

Para Ricardo Sá Fernandes, os baixos salários dos autarcas ajudam a explicar a corrupção nos municípios. O argumento poderá servir os interesses de alguns dos seus clientes, em particular os autarcas corruptos e/ou acusados de corrupção, mas é, recorrendo ao cancioneiro humorístico nacional, gozar com quem trabalha.

O salário mais baixo que um autarca pode auferir em Portugal ronda os 2900€. Só alguém que vive numa bolha de privilégio, totalmente alheio à realidade do país, poderá achar que este é um salário baixo. E não estou aqui a contabilizar ajudas de custo, viaturas de serviço, que dispensam inúmeros autarcas de terem carro próprio (e restantes despesas que daí decorrem), e outros benefícios como almoços – literalmente – grátis e viagens-passeio.

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Aquela altura em foste despedido e só descobriste quando o acesso deixou de funcionar

 

Alguém que avise o Governo de Portugal. É possível que Marcelo o tenha demitido.

Dados técnicos: por vezes funciona no primeiro acesso e deixa de funcionar ao refrescar a página.

À atenção do Governo: falem lá com a empresa amiga que ganhou o concurso de manutenção.

Dica: é melhor fazerem testes e meter um software de monitorização do estado do serviço. Não precisam de pagar pela recomendação.

Funcionários Judiciais, um desespero com décadas

Sem a dimensão da classe docente, sem a mediatização dos profissionais de saúde e sem a influência dos juízes, os funcionários judiciais encontram-se há décadas numa situação de congelamento salarial, redução de compensações devidas aos requisitos da profissão, como incompatibilidades e prontidão, e com cada vez menos pessoal para trabalho crescente.

Fala-se comummente no motor da justiça sem se falar no combustível que o faz mover. Sem funcionários judiciais não há justiça, independentemente de haver juízes e advogados ou não.

Isto não é novidade para o Ministério da Justiça. Mas como quem manda é o Ministério dos Buracos Financeiros, fica para trás quem não aparece na ribalta.

Resta parar. É o que estão a fazer os funcionários judiciais.

Não invocarás o santo nome de Ventura em vão

O CH expulsou José Dias, um dos seus fundadores. O motivo, ao que tudo indica, terá sido invocar o santo nome de Ventura em vão. Mas a minha dúvida é esta: sendo o fundamentalismo religioso uma das características definidoras do partido, diz-se “expulsar” ou “excomungar”?

Vida Justa

Com a inflação em roda livre, com uma oposição na defensiva e com um governo que não se mostra sensível ao desenvolvimento de medidas de contenção, de reversão e de emergência, sobra o protesto como campo de batalha. Em cada setor, é cada vez mais difícil pagar o preço que custa uma Vida justa.

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Vergonha de ser português

Vender a nacionalidade, assim lhe podemos chamar, por um apartamento no valor de meio milhão de euros! Ou 300 mil euros, no caso de imóveis mais antigos.

Agora, com uma espécie de condições postas na lei de 2022 para inglês ver, como por exemplo, a sorte grande dos vistos obrigar à compra fora de Lisboa e Porto, excepto se se tratar de imóveis comerciais.

Condições essas justificadas pelo Ministro da Habitação de então, o inefável Pedro Nuno Santos, dizendo que os preços praticados no mercado imobiliário em Lisboa e no Porto são “um crime lesa-pátria”, considerando ser “altura de retirar” os vistos gold nas grandes cidades.

Vejam só, um crime criado em 2012 pelo governo de Passos Coelho e mantido pelos governos de António Costa e que Pedro Nuno Santos resolveu transferir de Lisboa e Porto para outras localizações. É de artista!

Por cinco tostões, qualquer badameco fica com livre acesso ao espaço Schengen. Os vistos gold dão-me vergonha de ser português. Pelos vistos, não envergonham a trupe do governo nem a a clique que o apoia.

Professores em luta no Portugal sOcIaLiSta

Num Estado com tiques autoritários, ou a caminho disso, o governo dá instruções à polícia para colocar no terreno várias operações stop, com o propósito de atrasar, dificultar e evitar que uma manifestação, na capital do país, ganhe dimensão.

E diz que por lá andou que esse Estado, hoje, foi Portugal.

O tal que é socialista.

E neste Portugal socialista, perdão sOcIaLiSta, o dia da grave nacional dos professores foi recebido com inúmeras operações stop, onde autocarros foram mandados parar uma e outra vez, e os professores repreendidos (constou-me também que multados, mas não pude comprovar) por levar as carteiras no colo ou comer no autocarro.

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Direito à greve, sim, mas, repetem eles

Manuel Carvalho, director do Público, é mais um dos adeptos do direito à greve, mas. No seu editorial de hoje, pretende dar lições de ética aos professores, antecipando o desagrado da opinião pública. Haveria muito para comentar, mas o naco que se segue já é suficiente:

Uma greve de um dia, dois dias ou uma semana, seria inatacável do ponto de vista dos princípios. Exporia ao país sentido de urgência e empenho num combate. Levaria os cidadãos a interessar-se pelas suas causas. A substância do protesto seriam essas causas, não os expedientes de uma paralisação às pinguinhas.

Manuel Carvalho defende, portanto, greves cujo efeito é folclórico e nulo.

Na realidade, as greves de um dia diluem-se em argumentações estéreis acerca dos números de adesão, nunca levaram os cidadãos a interessarem-se pelas causas dos professores e nunca, mas nunca, levaram o Ministério da Educação a mudar, a não ser em meia dúzia de tretas sem importância. Desde 2005, os professores (e sobretudo a Educação) têm acumulado derrotas, mantendo-se, entre muitas outras monstruosidades, um sistema de (pseudo-)avaliação que só serve para impedir que a maioria dos professores progrida na carreira, a subtracção de tempo de serviço, o abuso que consiste em não efectivar professores que andam a ser contratados há 20 anos ou contas manhosas que mantêm as escolas com défice de funcionários.

Manuel Carvalho não se preocupa com nada disso, é um cidadão que não se preocupa com Educação nem com a luta justa dos professores. Para Manuel Carvalho, como para muitos outros, lutar, sim, mas baixinho, que queremos dormir.

Operações stop aos autocarros que transportam professores para a grande manifestação

Imagem retirada do Instagram.

Há relatos de professores multados por trazerem mochilas ao colo ou por estarem a comer dentro do autocarro. Há autocarros que pararam em mais do que uma operação stop.

Eu, que tantas vezes andei de autocarro, nunca vi uma única operação stop a autocarros que saíssem de Lisboa para o Porto, nem do Porto para Lisboa. Já vale de tudo para tentar melindrar quem, há anos, luta por melhores condições e reivindica a justiça para a sua profissão. Quando, em Brasília, se fala do alinhamento dos militares com os vândalos, não se espera que em Portugal a GNR e a PSP se aliem também aos vândalos para tentar destruir a democracia: neste caso, os vândalos são o Governo português, a direita à direita do PS e a extrema-direita.

Os Governos do PS sempre tão lestos na tentativa de criminalizar as greves e os grevistas, têm o desplante de se dizerem de esquerda, terem socialista no nome, enganando incautos, terem liberalizado a economia portuguesa e privatizado anéis e dedos, desde 2019 que querem macronizar a política portuguesa; e ainda se ofendem muito quando alguém de esquerda lhes diz, com propriedade, que de esquerda é que o PS não é. São iguais aos liberais e dão combustível aos proto-fascistas.

Votaram nisto? Agora aguentem, lidem com isso e tentem não se deixar enganar da próxima vez. A única esquerda está à esquerda do PS (mesmo que neste caso, os sindicatos afectos ao PCP mostrem conhecer o dono e entrem na estratégia de tentar sectarizar uma luta de todos os profissionais da educação, dando combustível a este des-governo que dá combustível à extrema-direita).

Vocês são todos muito inteligentes.

Ser governante em Portugal (1)

O novel questionário destinado aos candidatos a governantes é mais um absurdo inútil que Costa inventou para prosseguir o principal objectivo do seu governo: desculpabilizar-se. Porque não tem talento nem substância para ter sucesso, procura apenas explicações que lhe desculpem o insucesso. Pelo meio vai acenando com promessas e ilusões que lhe permitam dar a ideia que o fracasso não é assim tão avassalador.

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“Portanto à justiça o que é da justiça, à política o que é da política, ao dinheiro o que é da política.”

diz o Der Terrorist.

Quadrilhas com moderação

Isto pode parecer pouco, e de facto é, mas eu sou do tempo em que a quadrilha cavaquista do PSD assaltou o BPN, arrombou os cofres públicos em mais de 8 mil milhões e nada de particularmente grave aconteceu aos delinquentes envolvidos. Anda tudo à solta, com boas mansões, reformas, negócios e aviões. O impoluto Passos até elogiou um deles em tempos.

Um liberal miguelista

Fotografia retirada do jornal Público

João Miguel Tavares sugeriu, no sítio onde escreve, que “num sistema democrático a polícia deve ter a possibilidade de usar força letal”, referindo-se à invasão, por parte dos apoiantes de Bolsonaro, dos edifícios dos Três Poderes e afirmando que, na sua visão, a polícia, a tal que até foi conivente com o desenrolar dos acontecimentos, deveria ter o direito de atirar a matar sobre os terroristas.

Assim mesmo, olho por olho. Dente por dente. Puxar cabelos e lutar na lama. Igualarmo-nos a quem queremos combater.

Ora, João Miguel Tavares diz-se liberal mas, como liberal que diz ser, parece não ter percebido que, num sistema democrático (e liberal), deve acontecer exactamente o oposto do que diz (isto é, a polícia não poder usar força letal, a não ser em casos em que a própria vida do profissional da polícia ou de terceiros seja colocada em perigo). A Lei e a Constituição, pelo menos a portuguesa, são muito claras a esse respeito. Não conheço os meandros da Constituição brasileira, mas com certeza também será directa e sucinta em tal aspecto. Os terroristas bolsonaristas que destruíram tudo o que se atravessava no seu caminho, durante os tristes acontecimentos do último Domingo, hão-de ser julgados dentro dos trâmites da Lei; sem fuzilamentos ou execuções sumárias. A vida não é o ‘Inglourious Basterds’.

Já João Miguel Tavares, dizendo-se um liberal, começa a amealhar demasiadas opiniões que o colam aos miguelistas ou não fosse ele um Miguel.