cabotino
kɐbuˈtinunome masculino
adjectivo, nome masculino
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
kɐbuˈtinunome masculino
adjectivo, nome masculino

Não tenho a mínima dúvida de que os negros (e os asiáticos, os árabes, os ciganos, os latino-americanos…) são alvo de comportamentos racistas numa escala que os caucasianos nem sonham, pese embora aquilo que dizem os folhetos de propaganda dos movimentos de extrema-direita. É uma situação inaceitável e não há comparação possível.
Igualmente inaceitáveis são parvoíces como esta, que encontrei nos meandros do activismo fundamentalista e incendiário do Twitter, que não servem para outra coisa que não seja promover a divisão e o conflito. A maioria dos brancos NÃO é racista. Não agrediu nem matou ninguém por motivos raciais. Não defende nem promove a discriminação racial. E sim, vê na luta de Martin Luther King um exemplo para todos, maior do que a raça, a religião ou a política.
Continuando a tradição de Serviço Público do Aventar (com zero subsídios), apresentamos o Demissómetro aos portugueses.
Já perdeu a conta do entra e sai do Governo?
Dá-se o caso de o leitor ser Presidente da República e estar com dificuldades em coordenar a agenda das tomadas de posse?
Não vá mais longe. Estamos aqui para o servir.
Deixe nos comentários a sua aposta quanto ao/à próximo/a na lista. O vencedor terá direito a uma mão cheia de nada e a outra de coisa nenhuma.
13 – Carla Alves – Secretária de Estado da Agricultura – demitiu-se a 5 Janeiro
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Sem jornalismo, os aldrabões não seriam desmascarados. pic.twitter.com/l3VpzqGdFR
— Inês Pedrosa 🇺🇦 (@inespedrosa_pt) January 16, 2023
Ninguém tem bem a certeza de como se chama a senhora ou quem ela é. Umas vezes chama-se Anabela Seabra, noutras Ana Desirat. Já se apresentou como bancária, politóloga e, na manifestação deste fim-de-semana, como professora. A TVI chamou-lhe agitadora social. Diogo Batáguas refere-se a ela como Senhora do Grafeno. Para mim é uma populista-oportunista gerada pela mesma fossa séptica virtual que tem parido Trumps, Bolsonaros e outros cocós de igual calibre, como um que temos por cá. Egomaníacos que sonham ser tiranetes. É preciso expor esta gente, sem contemplações. Até por serem o maior favor que se faz os corruptos da política. Alimentam-se mutuamente e contribuem da mesma forma para a destruição da democracia. São inimigos da civilização.

Neste caso, Lisboa. A paranoia de andar sempre a tropeçar com o absurdo da injustiça normalizada.
Dois exemplos:
A injustiça está entranhada neste sistema, todo ele montado para beneficiar os mais abonados e os turistas. Privilegiar os mais ricos é considerado o normal. A arraia-miúda que se lixe. Como naquela anedota de mau gosto, em que a filha sem pernas pede à mãe que lhe dê uma bolacha da caixa que está em cima da mesa e a mãe lhe diz que vá ela buscar, ao que a filha responde: ó mãe, mas eu não tenho pernas e ao que a mãe contesta: pois se não há pernas, não há bolachas. Pois se és remediado, aguenta.
O Aventar fez uma sondagem num extenso universo composto por mim, eu mesmo e a minha pessoa e foi possível perceber que a confiança no governo está no seu máximo.
Não se percebem, portanto, as palavras do ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, ao falar de uma “selva de suspeição sobre tudo e sobre todos”. Onde é que já se viu, uma dúzia e picos de demissões devidas a coisas de justiça e de oportunistas criarem um clima, perdão, uma selva de suspeição?

André Ventura fez anos e aproveitou a data para uma acção de propaganda no interior de uma igreja, onde encenou esta fotografia para instrumentalizar politicamente a religião e a fé cristã. Jesus teria partido a banca deste vendilhão ao meio.
O consumo foi descriminalizado, mas não despenalizado. Consumir substâncias psicoativas ilícitas, continua a ser um ato punível por lei, contudo deixou de ser um comportamento alvo de processo crime (e como tal tratado nos tribunais) e passou a constituir uma contraordenação social. [sic](fonte: SICAD)
Não sei se os senhores do Porto, o Nosso Movimento, do PS Porto e do PSD Porto conhecem a lei, mas convinha, antes de fazerem e/ou aprovarem propostas populistas de perseguição e opressão, lerem o que já está estipulado na mesma para não fazerem figuras de antas.
O consumo de certas substâncias já é punível por lei, caso o mesmo seja feito na via pública. Um cidadão pode estar na posse de x gramas de y substância psico-activa, sem que isso constitua um crime; o consumo na via pública também não é criminalizado, mas é punível (em primeira instância, como uma contra-ordenação em que o cidadão é instruído a apresentar-se na Comissão Para a Dissuasão da Toxicodependência – caso re-incida, poderá ter penas acessórias de trabalho comunitário a que poderão acrescer multas). [Read more…]

Para Ricardo Sá Fernandes, os baixos salários dos autarcas ajudam a explicar a corrupção nos municípios. O argumento poderá servir os interesses de alguns dos seus clientes, em particular os autarcas corruptos e/ou acusados de corrupção, mas é, recorrendo ao cancioneiro humorístico nacional, gozar com quem trabalha.
O salário mais baixo que um autarca pode auferir em Portugal ronda os 2900€. Só alguém que vive numa bolha de privilégio, totalmente alheio à realidade do país, poderá achar que este é um salário baixo. E não estou aqui a contabilizar ajudas de custo, viaturas de serviço, que dispensam inúmeros autarcas de terem carro próprio (e restantes despesas que daí decorrem), e outros benefícios como almoços – literalmente – grátis e viagens-passeio.

Alguém que avise o Governo de Portugal. É possível que Marcelo o tenha demitido.
Dados técnicos: por vezes funciona no primeiro acesso e deixa de funcionar ao refrescar a página.
À atenção do Governo: falem lá com a empresa amiga que ganhou o concurso de manutenção.
Dica: é melhor fazerem testes e meter um software de monitorização do estado do serviço. Não precisam de pagar pela recomendação.

Sem a dimensão da classe docente, sem a mediatização dos profissionais de saúde e sem a influência dos juízes, os funcionários judiciais encontram-se há décadas numa situação de congelamento salarial, redução de compensações devidas aos requisitos da profissão, como incompatibilidades e prontidão, e com cada vez menos pessoal para trabalho crescente.
Fala-se comummente no motor da justiça sem se falar no combustível que o faz mover. Sem funcionários judiciais não há justiça, independentemente de haver juízes e advogados ou não.
Isto não é novidade para o Ministério da Justiça. Mas como quem manda é o Ministério dos Buracos Financeiros, fica para trás quem não aparece na ribalta.
Resta parar. É o que estão a fazer os funcionários judiciais.

O CH expulsou José Dias, um dos seus fundadores. O motivo, ao que tudo indica, terá sido invocar o santo nome de Ventura em vão. Mas a minha dúvida é esta: sendo o fundamentalismo religioso uma das características definidoras do partido, diz-se “expulsar” ou “excomungar”?

Podia ter-se juntado à floresta, fazendo-a crescer, mas optou por ficar em isolamento no descampado.
Acordou agora, depois de um longo Inverno de quatro anos. No entanto, depois da eflorescência do passado sábado, quem vai mesmo prestar atenção a 18 brotos de greve aqui e ali?

A foto da Lusa, com o André Pestana à cabeça da manifestação dos professores, é reveladora da dimensão do protesto. Com uma greve de risco e em condições difíceis, os professores estão a dar mostras de não querer continuar a ser engodados em processos de negociação torpes, com resultados frágeis. Se a democracia não fosse já uma miragem qualquer governo seria obrigado a negociar e a recuar perante mobilizações com esta dimensão, mas o mais certo é o caminho ser outro, nada democrático pelo que já se viu ser a estratégia judicial do ministro e do governo.


Vender a nacionalidade, assim lhe podemos chamar, por um apartamento no valor de meio milhão de euros! Ou 300 mil euros, no caso de imóveis mais antigos.
Agora, com uma espécie de condições postas na lei de 2022 para inglês ver, como por exemplo, a sorte grande dos vistos obrigar à compra fora de Lisboa e Porto, excepto se se tratar de imóveis comerciais.
Condições essas justificadas pelo Ministro da Habitação de então, o inefável Pedro Nuno Santos, dizendo que os preços praticados no mercado imobiliário em Lisboa e no Porto são “um crime lesa-pátria”, considerando ser “altura de retirar” os vistos gold nas grandes cidades.
Vejam só, um crime criado em 2012 pelo governo de Passos Coelho e mantido pelos governos de António Costa e que Pedro Nuno Santos resolveu transferir de Lisboa e Porto para outras localizações. É de artista!
Por cinco tostões, qualquer badameco fica com livre acesso ao espaço Schengen. Os vistos gold dão-me vergonha de ser português. Pelos vistos, não envergonham a trupe do governo nem a a clique que o apoia.
Exército Americano estima que o plano climático custar-lhes-á mais de 6,8 mil milhões USD em 5 anos. Só podem estar doidos, a gastarem dinheiro em algo que não existe.

Num Estado com tiques autoritários, ou a caminho disso, o governo dá instruções à polícia para colocar no terreno várias operações stop, com o propósito de atrasar, dificultar e evitar que uma manifestação, na capital do país, ganhe dimensão.
E diz que por lá andou que esse Estado, hoje, foi Portugal.
O tal que é socialista.
E neste Portugal socialista, perdão sOcIaLiSta, o dia da grave nacional dos professores foi recebido com inúmeras operações stop, onde autocarros foram mandados parar uma e outra vez, e os professores repreendidos (constou-me também que multados, mas não pude comprovar) por levar as carteiras no colo ou comer no autocarro.
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Li por aí, na imprensa “de referência”, que a greve dos professores é desproporcional, entre outros argumentos diminuidores, alguns até paternalistas.
Desproporcional, para mim, é ver o Estado ser um agente de trabalho precário no país, a vestir a pele de hipócrita ao exigir aos outros o que não pratica.
O Estado tem costas largas mas há nomes concretos a apontar. Costa e os seus ministros da educação são apenas os últimos. A actuação dos ministros da educação nos últimos 18 anos tem sido clara e consequente. Desacreditação da classe docente, estabelecimento de práticas que promovem o “sucesso” educativo e desorçamentação continuada.
Por isso, fazem muito bem os professores em não se habituarem. Fosse eu professor e faria o mesmo.
Ariana Cosme e Rui Trindade escrevem, hoje, dia da manifestação dos professores em Lisboa: «Está na hora de se reconhecer que este Governo e este ministro são, afinal, os melhores interlocutores que os professores e os seus sindicatos poderiam ter.»
Manuel Carvalho, director do Público, é mais um dos adeptos do direito à greve, mas. No seu editorial de hoje, pretende dar lições de ética aos professores, antecipando o desagrado da opinião pública. Haveria muito para comentar, mas o naco que se segue já é suficiente:
Uma greve de um dia, dois dias ou uma semana, seria inatacável do ponto de vista dos princípios. Exporia ao país sentido de urgência e empenho num combate. Levaria os cidadãos a interessar-se pelas suas causas. A substância do protesto seriam essas causas, não os expedientes de uma paralisação às pinguinhas.
Manuel Carvalho defende, portanto, greves cujo efeito é folclórico e nulo.
Na realidade, as greves de um dia diluem-se em argumentações estéreis acerca dos números de adesão, nunca levaram os cidadãos a interessarem-se pelas causas dos professores e nunca, mas nunca, levaram o Ministério da Educação a mudar, a não ser em meia dúzia de tretas sem importância. Desde 2005, os professores (e sobretudo a Educação) têm acumulado derrotas, mantendo-se, entre muitas outras monstruosidades, um sistema de (pseudo-)avaliação que só serve para impedir que a maioria dos professores progrida na carreira, a subtracção de tempo de serviço, o abuso que consiste em não efectivar professores que andam a ser contratados há 20 anos ou contas manhosas que mantêm as escolas com défice de funcionários.
Manuel Carvalho não se preocupa com nada disso, é um cidadão que não se preocupa com Educação nem com a luta justa dos professores. Para Manuel Carvalho, como para muitos outros, lutar, sim, mas baixinho, que queremos dormir.

Imagem retirada do Instagram.
Há relatos de professores multados por trazerem mochilas ao colo ou por estarem a comer dentro do autocarro. Há autocarros que pararam em mais do que uma operação stop.
Eu, que tantas vezes andei de autocarro, nunca vi uma única operação stop a autocarros que saíssem de Lisboa para o Porto, nem do Porto para Lisboa. Já vale de tudo para tentar melindrar quem, há anos, luta por melhores condições e reivindica a justiça para a sua profissão. Quando, em Brasília, se fala do alinhamento dos militares com os vândalos, não se espera que em Portugal a GNR e a PSP se aliem também aos vândalos para tentar destruir a democracia: neste caso, os vândalos são o Governo português, a direita à direita do PS e a extrema-direita.
Os Governos do PS sempre tão lestos na tentativa de criminalizar as greves e os grevistas, têm o desplante de se dizerem de esquerda, terem socialista no nome, enganando incautos, terem liberalizado a economia portuguesa e privatizado anéis e dedos, desde 2019 que querem macronizar a política portuguesa; e ainda se ofendem muito quando alguém de esquerda lhes diz, com propriedade, que de esquerda é que o PS não é. São iguais aos liberais e dão combustível aos proto-fascistas.
Votaram nisto? Agora aguentem, lidem com isso e tentem não se deixar enganar da próxima vez. A única esquerda está à esquerda do PS (mesmo que neste caso, os sindicatos afectos ao PCP mostrem conhecer o dono e entrem na estratégia de tentar sectarizar uma luta de todos os profissionais da educação, dando combustível a este des-governo que dá combustível à extrema-direita).
Vocês são todos muito inteligentes.

O novel questionário destinado aos candidatos a governantes é mais um absurdo inútil que Costa inventou para prosseguir o principal objectivo do seu governo: desculpabilizar-se. Porque não tem talento nem substância para ter sucesso, procura apenas explicações que lhe desculpem o insucesso. Pelo meio vai acenando com promessas e ilusões que lhe permitam dar a ideia que o fracasso não é assim tão avassalador.
diz o Der Terrorist.

Todas as greves são passíveis de serem criticadas, umas são mais justas que outras, umas mais claras e outras mais confusas, umas acertadas e outras erradas seja do ponto de vista político seja sindical, mas nenhuma deve ser criticada por razões que se prendem com sua suposta ilegalidade. A greve é um direito inalienável que tem vindo a ser sistematicamente posto em causa, sobretudo quando as greves se metem no caminho do governo.

Porquê? A sério, porquê cantar nos directos televisivos ou pintar a tromba como se fossem o macaco dos Super Dragões. Os professores estão carregadinhos de razão, não precisam de fazer figuras tristes e deixar-nos com aquele sentimento incómodo de vergonha alheia….

Isto pode parecer pouco, e de facto é, mas eu sou do tempo em que a quadrilha cavaquista do PSD assaltou o BPN, arrombou os cofres públicos em mais de 8 mil milhões e nada de particularmente grave aconteceu aos delinquentes envolvidos. Anda tudo à solta, com boas mansões, reformas, negócios e aviões. O impoluto Passos até elogiou um deles em tempos.

Fotografia retirada do jornal Público
João Miguel Tavares sugeriu, no sítio onde escreve, que “num sistema democrático a polícia deve ter a possibilidade de usar força letal”, referindo-se à invasão, por parte dos apoiantes de Bolsonaro, dos edifícios dos Três Poderes e afirmando que, na sua visão, a polícia, a tal que até foi conivente com o desenrolar dos acontecimentos, deveria ter o direito de atirar a matar sobre os terroristas.
Assim mesmo, olho por olho. Dente por dente. Puxar cabelos e lutar na lama. Igualarmo-nos a quem queremos combater.
Ora, João Miguel Tavares diz-se liberal mas, como liberal que diz ser, parece não ter percebido que, num sistema democrático (e liberal), deve acontecer exactamente o oposto do que diz (isto é, a polícia não poder usar força letal, a não ser em casos em que a própria vida do profissional da polícia ou de terceiros seja colocada em perigo). A Lei e a Constituição, pelo menos a portuguesa, são muito claras a esse respeito. Não conheço os meandros da Constituição brasileira, mas com certeza também será directa e sucinta em tal aspecto. Os terroristas bolsonaristas que destruíram tudo o que se atravessava no seu caminho, durante os tristes acontecimentos do último Domingo, hão-de ser julgados dentro dos trâmites da Lei; sem fuzilamentos ou execuções sumárias. A vida não é o ‘Inglourious Basterds’.
Já João Miguel Tavares, dizendo-se um liberal, começa a amealhar demasiadas opiniões que o colam aos miguelistas ou não fosse ele um Miguel.

Ouvi, a espaços, partes do Fórum TSF de hoje. Já tinha ouvido, lido aqui e ali, mas só naquele momento me apercebi da perversidade que é ter a Autoridade Tributária a fazer o papel de homem do fraque de empresas como a Brisa, destruindo vidas por conta de dívidas de cêntimos. À Brisa, não à AT.
A Brisa é um daqueles negócios ditos da China, que começa com o contribuinte a pagar tudo, passa para uma privatização em várias fases, durante as quais sucessivos governantes envolvidos, do PSD, PS e CDS, saltam da decisão para o conselho de administração, e termina com o privado a lucrar pesado, mas sempre com a possibilidade de recorrer novamente ao bolso dos contribuintes.
Ou, dito em português corrente, uma chulice.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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