Até parece simples, não?
Se há quem lute, há sempre quem tente impedir essa luta. E há uma linha que separa os democratas dos ditadores.
Os democratas procuram perceber a raiz da luta e tentam caminhar no sentido da resolução dos problemas que levaram à sua marcação.
Os ditadores ignoram os motivos e procuram atacar a Greve.
Nuno Crato já escolheu de que lado quer ficar.
Fez chegar à FENPROF um texto em que se pode ler:
“Recebido o pré-aviso de convocação da greve nacional a ter lugar no dia 17 de junho durante o período de funcionamento dos estabelecimentos de educação ou ensino, solicita-se a V. Ex.ªs que até às 14h do dia 27 de maio, conforme o acórdão do Tribunal Constitucional n.º 572/2008, do processo n.º 944/2007, e nos termos do art. 400.º do RCTFP, alterado pela Lei n.º 66/2012, de 31 de dezembro, e 538.º do CT sejam indicados os serviços mínimos a garantir durante o referido período de greve.
A ausência de resposta até ao dia e hora acima indicados é tida, para os devidos efeitos, como a falta de indicação dos serviços mínimos da parte de V. Ex.ªs.”
Ora, como muito bem faz notar a organização sindical, tal intenção viola a legislação exigente. [Read more…]

a pena marcar a GREVE, ou antes as GREVES, porque já aconteceram duas coisas absolutamente óbvias – por uma lado, os governantes tiveram que deixar o silêncio dos gabinetes e começaram a marcar presença no espaço mediático.
apenas uma questão de contabilidade. Claro que há uma dimensão esmagadora das Finanças, mas Nuno Crato não é só um colaborador do MEC – é também autor!
















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