Vai trabalhar malandro

Está-lhe no sangue, a nossa direita vende Portugal por 10 reis de mel coado. Este Gaspar vende por menos, vende pelos mercados, e demonstra aqui que a crise não passa de uma oportunidade para arrasar com direitos laborais, privatizar tudo, regressar ao pior do capitalismo português. Se o deixarmos, é claro.

Caiu do céu…

Aos trambolhões.

Depois do tsunami docente que inundou as ruas da capital vezes sem conta, houve pela blogosfera quem procurasse tornar o mundo bi! De um lado, os bons. Do outro, os maus! De um lado, os puros, os que não se vendem. Do outro os sindicalistas, os sindicatos e em especial a FENPROF.

O Umbigo (Paulo Guinote) e o Profblog (Ramiro Marques) são disso o melhor exemplo com um anti-sindicalismo quase primário que tira, quase sempre, algum rigor na análise.

Subscrevo muitas das opiniões sobre os erros do movimento sindical e, em particular, da “minha FENPROF”, mas a militância com que batem em tudo o que mexe, desde que venha da FENPROF, até chateia.

No caso em apreço não deixa de ser extraordinário a forma como ignoram (por aqui também, nada!) um elemento central: foi a pressão da FENPROF que levou a esta conclusão!

Tal como são os primeiros a atirar pedras, talvez ficasse bem, de quando em vez, tirar os óculos, escuros ou laranja ou…

Hoje dá na net: Sunset Blvd.

Sunset Blvd, filme de Billy Wilder, com Gloria Swanson e William Holden. Este filme ganhou 3 Oscars, e foi nomeado para outros oito. Ocupa a 33ª posição no Top 250 do IMDB. Página IMDB.

Em inglês, sem legendas.

O novo Presidente da CCDR-Norte


Agora que Carlos Lage se reformou, aguardava-se com expectativa a nova escolha que o Governo ia fazer de um cargo tão importante como o de Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte. Importante por várias razões e sobretudo por causa dos fundos estruturais.
Ao que parece, o Governo já escolheu o sucessor de Carlos Lage. Trata-se de José Manuel Duarte Vieira, engenheiro de profissão e antigo Administrador do Metro do Porto (Comissão Executiva) no tempo em que Valentim Loureiro estava à frente dos destinos da empresa. Foi ainda Assistente da Faculdade de Engenharia do Porto da Universidade do Porto e Director / Administrador dos Grupos Efacec.
Em Agosto de 2011, fora nomeado pelo Ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, para acompanhar e monitorizar a participação nacional no programa do KC 390, relacionado com a constituição de um cluster aeronáutico.
É a este homem que muitos irão bater à porta a partir de agora, sobretudo quando se tratar de fundos europeus. Será que o extraordinário Carlos Martins já sabe?

Ora, saiam da zona de conforto

Passos Coelho considera que os políticos não são bem pagos, titula o Público. Eu que não sou político, sou suspeito. Mas olhando para o salário, para as ajudas de custo, para os fringe benefits e para o número de horas trabalhadas, tenho a certeza que os políticos são bem pagos. Sobretudo quando comparados com o panorama nacional – lamento, não estamos na Europa.

Mas se mesmo assim, ó políticos, se acham que são mal pagos, olhem, sigam o conselho do chefe: emigrem.

O Norte.

 

Por estranho que possa parecer, concordo com boa parte da opinião de Alberto Gonçalves (disponível na edição em papel) na Sábado de hoje, “O Norte Imaginário”. Mais, é um texto de leitura obrigatória para todos aqueles, como eu, que defendem a Regionalização. Porquê?

 

Simples, as críticas duras que aponta aos defensores da Regionalização, pelo menos a boa parte deles, é justa. O autor da prosa começou por expor o centralismo de forma correcta. Destaco: “O centralismo, velho de séculos e nas recentes décadas insultuoso, nota-se”.

 

Contudo, Alberto Gonçalves sublinha um ponto fundamental: “Graças à apropriação de uma desmesurada parcela das maiores fontes nacionais de riqueza, leia-se os impostos e os fundos europeus, Lisboa tornou-se comparativamente próspera face ao Porto e crescentemente indiferente face às lamúrias do Porto. O engraçado, para quem se diverte com o infortúnio alheio, é a ocorrência de um processo simultâneo e similar entre o Porto e o Norte de facto”. Esta afirmação final é, por muito que custe, profundamente verdadeira e explica o motivo pelo qual boa parte dos responsáveis políticos nacionais nascidos nesse “Norte de facto” a que se refere, chegados a Lisboa e alçados ao poder são os mais centralistas dos centralistas.

 

A mudança só serve se for para melhor. Para quem, como eu, acredita que a Regionalização é um caminho de mudança, mais, é “o caminho” e sendo eu nado e criado no Porto, não posso deixar de defender que a Regionalização, no que toca ao Norte, só pode ser realizada se, e só se, o Porto não representar para a Região o que Lisboa representa para o país. Trocando por miúdos: o Porto não pode nem deve ser a capital da Região.

[Read more…]

Pieguices

Salazar é a tua tia!

Outro almoço Aventar

Hoje domingo, dia de descanso de trabalhadores, junto à ponte do Freixo, beneficiados pela tolerância de ponto dada pelo governo vigente, reuniram-se em assembleia ordinária os aventadores do Norte, que começa no Mondego, convenientemente acompanhados pelo mais genuíno lisbonense desta casa. Representantes de várias cores, do norte ao sul de África e até da terra onde nasceu D. Afonso Henriques.

Ficou decidido, a pedido de dois ilustres portuenses que, a partir de agora, o Aventar vai deixar de bater no Governo…… aos dias feriados. Por falar nisso, a conta ainda não veio. Estamos à espera da próxima declaração do Grande Gaspar a anunciar uma descida do IVA, a pedido da Ângela.

Um de nós tem mesmo fundadas esperanças de que o seu destacamento numa escola do Grande Porto se prolongue por mais 4 anos. Para não ter de voltar a Cinfães. E nesse sentido está disposto a tudo. Nuno, amigo, esta parte do Aventar está contigo.

Para memória futura, e enquanto dura o monárquico comboio e caminho-de-ferro, demos e vamos continuar a dar o mote: metade de nós chegou cá sobre carris; não há mesmo outro meio de transporte-cultura tão amigo de almoços bem conversados e regados com Douro. Ah, o Douro…

De comboio, viajei de Lisboa até ao Porto. Uma viagem que adoro, ainda por cima até à beira do Douro. Do Tejo ao Douro, para almoçar com os amigos aventadores. Que felicidade sinto ao visitar este Porto de um Portugal sem igual.

E como já não tenho mais tempo ou espaço para escrever, por aqui me fico, depois de todos os outros o terem feito.

Todos, não. Falto eu e gostava que ficasse aqui, devidamente, registado que acho que estas “tolerâncias de ponto” ao domingo são, manifestamente, “piegas”.

Os bobos do povo.

Não sei se já repararam que, geralmente, os mais imbecis têm tendência a evidenciar-se entre os prudentes. Com frequência um imbecil faz tudo para sobressair, porque a mediocridade inibe a imaginação e, por conseguinte, a inteligência. O Bruno Nogueira e o Manuel Jorge Marmelo fizeram esta semana duas crónicas, uma lida (na TSF), outra escrita(no jornal Público), sobre a monarquia que é bem o reflexo dos seus apelidos: a noz é apetitosa, mas é preciso partir-lhe a casca e o Marmelo…bem para além do uso culinário, muito mais haveria a dizer sobre este fruto. Eu, se tivesse algum destes dois apelidos, habituar-me-ia a ser discreto e menos jocoso. [Read more…]

Os chineses tomam conta disto tudo

Por cá, entram com dinheiro.

Por lá, seguem a via terrestre.

Amásia resultará da junção da América e da Ásia junto ao oceano árctico

A direita, a traição e as putas

Em 1383 o grosso da nobreza, principalmente a detentora do morgadio, tomou o partido de João de Castela. Em 1580 repetiu-se o filme, desta vez apoiando o rei Filipe. Em 1640 saem a correr 40 aristocratas, em desespero, porque a populaça andava a fazer alterações nas ruas, não apenas contra o rei Filipe III mas já contra todo o poder que a empurrava para a absoluta miséria.

Ainda podia acrescentar uns episódios oitocentistas. É sempre assim, a nossa direita anda sempre com a pátria na boca mas trai por tradição Portugal quando chega a hora da verdade.

Recordo isto na semana em que dois pré-ocupantes alemães começaram a verbalizar o que se vai seguir: humilhação internacional de Portugal através da sua máquina de propaganda, até ao estádio grego actual e o que se vai seguir.

O silêncio da nossa direita (nem toda, é verdade, mas da maioria) tem o ensurdecedor rufar da História. Sempre as putas do costume.

Orquídeas V: Zygopetalum

Hoje vamos  sentir a Zygopetalum.

Zygopetalum, Orquídea

Zygopetalum (Manuel Lourenço, Vila Nova de Gaia, Portugal)

Sentir?

Sim, porque quando falamos de Orquídeas falamos de apelos aos sentidos, falamos de sentir, de sentimentos!

Esta Orquídea sul americana é muito especial, uma das minhas preferidas. A zygopetalum merece este clique.

História

– Alguém se lembra como saímos da crise de 1929?
– Eu, eu, senhor, eu sei.

Hoje dá na net: A Infância de Ivan de Andrei Tarkovsky

[vodpod id=Video.16047629&w=425&h=350&fv=]

A Infância de Ivan

Ficha IMBD. Legendado em castelhano.

SNS: A reforma à Macedo (III)

SNS v_003

A equipa de Paulo Macedo incumbida da reforma decidiu que os exames de ‘Raio X’ têm que ser pagos no momento do acto médico. A imaginação para cobrar dinheiro aos doentes é ilimitada – sejam pobres, remediados ou ricos. Os equipamentos de imagiologia passaram a dispor de ranhura para a introdução da moeda. O doente inspira e paga em simultâneo, evitando trabalho burocrático. De resto, já foi solicitado à SIBS para instalar também um sistema de pagamentos com cartões de débito (multibanco). É o progresso. Nada de lamúrias, seus piegas.

“Idoso Encontrado Morto”

Vidal Bizarro é o fotógrafo do momento.

Banca, abjecta banca!

Quão mais baixo poderá descer o ser humano?

Isabel G

Volta a Portugal em Blogues: Aviscosidades com Foral


«Estarreja já é primeira!” …não se sabe bem em quê, exactamente; Sempre é melhor que ser terceira pois é uma posição imponente. Quando Estarreja começar a ficar mal pegamos na classificação e viramo-la ao contrário.»
É assim que o blogue regional de Estarreja Aviscosidades com Foral dá as boas-vindas aos internautas portugueses. Um blogue ao qual cheguei por ter citado o Aventar no momentoso caso da presença da Fanny no Carnaval de Estarreja.
Com uma regularidade assinalável, o autor debruça-se sobre os problemas do concelho de forma impagável e tendo como alvo, não raras vezes, a Câmara Municipal. Para mim, que não estava a par da actualidade de Estarreja, foi difícil conter as gargalhadas perante uma escrita mordaz e irónica e com um sentido de humor que não costumo ver com frequência. Recomendo vivamente.

Merkel já dá palpites sobre o cozido à portuguesa

Aquela variante do homo sapiens sapiens que conduz o destino da Alemanha (para perder mais tarde ou mais cedo uma guerra, que isso é destino) abriu a boca para falar da Madeira.

Na ausência de moscas até pode parecer que não soltou disparate. Mas saiu, por omissão: a Madeira teria muito mais fundos comunitários para gastar (provavelmente mal, mas isso não é novidade nenhuma e é problema nosso, que não discuto o que faz a Alemanha aos seus) se um mirífico offshore não lhe tivesse aldrabado o PIB. E com mais esses 500 milhões nem o Alberto João conseguia gastar tudo em estradas, até porque teriam de ser utilizados no combate à pobreza (mais desvio, menos desvio, é verdade). Mas os offshores, a vigarice de forma e em forma do capitalismo actual, dão jeito a toda as merkles do mundo.

Entretanto vou-me sentar confortavelmente à espera, a eternidade ainda demora um bocadinho, que alguém no governo do meu país explique à gaja que ainda não chegou à Madeira. Embora pela parte que me toca, se votarem os naturais por fazer da ilha um protectorado alemã, nada a obstar; excepto as Selvagens, saibamos ficar com o que ainda não foi betonizado e sempre é o nosso extremo sul, pode fazer falta.

Com os militares, o Branco fica mais branco

omoSeparemos as águas, da complicada barrela. A nível macroeconómico, uma crise financeira é indissocialvelmente política. Para combater o depauperamento financeiro, os governos poderão ser mais ou menos socialmente justos nas medidas políticas e, sobretudo, na equidade dos sacrifícios.

Colidir com interesses de grupos socioprofissionais organizados e sólidos, é mais difícil do que atacar o povo anónimo, disperso e aglutinado de forma inorgânica. Que manifesta indignação nas ruas, mas não é piegas. Vocifera e não entoa lamechas, nem é medricas.

Separemos, então, as águas de tal barrela, através de um processo de decantação. Da mistura heterogénea, retiremos a instituição militar que, pelo poder tradicional de que usufrui, se torna num corpo cujo manuseamento cuidadoso é recomendável aos governos.

O Ministro da Defesa, Aguiar-Branco, acusa os oficiais das Forças Armadas de instrumentalização, em reacção à carta aberta da AOFA – Associação dos Oficiais das Forças Armadas. Na defesa da tese da instrumentalização, o ministro, embora negando comentar, lá foi dizendo:

Eu não argumento quando se pretende fazer política com as Forças Armadas. Até do BPN se fala nessa carta.

[Read more…]

Merkel tem razão, então não tem?

(Foto: blogue “cantigueiro”)

A chanceler alemã tem toda a razão: a Madeira é um mau exemplo e Merkel utilizou-o muito bem para mostrar como se pode aplicar muito mal os fundos estruturais europeus (Público). As verbas recebidas não aumentaram a competividade, antes foram empregues na construção de túneis e autoestradas. Este dinheiro, sr. A. João Jardim, deveria ter sido canalizado para apoiar as pequenas e médias empresas, promovendo o crescimento económico e evitando, deste modo, a austeridade que agora os madeirenses são obrigados a aguentar.

Mas não foi só Jardim… (este Carnaval não vai ser diferentes dos anos anteriores nem os gastos…). Temos assistido ao mesmo, aqui no continente: autoestradas a mais, paralelas umas às outras a pouca distância (algumas por concluir), e outras infra-estruturas que nos endividaram e agora corta-se nos apoios e subsídios , etc. Por outro lado, não se tratou de criar emprego. Pelo contrário, nunca o desemprego foi tão elevado.

Mas temos o que merecemos: eles continuam lá, sempre os mesmos, a fazer palhaçada e a gozar com o Zé Povinho.

Os eleitores são teimosos e masoquistas: aguentam-nos durante décadas!

Cristiano Ronaldo aventador

Temos colega. Cristiano Ronaldo também aventa e por aquilo que a imprensa afirma, adquiriu um aventador para o seu serviço exclusivo. Sabemos que esta espécie de lâmina de barbear não foi adquirida por uns tantos patacos, até porque 400.000€ são ainda qualquer coisa. Aqui está o Lamborghini Aventador. Que CR avente muito e tenha atenção a aventadas velocidades.

Fala o queixinhas

via A Educação do meu Umbigo

Carnaval

Por JOÃO PINTO

Carnaval é um “conjunto de brincadeiras e festejos que ocorrem nesses dias” ou por “grande divertimento ou festa”. A fazer fé nesta definição, o Entrudo, ao contrário do que se diz nos órgãos de comunicação social, já começou e foi antecipado pelos partidos políticos.
Em vez do tradicional dia de Carnaval, os partidos políticos decidiram que haverá 15 dias de Carnaval. A comunicação social, os sindicatos, o Governo e muitos portugueses não quiseram ficar de fora desta brincadeira. Se correrem bem estes 15 dias, os partidos políticos, acompanhados pelos sindicatos, comunicação social e muitas personalidades importantes da nossa sociedade, prometem continuar a fazer palhaçadas e brincadeiras depois do dia de Carnaval.

Com tantos dias para gozar a verdadeira folia (ainda faltam 15 dias para o dia de Carnaval), como é que alguém pode ter a coragem de pedir mais um dia?

Será que, ao tomar a decisão de não dar tolerância de ponto no dia de Carnaval, o Governo apenas quis dizer “vamos arregaçar as mangas, já brincaram muito este ano”? Será que esta atitude do Governo tem como objetivo principal proibir as palhaçadas em Portugal? Será que os partidos da oposição e os sindicatos consideram que as brincadeiras são um direito adquirido? E a Constituição, será que prevê as palhaçadas?
Será que esta medida é anticonstitucional? Estas perguntas sugerem, em forma de brincadeira, mais umas conversas carnavalescas.

A família da era da crise

Humor. Como diz o ditado, casa em que não há pão todos ralham e ninguém tem razão.
Os conflitos familiares resultantes da austeridade e tributação impostas pelo governo em resposta aos ditames da Troika.

Filme original: “Brutti, sporchi e cattivi” (Feios Porcos e Maus) de Ettore Scola (1976)

Hoje dá na net: O Espelho de Andrei Tarkovsky

Ficha IMBD. Legendado em inglês.

Poltugal, um país do calalho

Isto sim, é um país do calalho! Chama-se Poltugal.”

Imaginemos por um momento o ministro Álvaro. Sentado, a ler. Sobre o regaço, os poemas de Álvaro de Campos. A sua atenção fixa-se, pensativamente, na estrofe final de um deles: “Ah, todo eu anseio / Por este momento sem importância nenhuma / Na minha vida, / Ah, todo eu anseio por esse momento, como por outros análogos / Aqueles momentos em que não tive importância nenhuma, / Aqueles em que compreendi todo o vácuo da existência sem inteligência para o compreender / E havia luar e mar e solidão, ó Álvaro”. O Álvaro na sua solidão. E então… aconteceu. O momento. Aquele momento em que compreendeu “todo o vácuo da existência sem inteligência para o compreender”. Porque se deveu a uma graça divina. Apenas. Aquele Deus que, na sua obra “Diário de um Deus criacionista”, o mesmo Álvaro tanto houvera amargamente questionado pela demora preguiçosa em criar o mundo! E, bruscamente, com o efeito de uma revelação, um golpe de génio. Que haveria de mostrar a Portugal e ao resto do mundo o ministro Álvaro como o grande ministro da Economia! O momento traduzido num verso, para citar Manuel António Pina, um só verso que, no fundo, vale por uma epopeia inteira e que, na sua simplicidade, acabava por sintetizar seis meses extenuantes no domínio da acção governativa. Disse ele então que Portugal “tem falhado” no que se reporta às exportações de produtos nacionais, “tal como as natas”! O famoso “ovo de Colombo” miraculosamente transformado em pastel de nata.
[Read more…]

Proxenetia digital com #pl118

«Já o presidente da AFP, Eduardo Simões, disse à agência Lusa que irá reiterar aos deputados o apoio ao projecto legislativo do PS.

“É uma questão de princípio do ordenamento europeu e português. Não se trata directamente de necessidades económicas”, disse Eduardo Simões, referindo que a actual lei em vigor só se aplica a suportes e equipamentos analógicos e deve abranger os digitais.

Para o responsável, o Estado tem que legislar para que haja uma remuneração por causa do direito à cópia privada e essa remuneração “é simbólica”, apesar de “todo o ruído que se tem feito na Internet, nas redes sociais e nos blogues, com poucos argumentos”.

Eduardo Simões admite que a legislação deve abranger excepções, por exemplo, para os profissionais das indústrias criativas, que usam discos de computador – internos ou externos – com capacidade acima de um terabyte. “O que está em causa é o uso privado”.» no Público

Sem argumentos? Pagar direitos de autor para guardar trabalhos próprios não é argumento, ó inteligência? E que harmonização europeia é essa onde aberrações semelhantes estão a ser revogadas?

E defender excepção em causa própria mas querendo explorar o trabalho dos outros em proveito próprio, é o quê a não ser proxenetismo?

A degradação dos argumentos e a constante mentira (p. ex. 100 € a mais num disco rígido é simbólico?) parte dos defensores desta miserável proposta socialista é a prova acabada da injustiça que querem ver aprovada. Tenham vergonha na cara. Vão mas é trabalhar em vez de querem viver do trabalho dos outros.

O não caso…

(…)”Mas caramba! Não pode ser sempre a sorte. Quando as pessoas percebem que o que estamos a fazer está bem feito; então devemos persistir, ser exigentes, não sermos piegas e não termos pena dos alunos, coitadinhos,  que sofrem tanto para aprender. Nunca conheci um aluno que anos mais tarde louvasse os professores que facilitassem ou que não tivessem cumprido devidamente a sua missão.”(…)

Perceber melhor AQUI

Académica de regresso ao Jamor

A Académica gosta muito do Jamor em anos de crise. Preferia que fosse contra o Benfica, temos velhas contas para ajustar, seja com quem for da final da Taça de Portugal ninguém nos tira.