O novo presidente do Parlamento Europeu, evoca os acontecimentos de há duzentos anos para caracterizar uma Europa padronizada sob um rolo compressor e ao arrepio da vontade dos seus povos. Este é um caso de uma antiguidade bem recente, recordando-nos todos dos tristes episódios dos referendos “até que sim”, das pressões chantagistas utilizando o eterno argumento monetário e as ameaças cada vez menos veladas, consagradas através de telefonemas exigindo a expulsão de primeiros ministros eleitos democraticamente. Esta é a Europa do Directório Continental de corte bonapartista, sempre lesiva e de uma extrema ameaça aos interesses de Portugal e da sua existência como Estado independente e de pleno Direito internacional. O pior de tudo, consiste no insistir da propaganda mentirosa e abusiva das “inevitabilidades” que cavam ainda mais fundo, se é que isto é possível, o caviloso buraco de extorsão em que nos precipitámos. Sem qualquer menosprezo relativamente a húngaros, checos, letões, romenos, suecos, dinamarqueses, holandeses e quase todos os outros compagnons de route comunautaire, a rápida leitura da nossa história e a presença cultural de facto no mundo, possibilitam-nos a alternativa que todos sabem existir mas alguns teimam em alijar como coisa sem préstimo. Esta teimosia apenas tem um móbil: o interesse pessoal dos membros da oligarquia e do seu nefasto e prescindível Euro.
Pois aqui vos deixamos esta inabalável certeza, velha de séculos: não há outro caminho senão olharmos para Sul e para o Oriente. Nenhum outro.
A extorsão (1): o novo presidente do “Parlamento” Europeu
A Prevaricadora Maria de Lurdes Rodrigues

Ao contrário do Pedro, não tenho qualquer problema em comentar casos que estão a decorrer nos Tribunais.
Neste caso concreto, a verdade é que Maria de Lurdes Rodrigues foi constituída arguida há alguns meses pela sua actuação enquanto Ministra da Educação e agora vai mesmo ser julgada por Prevaricação.
O caso deu muito que falar à época e é de fácil explicação. Em 2005, Maria de Lurdes Rodrigues, através de um Ajuste Directo, assinou com João Pedroso, irmão do deputado do PS Paulo Pedroso, um contrato pelo qual o Minsitério pagou quase 300 mil euros. O objecto do contrato era a compilação e sistematização das leis relativas à Educação. Dado que esse contrato não foi cumprido, o Ministério celebrou um segundo contrato com João Pedroso, também milionário, para que pudesse terminar o trabalho. Voltou a não cumprir e desta vez o Ministério exigiu-lhe a devolução de metade do valor pago. Afinal, o trabalho milionário não passa de um conjunto de fotocópias de Diários da República, armazenadas em caixotões de uma cave da 5 de Outubro e nunca utilizadas. [Read more…]
O olhar
Vergílio Ferreira escreveu Pensar há 20 anos e cada um dos pensamentos que fazem este livro estão enumerados. Gosto de os ler, assim, avulso, ao acaso (mas Nada é ao Acaso, escreveu outro) …
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Nós temos a idade do nosso olhar. Não dos olhos – do olhar, que é o consabido «espelho da alma», ou seja da fonte da vida, ou seja da força de estar no mundo. Assim há velhos com uma alma reativa de juventude, portanto com um olhar cheio dela. Para sabermos a idade do seu corpo, ou seja dos olhos e não do olhar, basta decerto vê-los a dormir.
«I’m the captain of my soul» (de um poema de W.E. Henley citado por Morgan Freeman no papel de Nelson Mandela no filme Invictus)
Rita Slof Monteiro
Quando vejo um apelo de partilha numa rede social por alguém desaparecido puxo logo do google. Normalmente ou são boatos, ou casos resolvidos. Este, de que bem me lembro, merece atenção porque tende a cair no esquecimento. Ocorreu em 2006, já deu origem a um processo judicial:
Pela ausência de investigação, pelos erros grosseiros cometidos pelas instituições do Estado Português e pela sua demissão de apoio e ajuda aos seus cidadãos em momentos de crise, os familiares da Rita Slof Monteiro accionaram um processo Judicial no Tribunal Administrativo do Porto, que deu entrada a 21 de Dezembro de 2009.
E a família da Rita Slof Monteiro continua a querer saber dela, o que é natural, tenha sucedido seja lá o que for, e nem temos de pensar sempre no pior. Rebentou agora no facebook, se calhar o sítio onde vale a pena, e explodiu ontem por uma razão muito simples: outra Rita escreveu: [Read more…]
Hoje dá na net: África, Adeus
Vê isto e aposto que não dormes esta noite!
Nunca pudeste ver estas imagens, censuradas pela gente do politicamente “correcto”. Foi isto que deixámos para o “depois de nós”. Bom proveito!
Italiano, legendado em espanhol, ficha Imdb.
Eleições à americana, amen
Num estado dominado por Evangélicos, Ron Paul é o Protestante mais bem colocado para tomar o voto destes, representando um problema para Santorum e tornando-o a alternativa a Romney, sobretudo depois da vitória em New Hampshire e do apoio de Tom Davis.
Ainda dizem mal dos muçulmanos.
Diz-me se queres trabalhar, dir-te-ei quanto tens de pagar
Portugal é o país em que o conceito de utilizador-pagador está a ser levado a cumes nunca antes escalados. Há pouco tempo, Manuel Ferreira Leite reformulou o grito de Ipiranga, quando, chegada ao terreiro da hemodiálise septuagenária, vociferou “Pagamento ou morte!” Também a formação contínua dos professores, o negócio da TDT ou a infindável dívida das SCUTs, entre muitas outras sobrecargas, podem servir de exemplo para mostrar que o cidadão português está reduzido a ser um contribuinte compulsivo, mesmo depois de já ter pago o que há-de voltar a pagar. O trabalhador português, por ser um utilizador do trabalho, está sujeito, também, a pagar por isso.
A manchete do Jornal de Notícias de hoje poderia ser um título criado pela equipa do Inimigo Público, mas não há humorista tão inspirado que se possa lembrar de que é possível que o seguro de um bombeiro não contemple queimaduras. Como se isso não bastasse, ainda ficamos a saber, também pelo JN, que há militares da GNR que são obrigados a adquirir o fardamento (e só isto já devia ser considerado um disparate) a empresas que não estão certificadas para o fazer, o que é quase o mesmo que dizer que há agentes de segurança que, para cumprir a lei, têm de fugir à lei.
A esta hora, o Inimigo Público deve estar a ponderar uma queixa à Alta Autoridade para a Comunicação Social: a realidade anda a fazer concorrência desleal aos humoristas.
Maria de Lurdes Rodrigues vai ser julgada por prevaricação…
…e incorre numa pena que pode variar entre os dois e os oito anos de prisão.
Nunca comentei aqui processos que se encontrem em julgamento e não é hoje que vou começar. Opiniões deste tipo guardo-as para mim ou comento-as em privado, salvando o princípio de não julgar na praça pública e sem o conhecimento completo de todos os elementos.
No entanto, e partindo da suposição de que se há pronúncia e julgamento haverá elementos suficientes para isso, não deixo de saudar um facto: ex-governantes que tenham extrapolado os seus cargos e prejudicado o erário público, devem responder por isso.
Oxalá, independentemente do resultado final deste caso particular, a justiça portuguesa prossiga este caminho. Como diz o ditado, vale mais prevenir do que remediar. Esta decisão vai no caminho da prevenção, quanto mais não seja porque assim, políticos em tentação, percebem que poderá chegar o dia em que já vão tarde para remediar. E serve, desde já, de aviso aos que se encontram hoje no poder.
Notas acerca de votações pela Internet
![By Original author:S. Solberg J. [GFDL (www.gnu.org/copyleft/fdl.html) or CC-BY-3.0 (www.creativecommons.org/licenses/by/3.0)], via Wikimedia Commons By Original author:S. Solberg J. [GFDL (www.gnu.org/copyleft/fdl.html) or CC-BY-3.0 (www.creativecommons.org/licenses/by/3.0)], via Wikimedia Commons](https://i0.wp.com/aventadores.wpcomstaging.com/wp-content/uploads/2012/01/200px-ballot_box_current-svg.png?resize=200%2C264)
A votação pela Internet é um problema difícil de resolver devido à própria forma como a Internet está construída. Esta abertura traz-nos inúmeras vantagens, mas também algumas desvantagens. Para garantir que um votante anónimo não faz votações repetidas empregam-se várias técnicas. Podemos limitar a votação por “cookies” ou por endereço IP, ou então usando ambas as técnicas ao mesmo tempo.
Um cookie não é mais do que uma pequena quantidade de informação que é guardada no computador do utilizador e que é lida pelo próprio servidor que a criou. Utilizam-se os cookies para muitos fins. Podem ser usados para identificar um utilizador por forma a que este não tenha de se autenticar de cada vez que acede a um site, servem para recolher informações sobre os hábitos de navegação (que sites visita, em que ordem, etc), servem também para indicar se o utilizador já votou ou não numa determinada categoria de um concurso sobre os melhores blogs de 2011.
Queres que te meta, filha?
Por ARNALDO ANTUNES
– Queres que te meta, filha?
N. mostrava-se relutante. Acordara há poucos minutos e a última coisa que lhe apetecia naquele momento era levar aquilo à boca.
Nem sempre fora assim. No princípio, marchava tudo sem qualquer hesitação. Ainda A. se preparava e N. já estava de boca aberta. Agora, tornara-se esquisita e não aceitava qualquer coisa. Nem mesmo o olhar doce de A. a convencia.
– Queres que te meta, filha?
Paciente, A. sabia que a autoridade, com N., não funcionava. Já tinha forçado, no passado, abrindo-lhe a boca de forma violenta, mas ela tinha cuspido tudo. Daí que, nesse dia, A. tenha optado pela técnica da persuasão.
– Não queres, N.? Então não levas a sobremesa. Não gostas disto, também não levas mais nada.
Palavra que disseste! Como se tivesse uma alavanca dentro de si, N. abriu a boca e engoliu tudo, sorvendo até à última gota. Só parou no fim.
Contente por ter conseguido meter-lhe a sopa, A., a avozinha, beijou ternamente N., a netinha, e disse-lhe:
– Muito bem, meu amor. Agora, como prometi, vou meter-te o pudim.
Na altura própria
João era agora um homem velho, em paz consigo e com o mundo. Tinha um objectivo e uma ambição, suicidar-se na altura própria. Nem antes nem depois. Não queria morrer ao acaso. Não queria morrer na incerteza com que nasceu. A sua grande angústia residia no medo de não vir a reconhecer a altura própria. Ambicionava o momento exacto, e para tal se ia preparando, criando dia a dia uma espécie de protocolo que o encaminhasse progressivamente para o momento certo. [Read more…]
O pau, a cenoura e o pão de ló
O pau é o instrumento político mais utilizado por este governo e trabalha todos os dias (exemplo de hoje).
De vez em quando lá aparece uma cenoura, que nem o é porque resulta da mera ameaça do pau (primeiro ameaça-se “vou dar-te com o pau” e depois diz-se “bem, desta vez escapas”. É assim a modos que uma cenoura virtual feita para parecer real.)
Finalmente, temos o pão de ló (e para esse não faltam ovos, nem farinha, nem açúcar, apesar de se utilizar uma prática oposta à da cenoura – afirma-se que o pão de ló não existe e é apenas virtual.)
Temos, portanto, uma política de pau para quase todos e pão de ló para uns quantos. O resto são cantigas e figuras de estilo.
Não, obrigado, não quero recibo
Não sou fiscal do Estado, nem este me paga para andar à cata de impostos alheios. Nem sou assim tão lorpa que vá voluntariamente pagar por um bem ou serviço mais 23% do que ele me custaria sem recibo. Não, não peço recibo. E mesmo que pague o mesmo, só peço recibo se tiver alguma vantagem nisso. Caso contrário, não, não peço recibo.
Se querem que eu peça recibo, aprendam a ser justos. Aprendam a governar. Caso contrário, não vou pedir recibos para ajudar a pagar os motoristas de 21 anos do Francisco José Viegas que recebem 1600 euros por mês; ou as 1097 nomeações de Passos Coelho; ou as trocas de boys e respectivas indemnizações; ou os Grupos de Trabalho criados pelo Relvas; ou os benefícios fiscais da Banca e das SGPS; ou os salários milionários dos Catrogas deste país; ou os inúteis Planos Nacionais de Barragens; ou os Subsídios de Férias e de Natal do Cavaco e dos demais reformados do Banco de Portugal. Ou para andarem a cortar apenas aos mais pobres
Não, enquanto não houver justiça e equidade fiscal em Portugal, não tenho qualquer motivo para pedir recibo.
Trabalho na infância, escola depois dos 65
foto de Lewis Hine
Faz agora duas décadas desde a publicação da primeira legislação em Portugal sobre trabalho infantil que reduziu significativamente os riscos para as crianças.
Mas a atual situação de crise económica pode levar a que algumas famílias recorram à mão-de-obra dos filhos “como fonte de receitas para o orçamento doméstico”, dizem especialistas.
Por outro lado, Portugal é o país da UE com a maior percentagem de pessoas a trabalhar depois dos 65 anos (uma notícia do Público de 14 /1/2012, exatamente igual a outra de 2002). Não admira, com as reformas miseráveis que têm, vergonhosas para todos nós.
Quem nos garante também que vamos ter a nossa?…
Muitos dos que têm que trabalhar depois dos 65 foram, em crianças,
obrigadas a abandonar a escola no final do ensino primário (ou mesmo antes de o concluírem) para trabalharem no campo ou noutra atividade de forma a poderem ajudar os pais. Quase todos temos casos desses nas nossas famílias…
Deixo uma homenagem ao meu pai e a outras pessoas que aos 65 decidiram voltar à escola dando continuidade àquilo que cruelmente lhes foi negado.
Uma interrupção de décadas… Tanta vontade de aprender!
Formação contínua: os professores pagam para trabalhar
Embora muita gente não acredite, parte do horário de trabalho dos professores é (ou deve ser) ocupada com a formação contínua, isto é, com a actualização científica e pedagógica, porque o paradoxo da profissão docente é o de obrigar a que se seja aluno para sempre.
Como é evidente, um professor, como qualquer profissional superiormente qualificado, deve ter autonomia suficiente para encontrar sozinho os meios necessários para se actualizar, mas isso não é suficiente. Em todas as áreas do conhecimento científico e da prática docente há novidades a que nem sempre é fácil aceder, especialmente quando dependem, por exemplo, da investigação universitária. Para isso, é fundamental que existam meios de fazer chegar essas mesmas novidades aos professores que estão no terreno (ou num terreno diferente) e isto é apenas um dos aspectos essenciais da formação contínua de professores, que é também o território ideal para a partilha entre profissionais de escolas e de áreas diferentes.
No afã de poupar a qualquer preço, os últimos três governos têm levado a cabo a destruição de um sistema que, não sendo perfeito, tinha condições para melhorar e era fundamental para que a actividade dos professores tivesse condições para ter qualidade, ao mesmo tempo que a legislação obriga a que os professores frequentem acções de formação para efeitos de progressão na carreira. Seja como for, sem um sistema de formação contínua que garanta variedade e constância, é a própria Educação que fica empobrecida e este não é um problema corporativo. Cometendo, mais uma vez, o pecado da auto-citação, já tratei deste tema em vários textos (aqui, aqui e aqui).
O jornal i de hoje faz referência ao assunto na capa, chamando a atenção para o facto de que os professores são, no fundo, obrigados a pagar as acções que, por lei, têm de frequentar. Se admitirmos, portanto, que a formação contínua é parte integrante do trabalho dos professores, chegamos à conclusão de que os professores são obrigados a pagar para trabalhar. No texto disponível online, ficamos a saber que há muitos formadores que se disponibilizam para dar, gratuitamente, acções de formação, o que quer dizer que trabalham e não são pagos, se partirmos do princípio de que preparar e dar acções de formação é trabalhar.
Se um trabalhador deve ser remunerado pelo seu trabalho e, portanto, não deve pagar para trabalhar, o que se passa na formação contínua de professores é mais uma brecha no depauperado edifício da Educação em Portugal. Se é certo que nunca tive nem terei problemas em pagar para ir a congressos ou para assistir a conferências, tal como nunca me recusei a, graciosamente, dar uma ou outra palestra ou a participar em actividades culturais, recusar-me-ei a pagar para obter a formação contínua a que tenho direito, tal como me recusarei a frequentar acções de formação em que o formador não seja pago pelo seu trabalho. Quem fizer o contrário está a contribuir para criar factos consumados que muito dificilmente poderão ser corrigidos.
Hoje dá na net: Oil, Smoke and Mirrors
Oil, Smoke and Mirrors, documentário onde se retrata a crise energética actual e como esta molda a política externa das nações. Mostra-se especificamente como a “guerra ao terror” não tem nada a ver com terrorismo ou uma ameaça séria ao mundo ocidental e tudo a ver com a necessidade de manter o acesso às fontes de energia.
Em inglês, sem legendas.
Blogs do ano 2011 – 1ª votação

Rosa Luxemburgo
No aniversário do assassinato de Rosa Luxemburgo aqui fica um trabalho escolar sobre ela. Numa altura em que o líder parlamentar do CDS manifesta o seu analfabetismo político acusando a IV Internacional de ligações com ditaduras e a direita em geral vai insistindo na peregrina ideia de que toda a esquerda é bolchevique, convém divulgar estas coisas que entre nós estariam ao nível de um 9º ano, quanto muito de um 12º.
Oportunidade de Negócio: venda de bens roubados em concursos públicos
No exercício da advocacia, uma das áreas com as quais mais lido é a da contratação pública. Uma área onde o cheiro a corrupção e compadrio é intenso, mas normalmente disfarçado, o que aconselha sempre a algum recato da minha parte, como profissional da justiça que sou. [Read more…]
Cante-se o Hino!

Como é ilustrado pela imagem, o CM anuncia que militares reservistas – ao fim e ao cabo, os reformados ou pensionistas das Forças Armadas – vão receber subsídios de férias. O DN confirma, adiantando que o Ministério da Defesa (MD) “justifica a atribuição dos subsídios respeitantes a férias vencidas a mais de 500 militares que passaram à reserva fora da efectividade de serviço, até final de 2011”.
A justificação e a decisão do Ministério da Defesa merecem-me, à partida, as seguintes observações:
- Para todos os funcionários públicos, reformados da f.p., trabalhadores e pensionistas do sector privado; em suma, todos os trabalhadores civis e ainda militares e membros de órgãos de soberania remunerados pelo Estado, os Subsídios de Férias, reportados à anuidade anterior, vencem-se a 1 de Janeiro de cada ano.
- A justificação dada pelo MD, ao invocar tratamento de excepção, ilude, portanto, um princípio elementar e legal do tempo de vencimento do subsídio de férias, o que agrava o caso de discriminação na aplicação do OGE de 2012 que, natural e racionalmente, os Sindicatos da Função contestam.
Campanha Pingo Doce na Holanda com o casal Cavaco Silva
O Pingo Doce transferiu a sua sede para a Holanda em Janeiro de 2012. O casal Cavaco Silva disponibilizou graciosamente o seu tempo e a sua imagem para protagonizar a campanha publicitária lançada naquele país, com o êxito que era de esperar.






Sugestionado pelo título de uma série televisiva americana, 












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