São os quatro irmãos Marx, é claro. Um filme de 1933 com Groucho, Harpo, Chico e Zeppo Marx, realizado por Leo McCarey.
Legendado em português, ficha IMDB
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
São os quatro irmãos Marx, é claro. Um filme de 1933 com Groucho, Harpo, Chico e Zeppo Marx, realizado por Leo McCarey.
Legendado em português, ficha IMDB
Decisão importantíssima. Em Portugal o negócio dos bancos não tem risco. Será que vai começar a ter? Algo me diz que não vai ser assim…
O camarada primeiro-ministro Pedro Passos Coelho nem imagina o impacto psicológico da critica que hoje fez aos mais poderosos e favorecidos pela «enorme injustiça» de estarem a criar obstáculos à mudança. Não podia ter sido mais claro: «As escolhas que, no passado, foram privilegiadas e que criaram núcleos de privilégio injustificados, mercados protegidos, rendas excessivas, contratos desequilibrados para o Estado e o contribuinte, terão de ser resolvidos rápida e decisivamente». Sim, é o pescoço do Camarada Passos-Relvas. Saiba o camarada Pedro Coelho o nojo que nos era inoculado pelo até aqui silêncio governamental em face de tal dualidade e arrastada ambiguidade. Óbvia vai a resistência sonsa à respectiva quota de sacrifícios e abdicações precisamente por aqueles que fatalizam forçoso termos de passar fome e dificuldades, vivendo eles bem à larga, como sempre viveram. Mostrar-se o Camarada Passos sensível, ainda que simbolicamente, às nossas expectativas quanto a um sentido de justiça, nesta hora, era de suma importância e, não sei porquê ou talvez saiba, tardou de mais. Ouvimos as palavras. Falta ver operativa a boa-vontade do Governo no sentido da rápida renegociação dos contratos das Parcerias Público-Privadas e da redução das rendas excessivas do sector energético. [Read more…]

Ainda em relação às ausências nas comemorações do 25 de Abril.
Que ninguém confunda as atitudes da Associação 25 de Abril, atrasadas meia dúzia de anos (como se Sócrates nunca tivesse existido), ou de Manuel Alegre, inconsequente e de uma incoerência total por parte de alguém que ainda há um ano andava de braço dado com o antigo primeiro-ministro.
A atitude de Mário Soares, como sempre, foi a de um oportunista da pior espécie, que viu nesta atitude algo de interessante para si, seja uma espécie de continuação da carreira política (!), futuro pessoal, influência ou notoriedade. Por onde andou Mário Soares durante todos estes anos?
Uma atitude oportunista do mais oportunista dos políticos portugueses. É assim há quase 40 anos, há-de continuar a ser assim até morrer. Está-lhe na massa do sangue.
Desmontada pelo Marco Santos. Acrescento que tratando-se de muçulmanos vale tudo e todos os disparates passam. A caça ao mouro em todo o seu esplendor.
Excelente videoclip político, para variar até tem um final feliz.
Durante a minha licenciatura em Ensino de Música, um dos livros que mais me marcou (talvez o que mais me marcou) foi, sem dúvida, Tornar-se Pessoa de Carl Rogers, um livro cheio de ensinamentos não só para professores mas para todos em geral!
Depois do indiano Krishnamurti (ver o meu post O Medo), Rogers vem por associação, porque são muito semelhantes, não obstante estarem geograficamente tão distantes! Rogers foi um importante psicólogo americano, que «revolucionou» a psicoterapia.
Comemorou-se, em Fevereiro, os 110 anos do seu nascimento. Penso que é uma óptima oportunidade de relembrar os seus ensinamentos e conhecer o que aprendeu na sua longa experiência como psicólogo, psiquiatra e psicoterapeuta através desta obra. [Read more…]
Vítor Constâncio vê com preocupação o desemprego a crescer (…)
«é certo que em determinados países há recessões, mas já estava previsto e ninguém previu no entanto que o desemprego aumentasse tanto», explica.
A versão vídeo de Os Donos de Portugal (que enquanto livro é uma obra historiográfica notável, não sendo exactamente uma investigação académica) levantou na extrema- direita (e em alguma direita também) o que era de esperar: incapacidade de contestar os factos e a acusação repetida de que se trata de um trabalho de mera propaganda política.
Mesmo a anarco-direita (que encontrou ali argumentação contra o papel do estado na economia que muito lhe convém) torce o nariz, é da sua natureza, e ao que parece um documentário de tese tem de ter contraditório, sobretudo quando a tese não nos convêm. Não dizem o mesmo dos estafados comentadores do regime que invadem as televisões todos os dias, num saudável pluralismo de repetições.
Mas vejamos um exemplo de argumentação da extrema-direita: [Read more…]
Vítor Gaspar: “Evolução do desemprego é um estímulo para acelerar reformas estruturais”
Alexandre Teles
Gostaria de chamar atenção para um excelente artigo (Em Portugal, a universidade do consenso), feito por um jornalista (Owen Jones), num excelente jornal (Le Monde Diplomatique, edição portuguesa) onde os docentes da Faculdade de Economia da Universidade Nova demonstram uma atitude que embora a eles pareça de orgulhosa, admitamos cai no ridículo, uma atitude presunçosa e de quem manda no país, passo a deixar alguns excertos, que me causaram indignação:
“Basta-me pegar no telefone para encontrar um membro do Governo, o Primeiro-Ministro ou até o Presidente da República.” (José António Ferreira Machado, Director da Faculdade de Economia). [Read more…]
Mais logo, em Águas Santas / Maia (Centro Cultural dos Moutidos), vamos falar sobre o 25 de Abril. A entrada é livre. Como o 25 de Abril. A organização é da A.C.R. “Os Fontineiros da Maia”.
Até logo:
De Francisco Louçã, retirado do seu Facebook
Quando me contou que ia começar mais uma série de quimioterapia agressiva, o Miguel escreveu-me que “o bicho voltou mas eu ainda não disse a última palavra”. Era uma conversa entre nós – e todos os seus amigos terão estes momentos e estas conversas para recordar, cada um à sua maneira –, por causa de uma citação de Ernst Bloch, “ninguém tem a última palavra”. Um de nós, qual foi nem importa, tinha-a usado uma vez numa convenção do Bloco, nunca ninguém tem a última palavra. É uma lição de humildade e de humanidade, nunca ninguém tem a última palavra. E repetimo-la muitas vezes, os dois, já nos ouviram a dizer isto, lembram-se?
Eu ainda não disse a última palavra, disse ele. Nem o cancro. Ninguém tem nunca a última palavra. Fica sempre alguma coisa por dizer, há sempre alguém que dirá mais. Nunca fica tudo dito. [Read more…]
Enquanto Helena Matos se indigna com o pequeno-almoço gratuito nas escolas (e demonstra não ter visto o Feios, Porcos e Maus), há pais que dão bons conselhos aos filhos.
No fim-de-semana passado, reparei que a Fnac tem à venda algumas das obras do filósofo indiano J. Krishnamurti (1895-1986), editadas pela Presença. Krishnamurti foi um autor que tive muita dificuldade em encontrar há quinze anos.
Fiquei com vontade de reler o único livro que tenho deste pensador fabuloso que escreve sobre vários temas como, por exemplo, o Medo. Em O Verdadeiro Objetivo da Vida, Krishnamurti dirige-se a jovens e a seus professores nestes termos:
Holanda aprovou proibição de coffeeshops a estrangeiros.
Já ficam com o IRC de meia-Europa, compreende-se.
Presume-se que os vitoriosos deste Mundo, sejam os vitoriosos que provocaram ou facilitaram a fabricação desta plataforma em que vivemos, da barbárie ocidental dos tempos modernos, da poluição, da fome, da super-alimentação e da alimentação envenenada, o mundo da degradação, da auto-destruição e da massificação da economia, o mundo-universo da droga, do suicídio, da delinquência, da violência e do extremismo. [Read more…]
Pedro Andrade
Começo por dizer que nunca entrei em contacto próximo com o projecto ES.COL.A. Tal como a maioria dos cidadãos do Porto (infelizmente), nunca participei nas actividades deste projecto, embora já soubesse da sua existência desde meados do ano passado. Apesar disto, o seu mérito pareceu-me desde o início inegável: um edifício público, neste caso a Escola da Fontinha, que estava há já 5 anos abandonada e degradada (impedida assim de concretizar o fim social para o qual foi projectada), é ocupada por cidadãos que, sem apoio de qualquer instituição pública ou privada, se dedicam a reabilitar o espaço e dar-lhe vida com várias actividades culturais e educativas.
Entrei pela primeira vez na escola no dia 25 de Abril, durante a reocupação após a retirada forçada por funcionários da Camara Municipal do Porto e Polícia na semana anterior. Lá não encontrei, como cheguei a ler em alguns sítios, “delinquentes”, “drogados” ou “criminosos”. Não encontrei o que a própria Câmara designa de “ocupação selvagem”. Encontrei cidadãos portuenses a lutar e a gritar pelo direito a utilizarem um espaço público para realizar actividades em prol da comunidade. Encontrei pessoas a cantar, a dançar e a abraçarem-se. Encontrei uma biblioteca cheia de livros escolares, revistas e vídeos. Encontrei quadros de ardósia. Encontrei uma mesa e raquetes de ping-pong. Encontrei paredes pintadas e com desenhos. Encontrei pessoas e material suficientes para fazer um projecto de grande relevância social. [Read more…]
de Edgar Feldman. Filme feito em colaboração com os alunos e professores da turma PIEF da Escola E.B. 2,3 das Olaias, em Lisboa durante o ano lectivo de 2010/2011 emitido pela RTP2 em 25/4/2012.
Dizem que vai ficar pouco tempo na net. Dizem-se tantas coisas.
É bom demais para não dar viral: uma escola como ela é, sem açúcar. Ao pé disto a quarta temporada do The Wired é para meninos. Quem voltar a falar sobre ensino em Portugal sem ter visto pelo menos um quarto de hora deste contentor, ou vivido um, vá dar banho ao dógue, tópas puto?

Santarém, Jardim dos Cravos. Homenagem a Salgueiro Maia.
25 de Abril de 2012. © Um Amigo.
Vale a pena ver com atenção os dois vídeos que se seguem, com a participação de Maria do Rosário Gama no programa “Plano Inclinado”, em que um dos comentadores residentes era Nuno Crato. Ouça-se, com muita atenção, o modo como Nuno Crato mostra uma indignação solidária contra o disparate dos mega-agrupamentos, o mesmo disparate para o qual, menos de dois anos depois, contribui, como ministro. Enfim, cratinices. [Read more…]
8% da população não tem cobertura TDT. Bem vindo ao país falhado.
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O multiculturalismo (vejam lá: uma canção norueguesa inspirada noutra do comuna Pete Seeger) juntou 40 000 cidadãos na rua, só porque Anders Behring Breivik declarou em tribunal que a cantiga lhe provoca os suores frios que nossa querida extrema-direita sente nos passos de uma Grândola Vila Morena.
Aguardemos até a blasfema insurgência nacional descobrir aqui a perdição da raça e o princípio do fim da superioridade da civilização cristã ocidental.
A implosão será, mais tarde ou mais cedo, o caminho a seguir por quem demoliu um bairro social para abrir a paisagem à classe. Se a escola da Fontaínha não é minha, implode-se, pensa um pobre complexado que chegou a autarca por mera falta de comparência do adversário. E cantará vitória, como se os nossos libertários não estivessem ali a demonstrar que estão vivos, valendo isto um poema à nossa memória e espero que ao nosso futuro.
O problema de Rui Rio é dentro da sua arrogância ainda não ter percebido que não vai substituir Passos Coelho, por mais fascista que se imite; os tempos são outros e os governos de salvação nacional são agora sempre conduzidos por um um homem da Goldmam Sachs.
Ficará para a histórinha como um tolinho das corridas de automóveis, do posso, quero e mando. Ao pé dele Luís Filipe Menezes parece um génio da política. É obra.
Perto de celebrarmos o Dia da Mãe, vem-me à memória que, há uns tempos, Vítor Belanciano (jornalista do Público) escreveu sobre um grupo de cidadãos (França e Bélgica) que pretendiam criar o dia dos não-pais…
Quer-se criar um dia para tudo. Até o Dia do Cão se quis criar na Assembleia da República Portuguesa! Lembrei-me que tinha guardado, pelo seu tema absurdo, uma notícia que saiu no Espaço Público há cerca de 6 anos: [Read more…]
O fotógrafo Bob Carey tem em curso um projecto para angariação de fundos a favor da luta contra o cancro. A mulher dele gosta das fotos e padece de um cancro da mama desde 2006.
O presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, deu hoje Portugal como exemplo de um país que tem “agarrado o touro pelos cornos”, referindo-se ao combate à crise e à implementação de reformas estruturais. Jornal de Negócios
Indignai-vos!, uma palavra escrita sobre fundo vermelho na capa do livro de Stéphane Hessel (1917). Um livro publicado em 2011 e que andou nas «mãos dos cidadãos mais indiferenciados» em todos os locais públicos em França.
Deve ter muito para dizer um homem que conheceu praticamente todo o século XX, que privou com Sartre, que se juntou a De Gaulle, que recebeu a influência de Walter Benjamin, Marcel Duchamp ou Picasso, e que ainda redigiu, com poucos, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, adoptada pela ONU em 1948.
Marinho Pinto considera surreal ser a GNR a fazer buscas na Madeira
Porque o problema não é quem faz as buscas mas a necessidade delas existirem. E sobre isso, nem piu.

Independentemente da bola de ouro ou não, qualquer pessoa que gosta do Barcelona – e percebe a filosofia inerente áquela equipa – estaria mais preocupada com a equipa, como eu estou, do que com este ou aquele jogador em particular. Equipa que está obviamente a atravessar uma fase má. O próprio Messi pensa assim. Faz parte da filosofia da equipa e do que incutem nos jogadores. O Messi já ganhou três bolas de ouro, acho que já está mais que afirmado que é um dos melhores jogadores de sempre e parece-me muito provável que vá ganhar outra, mesmo que não seja este ano será para o próximo ou próximo. Só tem 24 anos afinal de contas. Mas o que interessa na realidade é a equipa. Preocupa-me tanto o facto do Messi não vir a ganhar a bola de ouro como o facto do Villa estar lesionado, do Piqué ter ido para o hospital ou do Abidal continuar a jogar.
Eu, em resposta a um colega que perguntou no facebook “onde estão todos aqueles que apoiam o Messi?”. Estão aqui e estarão sempre.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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