
Há quem, ao invés de se entreter com as muitas trivialidades que os candidatos partidários vão arremessando para produzir títulos de jornal, analise os diversos programas eleitorais publicamente disponíveis no que se refere a temáticas específicas.
É o caso da ZERO, que efectuou uma avaliação global de dez temas chave nas áreas do ambiente e sustentabilidade e de três aspectos específicos, tendo por base os programas dos partidos/coligações candidatos com representação parlamentar. Os dez temas gerais de análise foram: o combate às alterações climáticas, promoção de energias renováveis, eficiência energética e pobreza energética, sustentabilidade no sector dos transportes, relevância de políticas de ordenamento do território, desenvolvimento de políticas com impacto na melhoria do ambiente urbano, incentivos a uma verdadeira economia circular, investimentos em conservação da natureza, melhoria da gestão de recursos hídricos e na economia do mar, promoção de uma agricultura mais sustentável e maior resiliência da floresta portuguesa. As três iniciativas específicas avaliadas foram a credibilização da Avaliação de Impacte Ambiental, a decisão sobre o novo aeroporto para a região de Lisboa e a maior transparência e participação da sociedade no Fundo Ambiental.
Também a TROCA – Plataforma por um Comércio Internacional Justo procedeu a uma análise das propostas dos partidos no que toca à temática do Comércio Internacional.
E haverá outras… Seja como for, o propósito destas análises é contribuir para a reflexão e uma escolha fundamentada, pelo que a sua leitura é da maior pertinência e se recomenda.






Rui Rio, como muita direita portuguesa, tem um problema com o 25 de Abril, o que é natural. Essa direita, também de Rio e alegadamente democrática, chega mesmo a relativizar a ditadura do Estado Novo, enveredando por preciosismos terminológicos, tentando provar que não era fascismo. Até imagino que, num acto de revisionismo analgésico, os que foram torturados pela PIDE, por exemplo, relembrem o seu passado e esqueçam as suas dores, ao descobrir que, afinal, os torturadores não eram fascistas.







Lê-se no Público que «






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