
Um dos mais fortes candidatos à sucessão de Vladimir Putin, Yevgeny Prigojin, entende que as sanções impostas pelo Ocidente contra si e contra o grupo terrorista que dirige são razoáveis. Que é o mesmo que dizer que se está nas tintas para elas. Poderá ser bluff. Ou então mais uma prova de que os principais atingidos pelas sanções são os europeus. Sobretudo as classes média e baixa, que as elites estão a adorar a inflação. Principalmente a artificial. E os lucros extraordinários cujo nome não devemos pronunciar.

In a 2006 photo, Russian President Vladimir Putin (left) hosts U.S. President George W. Bush in St. Petersburg, Russia. At second right is Russian businessman Yevgeny Prigozhin, known as “Putin’s chef.” The U.S. has charged Prigozhin with running an Internet operation that interfered with the 2016 U.S. presidential election. He’s also been sanctioned for supporting Russia’s occupation in Ukraine.














Pedro Passos Coelho é um homem ocupado, já se sabe, e é, portanto, natural, que nem sempre tenha tempo para pensar naquilo que diz, até por falta de hábito. Nos últimos tempos, o ex-governante está demasiado “focado”, para usar um verbo que está na moda, em repetir a ideia de que as possíveis sanções por défice excessivo não se devem ao facto (repito: facto) de que o seu governo deixou um défice excessivo, mas sim à falta de competência do actual governo que ainda não pôde gerar défice excessivo. Passos Coelho é como as criancinhas que partem uma jarra e culpam outro menino que tinha acabado de entrar na sala.
Não faltará quem diga que o título é um trocadilho engraçadinho e que o autor tem a mania que tem piada. É tudo verdade e outras coisas piores que queiram pensar.






Não é bonito apontar para os erros dos outros, quando nos chamam a atenção para os nossos. Não há cantilena mais embirrante do que a lamúria do pois toda a gente faz o mesmo e eu é que sou condenado.







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