
No dia 12 de Dezembro de 2014 a Comissária Europeia, Margrethe Vestager, solicitou ao anterior Governo, através de uma carta dirigida à ex-ministra das financas Maria Luis Albuquerque, que apresentasse um plano de reestruturação credível para o Banif até Março de 2015, que incluia até uma proposta concreta elaborada pela Comissão Europeia.
Esta proposta apresentada pela Uniao Europeia permitiria ” recuperar totalmente a ajuda concedida pelo Estado ou pelo menos remunerá-la adequadamente “.
O governo de Passos Coelho e Portas foi avisado que, caso não apresentasse um plano de reestruturação para o Banco, seria aberta pela Comissão Europeia uma investigação ao Banif.
Como o plano nunca foi entregue pelo anterior governo à Comissão Europeia, esta tal como tinha avisado, deu início, em Julho de 2015, a uma investigação ao Banif.
Perante estas sucessões de factos, no dia 20 de Dezembro, o actual primeiro-ministro António Costa anunciou uma medida de resolução para o Banif que deu origem à venda do Banco ao Santander por 150 milhões de euros.
Esta operação deu origem a uma perda, no mínimo de 3 mil milhões de euros, para os contribuintes portugueses.
Agora expliquem-me, por favor muito bem, mesmo com um desenho, se a responsabilidade pelo que se passou no caso Banif foi do anterior governo português ou da TVI?





Para os fãs de Harry Potter, morreu Snape, papel desempenhado por 
As negociatas para maximizar a entrada de receitas resultantes da venda de bens públicos nos cofres não se têm detido, já há vários anos, em detalhes como a transparência perante cidadãos e até mesmo perante autarcas municipais. Foi isso o que aconteceu no caso das concessões para prospecção de petróleo e gás natural. Segundo Elvira Martins do movimento Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP) “estão assinados quinze contratos em todo o país e as áreas que estão ainda para concessionar são enormes, quatro ou cinco vezes a área de Portugal Continental“. 
















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