Sim, tal como Sócrates: “Sócrates destacou a importância da flexibilidade laboral na Auto Europa, destacando que é com flexibilidade que se defende as empresas e o trabalho“, subscrevo a tese e sim, sou favorável a que na Saúde tal como na Educação os serviços sejam pagos por quem pode para que possam ser totalmente gratuitos para os que não podem. Isso é justiça social, o resto é oportunismo eleitoral e cegueira sindical.
Meu caro José Freitas, não se pode avançar com a mudança necessária na sociedade portuguesa sem escorraçar da CRP as teias de aranha e todos os articulados que são um óbice ao desenvolvimento justo do país. Como o dinheiro não nasce nas árvores e com as finanças falidas só lá vamos com medidas drásticas onde aqueles que podem pagam para que os restantes possam usufruir sem custos.
Seria bem mais simples o silêncio de Passos Coelho nesta matéria; seria bem mais oportuno e oportunista ficar quieto e calado à espera que o poder lhe caia no colo. É essa a tradição na política pátria. Eu prefiro desta forma, falando verdade, com risco e com rasgo. Assim todos sabemos ao que vamos e para onde vamos. É só escolher: quem preferir as coisas como estão, vota Sócrates. Quem acredita que o Estado tudo deve suportar sem contributo de quem pode e a economia nacionalizada sempre pode escolher entre Louçã e Jerónimo.
Para os que acreditam que não há almoços grátis, a escolha é óbvia.

Com um primeiro ministro profundamente desgastado, num ambiente político de privação, aumentos de impostos e desemprego, o que é preciso para que o











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