Miguel Szymanski
De vez em quando são sacrificados, sobretudo quando o país em que operam se afunda por responsabilidade directa de banqueiros demasiado gananciosos e de vistas demasiado curtas.
Entretanto a imprensa em Portugal é cada vez mais uma ficção. Os jornalistas ousam cada vez menos. E os donos disto tudo, agora concentrados em Frankfurt, cada vez menos temem e cada vez mais podem.
















Eu (e todos os meus amigos da escola também) tenho (e cada vez mais!) m familiar, um vizinho ou alguém próximo que emigrou para França ou já de lá voltou depois de décadas a aforrar para um futuro menos pesado. Eu, e possivelmente todos os portugueses, conheço pessoas na diáspora em quatro continentes, em latitudes distintas e múltiplos fusos horários.
O início do século XXI trouxe muita esperança aos crentes nos amanhãs que cantam, desta feita é que era, sucessivos líderes mais ou menos populistas iam alcançando o poder na América Latina, Castro deixou de estar só, ainda que os cubanos continuem impedidos de votar em eleições livres à semelhança da esmagadora maioria das populações no Continente, hoje felizmente livre das ditaduras militares erguidas sob o pretexto de travar o expansionismo comunista.







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