
No final do Grand Budapest Hotel, o narrador diz a propósito do protagonista, Monsieur Gustave, o concierge do hotel: I think his world had vanished long before he ever entered it. But I will say, he certainly sustained the illusion with a marvelous grace.
Stefan Zweig, cujos livros inspiraram o filme de Wes Anderson, também sustentou diversas ilusões com uma extraordinária graciosidade. O filme de Maria Schrader Vor der Morgenröte ou em Francês, Adieu l’Europe, pretende mostrar isso. Vemos Zweig com uma educação e polidez de outra época, uma luzinha de civilização num mundo cada vez menos civilizado. O filme escolhe sublinhar este aspecto – a forma como Zweig se relacionava com os outros – em detrimento de uma reflexão mais profunda sobre o pathos que guiou os últimos anos da sua vida. Infelizmente, é precisamente por isso que o filme se torna numa banalidade.

Confesso que ainda não ouvi, mas parece interessante: um podcast criado por ex-colaboradores (redactores dos discursos) de Barack Obama na Casa Branca, lançado em Janeiro passado, que tem como objectivo salvar os EUA. Ao fim de 10 dias tinha já um milhão de ouvintes e Barack Obama concedeu-lhe a sua última entrevista como presidente. Para os três iniciadores do 



















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