O PS, na oposição, quer o que nunca quis no governo. Agora há-de ser o PSD que não quer, mas vai querer quando estiver na oposição e o PS, no governo, já não quiser. Na oposição são sérios, transparentes, corajosos e têm, em ambos os casos, a arreigada mania de que somos todos papalvos.
Vampiros
Mais do que os juros a pagar à troika pelo financiamento externo, é o injusto custo social suportado por todo um povo. Todo? Não. Tal como os habitantes da aldeia de Astérix, há um irredutível pequeno grupo de gente dita trabalhadora que irá ganhar com isto. Como há sempre alguém a ganhar com a miséria alheia.
Nos últimos tempos, tanto se falou que o endividamento privado para consumo pagava taxas de juros incomportáveis. Face ao que Portugal vai agora pagar com pobreza, é caso para perguntar: onde está a diferença?
Não está. Não existe. A agiotagem persiste, multiplica-se e transmuta-se. Não vive só de juros. Vive da riqueza que se obtém com a miséria, com mais trabalho e menos salário, com as demandas de produtividade para acompanhar a China, com menos assistência social e a privatização de recursos e de bens essenciais, com mais impostos. Vive do lucro ganancioso, pago por quem terá de se esfarrapar para ser produtivo. E a subserviência propaga-se. Agora segue rumo a mais economias latinas, que para as latrinas, do capitalismo sem freio nos dentes, serão mandadas.
Os vendilhões já não trabalham no Templo: tomaram conta dele. A alegada influência cristã da Europa Ocidental, apenas servirá para a caridade a uma pobreza cada vez mais alastrada. A caridade tomará o lugar da solidariedade, e os tostões aliviarão algumas consciências, de modo muito mais barato do que custa um Estado Social. [Read more…]
Evento de Solidariedade com Jorge dos Santos (george wright)
Na próxima 6ª feira, dia 9 de Dezembro, 21:30 h. na Ler Devagar / Lx Factory em Lisboa.
Promovido pela Plataforma Guetto a finalidade deste evento, além da divulgação da causa e da situação de Jorge dos Santos, é também a angariação de fundos para pagar as despesas legais.
Na semana passada os EUA recorreram da decisão de não extraditação do Jorge dos Santos, pelo que se prevê uma longa batalha para manter o Jorge Santos em liberdade.
O evento inclui um debate a partir das 21h30 com Ana Benavente, António Pedro Dores (ACED) e um membro do Colectivo Mumia Abu-Jamal.
Haverá também um concerto com:
dUASSEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS, Chullage, Sophie Feat Lorenzo, DJ Mascarilha, Kromo Di Guetto, S For Seward, Dudu, Lord G, Souldjah, Hugo Pina, Hardcore 24, Jackpot, IPACO
É importante a tua participação. Aparece e divulga esta iniciativa de solidariedade.
Colectivo Mumia Abu-Jamal
6 de Dezembro de 2011
http://cma-j.blogspot.com
cmaj@mail.pt
Os ricos que paguem a crise e os números das receitas fiscais
Declaração de (des) interesse: não sou rico nem aufiro rendimentos enquadráveis nos escalões mais altos de rendimentos.
O Estado necessita de receitas e numa altura de crise aumentam as vozes a pedir para se tributar os ricos; eles devem contribuir mais para o “equilíbrio” das contas públicas. Na ânsia de se procurar aumentar a base tributável, e por consequência o valor arrecadado em impostos, novas formas de tributação são constantemente imaginadas pelos criativos do costume. Desde o aumento das taxas mais altas do IRS à taxação das grandes fortunas, todas as ideias que sejam populares são bem-vindas para os tais criativos. Era bom que as pessoas estudassem os dossiês antes de proporem quaisquer medidas. Não é necessário procurar muito para se concluir que as pessoas que pagam impostos em Portugal já são muito penalizadas. É errada a ideia de que os ricos não pagam impostos.
E diz ele à sua protegida…
“Vou ali falar com aqueles senhores. Quando eles vierem, tens de ter abertura e flexibilidade, ouviste? E fazes tudo o que te pedirem ou vamos ter problemas, estás a perceber? E se os senhores disserem que tens de lhes pagar, pagas e mais nada, entendeste? Fica aí, que depois falamos melhor!”
Petição sobre a dívida da Alemanha à Grécia em reparação pela invasão na II Guerra Mundial
Justification – In Detail
In the summer of 1940, Mussolini, perceiving the presence of German soldiers in the oilfields of Romania (an ally of Germany) as a sign of a dangerous expansion of German influence in the Balkans, decided to invade Greece. In October 1940, Greece was dragged into the Second World War by the invasion of its territory by Mussolini. To save Mussolini from a humiliating defeat, Hitler invaded Greece in April 1941. Greece was looted and devastated by the Germans as no other country under their occupation. The German minister of Economics, Walter Funk, said Greece suffered the tribulations of war like no other country in Europe. |
Justificação – em detalhe
No Verão de 1940 Mussolini, apercebendo-se da presença de soldados alemães nos campos petrolíferos da Roménia (um aliado da Alemanha), considerou isso um sinal perigoso da expansão da influência alemã nos Balcãs e decidiu invadir a Grécia. Em Outubro de 1940, a Grécia foi arrastada para a Segunda Guerra Mundial pela invasão do seu território. Para salvar Mussolini de uma humilhante derrota, Hitler invadiu a Grécia em Abril de 1941. A Grécia foi saqueada e devastada pelos alemães como nenhum outro país durante a ocupação alemã. O Ministro Alemão da Economia, Walter Funk, assumiu que a Grécia sofreu as atribulações da guerra como nenhum outro país da Europa. |
Ex-Scut, passa para cá o pilim e desenrasca-te
Independentemente de se concordar ou não com o pagamento de portagens nas ex-scut, o mínimo que se podia esperar é que, ao começar a pagar, a coisa funcionasse. Parece que não, segundo ouvi nos noticiários radiofónicos. Máquinas de títulos pré-pagos que não funcionam, falta de informação, troços “gratuitos” mas com cobrança de serviços administrativos, falta de alternativas viáveis, etc., etc. Ao fim de tanto tempo e estando no governo o partido que exigiu que não houvesse excepções nas estradas a pagar, seria natural que os utilizadores com custos encontrassem, pelo menos, as coisas organizadas.
Mas não, a portagem é virtual, a organização irreal, o pagamento é que é real.
Sonhos de menino
Para o ex-primeiro ministro José Sócrates, pagar as dívidas “é uma ideia de criança” e pelo que parece, “as dívidas não se pagam, gerem-se”. Compreendemos o que quis dizer numa algaraviada de economês, mas a ideia que J.S. deixa urbi et orbi, vai ao encontro dos desejos mais recônditos de quem tem prestações a cumprir. O neo-filósofo parisiense, deixa transpirar um princípio tão mal compreendido, como perigoso. Se o leitor se esmifra para todos os meses depositar a devida quantia que lhe paga a casa, desista e passe a “gerir” a coisa, abrindo a possibilidade de um dos quartos ser utilizado à meia hora. Se por acaso lhe descontam os dois ou três centos de Euros que lhe garantem a condução do automóvel, não se rale, pois é melhor “gerir” a situação de outra forma, talvez recorrendo a trabalhos “extra” de esquina do próprio e da sua cônjuge.
Ainda ontem Mário Soares dizia em entrevista, que a política é que deve mandar nos mercados. Coisa fácil de proferir e que os ouvidos querem escutar. Com um bocadinho de sorte, talvez pretenda também uma “gerência” qualquer. Onde, isso é coisa que não sabemos.
A voz de Sócrates: a morbidez que a direita adora
Imaginava eu que José Sócrates estivesse politicamente defunto ou, pelo menos, em estado de morbidez profunda. Iludi-me. O homem, incapaz de assumir os danos infligidos aos portugueses, perfilou-se de súbito na boca de cena, no refúgio parisiense em que se albergou, declamando em tom pseudo-pedagógico:
A minha visão é esta, para países como Portugal e Espanha, agora é preciso pagar a dívida é uma ideia de criança…as dívidas dos países são por definição eternas…
A desastrosa intervenção dispensa comentários, porque já contém, em si, os ingredientes que a qualificam. Todavia, há a considerar as consequências para a dialéctica e a retórica no ambiente político nacional. Na hora, em que os portugueses são castigados com duras medidas de austeridade, a voz de Sócrates, remendada por esta desajeitada explicação, é um precioso activo que a direita no poder arrecada e com que se delicia.
A voz de Sócrates é, pois, a morbidez que a direita adora. Enquanto servir de tema central, esquecem-se os aumentos das taxas de moderadoras na saúde, o agravamentos dos impostos, a captura dos subsídios de Natal e de férias e mais o que está para vir, segundo se depreende da entrevista de Passos Coelho à SIC.
Só um pedido: “Cala a boca Zé Sócrates! Os teus disparates, mesmo de Paris, ainda fazem mossa.
Como evitar portagens na A25 e na A23
No dia em que todas as SCUT passam a ser pagas, é importante saber como pagar o menos possível aos assaltantes de estrada. Para saber como fazer na A25, aqui. Para o mesmo efeito na A23, aqui e aqui. Fiquem, ainda, a saber que a A23 é mais cara que a A1.
Dois exemplos de como a blogosfera pode ser um serviço público, ao contrário daquele que é prestado pelas concessionárias e pelo Governo.
É trabalhar, vilanagem!
Aproveitando o facto de estar aprovada a meia hora de trabalho extraordinário no sector privado, resolvi publicar este texto meia hora mais tarde do que estava a pensar, o que se traduziu num ganho imediato de produtividade para o Aventar.
Ainda assim, penso que esta medida peca por defeito e defendo que estas decisões deviam estar completamente liberalizadas, dando aos patrões total autonomia para obrigar os trabalhadores a oferecerem mais horas de trabalho, porque só assim é que a produtividade aumentará. Para além disso, deviam acabar com as férias pagas, os intervalos para almoço ou a segurança social, até porque foi assim que a maior parte da humanidade trabalhou, desde o início dos tempos. E construíram as pirâmides e o Convento de Mafra, não construíram? Afinal, é fácil resolver o problema da produtividade.
Pela desclassificação do Douro como Património Mundial da Humanidade
O Douro Património Mundial deve ser desclassificado imediatamente pela UNESCO. Dresden já o foi, por causa da construção de uma ponte sobre o rio Elba, e Omã também, por causa da invasão do Santuário do Oryx por uma exploração petrolífera.
É exactamente o caso do Douro e da Barragem do Foz-Tua, que destrói todo o Vale do Tua e a sua linha férrea. São danos irreversíveis, como muito bem diz a UNESCO, por isso a continuidade da construção da Barragem tem de implicar obrigatoriamente a retirada da classificação.
Nada que preocupe demasiado quem manda em Portugal. O que interessa para os neo-liberais que nos governam é ganhar dinheiro e os números é que contam. Mesmo que os contribuintes sejam obrigados a despender milhões por uma infra-estrutura totalmente desnecessária, o que interessa é que a EDP leve adiante os seus negócios.
Desclassifiquem o Douro imediatamente. E de seguida prendam, entre outros, os criminosos Mexia, Sócrates e Passos Coelho.
Mudar de vida
Não sei se vivemos acima das nossas possibilidades; não sei se, depois do que foi feito nas últimas décadas, era possível estarmos numa situação menos aflitiva; não sei se os políticos atuais têm feito tudo o que está ao seu alcance para defenderem os interesses dos portugueses…
Por muito que os números sejam dramáticos, por muito que os números sejam escondidos, por muito que nos custe, temos a maior dívida pública de que há memória; vivemos num país que há 37 anos que não consegue ter contas equilibradas; produzimos pouco nos últimos anos. Chegamos a um ponto em que ninguém nos empresta dinheiro. Aqueles que se disponibilizaram a emprestar, mesmo que estejam a defender os seus interesses, conseguiram impor as suas condições. Portugal, depois de ter chegado à situação atual, não tinha muita margem para negociação, precisava do dinheiro para pagar salários, pensões e demais despesas correntes. Podíamos ter optado por outro caminho? Podíamos, mas não sei quais seriam as consequências.
Passos Coelho, o contabilista plutocrata
Santana Castilho
Para Passos Coelho, a Educação é uma inevitabilidade, que não uma necessidade. Ao mesmo tempo que a OCDE nos arruma na cauda dos países com maiores desigualdades sociais, lembrando-nos que só o investimento precoce nas pessoas promove o desenvolvimento das sociedades, Passos Coelho encarregou Crato de recuperar o horizonte de Salazar e de a reduzir a uma lógica melhorada do aprender a ler, escrever e contar. Sob a visão estreita de ambos, estamos hoje com a mais baixa taxa de esforço do país em 37 anos de democracia. É significativo o facto de, em seis páginas e meia de entrevista recentemente concedida a este jornal, Passos Coelho (e, diga-se também, a entrevistadora) terem remetido a Educação para a expressão das suas sensibilidades: o zero absoluto. [Read more…]
Para onde vais, Europa?
Por toda esta Europa governos de direita ascendem ao poder político. A receita é global e comum a todos os estados membros. Austeridade e mais austeridade. A saída para esta crise, dizem os apologistas do fatalismo capitalista e da submissão aos ditos “mercados”, passa por constranger ao máximo o consumo publico e privado, pelo aumento dos impostos e pelo corte dos salários e subsídios associados, assim como uma redução drástica e catastrófica do chamado estado social, ou seja, uma redução drástica e catastrófica dos direitos constitucionais dos cidadãos e contribuintes.
Hoje dá na net: Framed
Framed – Mike Lambert, que procura um trabalho numa mina, transforma-se no bode expiatório das maquinações de uma mulher fatal. Filme de Richard Wallace, com Glenn Ford e Janis Carter. Página IMDB. Em inglês, sem legendas.
Os maus herdeiros de Sá Carneiro
Eles não se cansam de se auto-proclamarem herdeiros políticos de Sá Carneiro, sempre os melhores herdeiros, está bom de ver. Eles invocam o nome do fundador do PPD a pretexto de tudo e de nada, e sobretudo para justificarem o que não tem justificação.
Mas não fazem a mínima ideia do que dizem, quando apregoam tal herança, como se pode ver da redação de um diploma de Sá Carneiro; diz o artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 496/80, de 20 de Outubro, aprovado em Conselho de Ministros de 30 de Julho de 1980:
“Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis.”
Carlos de Sá.
As saladas portuguesas no ‘buffet’ da crise mundial
A gastronomia portuguesa é histórica, saborosa, prestigiada e prolífera. Somos um povo multisecular, nascido e disseminado por terras e ‘mares nunca dantes navegados’. Somos, naturalmente, o povo da miscigenação universal – Património Material, Dinâmico e Multiplicador da Humanidade.
Sim falo, por ora, dessa miscigenação, a mais comum, gozada a dois e procriadora. No entanto, acrescento ter sido banhada por fluídos leitos em roteiros culturais e hábitos de vida. Com destaque para a criatividade culinária, onde se inscreve o caril de caranguejo à goesa, a cabo-verdiana cachupa, a muamba e misongué de Angola ou ainda o bolo de caju e batata e o caril de frango moçambicanos. A tudo isto e muito mais, juntam-se outras iguarias do solo pátrio: da caldeirada ao cozida à portuguesa, da sardinha assada às tripas à modo do Porto, do cabrito à padeiro às ferreiras algarvias na grelha, há um mundo interminável de sabores, de belos sabores.
Todavia, em época de doentes crónicos e de “tesos” à força, os nossos hábitos alimentares têm estado em permanente e gradual depressão. Subordinados ao ‘buffet’ da crise financeira mundial, o cardápio nacional reduz-se agora a meras saladas, como estas:
- Portugal está em recessão há 4 trimestres, tendo registado uma quebra do PIB de – 1,7%;
- BES afunda mais de 11% depois do optimismo da semana passada;
- S&P diz que “não é credível” Portugal negociar mais um ano para o ajustamento;
- Juízes apelam ao PR para que submeta a Lei do Orçamento do Estado à fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional.
Com estas e outras indigestas hortaliças, estamos na expectativa de saber se terminamos em estado de prurido anal, coceira no ânus e obstipação crónica; ou de diarreia, ao menos resolúvel com terapêutica eficaz, a fim de evitar a liquefação pútrida e letal de muitos portugueses. É que nem o hipoclorito de sódio ou outro anti-corrosivo têm capacidade de eliminar fungos, bactérias e outros germens acomodados em tais saladas.
Amanhã, “Das Partes do Sião”
Neste resvalar identitário da nossa nação, poucos portugueses saberão que existe uma “outra Inglaterra”, na Ásia. De facto, Portugal foi o primeiro país europeu a estabelecer um Tratado de Aliança com uma potência asiática há precisamente 500 anos. Nisto também fomos pioneiros e a nossa influência fez-se sentir de forma decisiva nos quatrocentos anos que se seguiram à primeira embaixada enviada ao Sião.
Comemoram-se os 500 anos do estabelecimento de relações diplomáticas e a Biblioteca Nacional de Lisboa, inaugura uma grande exposição evocativa. O Aventar não deixará de estar participar no acontecimento, testemunhando o nosso interesse por tudo aquilo que diz respeito a uma história tão única quanto rica. O Sião está presente n’Os Lusíadas, na Peregrinação, nas Décadas de Barros e nas Lendas de Gaspar Correia. Cobra parte relevante na preciosa documentação dos séculos que seguiram à missão enviada pelo grande Albuquerque e este património da nossa diplomacia, culmina nas visitas de S.M. o Rei Chulalongkorn (Rama V, em 1897) e de S.M. o Rei Bhumibol Aduliadej (Rama IX, em 1961) ao nosso país. Para os tailandeses, não somos “uns quaisquer”.
Esta exposição honra Portugal, exalta aquilo que ainda é uma Pátria. Desde já estão todos convidados para as cerimónias da inauguração, onde a já proverbial falta de um Presidente, será compensada pela comparência do sucessor daqueles que ajudaram a construir aquilo que ainda somos: S.A.R. o Duque de Bragança. Amanhã, pelas 18.00H de 7 de Dezembro, também se cumprirá Portugal.
Krokodil
As imagens são aterradoras e à primeira vista, parecem corresponder à dentada de um sáurio. Mas não, este “Krokodil” é de outro género e os seus despojos decerto não servirão para qualquer mala, carteira ou sapato de sofisticada marca.
Não passa de mais um exemplo deste admirável novo mundo, cheio de promessas e benesses para quem distribui certos produtos, garantindo a desgraça dos patéticos utentes.
*O site do link contém imagens chocantes e elucidativas.
Segurança Primeiro

Gosto de Portugal, gosto cada vez mais de portugueses: fazem em frente à esquadra da polícia tudo o que fariam noutro sítio qualquer. Ah, povo…!
















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