Infografias: Visual Capitalist
(*) António Costa
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Nos últimos dias enquanto funcionário público, o CEO da Iniciativa Liberal cumpriu a promessa de tornar os liberais mais “populares”: agora chama-se Quim.


Fotografia: Carlos M. Almeida/LUSA
Foi a votos, hoje, uma moção de censura apresentada pela Iniciativa Liberal.
Como era expectável, a moção chumbou, ou não bastassem os deputados eleitos pelo Partido Socialista, em maioria, para a moção não passar. Com os votos contra do próprio partido do Governo, do Partido Comunista e as abstenções do Partido Social-Democrata, do Bloco de Esquerda e do Partido Animais e Natureza, só o proponente da moção, a IL, votou a favor, juntamente com a extrema-direita, representada pelo Chega.

Rui Rocha, deputado liberal e candidato à liderança da IL. Fotografia: António Pedro Santos/LUSA
Isto está de tal forma alucinante que, qualquer dia, já ninguém se lembra do Miguel, do Ricardo e do pavilhão transfronteiriço de Caminha. Falta-me a foto do pavilhão, mas isso é porque o pavilhão não existe. A culpa é da bolha mediática.



12 em 9 meses. Sempre fica mais barato à dúzia, desde que não seja com indemnizações à maneira da TAP.
Hehehehe… pic.twitter.com/HxH6llYAjh
— Dr. Pedro Amorim (@EuSouZarolho) January 4, 2023
É um aperto de mão mas podia ser uma medição de pilas. Diz-nos muito sobre o estado a que isto chegou.
conduzido pelo Daniel Oliveira. O artigo no Expresso é aberto e merece ser lido.
Aparentemente, o mundo está organizado por países, com governos (às vezes democraticamente eleitos), onde os cidadãos (aparentemente) têm alguma voz no destino desses países.
Actualmente, isso é um proforma, apenas.
A nova soberania é ditada pelas grandes empresas globais. Quem não gosta, pode (aparentemente) consumir de outra empresa ou trabalhar em outra empresa. Os termos de utilização dos serviços valem mais do que as leis dos países. E estas empresas, funcionando dentro da lei, têm uma imensa capacidade de a moldar às suas necessidades (benditos sistemas eleitorais com campanhas financiadas por privados) e de a contornar quando lhes convém (p.ex. paraísos fiscais).
São estados ao lado do Estado. Ironicamente, o liberalismo que os tornou possível é o mesmo que cerra a malha às liberdades individuais, um tema querido aos liberais.
Infografia: Visual Capitalist
Não concordo totalmente com a posição do José Manuel Ribeiro, porque não acho que tenha de ser um jogador de futebol a ter esta moralidade quando outros não têm. Mas foi lindo ver alguém ali no Canal 11 a ter uma opinião que não fosse chupar o Ronaldo a ida para a Arábia Saudita. pic.twitter.com/PSDB3N3fys
— Urso Tobias (@TobiasUrso) January 2, 2023
A verdade é que acaba por ser isto. O Cristiano Ronaldo, mais do que de um clube, vai ser a cara de um país e de tudo que isso implica. Ainda assim, se países não ligam a isso, não têm de ser jogadores de futebol os baluartes da moralidade (apesar de gostarmos que pudessem ser). pic.twitter.com/getird36Mf
— Urso Tobias (@TobiasUrso) January 2, 2023
“Não vou descansar um único segundo. Deixem-me só acabar este Mojito.” pic.twitter.com/XzlgxL7KXc
— volksvargas (@volksvargas) January 3, 2023
“O PSD não terá um segundo de descanso.”
Alguém ponha o Carlos Moedas a funcionar, perdão, a aquecer, que o PSD precisa de reforçar o sector da atacante.
O luto tem cinco etapas:
1ª. Negação;
2ª. Raiva;
3ª. Barganha;
4ª. Depressão;
5ª. Aceitação.Bolsonaro já está na quinta, mas alguns militantes dele insistem em não sair da primeira. pic.twitter.com/cp1yZHv6D7
— Antonio Tabet (@antoniotabet) January 3, 2023
Os bolsominions são a espécie mais exótica do Brasil. É preciso criar um programa de protecção para evitar a extinção. São o mamífero mais divertido, a par do macaco. E Portugal devia contribuir para a conservação da espécie, criando um santuário para o professor Lemos.

Não, não vos vou falar sobre o Galamba ser ministro. Seria falar sobre um Portugal que jaz morto e arrefece e eu já não dou para esse peditório. Hoje vou escrever sobre um livro que me agarrou nos últimos dias de 2022 e no primeiro dia do novo ano. Literalmente.
Um livro que diz mais a quem foi adolescente nos anos oitenta e até noventa do século passado do que aos mais jovens leitores (e autores) do Aventar. Um livro que nos conta a vida e a obra de um irlandês adolescente em 1978 até aos dias de hoje. Eu não sou gajo de ter saudades do passado. Nisso sou como o outro, tenho saudades é do futuro. Mas não esqueço, pelo menos tento, não esquecer o passado e a verdade é que nos anos oitenta a personagem deste livro e os seus amigos mais chegados foram personagens na vida de muitos de nós. Na minha foram. [Read more…]
Qualquer sistema tende para o estado de maior entropia. É um princípio bem conhecido da física, a segunda lei da termodinâmica, que se ensinava no secundário (talvez ainda se ensine, nunca se sabe com estas modernices das aprendizagens e das competências), segundo o qual as interacções de um sistema isolado resultam em transferências entre os diferentes componentes até que todos eles se encontrem no mesmo estado.

Ilustração da segunda lei da termodinâmica. Os líquidos dos dois recipientes acabarão por ficar à mesma temperatura.
Como se recordarão, António Costa foi particularmente efusivo quanto aos bons tempos que aí vêm. Parece que a “trajectória sustentada de redução do défice e da dívida coloca país ao abrigo das turbulências do passado” e que Portugal está “no pelotão da frente” (esperemos que não seja da frente ucraniana).
Título oferecido, o qual agradeço profundamente, que assim me sara as saudades que o dito blog deixou.

Agora vamos ver se este ministro tem daquelas pilhas que duram, duram e duram e se se aguenta mais tempo do que o seu antecessor.
Falta saber é que tipo de pilhas serão essas, já que se forem de lítio poderão existir problemas no futuro.
Ou como diria o chefe da trupe, casos e casinhos. Ele bem avisou para nos habituarmos.
PS: aproveitai para ler o Paulo Guinote sobre os casos e casinhos, perdão, sobre este tema.

A nova ministra da Habitação, Marina Gonçalves, é o caso que faltava no governo da nação: um caso de merotocracia. Subir a pulso é isto, meus amigos.
Fazem-se acordos e demissões.
Não há dinheiro para as Habitações.
O Pedro Nuno já ninguém atura,
Metam o Galamba na Infra-estrutura.
Há para o menino e para a menina,
Mas quem é esta Marina?
Mas que o socialismo é esse?
É o caciquismo do PS.
Divide-se o ministério em dois
e há mais jobs para os boys.

Eu era um daqueles gajos que tinha a certeza absoluta que Cristiano Ronaldo acabava a carreira em Portugal. O dinheiro há muito que não é problema, o Sporting foi o clube que o formou e apresentou ao mundo do futebol, e Ronaldo, acreditava eu, seria o bigger man, aceitaria uma redução salarial e terminaria a carreira como herói aclamado de Alvalade. Talvez um dia dessem o seu nome ao estádio.
A verdade é que não sei se o Sporting estaria interessado em receber Ronaldo, mais ainda numa fase em que as polémicas ultrapassam claramente a magia dentro das quatro linhas. Mas custa-me a crer que o Sporting, ou clube algum em Portugal, incluindo o meu Porto, recusasse o melhor jogador português de todos os tempos.
Ainda em 2022, depois da cadeia de hiper-mercados alemã Lidl se ter aproveitado de uma causa social para flechar o coração mole dos seus clientes, através de publicidade em folhetos, escrevi um texto criticando esta nova moda de empresas cotadas em bolsa, que vivem do lucro, usarem causas sociais para tornarem os seus produtos mais apelativos e a sua marca mais “trendy” (como se diz agora).
Durante a época natalícia, várias operadoras de telecomunicações decidiram apropriar-se do tema da saúde mental, usando tal flagelo como forma de vender mais pacotes de televisão e internet. Muita gente aplaudiu, centenas e milhares de partilhas nas redes sociais e as operadoras a passar a imagem de boas samaritanas do bem-estar físico e psicológico.
Já trabalhei num call-center de uma das operadoras. Ao ver o anúncio, torci o nariz. “Saúde mental?” – questionei-me. “Mas o publicitário que fez o anúncio já entrou nalgum call-center desta operadora?”. Claramente, não.
Hoje, é notícia um antigo trabalhador de uma destas empresas, Rui Oliveira, que relata a sua história ao Expresso: Rui, que sofria de ansiedade e depressão, foi despedido da empresa com a justificação de que os trabalhadores de tal empresa… “não podem sofrer de ansiedade ou depressão”. Quando as empresas de capital, cotadas em bolsa, são vistas como “boazinhas” por conta de um anúncio, cheira-me sempre a esturro. Ver as pessoas alienadas a adorar estas empresas por uma ”boa acção”, soa-me sempre ao vilão da Disney ou da Marvel, que engendra um plano maquiavélico, mascarando-se de “pobrezinho”, para a seguir destruir tudo e conquistar o Mundo.
Não se enganem: as empresas vão continuar a aproveitar-se de causas sociais para vender. E vão continuar a despedir pessoas que não tenham o “mindset” apropriado… toda a gente sabe que quem está deprimido, não está disposto a fazer “networking” para depois acabar num “rooftop” a beber um “drink” com os ”workmates”.

Rui. Foi despedido de uma empresa de telecomunicações por ter ansiedade e depressão.

Imagens: jornal Expresso

Ver Bolsonaro a fugir do Brasil, dois dias antes da posse do Lula, é a imagem perfeita da fascismo 2.0, que usa a ignorância e o fanatismo religioso para formar o seu exército, e que, quando as coisas correm mal, foge da democracia como a elite que lhe paga os cartazes foge do fisco.
Isto enquanto os seus apoiantes, abandonados pelo cobarde jihadista, ensaiam atentados terroristas, exigem um golpe de Estado à porta dos quartéis, pedem a intervenção divina de anjos e alienígenas e garantem que a posse de ontem foi uma encenação. Pobres chalupas.

A social-democracia de mão estendida.
Ao fim de sete anos no Governo, Pedro Nuno Santos saiu. E saiu pela porta pequena. Depois de herdar uma das pastas mais difíceis, sabia-se, de antemão, que Pedro Nuno Santos ou faria um excelente trabalho ou um péssimo trabalho. Fez um péssimo trabalho. Entrou de peito feito, a prometer fazer tremer as pernas aos “banqueiros alemães” e saiu de pernas a tremer, com a Ferrovia em condições cada vez mais precárias, a TAP em piloto automático à espera de se despenhar e a Habitação pela hora da morte.
Apontado como um putativo sucessor de António Costa no PS, Santos nunca se afastou dessa hipótese, bem pelo contrário, dando-lhe força e arregimentando apoios nas bases do PS. Tal facto irritou, e continua a irritar, de sobremaneira, António Costa. Se o Primeiro-ministro é um político audaz, experiente e oportunista, Pedro Nuno Santos é o miúdo impertinente, com vontade de chegar aos lugares mais altos e desbocado que foi fazendo frente, umas vezes de forma assumida, outras com vergonha, ao líder social-democrata do PS. Prova disso foi a decisão, em nome próprio, sobre o novo aeroporto de Lisboa. E, desde então, PNS estava no fio da navalha, à espera de um novo “caso” que o obrigasse a sair pelo próprio pé. [Read more…]

Vocês (nós) que continuam a votar nos partidos do sistema. Vocês (nós) que continuam a pagar os impostos sem ai nem ui. Vocês (nós) que continuam a aceitar ter serviços públicos de merda pagando imposto de nórdicos. Vocês (nós) que continuam mais revoltados com o golo em fora de jogo contra o vosso clube do que com a mão que embala os vossos impostos para as mordomias dos senhores da política. Vocês (nós) que se irritam mais com as entrevistas do Ronaldo do que com as tristes figuras do Presidente da República. Vocês (nós) que preferem votar no que rouba mas faz na vossa autarquia do que ouvir gajos que sejam sérios e que se limitam a dizer a verdade. Vocês (nós) que preferem a novela da TV a pensar e agir em colectivo contra a forma como esta merda é sugada pelos mesmos de sempre.
Vocês (nós) não se podem queixar da senhora dos 500 mil ou de qualquer um dos outros senhores de outros tantos 500 mil dos nossos impostos gastos em despesas cómicas (entre telemóveis, carros de serviço, gota, férias, jantaradas e outras mordomias x 300 municípios e um sem número de institutos públicos ou direcções gerais ou o caralho a quatro) mensais todos os anos. Não, vocês (nós) não se podem queixar porque não fazem nada para o evitar. Não se organizam. Não tomam em mãos a acção. Na verdade não quereis saber. E nem vos passa pela cabeça organizar uma desobediência civil a, por exemplo, não pagar impostos (é onde lhes dói mais). Nada. E por isso, não se queixem sobre os 500 mil da senhora e de tantas outras senhoras e senhores. Porque vocês (nós) são cúmplices. A culpa não morre solteira. É vossa. É nossa.
Como dizia a minha avó, “quem os pariu que os lamba”. É começar a dar à língua…
Antes de Pelé, 10 era apenas um número. Li essa frase em algum lugar, em algum momento da minha vida.
***
Santana Lopes, apesar de aparecer imenso na comunicação social portuguesa, continua a não responder ao essencial, que tentarei resumir em três perguntas:

Votos de um óptimo 2023.
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O governo israelita financia madrassas judaicas, tem um ministério da religião e vários partidários de uma espécie de sharia dos Macabeus a caminho do executivo mais extremista e corrupto de que há memória em Israel, que quer acelerar a construção de colonatos ilegais, alargar a ocupação da Cisjordânia e asfixiar ainda mais a Faixa de Gaza. Se Putin e Bin Salman tivessem um filho, seria o líder perfeito para este governo.
o Presidente da República promulga o OE2023. Mas faz mal. Faz muito mal.
Em entrevista a Piers Morgan que sairá amanhã, Pedro Nuno Santos critica o seu anterior clube e diz que o cozinheiro do PS ainda é o mesmo do tempo do engenheiro Sócrates.

Fotografia retirada de poligrafo.sapo.pt
Se a renúncia ao cargo na TAP nos custou meio milhão, nem imagino a factura que virá com a demissão do governo. Que tal criar um imposto para acautelar o próximo job?
O novo Governo de Israel, novamente chefiado por Benjamin Netanyahu, que venceu as últimas eleições em coligação com forças ultra-sionistas de extrema-direita, pretende alterar as leis fundamentais do etno-Estado israelita para poder incluir em funções governativas um político condenado por corrupção.
O Governo israelita pretende fazer aprovar leis que mudem o carácter do Estado, tornando-o mais favorável aos políticos, dando-lhes ainda mais poder, ao mesmo tempo que pretendem aprovar leis que retirem direitos às mulheres, aos homossexuais e aos judeus ortodoxos. Uma destas leis diz respeito à possibilidade de antigos políticos condenados por corrupção, poderem vir a ser governantes. Na verdade, esta lei já se encontra, em parte, em vigor, caso a pena a que o condenado tenha sido sujeito tenha efeitos suspensivos.
Esta lei, chamada “Lei Deri”, foi feita à medida do político ultra-ortodoxo Arye Deri, condenado por fraude fiscal e que está a ser, hoje, indicado para Ministro das Finanças do Governo de Benjamin Netanyahu.
Para além disto, o governo sionista de extrema-direita israelita, pretende alargar a ocupação dos Territórios Palestinianos Ocupados, com particular incidência sobre a Cisjordânia, não só mantendo, como expandindo a invasão na Palestina e aumentando a repressão sobre os palestinianos.
Depois de décadas de terror a que o povo judeu esteve sujeito às mãos do nazismo e do fascismo europeus, a criação do Estado étnico de Israel, em terras outrora pertencentes à Palestina, trouxe à luz da realidade a radicalização, à direita, daqueles que se dizem representantes da religião judaica, num país onde nem todos os judeus são sionistas ou em que nem todos os israelitas são judeus. Assim, prova-se, Israel estará, sempre, condenado ao fracasso, enquanto Estado – e só continuará a sobreviver com o apoio e a conivência dos Estados Unidos da América e da União Europeia.

Aryeh Deri, Benjamin Netanyahu e Bezalel Smotrich no Parlamento em Novembro. Fotografia: RONEN ZVULUN/REUTERS

O caso Alexandra Reis teve a vantagem de trazer para a discussão pública uma das grandes maleitas de que padece a sociedade portuguesa, tantas vezes esquecida e menosprezada. Que é esta: a lei portuguesa alberga mil e uma escapatórias legais para todo o tipo de vigarice. Algumas são “só” imorais, outras estão “no limite da legalidade” e umas quantas seriam um crime apropriadamente julgado no primeiro mundo. Não que o primeiro mundo não as tenha, mas não consta que seja o ininterrupto espectáculo de variedades que temos por cá.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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