
E também enviou votos de bom fim-de-semana. Então, façam o favor.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

E também enviou votos de bom fim-de-semana. Então, façam o favor.
É um fartote! Uma viagem até aos colorados e sai-nos uma comitiva destas. Leiam os comentários dos leitores do i, valem mesmo a pena. Realmente, ou melhor dizendo, “presidencialmente”, os famosos sacrífícios são para alguns. Ainda me lembro da chegada de Carlos e Camila a Lisboa. Chovia a cântaros e o casal britânico empunhava os respectivos guarda-chuvas, enquanto os nossos “mandarins” Aníbal e Maria, tinham serviçais que faziam o excelso frete de os proteger da enxurrada. Enfim, coisas da pequeno-burguesa república ainda portuguesa.
Caramba, se pelo menos nesta Cimeira, o homem ousasse dizer um “porque no te callas?!” Impossível, até porque estar calado é o seu “viver habitualmente”, como dantes se usava dizer.
As coincidências começam a ser demasiadas para parecer acaso: de cada vez que há personalidades sonantes envolvidas acontecem os atrasos, os desentendidos e os emperramentos. Levar quatro meses a responder a um e-mail é falta, no mínimo, de profissionalismo. Já o procurador fazer piadas com o português que acha oriundo do Brasil é provincianismo bacoco e faz cair a substância em saco roto.
Um cromo a rasgar e substituir por outro.
Depois disto:
João Almeida decidiu dar um exemplo cívico de utilização das redes sociais publicando no facebook, enquanto falava o Gaspar das Finanças na Assembleia da República, esta descompressão:
«Para descomprimir… Após “censo” realizado no Grupo Parlamentar do CDS, conclui-se que existem: 12 Deputados do Benfica; 7 do Sporting; 2 do Belenenses; 2 da Académica e 1 do F.C.Porto», escreveu o deputado às 15:21. e contou a TVI24
Apanhado em fora de jogo, correu atrás do prejuízo, e rematou
Ao Económico, o deputado afirmou que “houve um atraso nos trabalhos” e que “o plenário ainda não tinha começado” a essa hora, ou seja, que não usou o Facebook durante o debate parlamentar.
Contudo não tinha havido prolongamento: [Read more…]
| A. PEDRO CORREIA | ABRAÃO VICENTE |
| FEFE TALAVERA | ISABEL LIMA | JORGE DIAS |
O LAC – Laboratório de Actividades Criativas está neste momento a desenvolver o projecto ROOTS.
Trata-se de uma residência artística, que pretende abordar o tema da escravatura através de uma visão contemporânea, criando novas rotas e fluxos transculturais, através da reflexão da diversidade cultural dos países outrora colonizadores e colonizados e as suas influências na criação de uma miscigenação global e plural, questionando e identificando as raízes desse processo.
ROOTS remete-nos duplamente para o significado original da palavra, quer no sentido de ter sido o escravo arrancado das suas raízes ancestrais, quer para as raízes que, com o passar do tempo e de sucessivas gerações, foram criadas nos países de destino moldando a sua identidade cultural contemporânea como, por exemplo, se torna evidente nos casos do Brasil e Cabo Verde. Remete-nos ainda para a ideia de rota, percurso e viagem, porta de partida e de chegada, de que a cidade de Lagos é exemplo e participante activo.
Já em residência artística no LAC, encontram-se Fefe Talavera (Brasil), Abraão Vicente (Cabo Verde), Jorge Dias (Moçambique), Isabel Lima (Inglaterra) e A. Pedro Correia (Portugal), num processo criativo individual e /ou colaborativo que culmina numa exposição que dará a ver as obras desenvolvidas, promovendo o contacto com as comunidades artísticas da região e com os diversos tipos de públicos.
O Programa inclui ainda Conexões ROOTS, um painel de conversas informais em torno da escravatura que inclui diversos convidados em presença e depoimentos virtuais e ,ainda no decorrer da exposição, um ciclo de cinema.
O LAC aproveita esta ocasião para lançar o seu novo website www.lac.org.pt com uma secção exclusivamente dedicada ao programa ROOTS. Acompanhe as actividades através do nosso site ou ligue-se ao LAC através das Redes Sociais ou de Subscrição de Newsletter.
ROOTS decorre no LAC com o seguinte programa: [Read more…]

A EDP saiu do Facebook…
…a ENSITEL resolveu os seus dramas psicológicos com outra maduridade, se bem se recordam.
Adenda: “Na última semana, a página deixou de cumprir os requisitos para a qual foi lançada pelo que decidimos a sua suspensão temporária para reavaliamos a nossa estratégia nas redes sociais, nomeadamente com a introdução de novas ferramentas”
Alertados por esta carta publicada pelo Paulo Guinote, e sendo a EDP uma empresa muito respeitada nesta casa, convidamos o caro leitor a verificar que horas são no seu contador:
Imaginem o nosso espanto quando verificamos que a hora que marcava o contador era de menos uma hora. (…) Não sei se esta situação será mesmo um erro dos contadores ou se é uma forma de a EDP cobrar encapotadamente uma hora de “cheia” a mais, uma vez que no meu caso, coloco as máquinas a lavar por volta das 22.02 horas para poder estender a roupa e guardar a louça antes de ir dormir. (…)
Como era evidente o assalto aos vencimentos da função pública não é por dois anos e já se admite publicamente que vai ser permanente: adeus 1/7 do salário. O privado tratará de seguir o exemplo do público, de resto este anúncio bem pouco discreto é claramente um recado aos patrões para que sigam o exemplo do estado.
Repetindo que receber o meu salário anual em 12 ou 14 prestações me é indiferente, note-se aos ingénuos que não aparece nestas declarações qualquer indicação de se tratar de uma reforma na forma de pagamento, que tramando o comércio e o turismo interno não deixava de ser mais racional, mas como é óbvio de um ataque dos fundamentalistas dos salários. A demissão de Álvaro Santos Pereira é já a seguir.
Da cimeira do dia 26 resultaram dois documentos, já traduzidos para português, os documentos são:
Se lermos estas magras 17 páginas (fraco resultado para uma maratona de 10 horas), vamos descobrir que, em relação à Grécia, se pretende diminuir a dívida grega para 120% do PIB até 2020. Para isso contam com uma cessação de pagamentos parcial de 50% da dívida detida por investidores privados.
Este é um default muito interessante na medida em que não vai despoletar os contratos de CDS. Na minha perspectiva isto deveria aumentar o risco de emprestar a estas economias – se eu faço um seguro para me proteger do risco e depois em face do desastre sou persuadido a não accionar o seguro, tenho de me sentir exposto à intempérie.
O que os trabalhadores mereciam, e poderiam obter se acordassem de sua sonolência, era o controlo de seu próprio trabalho, a posse do valor que geravam com esse trabalho e, consequentemente, auto estima, liberdade e poder. Pretendia que os trabalhadores passarem a possuir o produto do seu trabalho, acabar com a alienação. [Read more…]
Por razões ligadas à minha carreira profissional, e sobretudo ao facto de ter tido relações profissionais e pessoais com Lúcio Tomé Feteira, a filha Olímpia e a secretária Rosalina Ribeiro, tive sempre particular interesse em apurar, com verdade, o desfecho das investigações policiais e judiciais das responsabilidades do assassinato de Rosalina.
Desde o início, e em face da evolução e multiplicação das notícias, as suspeitas sobre o ex-deputado laranja, Duarte Lima, foram-se adensando, até na própria sociedade portuguesa em geral.
A falta de explicações credíveis, as contradições e os truques de vazia argumentação usados na entrevista a Judite de Sousa, na RTP1, justificaram alguns ‘posts’ no Aventar, o último dos quais este, publicado em 24 de Setembro de 2010.
Como noticiado esta noite pela SIC, mas também pelo ‘Público’, o Ministério Público do Rio de Janeiro acaba de anunciar a acusação de Duarte Lima, comunicando a decisão à Interpol para efeitos de detenção do suspeito. Portugal não tem acordo de extradição com o Brasil, o que dará a Duarte Lima margem de manobra para se eximir de julgamento em tribunal daquele país.
Seguindo o tradicional princípio de qualquer suspeito ser inocente até julgamento final pela Justiça, fico a aguardar o desenrolar do caso; sobretudo também para avaliar se o Sistema de Justiça do Brasil é mais célere, em casos de envolvimento de políticos, do que o congénere português.
A esta hora, cerca das 19:30, na Almedina do Atrium em Lisboa (Saldanha), debate-se “a morte da blogosfera”. O evento, em que participa o historiador Luciano Amaral, é coordenado por Filipa Melo e moderado por Carla Quevedo, apresentada na imagem seguinte:
Fonte: listal
A 150 km de distância, lamento ser-me impossível estar presente. O tema, debatido certamente ao som do ‘Requiem de Mozart’, tem profundo sentido tétrico. Portanto, se a pose fotográfica já me dizima a pouca imaginação para escrever este ‘post’; então, a moderação ao vivo da Carla Quevedo incluir-me-ia, por certo, no fulminante extermínio da blogosfera.
Em toda esta novela da privatização da RTP existe uma coisa que ainda não compreendi.
Eu tenho uma empresa que se dedica a um determinado negócio. O meu vizinho lançou uma empresa no mesmo ramo de negócio. O mercado passou a ser dividido por dois. Entretanto, outro vizinho decidiu dedicar-se ao mesmo negócio e criou uma empresa. E assim sucessivamente. Hoje, como ontem, no meu ramo de negócio existem inúmeras empresas e o mercado não cresceu, infelizmente, na mesma proporção.
Nunca me passou pela cabeça pressionar este, ou qualquer outro Governo a criar leis de limitação do meu mercado. Por acaso era bestial! Sempre tinha o mercado na mão e podia dedicar-me, sei lá, ao golfe.
Por isso, alguém me sabe responder de que se queixa o Dr. Balsemão? Do mercado livre? Da concorrência?
Principlamente, o Dr. Balsemão. Reparem, a Impresa é uma excelente empresa de comunicação social. No mercado dos semanários é imbatível. Porquê? Por ter o semanário largamente preferido dos portugueses. Existe concorrência? Existe. O mercado é livre? É. Então, o que aconteceu? Simples, o Expresso é o preferido e, por isso mesmo, já viu morrer o Semanário, o Independente, o Liberal, entre outros e até o Sol não conseguiu nem consegue fazer grande mossa ao Expresso. A SIC Notícias é quase imbatível. Motivos? Os mesmos. Já a Visão continua a liderar mesmo com a concorrência forte da Sábado (a Focus não faz grande mossa). Existem mais exemplos.
Sinceramente, não consigo compreender o medo do Dr. Balsemão. Será que não acredita na sua SIC e nos seus profissionais? Ou será que é, apenas e tão só, uma questão pessoal. Tão pessoal que até está a cegar aquele que é, de longe, a grande figura empresarial da Comunicação Social portuguesa dos últimos 40 anos?
O PS decidiu apresentar uma proposta para a limitação dos salários dos gestores públicos e outros boys, garçons, chicos e afins. Muito bem, uma medida que já deveria ter sido posta em prática há uns 25 anos e como “se sabe” que os agora proponentes “jamais tiveram qualquer poder” para decidir sobre este tipo de coisas, a notícia chega tarde, mas ainda a tempo.
Se assim não fosse, seria caso para berrar em “espanhuél” técnico, qué lata!

Toca-me, e muito, podem entender lendo a sua carta/poema de despedida:
Parti em viagem, mãe. Perdoa-me. Acusações e culpa
de nada servirão (…)
Mesmo que a direita já tenha começado a ganhar eleições, o simples facto de chegar ao poder por via eleitoral, e não através de golpes de estado como já lá estava na sua versão nacionalista, é muito bom. Foi assim que ao longo do século passado as coisas começaram a melhorar na Europa e noutras partes do mundo. A História faz-se devagar, mas existe.
Segundo o Ionline o governo no próximo ano lectivo vai permitir que os pais escolham a escola básica para os seus filhos, assegurando a célebre liberdade de escolha.
Actualmente as matriculas funcionam de acordo com a residência familiar ou o local de trabalho dos encarregados de educação. Na prática escolhe-se a escola, tirando a maior parte do território nacional onde só há mesmo uma. Depois ou há vagas, ou não.
O que aqui se preconiza foi feito em França pelo governo daquele senhor que entretanto casou com a Carla Bruni. Nas zonas densamente povoadas, e com várias escolas, sucedeu o óbvio: escolas nas proximidades de bairros complicados ficaram às moscas, escolas mais centrais rebentaram pelas costuras. Resultado: as primeiras nalguns caos até melhoraram a qualidade do ensino prestado, porque reduziram o número de alunos por turma que é só o factor principal da qualidade de ensino em qualquer parte do universo, as segundas descarrilaram, sem serem comboios. No meio disto tudo a injustiça aumentou, diz quem lá vive.
Claro que a ideia é no ano lectivo seguinte ter tudo privatizado, mas para isso este governo tinha de lá chegar, coisa que não vai suceder nem a pé, nem de autocarro.
Não se trata de ser preso por ter cão e preso por não ter. Trata-se de hipocrisia. Estes senhores foram os campeões das nomeações milionárias, os reis do regabofe dos boys e dos jobs. Agora, que os boys são outros, acordaram com a cura “ética” e “responsável” que a oposição costuma trazer. Tarde piaste, cromo.
Tiago Pereira reinventa a música portuguesa
A questão do Ser e do Ter, que é ao mesmo tempo pessoal e nacional, se entendermos o todo nacional como uma unidade histórica, impõe-se nesta o de encruzilhada a que fomos jogados por egoísmos europeus, ou mesmo mundiais, miopias políticas internas velhas de, pelo menos, 20 anos, e culpa nossa. Sabemos nós todos, 37 anos depois do derrube da ditadura, que os erros em política a palavra escrita os destapa por causarem sofrimento a milhões de pessoas e a indignação ser um direito inalienável do ser humano ao sentir-se enganado, traído, espezinhado.
Deitámos abaixo uma ditadura com 48 anos de maldade profissionalizada para termos mais liberdade e mais pão, o do corpo e o do espírito. Erguemo-nos em força, nos tempos que se seguiram a 1974, para correr com aqueles que, mais devotos da União Soviética do que de Portugal, nos queriam impor outra ditadura, a estalinista, que nos garantiria a mesma escravatura e mau passadio que subjugaram todos os países que o imperialismo vermelho abocanhou com métodos sanguinários que nada ficaram a dever a Hitler, esse com quem assinaram um pacto de amizade e entendimento. O atraso desses países e os milhões de mortes infligidas a quem teve a dignidade de pensar diferente, falam por si. [Read more…]
Eureka, a “Europa” pariu um perdão: depois de três anos de hesitações, metade da dívida Grega foi perdoada. Mas será isto uma boa notícia? Tomemos como exemplo o BPN. O que começou por ser um problema bancário e privado acabou num problema de Estado e público. Quem foi chamado, em última análise, para tapar o buraco? Nós, como se pode constatar no jornal i “Estado assume dívida de empresas públicas e do BPN à banca”. E como confirma o Público: “Custo acumulado do BPN no défice é maior que o corte nos subsídios de Natal e de férias”.
O tempo nos dirá se este perdão à Grécia não passa de um hiato até que este valor chegue a todos nós todos, europeus, via novos impostos.

Karl Marx foi o fundador de uma rama da teoria política para governar um Estado, República ou Nação, ou várias delas, coordenadas pela teoria política denominada socialismo, que apresento a seguir nas suas várias organizações. A sua forma de socialismo a denominou Socialismo Científico. Antes, tinha sido membro de uma outra, a do socialismo utópico. [Read more…]
A Velha-a-Branca apresenta o Fast Forward 2011… apareçam… participem… venham de comboio!
Os Estados Unidos deviam recorrer ao assassínio seletivo de responsáveis dos Guardas da Revolução iranianos, sugeriram hoje peritos militares norte-americanos durante uma audição no Congresso, noticiou a agência AFP.
Não posso aceitar uma decisão destas. A logica de impunidade e de policias do mundo tem estes exageros graves.
Esta versão do hino do PSD, ou a rigor, uma elegia a Pedro Miguel Passos de Vasconcelos Coelho*, o ainda não defenestrado.

Esqueçamos mais uma vez a nossa falência, falemos de amores e dos debates sobre as formas de amar que existem.
O grande debate do dia é: ser homem, ser mulher, namoro heterossexual, namoro do mesmo sexo, namoro entre o mais novo e o mais velho.
Dois pais entrarem numa sala de aulas e agredirem professores em frente dos alunos, é intolerável. Não se percebe o que estes pais pretendem da escola. Educação não será, tampouco conhecimento. E, eles próprios, também não os possuem em quantidade suficiente para ministrar. Fica a sensação de que as vítimas são muitas: desde logo os agredidos, mas igualmente os filhos e seus colegas de escola.
Cromos dispensáveis, sem os quais a caderneta ficava melhor.
Pais agressores de professores
Recentemente, à falta de melhor assunto, um jornal português que se publica na Bélgica e em França, deu à estampa uma entrevista do fatal José Cesário, de novo Secretário de Estado das Comunidades, apesar da sua reconhecida incompetência
Disse o governante que vão fechar vários consulados e embaixadas, e vai ser drasticamente reduzido o número de professores de Português no estrangeiro. Choveu no molhado, já que os portugueses expatriados estão fartos de saber que o governo é uma tesoura: vai tudo a eito e quem vier atrás que se dane. É, à direita, aquilo que o Partido Comunista foi nos idos de 1974/75: bota-abaixo, não deixando pedra sobre pedra, afirmando que sobre os escombros iria fazer um país novo. Nessa altura, os patriotas puseram termo à aventura. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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