E já agora partilho o tweet da noite de ontem:
o @31daSarrafada acende uma fogueira e o @fmsa “apaga” com gasolina :p
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
E já agora partilho o tweet da noite de ontem:
o @31daSarrafada acende uma fogueira e o @fmsa “apaga” com gasolina :p

No futebol, o que hoje é verdade, amanhã é mentira. A afirmação, populariza por Pimenta Machado, ex-presidente do Vitória de Guimarães, há muito deixou de ser território exclusivo do desporto-rei. Está espalhada por todo o lado. Na política portuguesa é tão evidente como o Natal cair todos os anos a 25 de Dezembro. E não é de hoje.
Daí que José Sócrates nem se pode orgulhar de ter inaugurado uma nova fase da política e governação caseiras. É apenas um digno sucessor de outros aldrabões. Nada disto tem a ver com o caso TVI / PT ou da ética política. Isso são ‘peanuts’, como dizem os estado-unidenses.
Há cerca de duas semanas, o chefe do Governo garantiu que não iria mexer nos impostos, em concreto no IVA. Mesmo depois de todos os especialistas dizerem que era inevitável para cumprir as metas do défice. Hoje, o Governo vai aprovar o aumento do IVA e do IRS sobre vencimentos. Logo, o que na semana passada era verdade, amanhã é mentira. E o Dia da Libertação dos Impostos já não é hoje.
Ontem já estava mal disposto. Não estranhei acordar de madrugada.
Por mais que tentasse, não me saíam da cabeça as restrições ao trânsito, a tolerância de ponto, os microfones forrados a ouro, os aviões que vão e que vêm e que irão tornar a ir e a vir.
E tudo isto, porque vem cá um personagem a quem deram o titulo de papa.
Para que não restem duvidas, sou ateu. Nem sequer considero o agnosticismo, porque só conheço uma pessoa que o professa e esse chama-se Manuel Alegre. De facto o único agnóstico político existente no Universo.
Só sabe que é de esquerda, nunca toma posições claras e definidas e embora a gente não negue a sua existência, sabemos perfeitamente que não existe.
Bom, agora o caso é mais complexo. Lembrámo-nos do objecto social desta Associação e fomos revê-lo. Lá está…..É nosso principal objecto promover o estudo dos fenómenos culturais, ideológicos, políticos e económicos do Mundo contemporâneo e em especial a sua incidência em Portugal……
Começava a ficar justificada a razão porque me sentia mal disposto.
É que nada justifica o “estardalhaço” desta visita. São mesmo suspeitas as razões que lhe estão subjacentes, assim como o facto de termos sido abençoados com uma estadia tão prolongada.
Não quero ferir sentimentos de ninguém, mas também reservo o direito de transmitir a minha opinião. E essa é a de que me parece que já era tempo de olharmos para o religioso sob outra perspectiva e num contexto moderno e adequado aos novos conhecimentos, de forma a todos termos direito ás nossas opções sem constrangimentos nem falsas promessas. [Read more…]

Reparem bem no prédio à direita da segunda imagem. É com este tipo de construção terceiro-mundista que Lisboa pretenderá ser uma capital atraente para o turismo internacional?

COMO SE FORA UM CONTO
A desonestidade grassa por aí. Faz parte da vida dos nossos dias. Olhando bem, a intelectual é talvez a que mais se nota.
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Nestes dias da visita do Papa a Portugal, muitos, demasiados, previram que os Portugueses iriam demonstrar uma indiferença e um afastamento enormes.
Previsões erradas e desprovidas de bases seguras, no entanto afirmadas e reafirmadas como verdades absolutas.
Às mesas dos cafés, nos locais de trabalho, nos blogues, nos jornais, nas televisões, em tudo quanto é sítio e lado, têm sido inúmeros os ditos jocosos, a chacota e os disparates, de muitos que se dizem agnósticos, ateus, laicos e sérios. A tentativa frustrada de desmotivação das pessoas, e a sobranceria e intolerância das suas opiniões só pode ser considerada patética. O ódio tem estado patente em muitas das palavras proferidas.
Esquecem, porque não sabem [Read more…]
Desperto para o problema após açoites continuados dos principais parceiros europeus, Sócrates, bem ao seu estilo, ensaia a táctica da jibóia. Vai apertar tanto Passos Coelho que o esmaga e o deglute em três tempos.
A primeira manifestação teve-a logo na primeira reunião com o líder do PSD quando no mesmo dia os seus ministros enviavam para a sociedade sinais contraditórios. Os megainvestimentos seriam reanalisados mas no dia seguinte assinava uma qualquer autoestrada no centro do país com o seu amigo Jorge Coelho e dois dias depois o TGV de Poceirão.
Se Passos Coelho deixa passar a imagem de que os custos da situação não são contrabalançados por medidas estruturais, acaba num “abraço de morte” de que não sairá incólume. Se Sócrates pode fazer a mesma política de braço dado com o PSD que razões há para mudar? Se pode partilhar com Passos Coelho os custos de uma política desastrada, autista, que levou o país esta lamentável situação, não hesitará um segundo.
O líder do PSD deve contribuir para uma solução, mas afastando-se, ao mesmo tempo, desta política que o PS desenvolve há dez anos e que teve como resultado um país mais pobre e mais injusto.
Escribir, parece ser la actividad más alegre de la vida, no parece ser una profesión, parece ser una diversión. Especialmente, cuando vemos el resultado de esa actividad en un libro que nos entretiene y no deja permitir que el tiempo corra. La lectura es la entretención más agradable de la vida cuotidiana. Especialmente si lo que se escribe es una ficción de la realidad, como el libro de Julio Verne, Veinte mil leguas de viaje submarino, de 1869. Los libros escritos por Stephan Zeiwg, (Escritor austríaco), 28-11-1881, Viena, 23-2-1942, Petrópolis, Rio de Janeiro, que sabia romancear la vida de personajes famosos, como a de Mary Stewart, Reina de Escocia, Zweig obtuvo un reconocimiento internacional como narrador, poeta y ensayista durante los años de 1920 e 1930, siendo uno de los escritores de lengua alemana mas traducidos. Inició su obra poética firmemente influenciado por Hugo en Hofmannsthal, siendo traducido para el alemán la obra de los simbolistas franceses Stéphane Mallarmé e Charles Baudelaire. A partir de ese período, se destacan las novelas Amok (1922), Angustia (1925) y Confusión de Sentimientos (1927), basados en la teoría del psicoanálisis. Con la aparición del nazismo, fue perdiendo fe en las posibilidades del compromiso político de los interactuáis, al mismo tiempo que expresaba una crítica decidida al sistema fascista. Sus ensayos biográficos Momentos Estelares da Humanidad (1927) y retrato del poeta como O Constructor do Mundo (1936) son ejemplos de sus inquietudes psicológicas. En 1934, emigro para la Gran-Bretaña e, cuatro años más tarde, viajó para los EUA y, después, para Brasil. En ese período, desesperado por la soledad, acabó por suicidarse juntamente con su mujer. Zweig sabía humanizar a los personajes que romanceaba, como si fueran parte de su vida. Y lo fueran, de tal manera que leer a Zweig es aprender historia al reparar que hay toda una realidad material y cronológica por detrás de los personajes que nos presentaba. Su propia vida parece una novela o romance. Lo que escribimos, o sale de nuestra ilusión o es fruto del reflejo de lo que escribimos, en nuestras ideas e sentimientos.

Sinfonia da Morte, livro escrito pelo ex-aventador Carlos Loures é objecto de uma belíssima apreciação crítica de Sílvio Castro, indutora de leituras várias e enriquecedoras do livro. Profundo conhecedor do escritor, o crítico, liga os labirintos, mas sem nunca nos oferecer a saída.
Duas históricas que correm a par, entrelaçando-se, em planos distintos no mesmo tempo mas em espaços diferentes. Tendo como motivo central o regicídio de D. Carlos e do príncipe herdeiro, disseca os vários grupos em confronto naqueles tempos em que campeava o “revolucionário” capaz de matar com as mais sinistras figuras do submundo.
O Aventar já apresentou o livro publicando vários excertos .
A não perder!
PS: Sílvio Castro é um escritor e cadémico Brasileiro professor na Universidade de Pádua.
A catástrofe da Madeira já foi há pouco mais de 2 meses. Desde essa altura temos tido alguns espasmos económicos, o benfica foi campeão e pelos vistos os impostos vão voltar a subir.
Até já tivemos galas a favor da Madeira e continuamos a poder arredondar as nossas compras para aos poucos ajudarmos a 2ª região mais rica do país (com um pib que representa 96,3% da média europeia).
Há por isso a tendência para se esquecer alertas antigos sobre como deve ser feita a ocupação do território, na Madeira e no resto do país.
Provavelmente para evitar isso realizou-se no passado dia 26 de Abril, na sede da Sociedade de Geografia de Lisboa, um Encontro e Debate organizado pela Associação Portuguesa de Arquitectos Paisagistas e a Sociedade de Geografia de Lisboa sobre “A Catástrofe da Madeira. Uma Visão do Ordenamento Biofísico”.
Reproduzo uma parte do press-release:
“Foi recordada a regularidade com que ao longo dos anos (e dos séculos) na ilha da Madeira têm ocorrido enxurradas e catástrofes – o que alerta para a necessidade de um novo paradigma no ordenamento biofísico do território.
Ficou demonstrado que os avisos de chuvas torrenciais podem ser feitos antecipadamente, num mínimo de 72 horas.
O leito de cheia dos 100 anos não pode ser de novo ocupado.”
Mário Nogueira assinou um artigo no “Público”, a que deu o título “Esta Fenprof incomoda que se farta!” Dir-se-ia refém de uma qualquer peça de Ionesco, tantos são os absurdos em que se enleia, ou convertido á Patafísica, “ciência” de soluções imaginárias. Mário Nogueira espadeira contra indeterminados, que não tem coragem de citar. Aderente ao axioma “quem não está connosco está contra nós”, Mário Nogueira convive mal com esse espaço de liberdade que designa por “blogues da especialidade”. Mas destaca-me do naipe, que apoda de adversários da Fenprof e arautos de falsidades. A deferência merece resposta:
1. O meu último artigo, que Mário Nogueira refere como exemplo dos ataques à Fenprof e paradigma de falsidades, tem três vertentes claras para quem não seja analfabeto funcional: resenha diacrónica de escritos meus, cuja substância foi confirmada por desenvolvimentos posteriores; opinião, em que sou acompanhado por milhares de professores, divergente da linha oficial da Fenprof, mas que só a escola burlesca de TariK Aziz poderia ignorar; e perguntas. Perguntas difíceis de tragar por goelas apenas oleadas para dar passagem a elefantes e sapos vermelhos, partidariamente cozinhados. [Read more…]
Lady Gaga empresta a voz e o talento ao hino oficioso de Papa Ratzi.Nunca a visita de um chefe de Estado me custou tanto dinheiro. Amen.

Em finais do loucos anos 70, daqui, por sobre a Alameda das Fontaínhas, avistava-se ainda com carris e ao serviço o Ramal de Alfândega, esse troço inclinado que ligava Porto Campanhã à Alfândega do Porto. Avistava-se a ponte Maria Pia, monumento último da Linha do Norte. E avistava-se ainda um comboio a vapor saindo do túnel D. Carlos (o maior dos três túneis entre Campanhã e a estação central de São Bento, início das linha do Minho e Douro.
A contemporaneidade acrescenta a este cenário a ponte de São João e a ponte do Freixo. A ponte Maria Pia, agora monumento nacional, perdeu a sua função ferroviária, o Ramal de Alfândega é um balde do lixo e comboios a vapor só circula no Douro aos sábados de Maio a Outubro. Actualmente, e não me ocorre outro, este é o único local em Portugal de onde se avistam três linhas ferroviárias, duas pontes e três túneis. Viva o Porto, capital emocional do Norte de Portugal.
(foto original aqui)Querido diário,
hoje tive uma visão do inferno. Vi o Joe Ratz, com aquela cara de fuinha que ele tem, deve ser o único tipo no mundo que nem todo vestido de branco fica com cara de bom, a receber uma camisola do benfica-salvo-seja (tento evitar esse nome, prefiro dizer “clube ruim”) com a inscrição “Bento 16”. O demónio estava distraído, caso contrário tinha posto ali um câmarapereira a cantar “eu cá p’ra mim não há maior prazer do que o selim e a mulher” e levava, de uma assentada, todas as alminhas lusitanas.
Antes disso, vi o Joe Ratz em Belém, a beijar os cavaquinhos. A senhora do prós-e-contras estava babada como se fosse a avozinha deles, e dizia que os cavaquinhos nunca mais se vão esquecer deste dia. A dama nº 1 estava preocupada porque já eram as 3 em Roma e ainda não tinham servido a comida ao Joe Ratz. Nem o papa morre nem a gente almoça, dizia, à socapa, morto de riso, o mais reguila dos cavaquinhos.
E nestes entreténs, passou-se bem o dia.
Chegou hoje a Portugal um Chefe de Estado, no caso, do Vaticano e de seu nome Bento XVI, o Papa. Acumula com a responsabilidade de arcar nos ombros toda uma Igreja e uma religião que é, goste-se ou não, partilhada pela grande maioria dos portugueses. Apenas e só isso, o que não é pouco.
Alguns, vários, não gostam do visitante em causa mas são aqueles que mais propaganda fazem à viagem. É irónico. Por mim, é bem-vindo e espero que seja do agrado dos fiéis esta sua passagem. Eu vou aproveitar para colocar a minha agenda em ordem e arrumar alguns assuntos pendentes. Uma forma, como outra qualquer, de aproveitar a tolerância de ponto. Parece que o trânsito vai ficar condicionado aqui no Porto (pelo menos teve o bom gosto de visitar esta nossa cidade). É aborrecido. É como no dia do Cortejo da Queima das Fitas, no S. João, nas manifestações dos sindicatos ou quando o Porto é campeão. Em breve teremos o Obama em Portugal e o mesmo acontecerá. Vamos ver qual o grau de “tolerância” daqueles que hoje tanto criticam a visita do Chefe de Estado do Vaticano…
Declaração de interesses: Agnóstico.

Um raríssimo e belo exemplar belle époque, há anos fechado e “para venda”. Adivinhamos o fatal destino. Reparem nos portões e grades das janelas e varandas. Estou tão seguro da demolição, como de amanhã ser quarta-feira, 12 de Maio. É o único edifício com verdadeiro interesse numa rua que foi completamente vandalizada. Por razões óbvias, gostaria que esta casa sobrevivesse, de modo a que a o nome do escritor não baptize uma pocilga ” Tegucigalpeña” no centro de Lisboa.
Já repararam que a Lisboa construída “em república post-1910” não consegue fazer parte da imagem que os estrangeiros têm da cidade? Dir-se-ia que por frustração, querem demolir tudo aquilo que se construiu até à época da “sopa do Sidónio”. Bela maneira de comemorar o Centenário!
Pobres e pouco alegres, quando é necessário e mais a mais estamos perante a visita de um alto dignitário do Vaticano, lá desenrascamos uns milhões para a festança e a pitança, mostrando ao mundo sermos gente generosa e acolhedora. Cuidámos sempre de nos apresentar como afável e simpático povo. É um complexo ‘luso-colectivo’ de exportação, porque, internamente, não somos bem a mesma coisa, como diz o anúncio.
Segundo o PUBLICO, em notícia que se propagou por jornais estrangeiros, LE MONDE por exemplo, o custo directo diário da visita do Papa está estimado em 37 milhões de euros, atingindo um total de 800 milhões para o período total da visita – números revelados por um estudo do Prof. Luís Bento da Universidade Autónoma de Lisboa.
Trata-se de um belíssimo investimento na fé, asseveram uns. Outros, como eu, não acreditam em milagres e esperam o anúncio das medidas draconianas a depauperar, ainda mais, os bolsos já vazios ou quase de muitos milhões de portugueses. Sexta-feira próxima, ou no limite segunda-feira, cá estaremos para ouvir Sócrates ou um seu ministro dizer: “vamos a contas’. Até lá, oremos.
No sofrimento da noite da música enrosquei meus ramos de árvore seca no sono do teu regaço, nascido de um tempo sem tempo, tão perto e tão distante do peito amante na hora do desejo.
Por dentro da noite fechada e muda, aberta a sonhos que desmoronam tectos e paredes, de que servem rostos sem palavras, e o fruto maduro dos teus lábios caído na noite deserta?
Que amor de liberdade, que liberdade de amor, se todos os caminhos não passam de caminho sem regresso?
Metamorfoses de paz e desejo apenas multiplicam falsificações eróticas em urdidura de novela.
A força do piano de Pletnev acordou-me. Não há “interrupted dreams” dentro de mim, pois já não crescem “dreams” no meu jardim.
Teu sorriso de vento forte que ainda me ergue das águas fundas num impulso de mil ventos, já não abre a todo o pano as velas do meu barco, perdido no mar, muito longe de voltar.

A Origem do Mundo, de Gustave Coubert
O Xico da Amora e outros leitores do Aventar ficaram muito incomodados pelo facto de, em post anterior, eu me ter baseado na Wikipedia para fazer uma resenha histórica da ligação entre o Papado e o Putedo. Esquecem os nossos prezados leitores que o Aventar é apenas um blogue e que enciclopédias, obras especializadas e quejandos devem ser servidas em locais próprios que não este. Utilizo-os muito, sim, mas na minha actividade profissional paralela ao ensino (ui, se o Miguel Abrantes sabe!)
Mas como os clientes têm sempre razão, prometo não me basear apenas na Wikipedia no post que agora escrevo sobre o período da Pornocracia no Vaticano. Um período que ocupou uma parte substancial do séc. X e os pontificados de Sérgio III, Anastácio III, Lando, João X, Leão VI, Estevão VIII, João XI, Leão VII, Estevão IX, Marino II, Agapito II e João XII.
Comecemos pela origem da palavra. Segundo a «Encicopédia Lello», Pornocracia é a influência das cortesãs, ou seja, das putas, na governação de um país ou instituição. Uma palavra de origem grega – kratos significa poder e porne cortesã. O Cardeal italiano César Baronius, no séc. XVI, foi o primeiro a referir-se a este período, baseando-se nos escritos de Liudprando de Cremona, diácono de Pavia que viveu entre 922 e 972.
A fase da pornocracia no Vaticano iniciou-se com o Papa Sérgio III. Conhecido como o Boca de Porco, foi eleito no ano de 904. Foi amante de Teodósia e da sua filha, Marósia,que estava casada com um nobre italiano desde 905 e que voltaremos a encontrar na história de outros pontificados. Com Marosia, teve Sérgio III vários filhos ilegítimos, um dos quais viria a ser eleito com o título de João XI. Durante a sua governação, mandou degolar o seu antecessor, Leão V. [Read more…]
(Leiam a notícia em baixo e reflictam. Reflictam sobretudo em algumas das enganosas mensagens que ela contém:
“Europa decadente de valores” Que autoridade tem Carlos Azevedo e Bento XVI para falarem em decadência de valores? Que olhem bem para dentro da Igreja e do Vaticano antes de falarem em decadência de valores nos outros.
Falar de “crise espiritual” da economia e da política, pela boca de uma instituição acusada de pedofilia no mundo inteiro e de crimes economico-financeiros de alto calibre, é, no mínimo, desconcertante!
Mensagem de “missão” para “despertar os cristãos adormecidos”. Adormecidos pela anestesia de Fátima, ou acordados pela realidade de uma mentira monumental?.
“Se tivesse havido consciência ética não teríamos chegado ao descalabro económico”. Carlos Azevedo ou é ingénuo ou pretende atirar um punhado de areia aos olhos das pessoas. Onde está a ética do Vaticano? No encobrimento da pedofilia? Na ligação à mafia, à loja maçónica, ao holocausto da Croácia, à ajuda na fuga dos criminosos nazis? Na sinistra actividade de Paul Marcinkus, pedra basilar do Vaticano? No mais que suspeito assassínio de João Paulo I? No banho de sangue dentro da Guarda Suiça, escandalosamente abafado? Além disso, não sabe Carlos Azevedo, porventura, que o Vaticano foi sempre, e é uma das personagens principais do palco económico-financeiro onde decorre a dramática peça do capitalismo selvagem?
“O contexto de crise traz exigências de simplicidade de vida e austeridade”. É preciso o Sr. Carlos Azevedo ter um camião Tir de descaramento para dizer uma coisa destas, quando toda a gente conhece o luxo da igreja e a sua total falta de simplicidade. É preciso muito pouco senso para dizer isto aquando de uma VISITA PAPAL IMPERIAL repleta de luxo, vaidade, ostentação e desprezo pelos famintos e desempregados de Portugal e do mundo).
“Temos de encontrar uma nova forma de viver”. Talvez aquela que Leonardo Boff mostrou ao mundo na sua Teologia da Libertação, que Ratzinger arrumou de vez, não fosse o diabo tecê-las, e que, ao fim e ao cabo, foi a que Cristo ensinou. Essa mesma forma de viver, simples e austera que a igreja católica atraiçoou e desde há séculos renegou, virando-a completamente do avesso).
******************* [Read more…]

E eu, via Aventar, não quero deixar de dar as boas-vindas a Sua Santidade.
Os autarcas do Norte do país face à imposição das SCUT (pagamento de portagens) não conseguiram contratar uma empresa da especialidade para fazer um estudo. Todas têm medo de perder o seu principal cliente. O Estado socialista! É a isto que chegou Portugal! Voltou o medo!
E, claro, daqui a pouco temos o futebol, terça- feira o Papa e, mais logo, uma sessão de fados numa qualquer viela. Recorda-vos algum tempo?
(Como me escasseia o tempo para posts, peço a gentileza de eceitarem, uma vez ou outra, um post de um dos meus filhos, Marcos Cruz)
DE UMA CONTA A OUTRA
As suas contas cada um que as carregue, mas há contas sem ponta por onde se lhes pegue. Se eu pudesse pagá-la em simpatia, pois nada me importaria, só que além de eu saber que ninguém a aceitaria, sei também que não ma devolveria. Faria dela refém, e com ela ficaria, quem de mim não recebesse, a mal ou a bem, tudo quanto lhe cabia. Eu, por mais voltas que desse, só novamente a veria quando me resolvesse a pôr as contas em dia. Mas se, de repente, me saísse a lotaria, toda aquela gente me perdoaria a dívida pendente, esperando que tal simpatia, por ser de categoria, me enchesse de gratidão, a ponto de abrir a mão e, literalmente, tornar a conta corrente. Então, se eu aumentasse a quantia e, por juros de não-cobrança, lhes desse mais do que devia, até mostrar cagança poderia, que à santidade o meu bom nome subiria. Na verdade, assim é a nossa Bolsa de Valores: uma valsa de cobrados e cobradores. Quem melhor a dança é quem não tem amores para além da finança. É uma fidelidade cómica, mas dela vive o fiel da balança económica. A nós, pecadores, não nos resta outra saída senão amar a balança da vida, esperando que seja devida a frase que desde criança por todos nós é ouvida: ‘Enquanto há vida, há esperança!’.
Enquanto não se constrói ligação directa Fátima/Chão de Maças (Linha do Norte) – Fátima – Ourém – Leiria (Linha do Oeste), recordo que já o “comboio” andou por Fátima (agora cidade). A foto, de fonte desconhecida e provavelmente obtida já no Pós-Guerra, mostra uma linha em sistema Decauville utilizada para trazer pedra para o Santuário de Fátima. Nesta outra foto mostra-se o actual “comboio” em Fátima.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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