The Age of Stupid

The Age of Stupid

Documentário sobre as mudanças climáticas e sobre a falta de reacção dos governos e dos povos. Em inglês, legendado em português. Página no IMDB.

As ondas gravitacionais foram detectadas

 

Segundo a comunicação social, as ondas gravitacionais foram finalmente detestadas… Detestadas? Não. Foram finalmente destetadas. Destetadas? Também não. Já sei: detetadas. Não? Não, porque a diferença grafémica entre detestadas, destetadas e detetadas… Ah! Já sei: as ondas gravitacionais foram finalmente detectadas! Exactamente: detectadas!

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

A culpa é nossa

O Deutsche Bank afunda-se numa crise inquietante e as suas acções caem. Como a culpa só pode ser nossa, ‘bora lá pedir perdão ao Schäuble e pagar o prejuízo. Verzeihung, mein Führer!

La cucaracha

Há coisas que uma pessoa não pode fazer em Espanha e uma delas é tomar café. A não ser, claro, que o café seja de marca portuguesa. Tenho, por isso, uma pequena lista de lugares onde sei que posso pedir um café sem riscos de maior e lanço mão dessa lista sempre que necessário. Na manhã de Carnaval, estava eu a tomar o pequeno-almoço num desses sítios já conhecidos, quando entra um grupo de mulheres vestidas de Thermomix. Eram quatro cinquentonas, descaradas, de risada sonora e língua afiada. A Thermomix, talvez não saibam, é uma instituição em Espanha, uma máquina liquidificadora e processadora de alimentos, dessas que fazem sopas, sumos de fruta, pão, soufflés,  queques fofos. As folionas traziam uns chapéus muito vistosos, com frutos, peixes, salsichas de plástico, e no peito uns botões com diferentes velocidades, mesmo a jeito para que os homens atrevidos lhes perguntassem se podiam dar ao botão. Podiam ser quatro “chicas Almodóvar”, ou pelo menos a isso aspiravam, embora os chapéus remetessem inevitavelmente para a “Pequena Notável” de Marco de Canaveses. [Read more…]

A alternativa à “geringonça” é um “calhambeque desconjuntado”?

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Instalou-se em Portugal um estilo de oposição que diz mal de tudo o que mexe, sem o mínimo de reflexão e sem atenção aos interesses de Portugal. Isso resulta do mau funcionamento dos partidos que, como dizia Viriato Soromenho Marques ontem no DN, nos pode levar de novo ao abismo: “É mesquinho querer ganhos táticos, quando o interesse nacional exige dos partidos seriedade, compromisso e convergência estratégica. O espírito de fação levou-nos à beira do abismo. Se não quisermos mergulhar nele, teremos de pensar e agir de modo diferente“. [Read more…]

Reflectir é desarrumar os pensamentos

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Esta é uma boa resposta para quem vive formatado num determinado registo de pensamento. Talvez seja a hora de fazer uma reflexão profunda.

Manifesto do DiEM25 – Em Português

Nota: O Manifesto do DiEM25 (Democracy in Europe Movement – Moviemento para a Democracia na Europa) foi apresentado dia 9 de Fevereiro em Berlim por Yannis Varoufakis e contou com a participação de vários convidados Europeus e extra-Europeus. Nesse mesmo dia foi também publicado online o manifesto do movimento. Visto que a página oficial do movimento não conta com uma tradução em Português, o Aventar decidiu traduzir a versão mais longa e publicá-la no blogue. Segundo o próprio site, o DiEM25 conta já com o apoio de 10.757 pessoas desde a data de lançamento.

O manifesto inclui não só críticas à actual estrutura da União Europeia mas também uma série de propostas que visam democratizar a UE. Esta é a primeira tradução integral do documento.

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Luz e sombra (3)

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Fotografia: Paulo Abrantes

#ConselhosdoPassos chegam à imprensa nacional

CdP

Parece que os conselhos de Pedro Passos Coelho também têm espaço na comunicação social portuguesa. Só é pena terem chegado tão tarde. E apesar de não despertarem tanto interesse e paixões arrebatadoras na nossa imprensa como os conselhos do seu sucessor, a verdade é chegaram à TSF, ao DN e ao jornal I. Nada mau! Parabéns à malta da Uma Página Numa Rede Social que não anda cá há dois dias nem foi parida num qualquer gabinete de assessores boys para servir estratégias eleitoralistas. E se dúvidas restassem, a argumentação das pessoas por trás deste projecto é esclarecedora: [Read more…]

A importância de ser Humberto

O aeroporto da Portela vai, por decisão do governo, passar a chamar-se Humberto Delgado. Os telejornais deram a notícia. Segundo o que vi, o homenageado foi um senhor muito importante no arranque da aviação civil em Portugal. E pronto. Tem piada, o nome é igualzinho ao daquele Humberto Delgado candidato à presidência da República no tempo de Salazar, vencido por vigarice do regime e tornado importante referência da oposição democrática, vindo a ser assassinado pela PIDE. Chamavam-lhe “general sem medo”. Foi, lembro-me, a primeira vez que eu, ainda criança, confrontei o meu Pai com as minhas primeiras dúvidas políticas. É que na escola onde estava beatificava-se Américo Tomás e o meu pai, para minha surpresa, não parecia nada entusiasmado com esse facto. Hoje sei porquê e honro-lhe a memória.
Então – pelo menos segundo o telejornal – o homenageado vai ser o Humberto Delgado da aviação civil. Que coincidência, não é?…

Os mercados não estavam nervosos

Mas Cavaco e a quadrilha pede-lhes que estejam nervosos. Schäuble manda-os estar nervosos. E agora, eles podem mesmo ficar nervosos. É assim que funciona.

Miguel Relvas e o Banco Efisa: the plot thickens

Relvas

O PS apresentou um requerimento para chamar Miguel Relvas e a ex-secretária de Estado do Tesouro Isabel Castelo Branco ao Parlamento, de modo a obter esclarecimentos sobre o caso da venda do banco Efisa. Relvas será ouvido na qualidade de accionista da sociedade que adquiriu o banco ao passo que Isabel Castelo Branco será questionada sobre a recapitalização do banco com 90 milhões de euros que autorizou. Os socialistas ponderam, inclusive, a possibilidade de chamar também Pedro Passos Coelho.

A história do Banco Efisa cheira mal. Cheira mal pelo timing pré-eleitoral, cheira mal pelo preço a que foi vendido, uns módicos 38 milhões de euros, apesar da recapitalização, e cheira mal porque o historial de Relvas e Passos Coelho não inspira confiança. Terá sido esta a forma encontrada por Passos Coelho para agradecer os favores do passado? O Organismo Europeu de Luta Antifraude andava em cima deles. Será que os amigos de Bruxelas arquivaram a coisa?

Fotomontagem gentilmente cedida por Uma Página Numa Rede Social

Portugal sob chantagem

Wolfgang Schäuble: “Estamos a observar os mercados financeiros e eu já disse que Portugal tem de estar bem ciente que pode perturbar os mercados, se der a impressão que está a inverter do caminho percorrido” [DN]

conselho de Escolas para quê?

IMG_1644Maria de Lurdes Rodrigues não teve qualquer problema em o assumir – o Conselho de Escolas foi um instrumento criado para compensar a dificuldade negocial que, à época, encontrava junto dos sindicatos de professores.

O Conselho de Escolas é um órgão consultivo do Ministério da Educação onde estão representados Directores de Escolas. Segundo a sua página oficial, a sua missão será representar, “junto do MEC, os estabelecimentos de educação da rede pública no tocante à definição das políticas pertinentes para a educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário“.

Ora, depois do que foi revelado pela ex-Ministra da Educação, qualquer capacidade de representação desta gente caiu por terra – tenho imensas dúvidas sobre se representam os seus pares, quanto mais as escolas. Estarão, não tenho disso dúvidas, mais perto de representar os partidos que, em muitos casos os colocam à frente das respectivas Escolas.

E, até por isso, não me surpreendeu o silêncio desta não-existência durante o miserável reinado cratiano. Assistiram, quase em silêncio, à destruição da alma da Escola Pública e isso, não pode passar em branco. Se queriam ter o direito a representar as escolas, era nessa altura que a vossa voz fazia algum sentido.

Agora, o Vosso ruído, mais não é do eco para um pasquim como o observador, nada mais. E, a dureza das palavras escolhidas para este post vão mesmo na Direcção dos Directores que se demitem de o ser, preferindo o caminho fácil da incompetência. Percebo, que no Vosso caso, seja mais fácil culpar os professores e as famílias pelo insucesso que cresceu nos últimos anos. E, para isso, nada melhor que um exame. Chegam as notas, apontam o dedo e limpam as mãos, como qualquer Direcção de um clube que despede um treinador. [Read more…]

Durão Barroso, o pacifista

O mordomo da guerra no Iraque fala do risco de explosão generalizada de conflitos. E, nas entrelinhas, apela a uma nova Ordem Mundial.

Uma vez mordomo, mordomo toda a vida.

A fatura dos assessores

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Leio no Jornal Económico, por sinal um jornal a trabalhar em condições muito difíceis – com vários meses de salários em atraso e numa situação terrível de indefinição porque o proprietário, a famosa Ongoing, não tem dinheiro para uma reestruturação e espera desesperadamente vender o título-, que o Governador do Banco de Portugal contratou mais um assessor financeiro para vender o Novo Banco. Desta vez contratou o alemão Deutsch Bank.

Mas quantos assessores são necessários para o Banco de Portugal, que tem funcionários competentes nos seus quadros, vender o Novo Banco? E quanto vai custar toda essa “assessoria”? Assim por alto identifico: [Read more…]

PAN, um corpo estranho num ecossistema de previsibilidade

O representante do partido PAN - Pessoas Animais e Natureza, André Silva, à chegada para uma audiência com o Presidente da República de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, no decorrer do ciclo de audiências aos partidos políticos com assento parlamentar no Palácio de Belém, em Lisboa, 21 de outubro de 2015. ANDRÉ KOSTERS/LUSA

André Silva, deputado eleito pelo PAN, não tem tarefa fácil. Por ser só um, terá, imagino eu, que estar presente em todas as comissões parlamentares em que o PAN pretenda (e puder?) dar a sua opinião ou questionar o executivo. Para além disso, notícias sobre o PAN são praticamente inexistentes na comunicação social. Sim, eu sei, a imprensa é um negócio e está no seu direito de privilegiar as audiências em detrimento da informação. Apesar dos códigos deontológicos e tal. Mas nos jornais portugueses, mais rápido apanham uma grande reportagem sobre a Ana Malhoa do que uma qualquer notícia sobre o PAN. No próprio Google, o so-called fórum da democracia moderna, se escrever André Silva, a primeira página de resultados é toda dedicada a outro André Silva, o jogador do FC Porto. Não é nada fácil ser o PAN. [Read more…]

Faz hoje 26 anos que Mandela foi libertado

Outro veto do Cavaco que correu mal.

Os boatos

boatosA  palavra “ boato “ pode significar várias coisas como o diz que disse; notícia cuja fonte não é conhecida e sem fundamento; mexerico; dito maldoso que se espalha pelo boca a boca; mentira, conversa infundada; atoarda.

Porém a origem da palavra “ boato “ aparece como o dito que do boi só não se aproveita o berro, que vem do latim ” boatus “ que significa “ mugido, berro do boi “.

Não é que com estes ” boatus “ descubro coisas sobre mim que nem eu próprio sabia!

Luz e sombra (2)

paulo abrantes
Fotografia: Paulo Abrantes

As pessoas que se enfurecem com a verdade são aquelas que vivem na mentira

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Hoje ao final da tarde estava sossegado no meu escritório a terminar um relatório para regressar a casa quando recebo um telefonema.

Atendi normalmente o telefone. A conversa começou normalmente. Tranquilamente ainda tentei manter a conversa num tom normal mas rápidamente passei a ser insultado aos gritos, seguido de um chorrilho de ameaças e mentiras.

Disse-me tudo o que lhe veio à cabeça e acto continuo desligou o telefone.

Uma atitude de um cobarde que me pareceu ser de alguém que estava de cabeça completamente perdida.

O objectivo será intimidar-me? Está enganado. O que poderá levar uma pessoa a ter este tipo de atitude? Parece-me que apenas o desespero.

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Frederico Lourenço sem pés nem cabeça

Fernando Venâncio

Sempre tive em elevado apreço o ensaísta, tradutor e ficcionista Frederico Lourenço. Por isso me custou crer no que os olhos me viam quando ‘links’ amigos me conduziram ao texto que abaixo se verá. Foi, até, por esse conhecimento ser indirecto que me resguardei de comentário público. Mas, hoje, o Ciberdúvidas da Língua Portuguesa reproduziu a tirada e, com isso, dispensou-me da reserva.

Parece nítido que Frederico Lourenço (FL) quis dar gozo a quem o lesse. A julgar pela caixa de comentários, conseguiu-o em pleno. Só que o preço pago de antemão para esse efeito foi desmesurado. Vejamos. [Read more…]

Precisará Marcelo de um visto gold?

Marques Mendes mantêm-se no Conselho de Estado. E que jeito que a imunidade lhe dá.

Qual classe média?

Eis o gráfico que Ricardo Paes Mamede mostrou, ontem, no programa “Números do Dinheiro”:

Quase 70% das famílias portuguesas vive com menos de 600 euros por mês, e 22,7% não chegam aos dois mil euros. Os rendimentos mais elevados concentram-se em 8,9% dos agregados familiares.

É um bom banho de realidade e, sobretudo, muito útil para perguntar àqueles que acusam o Orçamento de Estado para 2016 de “penalizar a classe média” de que classe estão, afinal, a falar.

(Gráfico disponibilizado por R.P. Mamede no facebook).

Escola a tempo inteiro

IMG_20150108_083900Aí está o debate e, se a economia foi trocada pela política, também agora, no que à Educação diz respeito, fala-se de Escola, de Alunos e de Educação. Mérito, mais uma vez de António Costa.

Vamos então ao debate.

Segundo algumas informações que hoje vieram a público, o governo quer ampliar a oferta de Escola a tempo inteiro, permitindo que todos os alunos possam ter um espaço público de educação entre as 7h30 e as 19h30.

E, começo por acrescentar, que, num debate maniqueísta, onde tivesse que escolher entre um sim e um não, responderia sim.

Sem conhecer a proposta do governo, escaldado que estou com a miserável campanha que tem vindo a ser feita pela comunicação social, escrevo agora no plano dos conceitos, procurando argumentar com o que me vai na alma.

Hoje, a nossa organização social e em especial do mundo do trabalho, são diferentes de ontem. Creio que são múltiplos os factos que comprovam esta convicção – mais mulheres a trabalhar; pais e avós em simultâneo no mundo do trabalho; desregulação dos horários de trabalho; precariedade, etc… [Read more…]

Hoje, lembrei-me de Chomsky

paulo santana contatar

TVI24 (http://bit.ly/1V3xPLE): os meus agradecimentos aos Tradutores contra o Acordo Ortográfico (http://on.fb.me/1nY5RG7)

 

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Polyarchy is a system in which power resides in the hands of those who Madison called the wealth of the nation, the responsible class of men, and the rest of the population is fragmented, distracted, allowed to participate every couple of years. They’re allowed to come and say ‘Yes,’ ‘Thank You,’ ‘Why Don’t You Continue for Another Four Years?’ And they have a little choice among the responsible men, the wealth of the nation.

O Porto é uma família

com sangue italiano, suponho.

O orçamento do Estado e a “circulatura” do quadrado: As 50 sombras que David Justino não tem

Por Santana Castilho

  1. Para titular este artigo apropriei-me de um neologismo feliz que Bagão Félix criou, porque exprime bem o processo técnico (não teria sido melhor que António Costa o assumisse como político?) que nos trouxe ao orçamento de 2016.

O plano macroeconómico do PS não contemplava o aumento de impostos. O aumento previsto era o dos rendimentos líquidos dos portugueses, designadamente por via da redução da TSU. Podíamos questionar a viabilidade de êxito da proposta, mas não podíamos deixar de lhe reconhecer coerência. Porém, essa coerência esfumou-se entre os acordos com a esquerda parlamentar e as negociações com Bruxelas, dando lugar a um caminho de fraco norte e forte risco.

Os benefícios deste orçamento resumem-se à função pública e à restauração e são parcos para virar a página da austeridade, quando o aumento líquido da receita fiscal e contributiva ultrapassa os 2.600 milhões de euros. Este é um orçamento simplesmente menos servil, com execução no fio da navalha e sem dinheiro, como serão todos, não importa de que governo, enquanto não for reduzido o peso e o custo da dívida. Porque a “circulatura” do quadrado só se consegue no domínio da mistificação política.

Todavia, devemos reconhecê-lo, António Costa venceu o dramatismo ridículo de certa comunicação social, o discurso caceteiro da direita, o teatro majestaticamente rasteiro da Comissão Europeia e conseguiu valorizar o Estado e os seus servidores e promover alguma justiça social, de que o fim das benesses fiscais aos fundos imobiliários em sede de IMI e a extensão da tarifa social da energia são os melhores exemplos.

Se lhe concedo, portanto, um sinal débil de virar de página, quando chegamos à Educação a página vira para trás e a desilusão tem, para quem se iludiu, o exacto tamanho da ilusão. [Read more…]

Violar! MATAR! E Esconder o corpo

de uma idosa, não seria coisa para pena máxima? Pergunta de um ignorante em direito criminal.

Ode à alegoria

Faço parte de um grupo de amigos que se senta há vários anos na mesma mesa. Os nossos objectivos são nobres: beber uns copos, dizer umas larachas e resolver os problemas do mundo e da humanidade no meio de debates e discussões que, por vezes, fazem com que nos zanguemos e em que, muitas vezes, dizemos coisas surpreendentemente profundas, tendo em conta a nossa reduzida ambição.

No café que frequentamos, há outros clientes que acabam por ouvir o que dizemos, porque, confesso, falamos um bocado alto. De outras mesas chegam-nos, com relativa frequência, vozes simpáticas e, de vez em quando, há um ou outro provocador que passamos a ignorar, porque, já se sabe, pode acontecer que, num estabelecimento como este, haja sempre quem tenha mau vinho ou maus fígados.

Não pertenço a este grupo desde o princípio. Trouxe-me um amigo. Aqui encontrei outros amigos e, desde então, rio-me, zango-me, discuto, provoco, sou provocado e aprendo muito. Sinto-me bem aqui. Foi, aliás, nesta mesma mesa, que atingi vários momentos de realização pessoal, o que diz muito do poder de uma mesa de café ou de um grupo de amigos. [Read more…]