
o tempo pasa num pestanejar
Tenho escrito uma carta aberta ao Poder Legislativo de Portugal, para definir una política da educação como primeira prioridade do seu Governo. As ideias não têm sido retiradas de ideias improvisadas. Uma delas, provem de um livro, resultado do meu trabalho de campo em vários sítios diferentes, texto usado já antes para o blogue: Como era quando não era o que sou. O crescimento das crianças, Profedições, Porto, 1998. A minha teoria sobre a educação não está apenas materializada em este texto, bem como em outros vários que os leitores devem conhecer. Este enxerto é apenas parta do livro citado e a teimosia de três raparigas que queriam aprender na vida académica, o que já sabiam na vida real, empregar-se e ganhar dinheiro para serem livres das tutelas familiares. [Read more…]


Recuperaram 



Confesso que nem sabia onde parava o Rui Araújo, que entre outros títulos distintos ostenta o de primeiro repórter português a entrar em Timor-Leste ocupado. Numa altura onde se confunde jornalista com licenciado em jornalismo, onde a investigação anda muito mais Cabrita que Felícia, sabendo que essa é a lógica dos donos dos órgãos, que investigar pode mesmo ser perigoso, encontrei-o hoje a contar a estória do “
Para quem não conhecer, a
Agora pasme-se: esta rua, outrora movimentada pelo seu robusto comércio e casas de morada de muitos cidadãos, é hoje, quase de certeza, na cidade, o maior cemitério de prédios decrépitos e em mau estado por metro quadrado. Um caso de estudo, sem margem para dúvida! Infelizmente, para pior, uma amostra do estado em que se encontra a Baixa da cidade de Coimbra.
Nem vou falar das causas, porque já todos as conhecemos de ginjeira, a começar por esta absurda, inoperante, injusta, selvagem, paradoxal, ilógica, inconsequente, estúpida, estulta, Lei do Arrendamento Urbano. Já o escrevi aqui: pelo menos, desde 1974, todos os ministros relacionados com a pasta da habitação deveriam ser sentados com o cu no mocho e julgados por atentado ao património nacional e terrorismo urbano. Agora, de repente, lembrei-me de um pormenor importante: aqui na Internet circulam petições para defesa dos motivos mais néscios que há, e até algumas com fundamento de razoabilidade. Qual o motivo por não haver nenhuma a favor de uma mudança de paradigma que é tão importante para o país? Se calhar será outro caso de estudo…
Esta frase dá arrepios, num país onde a juventude está tão mal preparada e as regiões desertas. A desertificação irá acentuar-se, tudo porque é necessário poupar uns tostões,enquanto se esbanjam milhões em gabinetes com doze motoristas, assessores, consultores externos, frotas automóveis, megainvestimentos que ninguem sabe muito bem para que servem.






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