A Derovo vai colocar em “postura” 1 000 000 de galinhas que vão produzir 800 000 ovos/dia.
Numa fábrica nova em Proença-a-Nova no distrito de Castelo Branco. As 200 000 que não produzem estão em formação nas Novas Oportunidades ?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A Derovo vai colocar em “postura” 1 000 000 de galinhas que vão produzir 800 000 ovos/dia.
Numa fábrica nova em Proença-a-Nova no distrito de Castelo Branco. As 200 000 que não produzem estão em formação nas Novas Oportunidades ?
(Alfandega da Fé (2))
“Uma petição online lançada, esta segunda-feira, para pedir explicações ao primeiro ministro sobre alegadas interferências na comunicação social conta já com mais de 600 assinaturas e vai ser entregue na Assembleia da República (AR) quinta feira.
O movimento “Todos pela Liberdade” está a convocar, através do Facebook, uma manifestação para quinta feira frente ao Parlamento, pedindo aos participantes que se vistam de branco.
(…)
«Da esquerda à direita», os promotores do projecto participam em blogues como Delito de Opinião, Esquina do Rio, Aparelho de Estado, 5 Dias, Blog Sábado, A Arte da Fuga, 31 da Armada, Blasfémias, Aventar, Portugal dos Pequeninos, O Insurgente e Cachimbo de Magritte.”
Na TSF.
O Aventar associa-se à manifestação «Todos pela Liberdade». Na quinta-feira, às 13.30 h, estaremos lá. Na Assembleia da República. Connosco, a maior parte dos blogues que defende a liberdade e a democracia. O Gabriel diz quem são.
O Aventar é um blogue plural, que reune gente de Esquerda e gente de Direita mas que, no essencial, defende a Liberdade. Penso que é isso que está em causa. Pessoalmente, posso não me identificar nada com alguns desses blogues, mas, neste momento, isso é secundário. Neste momento, o objectivo é só um e está acima de todos.
Convergência estratégica? Seja, se assim se quiser chamar. O texto do Manifesto é bem claro. Ninguém quer dar mais poder ao Presidente da República. No fundo, é dar o mesmo poder que se deu a Jorge Sampaio quando dissolveu a Assembleia da República. Março já está aí.
Obviamente, eu compreendo a posição dos blogues do situacionismo. Nem deles, em coerência, se podia esperar outra coisa.
Obviamente, eu entendo o alinhar sem reservas do Aventar – um blogue onde convivem pessoas de diferentes ideologias, múltiplas proveniências e diversas experiências de vida só se podia esperar uma decisão em prol da Liberdade.
Obviamente, eu não compreendo a posição da esmagadora maioria dos membros do Arrastão. E menos a entendo quando leio a primeira das razões apontadas. Por me custar ver este tipo de sectarismo, quando no referendo sobre o IVG vi o Daniel ao lado do CAA sem que os parentes de um e de outro caíssem na lama. Não compreendo. Deve ser problema meu.
Obviamente, razões que a razão desconhece. E sim, sim estamos todos a falar do mesmo: LIBERDADE!
Foram-se todos embora e deixaram a Ana Gomes sozinha a fazer de voz da liberdade dentro do PS:
Nao é possivel – e, como socialista, não me parece útil – varrer para debaixo do tapete as questões que tais escutas suscitam: é preciso esclarecer se era, ou não, por instruções governamentais que a PT estava a negociar a compra da TVI à PRISA.
Acresce que o que foi publicado – e até hoje não foi desmentido – reforça dúvidas sobre a actuação das mais altas instâncias do Ministério Público.
É o Estado de direito democrático que pode estar em causa.
No dia em que uma grande maioria de blogs em Portugal avança para o primeiro round da batalha por um outro governo (a próxima terá de ser na Praça da Liberdade no Porto!), ficamos a saber que o caso Face Oculta continua a espantar-nos. E que o Mário Crespo continua na crista da onda. Isso e o PSD a preparar-se para preparar o futuro já em Março. O tempo urge.
A Luta Continua!
http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/zq6FUqclYvbtDCYAIZty/mov/1
Sporting de Braga soma e segue.
0-1
http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/ZZGWtHufeajNJtmTTMzg/mov/1
0-2 [Read more…]
O desemprego continua a subir na maioria dos países da zona euro, há cada vez menos postos de trabalho a serem criados e a actividade das empresas continua aos solavancos.
A retoma dos países europeus, sobretudo das economias mais frágeis e endividadas, como é o caso de Portugal, Grécia e Espanha, pode ter uma recaída severa caso os cortes nos apoios públicos à economia e ao emprego sejam retirados de forma precipitada, avisa a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Falta o mais dificil, que a economia reaja à retoma o que ainda não se verifica. No entanto, os países mais frágeis estão a ser pressionados pelas empresas de “rating” e pelos mercados e ainda pela Comissão Europeia, para retirarem os apoios públicos.
A saída da crise tem que ser global, países com saldos comerciais elevados como a Alemanha deveriam aumentar a capacidade de procura dos seus cidadãos e, desta forma, abrir mais mercado para os países menos preparados e que dependem em absoluto das exportações.
Portugal é um desses países com baixa produtividade, especializado em actividades pouco diferenciadas que hoje enfrentam a concorrência feroz dos países de baixos custos de mão-de-obra.

Não, para já não me refiro a José Sócrates.
Acontece que, a partir de hoje, o Aventar vai acompanhar dia a dia o último ano da Monarquia. São os dias do fim de um regime que caiu em 5 de Outubro de 1910. Através da imprensa, iremos saber quais foram as notícias de há 100 anos e qual o estado de espírito do reino nas vésperas de uma revolução.
Aqui. No Aventar.
Bronislaw Malinowski, Doutor em Física e Química pela Universidade de Cracóvia, nos seus jovens vinte anos sofreu um problema pulmonar, que o forçou à imobilidade. Durante esse período, para se entreter, leu vários livros, entre os quais O Ramo de Ouro (título original: The Golden Bough. A Study in Magic and Religion), de James Frazer, 1890, 1ª Edição, The MacMillan Press – a edição que uso é de Papermac, 1995. Livro que o impressionara a tal ponto, que abandonou as suas denominadas ciências exactas e, já curado da sua doença, foi de imediato (1910) para a London School of Economic, onde, sob a orientação de Edward Westermarck, escreve a sua tese, na área da antropologia, intitulada The family among the Australian Aborigines. A sociological study, University of London, Monographs on Sociology, Nº 2, University of London Press, 1911. [Read more…]
A recente debandada em A Regra do Jogo parece ter uma única explicação e é o próprio Carlos Santos que o diz: «os que sairam foram à procura dos espaços onde a lealdade vale mais que a livre expressão».
Ou seja, da forma que o percebo, as recentes críticas de alguns elementos do blogue ao actual Governo e em especial ao primeiro-ministro José Sócrates provocaram dissidências. E aqueles que não se reviam nessas críticas e que pensavam que aquilo iria ser um segundo «simplex» optaram por sair. Em busca, segundo Carlos Santos, de um sítio onde a lealdade (ao líder?) prevaleça relativamente à liberdade de expressão.
Acho de gargalhada a ideia de sócrates ter tentado fazer o que se diz que tentou fazer.
Isabel Moreira
O programa semanal de rádio Vidas Alternativas 206 abre com uma discussão entre Monarquia e República a propósito de uma petição que Nuno da Camara Pereira, Presidente do PPM, Partido Popular Monárquico, lançou na net para alterar um artigo da Constituição, para permitir a utilização do referendo para a legitimar ou não.
Depois de Nuno da Câmara Pereira, fomos ouvir Luís Mateus, militante republicano, que expôs as suas razões contra essa petição.
Fechamos ouvindo o sociólogo António Pedro Dôres, debruçando-se sobre os casos, sempre escandalosos e reincidentes, da falta de respeito pelos direitos humanos dos presos nas prisões portuguesas.
Abertos às vossas criticas e comentários, sugerimo-vos que se inscrevam na nossa newsletter em www.vidasalternativas.eu.
Antonio Serzedelo-editor
A máquina – PGR que não vê, Presidente do Supremo que não dá explicações, empresas públicas que usam o dinheiro público para manobras vergonhosas, boys pagos a peso de ouro que autorizam a publicação das escutas como se a publicação dependesse da sua vontade, comunicação social que publica ou não conforme os negócios em carteira, Presidente da República que demite se isso interessar e não arruinar a renovação do mandato, Assembleia da República que pode constituir maioria para avançar com uma moção de confiança – pode desligar a qualquer momento, Sócrates o soberbo, é a pessoa mais dependente que vive em Portugal.
Mesmo mantendo-o artificialmente ligado, ficará em condições de fazer a sua vida, ou já é um vegetal apenas com o PS e os negócios a fornecer oxigénio?
Assistimos esta semana a um período muito estranho da vida nacional, diria mesmo, surrealista,com golpes e contra golpes preparados por centrais de informação- que agora devem ter baixado de intensidade – mas que deixaram a imagem de Portugal bastante debilitada, sobretudo no estrangeiro, e os portugueses perplexos .
Nunca se imaginou ver a direita e a esquerda alinhadas com Alberto João Jardim, para votarem contra o PS.
Nunca se imaginou que o PS podia demitir-se, ao fim de 100 dias de governo ,por causa de 0,04‰ que oneram, de facto , um orçamento que se quer de contenção,mas houve ameaças nesse sentido .
O país da indiferença ,começa a olhar preocupado para as lutas que se travam ,e, em breve, quando aumentarem os juros daquilo que comprou a crédito, designadamente, casas e equipamentos ,vai haver protestos, porque o dinheiro vai custar mais caro com o descrédito em que o país mergulhou internacionalmente .Os especuladores ,agora, vão exigir mais juros pelo dinheiro que emprestarem a Portugal.
Está a caminho uma tentativa , (subjectiva ou objectiva) de descrédito, e de fazer cair o Governo como propôs o líder da Madeira.Só não avança mais , porque os partidos sabem que umas eleições próximas, provocadas ,não alterariam substancialmente o quadro parlamentar ,salvo provavelmente, para o PS.
Os casos, 1º , o espúrio, do conhecido e prestigiado jornalista Mário Crespo, depois, o outro, das conversas privadas ,agora públicas, de dois ou três envolvidos no processo da “Face Oculta”, não ajudam à construção da imagem de seriedade deste Governo ,porque se pode pensar que ele se movimenta directa, ou indirectamente, para controlar orgãos de informação importantes, o que não é aceitável em Democracia .
Recordo que há vinte e quatro anos, em 1968 também houve um braço de ferro idêntico, num orçamento com Cavaco .
Então, os grandes pontos de divergência,eram a redução dos impostos,e o preço dos combustíveis.Nessa altura o ministro da economia era Miguel Cadilhe cuja intervenção parlamentar foi considerada pela oposição de “violenta” e um “ultimato” ao Parlamento.
Quatro dias depois, Cavaco fez uma comunicaçao oficial ao país, declarando que a Assembleia da República tinha invadido uma área da competência do Governo.
Hoje, todos percebemos que em Portugal abundam os politicos, mas sobretudo precisamos de seriedade, tanto quanto faltam os estadistas que ponham o bem público acima dos partidos e dos interesses pessoais, e é isso que faz falta , urgentemente, neste momento crucial, da nossa história recente.
AS
– «Esta operação era para tomar conta da TVI e limpar o gajo» (Armando Vara, aquando do primeiro falhanço do negócio de compra da PT)
– [Pede-lhe] «para marcar a reunião para a semana, conforme combinado» (Rui Pedro Soares, administrador executivo da PT, em conversa com Paulo Penedos, pedindo para marcar reunião com Manuel Polanco, da PRISA).
– «Ela, Manuela Moura Guedes, vai ser anunciado já que vai sair – vai para o entertenimento. Ele deve ser muito bom porque os espanhóis querem fazer a transição com tranquilidade. O que ele não sabe é que já não estão a pedir a cabeça dele.» (Paulo Penedos para pessoa não identificada)
– O Zeinal já arranjou maneira de, não dizendo que não ao Sócrates, fazer a operação de forma que ele nunca aparece. (…) Vão passar uns fundos para Londres.» (Paulo Penedos para Américo Thomatti, quadro da PT e presidente executivo do Tagus Park)
«No dia 29 de Maio, Rui Pedro Soares diz que esteve «com o Júdice» [José Miguel Júdice], que pensou outra solução».
«Inventou-se uma solução de antologia: Compram activos em baixo, o que permite que a PT, directamente, possa comprar a internet e a produtora de novelas, e que outras entidades mais inócuas vão comprar 30% da televisão.» (Rui Pedro Soares com Paulo Penedos)
– «Vão comprar 30% por 90 milhões e era importante que o João Carlos [João Carlos Silva, ex-presidente da RTP nomeado por Vara] conseguisse, pelo menos, uma participação de 9 milhões. Em dinheiro seriam 3 milhões no máximo.» (Rui Pedro Spares para Paulo Penedos)
– «Vai haver alterações imprevisíveis na comunicação social, que vai deixar de ser controlada [daí a dois dias] por Moniz e Manuela.» (Paulo Penedos para um tal de Luis, 17 de Junho)
Aqui estão uns irresistíveis excertos de um curioso texto do badalado Mário Crespo:
“Pronto! Finalmente descobrimos aquilo de que Portugal realmente precisa: uma nova frota de jactos executivos para transporte de governantes. Afinal, o que é preciso não são os 150 mil empregos que José Sócrates anda a tentar esgravatar nos desertos em que Portugal se vai transformando. Tão-pouco precisamos de leis claras que impeçam que propriedade pública transite directamente para o sector privado sem passar pela Partida no soturno jogo do Monopólio de pedintes e espoliadores em que Portugal se tornou. Não precisamos de nada disso.
Precisamos, diz-nos o Presidente da República, de trocar de jactos porque aviões executivos “assim” como aqueles que temos já não há “nem na Europa nem em África”. Cavaco Silva percebe, e obviamente gosta, de aviões executivos. Foi ele, quando chefiava o seu segundo governo, quem comprou com fundos comunitários a actual frota de Falcon em que os nossos governantes se deslocam.
[Read more…]
Bem, era para amanhã, mas como já está publicado noutros locais, antecipa-se para hoje:
O primeiro-ministro de Portugal tem sérias dificuldades em lidar com a diferença de opinião.
Esta dificuldade tem sido evidenciada ao longo dos últimos 5 anos, em sucessivos episódios, todos eles documentados. Desde o condicionamento das entrevistas que lhe são feitas, passando pelas interferências nas equipas editoriais de alguns órgãos de comunicação social, é para nós evidente que a actuação do primeiro-ministro tem colocado em causa o livre exercício das várias dimensões do direito fundamental à liberdade de expressão.
A recente publicação de despachos judiciais, proferidos no âmbito do processo Face Oculta, que transcrevem diversas escutas telefónicas implicando directamente o primeiro-ministro numa alegada estratégia de condicionamento da liberdade de imprensa em Portugal, dão uma nova e mais grave dimensão à actuação do primeiro-ministro.
É para nós claro que o primeiro-ministro não pode continuar a recusar-se a explicar a sua concreta intervenção em cada um dos sucessivos casos que o envolvem.
É para nós claro que o Presidente da República, a Assembleia da República e o poder judicial também não podem continuar a fingir que nada se passa.
É para nós claro que um Estado de Direito democrático não pode conviver com um primeiro-ministro que insiste em esconder-se e com órgãos de soberania que não assumem as suas competências.
Ao longo dos últimos dias o Aventar tem esmiuçado o livro Mudar de Pedro Passos Coelho. Da Justiça aos Investimentos Estratégicos, passando pela Regionalização, nada escapa aos Aventadores de serviço. Um político, quando publica um livro onde condensa algumas das suas ideias, sujeita-se a este tipo de escrutínio e Pedro Passos Coelho, a exemplo de outros, não teve medo do risco que correu, honra lhe seja feita. Aquilo que o Aventar tem feito não é caso único, outros blogues o fazem. Vamos, pois, continuar.
No seu livro “Mudar” da Quetzal, Pedro Passos Coelho reconhece “a intensificação das assimetrias regionais que algumas décadas de políticas de desenvolvimento regional trouxeram ao território português de forma paradoxal”, chegando ao ponto de assumir que esse é um dos mais graves problemas nacionais. Contudo, mesmo reconhecendo simpatia pela ideia da Regionalização, está convencido que a mesma não se pode nem deve fazer nos próximos anos. Já no jantar com bloggers afirmara, depois de ser bombardeado pelas nossas perguntas sobre a matéria, que um governo que tome a opção de realizar a regionalização numa legislatura, arrisca-se a não conseguir fazer mais nada. Uma ideia plasmada no seu livro (pág. 245).
Dando de barato o seu cepticismo, não posso concordar com semelhante argumento, embora queira acreditar que o aponta apenas como exemplo limite, de molde a fugir à verdadeira questão. Mas o que prefere Pedro Passos Coelho fazer? Desde logo, uma ideia tão cara aos nossos políticos: mudar a constituição. Uma mudança que permita não a criação mas essa tão nobre forma de trabalhar portuguesa: ir fazendo. Primeiro criando uma região-piloto (mas só na legislatura seguinte!), de molde a aprofundar o estudo dos melhores modelos de competências e financiamento, “bem como da transferência de pessoal técnico” e a seguir, se tudo correr pelo melhor, alargar a experiência a outras regiões – não percebi se de uma forma geral ou através da criação de mais uma ou duas regiões-piloto. Aqui chegados, já nasceram os meus netos!
Há coisas que me irritam muito no jornalismo português e na sua falta de profissionalismo. Uma delas é quando os jornais desatam a transcrever uma qualquer notícia recebida via Lusa. E de repente, temos todos os jornais exactamente com a mesma notícia. Quer dizer: ninguém se deu ao trabalho de ler a notícia, investigar, acrescentar algo. Pegaram nela, copiaram e colaram.
Com as escutas que o «Sol» começou a publicar na sexta-feira, aconteceu o mesmo. Em todo o lado, apareceu o excerto que o semanário publica na capa: ««Das conversações entre Paulo Penedos e Armando Vara resultaram indícios muito fortes da existência de um plano em que está directamente envolvido o Governo, nomeadamente o primeiro-ministro, visando o controlo da estação de televisão TVI e o afastamento da jornalista Manuela Moura Guedes e do seu marido, José Eduardo Moniz, para controlar o teor das notícias.»
E ninguém mais, pelo que vejo, se preocupou com as escutas propriamente ditas, meia dúzia delas que aparece em seis páginas de reportagem do jornal. Aqui vão algumas pérolas que dão uma pequena imagem de tudo o que vem por aí (e que, de certo modo, no editorial desta edição, António José Saraiva dá a entender, quando fala dos últimos dias de Sócrates):
– «Esta operação era para tomar conta da TVI e limpar o gajo» (Armando Vara, aquando do primeiro falhanço do negócio de compra da PT)
– [Pede-lhe] «para marcar a reunião para a semana, conforme combinado» (Rui Pedro Soares, administrador executivo da PT, em conversa com Paulo Penedos, pedindo para marcar reunião com Manuel Polanco, da PRISA).
– «Ela, Manuela Moura Guedes, vai ser anunciado já que vai sair – vai para o entertenimento. Ele deve ser muito bom porque os espanhóis querem fazer a transição com tranquilidade. O que ele não sabe é que já não estão a pedir a cabeça dele.» (Paulo Penedos para pessoa não identificada)
– O Zeinal já arranjou maneira de, não dizendo que não ao Sócrates, fazer a operação de forma que ele nunca aparece. (…) Vão passar uns fundos para Londres.» (Paulo Penedos para Américo Thomatti, quadro da PT e presidente executivo do Tagus Park) [Read more…]
Continuando o que escrevi aqui.
A percepção e posicionamento face à massificação da Advocacia que os números expressam, não é unânime. Bem pelo contrário.
Há quem entenda que tal massificação urge ser travada, pelo perigo que representa, dificultando-se o acesso à profissão. Mas há, também, quem entenda o contrário e que acredite que deverá ser o mercado a seleccionar mantendo-se a Ordem dos Advogados (OA), e assim a própria Advocacia, aberta a este crescendo, sendo depois a lógica da “procura versus oferta” a estabelecer o equilíbrio.
A entrada para a profissão, continuaria aberta a quem preenchesse os legais requisitos, e posteriormente seria o mercado a seleccionar. Basicamente, aquilo que tem vindo a acontecer, e que a actual Direcção da OA está a tentar inverter.
Já quem defende a restrição no acesso à profissão – que é o meu caso -, entende que a massificação traz consideráveis perigos para o respeito e prestígio da profissão. Exactamente porque a lógica de mercado não conhece limites éticos ou deontológicos. E uma Advocacia que perca o seu sentido ético, o seu sentido deontológico, é uma Advocacia, também ela, perdida.
As regras do mercado, a lógica da “procura versus oferta” poderá funcionar para a generalidade da prestação de serviços, mas não para o Patrocínio forense, onde imperam deveres éticos para com os colegas e para com os clientes.
Hoje a TVI vai lançar uma grande reportagem do que pode acontecer se, em Portugal, tivermos uma tragédia natural como aquela que assolou o Haiti. Ora, numa altura como esta, em que estamos a ser assolados por outras tragédias, de índole económico, convinha qualquer coisa mais alegre.
Continuando neste tom negro da espuma dos dias, temos os dados económicos a piorar de dia para dia e o Rangel a vociferar em Estrasburgo pela Liberdade de Imprensa. Para melhorar, nada como os perigos da internet.
O Mundo está mesmo a ficar perigoso.
Posso ir à pesca, estar na praia, conviver com turistas nas esplanadas, passear por estradas secundárias e principais, fazer pic-nics se estiver bom tempo. Em alternativa também
posso jogar golfe.
É caso para se dizer que tudo o que se passa em Vila Cova, passa por este blog. Um verdadeiro serviço público para as gentes de Vila Cova, sobretudo aqueles que andam por outras partes do Mundo a fazer pela vida.
Sem qualquer tipo de peneiras, aqui tudo é motivo para postar: seja de “junguer as vacas” (desculpe, disse????) ou o passamento do Sr. Rabiço Tuna num original espaço de Necrologia na blogosfera e sem esquecer a Romaria à Sr.ª. de La Salette.
Aqui está uma forma de divulgar as tradições, os costumes e o dia-a-dia de uma terra.
Por tudo isto, o meu destaque desta semana vai para o blogue Vila Cova e Mascoselo (Vila Real), directamente do Portugal realmente profundo.

Elementos da Formiga Branca no Arsenal da Marinha.
A luta política na I República entre os diversos partidos e movimentos e, no interior de cada um deles, entre sensibilidades ou tendências, fez-se com uma violência que não se quedou – como acontece nos dias de hoje – pelas batalhasoratórias: atentados, arremesso de bombas, os espancamentos, eram, infelizmente, coisa vulgar. Como se sabe, foi o facto de os diferentes movimentos políticos não se terem entendido que conduziu ao caos político, social e económico, e, consequentemente, à extinção da I República.
Com a eleição de Manuel de Arriaga, a 24 de Agosto de 1911, o Governo Provisório, constituído após a implantação da República, apresentou a sua demissão. Nessa altura, eram já públicos os desentendimentos entre os líderes republicanos. Manuel de Arriaga, apoiado por António José de Almeida e Brito Camacho, obteve 121 votos, contra os 81 de Bernardino Machado, aliado de Afonso Costa. No Outubro seguinte, reuniu o Congresso do Partido Republicano e o novo Directório eleito ficou quase exclusivamente constituído por elementos ligados a Afonso Costa, facto que determinou uma primeira segmentação do PRP. [Read more…]
O Benfica tem um canal televisivo que não pode transmitir as imagens de jogos de futebol nacionais. Mas isso, numa actividade em que as imagens são o negócio, não é suficiente para travar a imaginação da águia!
Os jogos são relatados!
Dois repórteres a cores, gritam e gesticulam, apalpam os “pendentes”, limpam o nariz com as costas da mão, não acreditam que alguém os esteja a ver mas nada disso impede que o “ferrenho” esteja na sua casa, no seu canal…
Noutros canais o jogo está a dar em directo e a cores, com imagens, mas porra, é preciso aumentar as audiências no que é nosso, e aqui não ouvimos nem vemos os roubos dos árbitros, temos sempre razão, o campo está inclinado a nosso favor, e mesmo na derrota não perdemos…
Isto sim, é serviço público e isento!
Concentração junto à Assembleia da República, na próxima Quinta, 11 de Fevereiro, pelas 13h30.
O Aventar vai marcar presença. E vocês?
(Amanhã o Aventar publicará o Manifesto).
E as famílias já dão os primeiros sinais claros da enorme crise que se abate sobre os portugueses, em especial a classe média (ainda existe?). E temos mesmo que gritar, berrar, não calar esta tendência estranha de controlo governamental dos media. E este governo já segue o cherne.
(Alfândega da Fé)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments